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AULÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Total questions: 25

Worksheet time: 53mins

Name
Class
Date
1.

Qual o seu nome?

4 lines
2.

Você é:

a)

Aluno (a)

b)

Professor (a)

c)

Coordenador (a) Pedagógico (a)

d)

Outros

3.

São fatores da textualidade do texto:

a)

Coesão

b)

Coerência

c)

Reafirmação

d)

Oralidade

e)

Intencionalidade

4.

As idéias principais representam o núcleo do texto, em torno do qual se baseiam as demais proposições, premissas que, por sua vez, se manifestam para dar sentido a esse núcleo. Eles são o coração da mensagem que o remetente da letra deseja transmitir.

a)

VERDADEIRO

b)

FALSO

5.

Sobre as diferenças entre o título e o tema, é incorreto afirmar:

a)

Título e tema, apesar de serem elementos distintos, comumente são empregados como sinônimos. Ambos são partes de um mesmo tipo de composição, contudo apresentam definições diversas.

b)

O tema é o assunto a ser abordado, previamente delimitado e sobre o qual você deverá discorrer ao longo do texto.

c)

O título é o assunto a ser abordado, previamente delimitado e sobre o qual você deverá discorrer ao longo do texto.

d)

O título deve ser composto por frases curtas e nominais e disposto no início do texto, oferecendo ao leitor uma vaga ideia sobre o assunto que será abordado.

6.

(SAEPE). Leia o texto abaixo.


A geração “Eu”

O iPod pode formar crianças sem interesse pelo mundo

Os tocadores de música digital vêm causando danos aos usuários – e não se fala aqui de problemas auditivos. Os jovens andam tão entretidos com suas músicas que deixam de interagir com os demais. É comum ver adolescentes fazendo os deveres no supermercado, com os pais e mesmo entre amigos, com os fones nos ouvidos. [...]

A psicóloga americana Jean Twenge deu até um nome para os jovens entre 18 e 36 anos, mais individualistas que as gerações anteriores: a Generation Me (Geração Eu), título de seu livro. Para os mais novos, nascidos entre 1991 e 1999, infl uenciados pelas inovações tecnológicas, ela propõe outra denominação: a iGeneration.

Pode-se fazer algo? Sim. Os pais devem incentivar as atividades coletivas e limitar o tempo passado com fones de ouvido – duas horas de egoísmo é um bom limite.

Revista da Semana. 14 jan. 2008, p. 21. Fragmento.


O Texto defende a ideia de que:

a)

as novas tecnologias prejudicam muito a saúde.

b)

as pessoas jovens têm sérios problemas auditivos.

c)

os iPods contribuem para a alienação dos jovens.

d)

os adolescentes são bastante individualistas.

e)

os jovens de hoje andam com fones de ouvido.

7.

(2ª P.D – Seduc-GO). Leia o texto abaixo e responda.


Língua

Caetano Veloso

Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís Camões

Gosto de ser e de estar.

E quero me dedicar a criar confusões de prosódia.

E uma profusão de paródias.

Que encurtem dores.

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa.

Da rosa no Rosa.

E sei que a poesia está para a prosa.

Assim como o amor está para a amizade

e quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixe os Portugais morrerem à míngua

“Minha pátria é minha língua”

Fala Mangueira! Fala!

Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó.

O que quer

O que pode esta língua?

[...]

Disponível em: http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/44738/ Acesso em: 14/05/2012


A tese defendida pelo autor do texto é que:

a)

a língua portuguesa está repleta de dificuldades.

b)

autores de língua portuguesa têm estilos diferentes.

c)

a pátria dos falantes é a língua, superando as fronteiras geopolíticas.

d)

na língua, é fundamental a associação de palavras para criar efeitos sonoros.

e)

Mangueira é uma legítima representante dos falantes da língua portuguesa.

8.

(SAEPE). Leia o texto a seguir.


E a viagem continua...

Depois de rezarmos e cantarmos muito, voltávamos todos para casa e logo chegavam convidados para o almoço, que sempre era especial. Comidas italianas que vovó, a nona, fazia.

E todos os adultos matavam saudade da Itália. Ela tinha vindo de lá, de navio, no começo do século, quando meu pai tinha três anos. Mamãe chegou um pouco mais tarde, com seus pais.

Depois de moços, conheceram-se no Brasil e se casaram.

Durante o almoço, falavam em italiano e tomavam vinho. Era engraçado! Como na missa, não entendíamos nada...

ZABOTO, L. H. Vovó já foi criança. Brasília: Casa Editora, 1996.


Qual é o trecho que apresenta uma opinião?

a)

“Depois de [...] cantarmos muito,...”.

b)

“... voltávamos todos para casa...”.

c)

“... logo chegavam convidados...”.

d)

“... o almoço, que sempre era especial.”.

e)

“Mamãe chegou um pouco mais tarde,...”.

9.

(PAEBES). Leia o texto abaixo e responda.

Minha viagem


Cada um no seu quadrado.

Tenho quatro filhos. De vez em quando penso comigo: não parecem nem um pouco com a mãe. João, Gregório, Bárbara e Theodora têm estilos bem diferentes e cresceram com a minha maneira de lidar com eles, não só respeitando, mas valorizando isso.

Gregório nasceu sabendo tudo, leu sozinho, argumentava sobre qualquer assunto como um palestrante desde criancinha, mas nunca gostou de sair de casa. Os amigos iam e vinham e ele ficava aqui, recebendo. Era muito tímido quando pequeno, segurava a barra da minha saia, tinha pavor de monstros e palhaços e roía muito as unhas. Meu pai, que é psicanalista, um dia aconselhou:

– Matricula agorinha no teatro e no futebol, tem que botar um fio terra nesse menino.

BYINGTON, Olívia. In: O Globo. 31 jan. 2010, p. 46.

O assunto desse texto é a:

a)

competência de Gregório em aprender sozinho.

b)

dependência dos filhos em relação à mãe.

c)

forma de socialização empregada pelos filhos.

d)

quantidade de filhos que a família possui.

e)

valorização das diferenças entre os filhos.

10.

Sobre o texto que aparece na imagem, podemos afirmar que se trata de uma:

a)

dissertação-argumentativa.

b)

narração.

c)

descrição.

d)

injunção.

e)

prescrição.

11.

São características das ideias principais:

a)

São facilmente reconhecidas porque, se são suprimidas do texto, ficam sem sentido e as ideias secundárias são manifestadas como proposições que giram em torno do vazio.

b)

São independentes do resto das instalações

c)

São o núcleo do texto, em torno do qual nascem as demais proposições ou ideias secundárias.

d)

Suas dimensões estão sujeitas às capacidades do escritor. Quanto mais proficiente o escritor do tema principal, mais ideias secundárias serão confundidas com o tema principal.

12.

São características das ideias secundárias:

a)

Possuem um caráter conclusivo. Elas procuram manifestar as propriedades que o núcleo principal possui para menor compreensão do receptor lírico.

b)

Giram em torno da ideia principal e se destacam do discurso central, conectando-o a outra série de premissas que apoiam a dissertação.

c)

São o núcleo do texto, em torno do qual nascem as demais proposições ou ideias secundárias.

d)

Seu papel fundamental é expandir a percepção conceitual da ideia principal.

13.

Argumentos são ideias lógicas relacionadas entre si e com o propósito de esclarecer e resolver determinada situação ou dúvida.

a)

VERDADEIRO

b)

FALSO

14.

Neste tipo de argumento, utiliza-se a voz de outras pessoas que corroboram (confirmam) a opinião do autor.

A que tipo de argumento estamos nos referindo?

a)

De autoridade

b)

Por exemplificação

c)

Por dados concretos

d)

Por causa e consequência

15.

Se baseiam em demonstrar a opinião através de estatísticas, dados que revelem o que o autor quer provar.

A que tipo de argumento estamos nos referindo?

a)

De autoridade

b)

Por exemplificação

c)

Por dados concretos

d)

Por causa e consequência

16.

Se faz a defesa da tese, através da apresentação de um exemplo, um fato, um acontecimento que demonstrem o que o autor quer provar.

A que tipo de argumento estamos nos referindo?

a)

De autoridade

b)

Por exemplificação

c)

Por dados concretos

d)

Por causa e consequência

17.

Estabelece uma relação entre o motivo (causa) e a consequência (efeito) de determinado fato.

A que tipo de argumento estamos nos referindo?

a)

De autoridade

b)

Por exemplificação

c)

Por dados concretos

d)

Por causa e consequência

18.

É o parágrafo que conecta o que foi apresentado na introdução e no desenvolvimento do texto.

a)

Introdução

b)

Justificativa

c)

Hipóteses

d)

Objetivos Gerais

e)

Conclusão

19.

Um bom texto é aquele que consegue comunicar-se e transmitir informações aos seus leitores. Para isso, é fundamental que o autor do texto exponha suas ideias de forma implícita e subjetiva.

a)

VERDADEIRO

b)

FALSO

20.

São os conectores discursivos os responsáveis pela sequenciação de ideias entre as orações e os períodos e possibilitam também um processo de paragrafação bem estruturado, sendo essenciais à manutenção do eixo temático que o autor pretende desenvolver.

a)

VERDADEIRO

b)

FALSO

21.

(IFBA/2019) Em “Nós poderíamos economizar muito tempo nos movimentando nesta velocidade, mas há alguns

problemas.” o termo em destaque poderia ser substituído, sem prejuízos

ao sentido e à estrutura, por:

a)

Porém.

b)

Pois.

c)

Embora.

d)

Apesar de.

e)

Portanto

22.

(UFT/adaptado) Considere a assertiva: “Se eu pagar a prestação do apartamento ou aconta de água, não temos o que comer”. O elemento, em destaque, é:

a)

conjunção concessiva, porque admite um fato contrário à ação principal que é a falta de alimentação.

b)

conjunção temporal, porque estabelece uma possibilidade para saciar a fome da família.

c)

conjunção condicional, porque estabelece uma condição necessária para que seja realizado ou não o fato principal.

d)

conjunção causal, porque estabelece a causa e a consequência da insegurança alimentar que está presente nas famílias brasileiras.

e)

Nenhuma das Alternativas anteriores

23.

(IBMEC)

A palavra vernáculo caracteriza um modo de aprender as línguas: o aprendizado que se dá, por assimilação espontânea e inconsciente, no ambiente em que as pessoas são criadas. A vernáculo opõe-se tudo aquilo que é transmitido através da escola. Para exemplificar com fatos conhecidos, basta que o leitor brasileiro pense em formas verbais como eu farei e eu fizera, ou em construções como fá-lo-ei, dir-lhe-ia, tu o fizeste ou Ninguém lho negaria. A parte da população brasileira que as conhece chegou a elas pela escola, provavelmente através da leitura de textos literários bastante antigos, pois no Brasil de hoje é quase nula a chance de que essas formas ou construções sejam usadas de maneira espontânea.

(Rodolfo Ilari e Renato Basso. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos)


No texto, a função da linguagem predominante é a

a)

poética, por meio da qual se enfatiza a espontaneidade expressiva presente na língua do brasileiro, muitas vezes abandonada na escola.

b)

apelativa, por meio da qual se induz o leitor à aprendizagem da língua com liberdade, porém sem utilidade prática para os usos cotidianos.

c)

emotiva, por meio da qual se enaltece a forma intuitiva de se aprender a língua de forma mais produtiva, notadamente fora da escola.

d)

informativa, por meio da qual se explica a língua em seus usos espontâneos, o que revela a necessidade de se oferecer estudo às crianças.

e)

metalinguística, por meio da qual os autores estabelecem a diferença entre a aprendizagem natural da língua e a transmitida pela escola.

24.

(Fundação Instituto de Educação de Barueri)

Fonte: Autor anônimo – Dados fictícios.


A função da linguagem que predomina neste texto publicitário é:

a)

Referencial.

b)

Apelativa.

c)

Poética.

d)

Metalinguística.

e)

Fática.

25.

A arte do ser infeliz


O homem perfeitamente infeliz tem saúde de ferro; check-up e estação das aguas todos os anos; seus males físicos são apenas dois: dor de cabeça (não toma comprimido porque ataca o coração) e azia (não toma bicarbonato porque vicia o organismo).

O pai e o avô do homem infeliz morreram quase aos noventa anos - e ele o diz frequentemente.

Banho frio por principio, mesmo no inverno, e meia hora de ginástica diária.

O homem perfeitamente infeliz julga-se ameaçado: ao norte, pela queda do cabelo: ao sul, pela desvalorização da moeda; [...].

Não empresta dinheiro; não deve nada a ninguém, toma notas minuciosas de todas as despesas; nunca pagou nada para os outros; não avaliza nota promissória nem para o próprio filho; tem manifesto orgulho disso tudo. [...]

Acha-se (e infelizmemente é verdade) insubstituivel em seu trabalho, sem ele, o escritório não anda.

Considera-se o dono de excelente bom humor; em familia, porta-se com severidade, falta de graça e convencionalismo; cita provérbios edificantes e ditos históricos, sua glória é poder afirmar, diante de alguém em desgraça: "Bem que eu te avisei!".


CAMPOS, Paulo Mendes. Balé do pato e outras crônicas. In: Para gostar de ler. V. 24. São Paulo: Ática, 1998. Fragmento. (120270RJ_SUP).


Evidencia-se uma opinião do narrador no trecho:

a)

"O homem perfeitamente infeliz tem saúde de ferro;...". (l1)

b)

"O pai e o avô do homem infeliz morreram quase aos noventa anos...". (l 4)

c)

"Banho frio por princípio, mesmo no inverno, e meia hora de ginástica diária.".

d)

(l 6) "Acha-se (e infelizmente é verdade) insubstituível em seu trabalho;...".' (l 12)

e)

"Considera-se dono de excelente bom humor; em família, porta-se com severidade,...". (l 13)