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(VUNESP – SJC – 2019) Weimer & Moreira (2014) estudaram a violência e o bullying nas aulas de Educação Física escolar, bem como o sentimento dos alunos que vivenciaram e/ou sofreram com tais situações. Identificaram relatos das vítimas das agressões que expressam tristeza, mágoa, vergonha, raiva e vontade de sair do local. Os autores destacaram que o problema da violência nas escolas e nas aulas de Educação Física deve ser motivo de constante atenção dos professores, que devem levar em consideração a importância do planejamento de suas aulas:
(A) tentando minimizar situações de competitividade excessiva e conflitos nocivos, deixando claro os limites e as regras de cada atividade, zelando para que estas sejam respeitadas.
(B) excluindo as atividades competitivas com o objetivo de eliminar os conflitos entre os alunos, deixando claro os limites e as regras de cada atividade, zelando para que estas sejam respeitadas.
(C) promovendo jogos cooperativos em detrimento de esportes coletivos competitivos, porque assim serão minimizados os conflitos e serão cumpridas as regras estabelecidas pelos professores.
(D) procurando desenvolver as modalidades esportivas individuais e substituindo as tradicionais competições pela realização de demonstrações esportivas isentas da competividade excessiva.
(E) promovendo atividades de lutas para que os alunos aprendam a necessidade de cumprir suas regras, evitando, desse modo aplicar punições quando elas são descumpridas.
(VUNESP – SJC – 2019) Um professor de Educação Física, ao trabalhar a modalidade de futebol com o objetivo de que seus alunos aprimorem a habilidade de chutar a bola ao gol, sugere diversos exercícios nos quais eles chutam ao gol de diversos lugares da quadra, com a bola parada, com a bola em movimento, após receber um passe, após conduzir a bola por alguns metros, e em situações com marcadores que tentam impedir o chute. Segundo Magill (2002), ao conduzir a aula dessa forma, o professor agiu de maneira:
(A) incorreta, porque a variação na prática do chute ao gol dificulta o aprendizado do futebol.
(B) incorreta, pois não houve variação na prática do chute ao gol ao utilizar exercícios controlados.
(C) correta, pois não houve variação na prática do chute ao gol ao utilizar exercícios abertos.
(D) correta, pois não houve variação na prática do chute ao gol ao utilizar exercícios controlados.
(E) correta, pois se baseou na variabilidade da prática para aprimorar o chute ao gol.
(VUNESP – SJC – 2019) No relato de experiência de Maldonado e Silva (2016), é destacada a importância de associar o ensino de jogos populares à realização de debates sobre como eles podem ser vivenciados na escola, de reflexões a respeito de aspectos conceituais e atitudinais ligados aos jogos, bem como avaliar os aprendizados conjuntamente com os alunos. Essas estratégias didáticas têm por objetivo:
(A) desenvolver o pensamento crítico dos estudantes.
(B) proporcionar o desenvolvimento da consciência intransitiva dos alunos.
(C) propiciar aos alunos reproduzirem fielmente nas avaliações as atividades realizadas.
(D) promover a ordem nas aulas de Educação Física, combatendo a indisciplina dos alunos.
(E) preparar os estudantes para participarem de eventos e competições esportivas de maneira organizada.
(VUNESP – RIO CLARO – 2012) Os instrumentos de avaliação em Educação Física devem explicitar os objetivos específicos propostos pelo programa de ensino; situar alunos e professores dentro do processo de ensino e aprendizagem; considerar de forma integrada os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Especificamente em relação aos alunos, os instrumentos devem:
(A) ser claros o suficiente para que o aluno saiba o que, como e quando será avaliado.
(B) incluir a valorização do aluno empregando exclusivamente a autoavaliação.
(C) aferir a capacidade do aluno de expressar-se pela linguagem escrita e falada.
(D) fornecer parâmetros que possibilitem a classificação dos alunos comparativamente.
(E) propiciar a identificação do potencial atlético do aluno.
VUNESP – SBC – 2010) O professor de Educação Física propõe aos alunos um trabalho no qual a turma será dividida em três grupos. O grupo 1 apresentará as regras básicas de uma modalidade esportiva, o grupo 2 demonstrará seus fundamentos e sua prática, e o grupo 3 apresentará um histórico e uma relação da modalidade com a realidade atual. Segundo as categorias de conteúdo, pode-se afirmar que:
(A) os grupos 1 e 3 enfatizam conteúdos conceituais e atitudinais, e o grupo 2, conteúdo procedimental.
(B) os grupos 2 e 3 enfatizam conteúdos conceituais, e o grupo 1, conteúdo atitudinal.
(C) o grupo 1 enfatiza conteúdo procedimental, o grupo 2, conteúdo conceitual, e o grupo 3, conteúdo atitudinal.
(D) o grupo 1 enfatiza conteúdo conceitual, o grupo 2, conteúdo atitudinal, e o grupo 3, conteúdo procedimental.
(E) os grupos 1 e 2 enfatizam conteúdos procedimentais, e o grupo 3, conteúdo atitudinal.
(VUNESP – SJC – 2019) Segundo Darido e Souza Júnior (2013), o esporte na escola tem sido ensinado de maneira inadequada e, por esse motivo, vem impedindo o desenvolvimento de objetivos mais amplos da Educação Física, como o sentido expressivo, criativo e comunicativo. Para atingir tais objetivos, esses autores sugerem que o ensino do esporte na escola deve:
(A) se restringir a desenvolver as habilidades motoras necessárias para as práticas esportivas.
(B) ignorar a dimensão conceitual desse conteúdo, e ater-se às dimensões procedimental e atitudinal.
(C) respeitar e atender as três dimensões dos conteúdos: a conceitual, a atitudinal e a procedimental.
(D) enfatizar a dimensão conceitual desse conteúdo, utilizando preferencialmente aulas teóricas e vídeos.
(E) se restringir a desenvolver as atitudes, porque a função da Educação Física é modelar o comportamento do aluno.
Segundo o ACSM (2008), a avaliação de uma vida saudável pode ser feita por meio da análise das cinco pontas da estrela de excelência, que é composta pelas seguintes valências: resistência muscular, composição corporal, capacidade cardiorrespiratória (VO2máx), flexibilidade e índice de massa corporal (IMC). Observe o gráfico abaixo, que representa os resultados da aplicação de um programa de atividade física.
Considerando os resultados apresentados no gráfico, avalie se as ocorrências abaixo contribuem como alterações positivas para os praticantes do referido programa.
I. Aumento do IMC.
II. Aumento da flexibilidade.
III. Aumento da resistência muscular localizada.
IV. Diminuição do percentual de gordura corporal.
V. Aumento da capacidade cardiorrespiratória.
Estão corretas apenas as ocorrências:
A) I e IV
B) I, II e V
C) I, III e V
D) II, III e IV
E) II, III, IV e V
Um professor irá treinar todos os seus alunos, de 15 anos de idade, para participarem de uma competição estudantil de atletismo. Numa de suas aulas ele programou que as atividades principais serão: jogos de estafeta durante 20 minutos e, posteriormente, um treinamento sob a forma intervalada, onde os alunos correrão dez vezes a distância de 50 m para aproximadamente 90% do tempo máximo individual, com um intervalo entre as repetições de 40 segundos. A aula conduzida desse modo poderá preparar os alunos que correrão as provas de:
A) 5000 m, uma vez que, na totalidade, a aula trabalha prioritariamente o sistema aeróbio.
B) 3000 m com obstáculos, pois nas estafetas poderão ser trabalhados os saltos dos obstáculos.
C) 800 m, pois esta prova é mais adequada a adolescentes.
D) 400 m, pois a aula trabalha prioritariamente o sistema anaeróbio lático.
E) 100 m rasos, pois a aula trabalha prioritariamente o sistema anaeróbio alático.
(VUNESP, 2019) Ao abordar lazer e Educação Física no âmbito da Educação Física escolar, Marcellino (In: De Marco, 2013) destaca as ligações desse componente do currículo com o duplo aspecto educativo do lazer: educação para o lazer e educação pelo lazer. Ao discorrer sobre a educação pelo lazer, destaca que o lazer deve ser incluído nas aulas de Educação Física como conteúdo/objeto de estudo e como forma de ensinar porque é importante incorporar o componente lúdico:
A) da história da educação.
B) da sociedade capitalista.
C) ocupacional.
D) terapêutico.
E) da cultura.
VUNESP, 2019) Betti (2001) apresenta uma reflexão sobre o esporte na mídia e afirma que, na verdade, o que se observa é um esporte da mídia, porque ela habitualmente enfatiza o binômio vitória-derrota, recompensa extrínseca, violência etc., fragmentando e descontextualizando o fenômeno esportivo, enfatizando a competição e uma certa agressividade que são a ele inerentes. O referido autor, destaca as características do esporte da mídia televisiva como: ênfase na “falação esportiva”, monocultura esportiva, prevalência dos interesses econômicos, superficialidade e
A) valorização de conteúdos científicos e socioculturais do esporte.
B) hipervalorização do conteúdo em relação à forma.
C) sobrevalorização da forma em relação ao conteúdo.
D) das questões administrativas e políticas do esporte.
E) fundamentação de sistemas táticos e de treinamento esportivo.
(VUNESP, 2019) Segundo Scarpato (2007), de acordo com a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), a Educação Física é um componente curricular e deve estar integrada à proposta pedagógica da escola. Por isso, a Educação Física deverá assumir a responsabilidade de contribuir com as finalidades da Educação Básica que visam ao desenvolvimento do educando, à formação comum indispensável para o exercício da cidadania, fornecendo-lhe meios para:
A) progredir no trabalho e em estudos posteriores.
B) ser aprovado no vestibular de universidade pública.
C) ingressar no ensino superior, assegurando-lhe emprego.
D) ater-se ao uso das técnicas já existentes no mercado de trabalho.
E) saber utilizar as tecnologias de informação e comunicação para permanecer no mercado de trabalho.
(VUNESP, 2019) Andrade e Freitas (2016), ao estudarem as possibilidades de atuação do professor de Educação Física no processo de aprendizagem de alunos com deficiência, concluíram que:
A) devem ser propiciadas práticas da cultura corporal menos complexas para todos alunos da classe, com a finalidade de atender as demandas dos alunos com deficiência.
B) quando o professor oportuniza estratégias que consideram as singularidades dos alunos com deficiência, a aprendizagem deles é muito pouco significativa.
C) há indícios de que a função docente é irrelevante na organização das possibilidades de participação, aprendizagem e desenvolvimento dos alunos com deficiência.
D) nas práticas de ensino que viabilizaram condições favoráveis à participação dos alunos com deficiência orientadas pela mediação sígnica, os conteúdos vão se tornando mais significativos para eles.
E) se deve, primeiramente, separar os alunos com deficiência dos ditos normais, depois desenvolver atividades distintas para ambos os grupos e só reunir os grupos quando os alunos com deficiência conseguirem executar bem as atividades propostas.
