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Fake news - uma ameaça para a Democracia

Total questions: 20

Worksheet time: 15mins

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1.

O que são as Fake News?

a)

Falta de informação.

b)

Notícias falsas.

c)

Desinformação.

d)

Notícias erradas

2.

Quando surgiram fenómenos de desinformação?

a)

Apenas com a massificação da Internet e das redes sociais.

b)

Apenas no século XX, com a propaganda dos regimes totalitários.

c)

A disseminação de desinformação existe há muito tempo, embora hoje circule com maior rapidez, escala e sofisticação.

d)

Apenas nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016.

3.

Quantos tipos de fake news existem de acordo com a tipologia estudada em aula?

a)

5

b)

6

c)

7

d)

8

4.

Qual é a distinção mais rigorosa entre desinformação e notícia errada?

a)

A desinformação implica intenção deliberada de enganar ou confundir.

b)

A notícia errada pode resultar de erro, precipitação ou falha de verificação.

c)

As opções anteriores estão corretas..

d)

Não existe diferença.

5.

Em que ecossistema mediático as fake news tendem hoje a propagar-se com maior rapidez?

a)

Na televisão, pela autoridade simbólica da imagem.

b)

Na Internet e nas redes sociais, devido à partilha instantânea, aos algoritmos e à viralidade.

c)

Na escola, pela circulação informal entre pares.

d)

Na rádio, pela sua oralidade e imediatismo.

6.

Qual é a intenção predominante das fake news?

a)

Promover debate plural sobre temas controversos.

b)

Divulgar informação alternativa em nome da liberdade de expressão.

c)

Exagerar factos reais apenas para fins humorísticos.

d)

Enganar, manipular ou condicionar a perceção pública de factos e acontecimentos.

7.

Quando um título te chama fortemente a atenção, qual deve ser o primeiro procedimento crítico?

a)

Partilhá-lo rapidamente, para alertar outras pessoas.

b)

Ler o conteúdo integral, verificar a fonte, a data, o autor e procurar confirmação noutras fontes credíveis.

c)

Comentar a publicação e denunciar de imediato sem a abrir.

d)

Desconsiderá-lo sempre, porque títulos apelativos são necessariamente falsos.

8.

Um artigo falso que atribui regalias inventadas a refugiados, procurando alimentar hostilidade social, deve ser classificado como:

a)

Sátira ou paródia.

b)

Conteúdo manipulado.

c)

Conteúdo fabricado.

d)

Contexto falso.

9.

Este artigo também é mentira.

Tendo em conta que se refere a regalias atribuídas a um grupo minoritário, este conteúdo deve ser classificado como:

a)

conteúdo manipulado

b)

conteúdo fabricado.

c)

conteúdo impostor.

d)

contexto falso.

10.

Os exemplos anteriores procuram criar boatos sobre grupos sobretudo minoritários por motivos:

a)

religiosos.

b)

económicos.

c)

cómicos.

d)

políticos ou ideológicos.

11.

Uma publicação que recorre ao logótipo autêntico de uma instituição pública, mas lhe atribui afirmações falsas, deve ser considerada um caso de:

a)

Conteúdo impostor.

b)

Conexão falsa.

c)

Sátira ou paródia.

d)

Conteúdo fabricado.

12.

"Greta Thunberg é patrocinada pelos Wallenberg que fabricavam minas terrestres como a que destroçou um menino angolano?"

O conteúdo desta fake news classifica-se como:

a)

Conteúdo impostor.

b)

Contexto falso.

c)

Sátira ou paródia

d)

Conexão falsa.

13.

Neste exemplo de clickbait, o objetivo principal é:

a)

Simplificar informação complexa para captar leitores apressados.

b)

Induzir o clique através de exagero, ambiguidade ou sensacionalismo,

com vista a aumentar tráfego, visualizações e lucro.

c)

Melhorar a literacia mediática do público através de títulos expressivos.

d)

Valorizar a reputação pública de uma figura mediática.

14.

O clickbait caracteriza-se sobretudo por:

a)

Textos académicos que usam subtítulos apelativos para facilitar a leitura.

b)

Títulos e imagens concebidos para explorar curiosidade, levando o leitor a clicar

através de exagero ou sensacionalismo.

c)

Conteúdos humorísticos próprios da sátira e do humor social.

d)

Artigos de opinião assumidamente subjetivos, mas assinados por colunistas.

15.

A propaganda, muito usada em contexto político, procura sobretudo:

a)

Apelar às emoções, reforçar crenças e influenciar o público em favor de determinadas ideias, valores ou agendas.

b)

Obter lucro publicitário através de conteúdos virais.

c)

Produzir humor político sem intenção de persuasão.

d)

Divulgar informação neutra sobre instituições e candidatos.

16.

Nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016, o tema das fake news ganhou grande destaque porque:os meios de comunicação, porque...

a)

ficou evidenciado o impacto da desinformação no debate público, na circulação de conteúdos virais e na perceção política dos eleitores.

b)

se provou definitivamente que as fake news decidiram, por si só, o resultado eleitoral.

c)

Só um candidato usou desinformação.

d)

o fenómeno nasceu nesse momento e não existia antes.

17.

Um conteúdo é classificado como sátira ou paródia quando:

a)

É publicado no dia 1 de abril, "Dia das Mentiras".

b)

apresenta factos falsos, mas sobre temas pouco importantes.

c)

é assinado por um humorista ou cartoonista.

d)

Não pretende enganar intencionalmente, mas usar humor ou crítica.

18.

Uma teoria da conspiração distingue-se por:

a)

rejeitar qualquer autoridade institucional, mesmo quando apresenta provas robustas.

b)

explicar acontecimentos complexos como parte de um plano secreto, coordenado e oculto, frequentemente imune à refutação factual.

c)

exagerar pequenos factos verdadeiros para fins cómicos ou satíricos.

d)

traduzir apenas desconfiança genérica face aos media tradicionais.

19.

Um conteúdo falso sobre saúde pública pode ser especialmente perigoso porque:

a)

não mobiliza emoções nem receios coletivos.

b)

tende a circular apenas entre grupos reduzidos e sem impacto social.

c)

Pode levar as pessoas a desconfiar de medidas de saúde e de factos científicos.

d)

Não influencia comportamentos.

20.

Se te deparares com uma fake news,

qual é a atitude mais responsável?

a)

Partilhar com o máximo de amigos.

b)

Não partilhar sem verificar e, se necessário, denunciar o conteúdo.

c)

Reencaminhar para familiares.

d)

Guardar silêncio absoluto, mesmo quando a desinformação pode prejudicar outras pessoas.