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WorksheetsPLO teste 3
Total questions: 109
Worksheet time: 55mins
No contributo para a identificação de crises (Existentes ou Emergentes), Comprehensive Preparation of the Operational Environment (CPOE) tem o seu início na
Fase 3ª - Mission Analysis
Fase 1 - Initial Situational Awareness
a. Fase 2 - Operational Appreciation of Strategic Environment.
a. Fase 3b - Course of Action Development.
No contributo para a identificação de crises (Existentes ou Emergentes), Comprehensive Preparation of the Operational Environment (CPOE) tem o seu início na
Fase 3ª - Mission Analysis
Fase 1 - Initial Situational Awareness
a. Fase 2 - Operational Appreciation of Strategic Environment.
a. Fase 3b - Course of Action Development.
1. De acordo com aplicação do instrumento de Poder Militar na NATO, o Estado Final é definido:
a. Pelo Military Committee (MC).
a. Pelo Joint Force Commander (JFC).
a. Pelo North Atlantic Council (NAC).
a. Pelo Supreme Allied Commander Europe (SACEUR).
1. O conceito de condição Decisiva consiste:
a. Numa combinação de circunstâncias, efeitos ou eventos chave que, após alcançados, permitem ao comandante ganhar uma vantagem significativa sobre o oponente, não representando obrigatoriamente um combate entre forças.
a. Num ponto a partir do qual um centro de gravidade hostil ou amigável pode ser ameaçado. Este ponto pode existir no tempo, espaço ou no ambiente de informação.
a. Numa combinação de circunstâncias, efeitos ou eventos chave que, após alcançados, permitem ao comandante ganhar uma vantagem significativa sobre o oponente, representando obrigatoriamente um combate entre forças.
a. Num ponto a partir do qual um centro de gravidade hostil pode ser afetado levando à derrota do inimigo.
1. A análise de sistemas tem por finalidade:
a. Determinar os requisitos de força/capacidades de cada elemento do sistema.
a. Definir a alteração do estado físico ou comportamental de um sistema ou elementos de um sistema.
a. Criar um conhecimento abrangente das dinâmicas, capacidades, comportamentos e interações dos vários elementos do ambiente operacional.
a. Identificar Centros de Gravidade.
1. Ao analisarmos as nossas modalidades de ação (COA), pretendemos confirmar que esta…
a. É adequada, aceitável, exequível, exclusiva, completa e de acordo com a doutrina.
a. É determinada pelo escalão superior.
a. Permite atacar as principais ações das OPFOR COA.
a. É adequada, aceitável, exequível, exclusiva, proporcional e de acordo com a doutrina.
1. Ainda na análise das nossas modalidades de ação (COA), pretende-se...
a. Analisar as nossas COA entre si e posteriormente face às OPFOR COA mais provável e mais perigosa.
a. Comparar cada COA no mínimo com a OPFOR COA mais perigosa.
a. Analisar cada COA de forma isolada e depois comparar com as OPFOR COA mais provável e mais perigosa.
a. Comparar a COA com o desenho operacional elaborado pelo JOPG.
1. Informação relativa ao Estado Final, Objetivos Operacionais e Missão do Joint Force Command consta de que documento?
Strategic SACEUR Assessment
a. Strategic Planning Directive.
a. Military Response Options.
a. Strategic Military Advice.
1. Quando se identificam e redigem Efeitos a atingir, estes…
a. Devem sugerir as modalidades, soluções e os meios a empregar.
a. Não devem fazer qualquer tipo de afiliação com o autor da ação.
a. Devem ter o tempo de início mas não obrigatoriamente o tempo de duração.
a. Podem inferir baixas.
1. Quais os produtos das fases do OPP?
Fase I – Directiva Iniciadora
Fase II-Directiva de Planeamento (Comander Planning Guidance)
. Fase III-Conceito de Ops (CONOPS) e SOR’s
Fase IV-Desenvolvimento do Plano (OPLAN)
1. O emprego das Forças de Combate é categorizado da seguinte maneira:
Campanhas, Operações de Grande Envergadura, Batalhas/Combates
Operações de Grande Envergadura, Operações de Pequena Envergadura, Combates
Estratégico, Operacional, Táctico
Guerra, Campanhas, Batalhas
1. O Nível no qual as forças militares são projectadas e empregues para atingir objectivos estratégicos e/ou de campanha numa dada JOA é:
Estratégico
Operacional
Estratégico-Militar
Táctico
1. As Fases do Processo de Planeamento Operacional são:
Iniciação, Orientação, Desenvolvimento do Conceito, Desenvolvimento do Plano, Promulgação
Iniciação, Orientação, Analise da Missão, Briefing de Decisão, Execução
. Iniciação, Orientação, Desenvolvimento do Conceito, Desenvolvimento do Plano, Revisão
Iniciação, Análise de estado-maior, Desenvolvimento das M/A, Desenho Operacional, Geração de Forças
1. Os Documentos gerados pelo JOPG são:
Avaliação Militar, CONOPS, SOR, OPLAN
Avaliação Militar, Directiva de Planeamento, CONOPS, SOR, OPLAN
Directiva Iniciadora, SOR, OPLAN
CONOPS, SOR, OPLAN
O conjunto de circunstâncias que necessitam de ser alcançadas no fim de uma campanha, para por termo ao conflito ou para resolver a situação em termos considerados favoráveis ou satisfatórios, designa-se por
Pontos Decisivos
Centro de Gravidade
Estado Final Desejado
. Requisitos Críticos
1. As Linhas de Operações:
ligam os pontos de decisão no tempo e no espaço no trajecto para alcançar o estado final desejado
ligam os pontos decisivos no tempo e no espaço no trajecto para alcançar o estado final desejado
. ligam os pontos de decisão no tempo e no espaço no trajecto para alcançar o centro de gravidade do oponente
ligam os pontos decisivos no tempo e no espaço no trajecto para alcançar o centro de gravidade do oponente
1. Uma série de operações militares planeadas e conduzidas para atingir um objectivo estratégico numa determinada área ou num determinado intervalo de tempo envolvendo normalmente Forças Terrestres Navais e Aéreas designa-se por:
. Operação Militar
Campanha
Operação de Grande Envergadura
Batalha
1. As categorias do Planeamento Operacional são:
. Imediato e Faseado
Estratégico, Operacional e Táctico
Defesa e Resposta a Crises
Avançado/Antecipado e de Resposta a Crises
1. A Directiva Iniciadora
É produzida pelo JOPG
É produzida pelo NAC
É produzida no fim da Fase 2 Orientação
Contém os CONOPS
1. O levantamento, teste de viabilidade, análise e comparação das Modalidades de Acção (M/A) apresenta-se:
No Briefing de análise de missão
No Briefing de decisão
. Na Directiva Iniciadora
Na Directiva de Planeamento
1. O Processo de Geração de Forças decorre:
Após o Processo de Planeamento Operacional
Antes do Processo de Planeamento Operacional
Em simultâneo com o Processo de Planeamento Operacional
Antes da Directiva Iniciadora
1. Existe uma vulnerabilidade crítica quando:
Uma capacidade crítica não foi identificada
Um requisito crítico é deficiente
O COG do inimigo é desconhecido
Os Pontos decisivos são desconhecidos
1. A capacidade de uma força conjunta e combinada transitar de uma postura operacional para outra designa-se por:
Tempo Operacional
Manobra
Culminação
Pausa Operacional
1. Normalmente são considerados os seguintes níveis de guerra
Estratégico, Operacional Terrestre, Táctico
Estratégico militar, Operacional, Campanha e Táctico
Estratégico, Operacional, Táctico
Politico, Estratégico e Operacional
1. Uma força conjunta é constituída por:
Elementos significativos de mais de um país
Elementos significativos de todos os ramos
Elementos significativos de um ou mais países da NATO
Elementos significativos de mais de um Ramo
1. A existência de."Núcleos de QG-CJTF" pre-designados, assegura
A participação de oficiais de países não-NATO.
O desenvolvimento de operações lideradas pela UEO
Uma capacidade imediata de Estado-Maior.
A participação de forças militares dos países "PfP".
Um Quartel-General - CJTF HQ:
Tem carácter permanente
Pode ser baseado em Terra ou no Mar
Não é projetável.
Baseado em terra, toma-se adequado para operações com pouco investimento intra-teatro
1. Qual das seguintes missões não será atribuída à Nato Response Force (NRF)?
Operações de Embargo
Operações de Evacuação de Não-Combatentes (NEO).
Follow on Forces" integrando uma Força de grandes dimensões.
Força Demonstrativa
As Regras de Empenhamento proporcionam aos comandantes
Orientações e instruções
Ordens militares
Diretivas.
Ordens preparatórias
Que fatores são levados em conta na definição das ROE?
Orientações estratégicas, políticas e táticas.
Orientações geopolíticas e geoestratégicas
Orientações políticas, condições operacionais e normas jurídicas
Orientações políticas e CAVEATS.
As Info Ops são …….. destinada a proporcionar aconselhamento e coordenação das atividades de informação militares
Uma capacidade
Uma técnica
Uma função.
Uma ferramenta
1. As Info Ops destinam-se a criar efeitos desejados:
Na Presença, Postura e Perfil dos adversários
Na Vontade, Capacidades e Compreensão das Forças Aliadas
Através do recurso maciço aos MEDIA.
Na Vontade, Capacidades e Compreensão dos adversários
As Operações Psicológicas
São um tipo de operações que encerram uma finalidade em si mesmas.
São atividades não planeadas, executadas para contribuir para a realização dos objetivos militares, no sentido de influenciar perceções, atitudes e comportamentos de audiências aprovadas
São atividades planeadas, executadas para contribuir para a realização dos objetivos militares, no sentido de influenciar perceções, atitudes e comportamentos de audiências aprovadas
São atividades planeadas ou não, que contribuem para a realização dos objetivos militares não devendo ser prestada grande atenção à credibilidade alcançada.
1. O apoio à estrutura civil é uma função principal da CIMIC. O mesmo é materializado por:
Um largo espectro de atividades de apoio que deverão ser sempre desenvolvidas ao longo de uma missão.
Ser efetuado em coordenação com as Operações Psicológicas e os Assuntos Civis de modo a apoiar a missão de modo cabal.
Atividades que deverão apenas ocorrer se não existirem organizações civis presentes que garantam esse apoio.
Ser uma atividade importante na recolha de informação para as nossas forças.
1. Relativamente ao ciclo de produção das Informações:
A rapidez não é um fator determinante na produção de Informações
O ciclo é conduzido de acordo com os princípios das Informações
As Informações são geradas na fase de Aquisição.
As suas fases consistem na Orientação, Aquisição, Avaliação, e Disseminação
1. Relativamente ao ciclo de produção das Informações:
A rapidez não é um fator determinante na produção de Informações
O ciclo é conduzido de acordo com os princípios das Informações.
As Informações são geradas na fase de Aquisição
As suas fases consistem na Orientação, Aquisição, Avaliação, e Disseminação
1. Os Commander Critical Information Requirements (CCIR) são:
Concebidos a partir dos Priority Intelligence Requirements (PIR).
Apenas informação com impacto nas operações, que o comandante necessita saber sobre as forças opositoras.
Informação crítica sobre a situação e as forças em presença, que o comandante necessita conhecer para orientar, planear e conduzir as operações.
Constituídos apenas por Priority Intelligence Requirements (PIR) e Request For Information (RFI).
1. Qual das seguintes afirmações está correta relativamente aos princípios de Targeting conjunto? O Targeting deve:
Ser focado nos alvos, ter em conta os efeitos, ser interdisciplinar e ter em consideração que o tempo não é um fator crítico.
Ser focado nos objetivos do Comandante, ter em conta os efeitos, ser interdisciplinar e ter em consideração que o tempo é um facto crítico.
Ser focado nos objetivos do Comandante, ter em conta os efeitos e ser controlado e executado ao mais alto nível.
Ser focado nos alvos, ser controlado e executado ao mais alto nível, ter em conta os efeitos e que o tempo não é um fator crítico.
1. Relativamente à lista de alvos podemos afirmar que:
Cabe às Nações definirem as prioridades dos alvos a atingir e consequentemente definir a lista de alvos prioritários.
Compete ao Conselho do Atlântico Norte (NAC) elaborar a lista de alvos que pretende ver atingidos pela Aliança.
Compete ao Joint Co-ordination Board (JCB) aprovar a Joint Prioritized Target List (JPTL) depois de analisada face às Rufes of Engagement (ROE), à Lei dos Conflitos Armados (LOAC) e às condições impostas pelas nações (CAVEATS).
Compete ao Joint Co-ordination Board (JCB) elaborar a Joint Prioritized Target List (JPTL) depois de confrontada com as Rules of Engagement (ROE), a Lei dos Conflitos Armados (LOAC) e as condições impostas pelas nações (CAVEATS).
1. No contexto das Outras Operações e Tarefas de Resposta a Crises, uma força envolvida no apoio a Operações Humanitárias executa:
Todas as tarefas que lhe forem solicitadas.
Apenas tarefas de engenharia e de apoio médico.
Apenas as tarefas que não podem ser assumidas pelas organizações civis.
Tarefas no âmbito da projeção preventiva .
1. As Operações de Manutenção de Paz são conduzidas com o objetivo de monitorizar e facilitar a implementação de um Acordo de Paz. Assim, o mandato para uma operação desta natureza deve conter medidas no âmbito:
) Do Cap VI da Carta das Nações Unidas
Dos Cap VI e VII da Carta das Nações Unidas.
Dos Cap VII e VIII.
Dos Cap VI e VII.
1. No contexto das outras Operações e Tarefas de Resposta a Crises:
O Apoio a Operações Humanitárias inclui a Assistência a Deslocados e Refugiados assim como o Apoio a Autoridades Civis.
O Apoio às Autoridades Civis/Ajuda Militar compreende o Apoio Humanitário, a Segurança Pública e o Apoio de Engenharia
O Apoio a Operações Humanitárias visa minorar o sofrimento humano e compreende o poio a Deslocados e Refugiados.
As Operações de Extração visam a recolocação de não-combatentes que se encontrem em perigo numa área segura.
1. As Operações de Forças Conjuntas e Combinadas são dirigidas planeadas e executadas em três Níveis:
Elevada intensidade, média intensidade e baixa intensidade.
Campanhas, batalhas e combates
Político-militar, estratégico e operacional.
Estratégico, operacional e tático.
1. Os Passos em que assenta o Processo de Planeamento Operacional são:
A iniciação, a Orientação, o Desenvolvimento do Concelho, o Desenvolvimento do Plano e a Revisão do Plano.
A Diretiva Iniciadora, a Análise da Missão, a Diretiva de Planeamento do Comandante, o Desenvolvimento do Plano e a Revisão do Plano.
A Iniciação, o Desenvolvimento do Concelho e o Desenvolvimento do Plano.
A Orientação, a escolha das Modalidades de Ação, o Desenvolvimento do Conceito e o Desenvolvimento do Plano.
1. A Conferência na qual se vão concluir todos os detalhes relacionados com as atividades que vão ocorrer na fase da Execução do Exercício é designada por:
) Exercise Specification Conference (ESC).
Initial Planning Conference (IPC).
) Main Planning Conference (MPC)
Final Coordination Conference (FCC).
1. 0 Plano do Exercício (EXPLAN) é o documento onde:
Vêm expressas as responsabilidades do Core Planning Team (CPT).
Podemos encontrar a visão do Officer Scheduling the Exercise (OSE) para o Exercício
Todas as Informações detalhadas sobre o cenário e as responsabilidades dos vários intervenientes no exercício podem ser consultadas.
O Diretor do Exercício (EXDIR) reúne a informação que recolhe dos intervenientes no exercício.
1. Considerando as relações de Comando:
O CEMGFA detém o OPCON das Forças Nacionais Destacadas (FND).
Em OPCON um comandante pode determinar missões a uma força.
Na União Europeia (UE) definem-se os conceitos de Comando Completo, OPCOM, OPCON e a TACON, não estando definido o TACOM.
Um comandante em OPCOM tem normalmente competência disciplinar.
1. Considerando os princípios de Comando e Controlo:
O princípio da descentralização não contribui para encorajar a iniciativa.
Os três princípios de Comando e Controlo da União Europeia, unidade de comando, unidade de esforços e flexibilidade, são conceptualmente bastante distintos dos conceitos NATO.
A unidade de comando é conseguida através da subordinação a um comandante de todas as forças e meios militares e da atribuição de um grau de autoridade.
O treino conjunto e combinado apenas tem relevância para o principio da cooperação e compreensão mútua.
1. O “NATO Crisis Response Planning Process” apresentado na versão da COPD em vigor a que níveis se aplica?
a) Estratégico e Operacional
a) Estratégico, Operacional e Tático
a) Político, Estratégico, Operacional e Tático
a) Nenhum dos anteriores
1. O Planeamento de Resposta a Crises corresponde a uma categoria de planeamento:
a) Em que o tempo não é um fator crítico.
a) Que implica a elaboração de um Plano de Defesa Permanente (Standing Defencce Plan - SDP).
a) Que implica a elaboração de um Plano de Operações Operacional (OPLAN).
a) Em que não existe uma crise emergente ou em desenvolvimento.
1. Ao nível estratégico-militar, no desenvolvimento da Fase 4a – Strategic CONOPS Development:
a) É atribuído ao nível operacional o Plano de Operações Estratégico (Strategic OPLAN).
a) É efetuada a coordenação com as nações contribuintes para definição das capacidades da força e relações de comando.
a) É desenvolvida e entregue ao nível Operacional a Strategic Planning Directive (SPD).
a) São definidas as capacidades necessárias à implementação do CONOPS.
1. A análise de fatores que é efetuada na Fase 3a – Análise da Missão – implica a identificação e análise dos fatores chave (Key Factors). Esses fatores chave são:
a) Fatores que permitem que o Centro de Gravidade (COG) do adversário seja atingido utilizando uma abordagem direta.
a) Em linha com a missão do JFC, são fatores que terão impacto direto sobre o que poderá ter que ser feito na área de operações e sob que condições.
a) Fatores que determinar mais facilmente qual o Centro de Gravidade (GoG) operacional de um adversário.
a) Fatores que determinam a missão e devem vir espelhados na Intenção do Comandante.
1. O conceito de Estado Final consiste:
a) Na situação de uma força em pessoal, material e equipamento no final de uma campanha.
a) Na situação em que o opositor se deve encontrar no final de uma campanha.
a) No conjunto de circunstâncias que necessita, ser alcançadas no final de uma campanha.
a) No conjunto de condições que definem uma situação na JOA politicamente aceitável.
1. Um conceito relevante usado na metodologia Design Operacional é o de Ponto Decisivo (DP). O DP pode ser definido como:
a) A parte do adversário que quando atacada e eliminada, conduz à sua derrota.
O ponto a partir do qual um CoG (nosso ou do IN) pode ser ameaçado. Este ponto pode existir no tempo, espaço ou informação
O ponto a partir do qual a força deixa de ter capacidades de continuar a ação
a) Resulta diretamente da combinação ações executadas ao nível apropriado.
1. Os efeitos ao nível operacional:
a) Permitem determinar os requisitos de força/capacidades necessários para cada Linha de Operações (LoO) ao longo do tempo em que decorre a campanha.
a) Definem a alteração no estado físico ou comportamental de um sistema ou elementos de um sistema e determinam a natureza e a sequência das operações conjuntas ao longo de cada Linha de Operações (LoO).
a) Definem a sequência em que cada condição específica deve ser estabelecida com vista a focar o esforço necessário para atingir um ou mais objetivos operacionais.
a) Definem a alteração no estado físico ou comportamental de um sistema ou elementos de um sistema que resulta de uma ou mais ações.
1. Na formulação do Enquadramento Operacional o JOPG pode identificar Pontos de Decisão associados ao estabelecimento de Ramificações e Sequelas, ou à mudança de fase. Assim:
As Sequelas são opções de contingência para operações subsequentes, fora da atual campanha, que antecipa os possíveis resultados – o sucesso, impasse ou derrota – da operação futura
a) As Ramificações são opções de contingência formuladas no plano base, dentro de uma fase particular da operação, antecipando acontecimentos, oportunidades ou alterações provocadas pelas ações e reações do adversário.
a) As Ramificações são opções de contingência decorrentes de um novo OPLAN, antecipando acontecimentos, oportunidades ou alterações provocadas pelas ações e reações do adversário e, que permitem ao Comandante atingir os objetivos.
a) As Ramificações devem permitir ao Comandante e JOPG responder à questão “o que se segue” enquanto as Sequelas permitem responder à questão “e se?”
1. De acordo com os conceitos do Design Operacional:
a) As medidas de Eficácia (MOE) avaliam a alterações no comportamento do sistema, capacidade ou ambiente operacional e as Medidas de Performance (MOP) avaliam as ações das nossas forças.
a) Objetivo pode ser entendido como uma meta claramente definida, decisiva e atingível.
a) Na conjugação de ações e efeitos para atingir os objetivos designados, apesar das Fases de uma operação serem sequenciais o curso das Ações / Efeitos podem sobrepor-se.
a) Todas as anteriores estão corretas.
1. De acordo com os conceitos que enformam o Design Operacional:
a) As medidas de Eficácia (MOE) são indicadores do progresso e tendência no atingir dos efeitos desejados e as Medidas de Performance (MOP) indicadores do cumprimento das ações.
a) A aproximação indireta ao Centro de Gravidade (CoG) de um adversário é utilizada para explorar as suas vulnerabilidades físicas e morais, quando as nossas forças são suficientes para enfrentar diretamente o CoG adversário.
a) Na conjugação de ações e efeitos para atingir os objetivos designados, apesar das Fases de uma operação serem sequenciais o curso das Ações / Efeitos não se podem sobrepor.
a) Todas as anteriores estão corretas.
1. Ao nível operacional, o objetivo/a finalidade da análise de missão é:
a) Compreender a situação estratégica, a natureza do problema e o Estado Final da NATO, permitindo que seja providenciado ao SACEUR o necessário aconselhamento operacional.
a) Considerar quais os possíveis contributos do instrumento militar para a resolução de uma crise emergente.
a) Determinar o problema operacional que deve ser resolvido e as condições operacionais que devem ser estabelecidas.
a) Determinar como conduzir as operações que irão cumprir a missão eficaz e eficientemente.
1. O Planeamento Operacional traduz:
a) A direção e orientação estratégica em ações militares integradas e agrupadas em séries sequenciais, a desempenhar por forças conjuntas (nível Operacional) para alcançar os objetivos estratégicos de forma eficiente e com riscos aceitáveis.
a) Direção e orientação operacional em ações militares integradas e agrupadas em séries sequenciais, a desempenhar por forças conjuntas (nível Operacional) para alcançar os objetivos estratégicos de forma eficiente e com riscos aceitáveis
a) As ações militares integradas e agrupadas em séries sequenciais, a desempenhar por forças conjuntas (nível Operacional) para alcançar os objetivos políticos de forma eficiente e sem riscos aceitáveis.
a) As ações táticas integradas e agrupadas em séries sequenciais, a desempenhar por forças conjuntas (nível Operacional) para alcançar os objetivos estratégicos de forma eficiente e sem riscos aceitáveis.
1. Um conceito importante da Design Operacional é o de Ponto Decisivo (DP):
a) É a parte do adversário que quando atacada e eliminada, conduz à sua derrota.
a) É o ponto a partir do qual um CoG (nosso ou do IN) pode ser ameaçado. Este ponto pode existir no tempo, espaço ou informação.
a) É o ponto a partir do qual a força deixa de ter capacidades de continuar a ação.
a) Resulta da combinação dos fogos e da manobra sobre o objetivo operacional.
1. No processo de planeamento de operações, a “Fase 3 - Operational Estimate” tem por finalidade:
a) A compreensão do problema, do ambiente operacional e da missão;
a) O desenvolvimento das modalidades de ação;
As alíneas anteriores estão corretas e complementam-se
a) As alíneas anteriores estão incorretas.
1. Um “Ponto de Decisão” pode ser definido como:
Um conjunto de eventos no tempo e no espaço, nos quais é expectável e se exige uma decisão do comandante
a) Uma combinação de efeitos que materialmente contribuem para alcançar os objetivos operacionais;
a) Uma alteração introduzida no sistema que resulta de uma ou mais ações;
a) Todas as alíneas anteriores estão corretas.
1. Durante a “Fase 3 – Operational Estimate” do Processo de Planeamento de Operações, o documento que traduz a direção pretendida pelo comandante para o desenvolvimento das modalidades de ação é designado por:
a) Operational Planning Directive”;
a) Operational Warning Order”;
a) Commander’s Planning Guidance”;
a) Strategic Planning Directive”.
1. A Fase 1 do nível Estratégico-Militar do OPP - Initial Situational Awareness - tem por finalidade:
a) A identificação de crises emergentes que afetem direta ou indiretamente os interesses ou a segurança da Aliança;
a) A avaliação estratégica da crise e desenvolvimento do respetivo SACEUR’s Strategic Assessment;
a) O desenvolvimento das Opções de Resposta Militar para fazer face à crise;
a) Todas as alíneas anteriores estão corretas e complementam-se.
1. A Fase 2 do nível Operacional do OPP – Operational Appreciation Of The Strategic Environment - termina com o envio ao escalão superior do:
Operational Advice
a) Component Advice;
Draft do CONOPS
a) Draft do OPLAN.
1. O processo de geração de forças, conduzido na Fase 4b – Strategic OPLAN and Force Generation – do Processo de Planeamento de Operações, inicia-se depois de:
Aprovação do OPLAN estratégico por parte do NAC e a emissão da NAC Force Activation Directive
a) Aprovação do CONOPS estratégico por parte do NAC e a emissão da NAC Force Activation Directive (FAD);
a) Com a definição da modalidade de ação no briefing da decisão;
a) Depois de o NAC decidir sobre a Opção de Resposta Militar a adotar.
1. O processo de Geração de Forças (FG) é um processo conduzido ao nível:
a) Estratégico;
a) Estratégico-Militar;
a) Politico;
a) Operacional.
1. Ao nível Operacional e no decorrer da Fase 1 – Initial Situational Awareness – do Processo de Planeamento de Operações, o Headquarters Allied Joint Force Command (HQ JFC):
a) Apoia o SHAPE no desenvolvimento do SACEUR’s Strategic Assessment;
a) Apoia o Military Committee (MC) no desenvolvimento das Opções de Resposta Militar;
a) Apoia o desenvolvimento do Strategic Military Advice (SMA) através de considerações iniciais de ordem operacional;
a) Apoia o NAC na elaboração da Strategic Warning Order.
1. Um requisito crítico pode ser definido como um conjunto de condições específicas que são essenciais para garantir e manter as capacidades criticas, pelo que…
a) Deve ser explorado num oponente negado às Forças Amigas;
a) Deve ser negado ao oponente e garantido nas Forças Amigas;
Deve ser um alvo a atingir no oponente e nas Forças Amigas
eve ser explorado no oponente e protegido nas Forças Amigas.
1. Numa campanha ou numa operação, uma Linha de Operação (LoO) consubstancia-se:
Numa linha lógica que liga no espaço os Pontos Decisivos ou Condições Decisivas aos objetivos
Numa linha arbitrária que liga efeitos ao Estado Final Desejado
a) Numa linha lógica que liga no tempo os Pontos Decisivos ou Condições Decisivas aos objetivos;
a) Numa linha lógica que liga no espaço e no tempo as ações com os efeitos pretendidos.
1. No Processo de planeamento de Operações da NATO, a Fase 2, do nível estratégico - AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA, tem como finalidade:
a) Desenvolver e coordenar Avaliação Estratégica do SACEUR (SSA) de uma crise potencial ou emergente;
a) Articular as opções militares para consideração do NAC;
a) Desenvolver e selecionar as Opções de Resposta Militar (MROs);
a) Detalhar o conceito do SACEUR para a realização de uma operação militar liderada pela NATO, em conjunto com outros esforços não militares e não-NATO.
1. No Processo de Planeamento de Operações da NATO, a fase 3 do nível estratégico tem como finalidade:
a) Desenvolvimento, análise, comparação e seleção das COAs (a selecionada estará na origem do CONOPS)
a) Análise detalhada da Crise: qual o problema Operacional a resolver (Framing the problem), e quais as Condições Operacionais a estabelecer.
a) Desenvolvimento do conceito de operações e o plano de operações.
a) Desenvolver as Opções de Resposta Militar (MROs).
1. Ao nível estratégico, a fase 4b consiste no desenvolvimento do OPLAN estratégico e na Geração de Forças. O início do processo de transferência de autoridade (TOA) das nações para o SACEUR ocorre:
a) Após o Conceito de Operações (CONOPS) ser aprovado pelo NAC, a FAD (Force Activation Directive) é enviada ao SACEUR dando-lhe autoridade para iniciar o processo de transferência de autoridade (TOA) através de uma mensagem Activation Order (ACTORDER)
a) Logo após a aprovação do Conceito de Operações estratégico pelo NAC, através da NID (NAC Initiating Directive) é enviada ao SACEUR dando-lhe autoridade para iniciar o processo de transferência de autoridade (TOA) através de uma mensagem Activation Warning (ACTWARN)
a) Através da mensagem ACO Activation Request (pedido às nações);
a) Após o Plano de Operações (OPLAN) ser aprovado pelo NAC, a NED é enviada ao SACEUR dando-lhe autoridade para iniciar o processo de transferência de autoridade (TOA) através de uma mensagem Activation Order (ACTORDER)
1. Na Fase 5 do nível estratégico pretende-se:
a) Providenciar Strategic Assessment (se necessário para suportar o OPLAN), providenciar Opções (se necessário uma NID para a produção de um novo OPLAN) , desenvolvimento do CONOPS / OPLAN (se necessário) , a Execução / Avaliação do OPLAN para a Transição.
a) Providenciar Strategic Military Advice (SMA) ao NAC, providenciar Direction and Guidance (DG) Estratégico ao COM JHQ, avaliar/rever o OPLAN estratégico (se assim determinado pelo NAC) e estabelecer as Condições necessárias ao alcance do Estado Final NATO;
a) O Desenvolvimento e aprovação do plano de operações OPLAN e a Geração de Forças;
a) Desenvolvimento do CONOPS Estratégico;
1. A finalidade da fase 3.b. é o desenvolvimento, análise, comparação e seleção das modalidades de ação, sendo que os principais produtos resultantes desta fase são:
a. A modalidade de ação selecionada, o desenho operacional aperfeiçoado e a Commander´s Planning Guidance (CPG).
a. A modalidade de ação selecionada, o desenho operacional aperfeiçoado e a Operational Planning Directive (OPD).
a. A modalidade de ação selecionada, o desenho operacional aperfeiçoado e a Operational Planning Guidance (OPG).
a. A modalidade de ação selecionada, o desenho operacional aperfeiçoado e o Operational Advice (OA).
1. Antes de desenvolver as nossas COAs, o JOPG deve apreciar as COAs das forças opositoras. Esta análise deve fornecer informações sobre as forças opositoras e vai permitir avaliar:
a. A ordem de batalha e disposição atual, a finalidade e objetivos, as capacidades, forças e vulnerabilidades.
a. Os Pontos de Decisão, as Commander´s Critical Information Requirement (CCIR), a ordem de batalha e os Alvos de Elevado Valor (HVT).
a. Os Pontos de Decisão, as capacidades ISTAR críticas, os nós de C2 críticos e decisores e os Alvos de Elevado Valor (HVT).
a. A modalidade mais provável e a modalidade mais perigosa.
1. A análise Troops-to-Actions permite:
a. Determinar as restrições e condicionamentos que podem afetar a modalidade de ação.
a. Avaliar as ramificações, sequelas ou mudanças de fase que afetem a modalidade de ação.
a. Determinar as capacidades militares necessárias para implementar a modalidade de ação.
a. Avaliar o impacto do ambiente operacional na implementação da modalidade de ação.
1. A análise Troops-to-action permite:
a. Identificar as ações que não são conjuntas.
a. Sequenciar e sincronizar os efeitos que cada componente será responsável por produzir.
a. O emprego ótimo por ação através da combinação eficiente das capacidades disponíveis nas componentes.
a. Medir se estamos a fazer as ações de forma correta de acordo com os efeitos a atingir.
1. As modalidades de ação são a resposta ao “Como” cumprir a missão de acordo com o Desenho Operacional aprovado, pelo que:
a. O Desenho Operacional aprovado é feito à medida de cada uma das modalidades de ação.
a. O Desenho Operacional só é aprovado depois de o serem as modalidades de ação.
a. O Desenho Operacional aprovado é único e válido para todas as modalidades de ação.
a. O Desenho Operacional pode ser ligeiramente alterado para cada modalidade de ação.
1. As modalidades de ação têm que ser validadas, sendo um dos critérios de validação a Exequibilidade, que tem como finalidade verificar se:
Os recursos, o tempo e o espaço disponíveis são suficientes
a. Cumpre cabalmente a missão, cumpre as tarefas essenciais e os objetivos.
O grau de risco antecipado é aceitável
a. Está de acordo com a doutrina NATO.
1. A análise das modalidades de ação é feita através do “War Gaming” que pode ser conduzido:
a. Por fases, por pontos de decisão/condições decisivas ou por pontos geográficos.
a. Por fases, por centros de gravidade/objetivos ou por pontos geográficos.
a. Por fases, por pontos decisivos/condições decisivas ou por pontos geográficos.
a. Por fases, por pontos decisivos/condições decisivas ou por centros de gravidade.
1. Após a decisão por parte do Comandante acerca da COA que melhor cumpre a missão, o JOPG deve:
a. Aprovar formalmente a COA selecionada e o Desenho Operacional final.
Conduzir um COA Update Briefingue (CUB) previamente ao Brífingue da Decisão da COA.
a. Começar a desenvolver o CONOPS Operacional.
a. Refinar a COA selecionada e o Desenho Operacional final de acordo com a direção e orientação do Comandante.
1. No modelo do processo de planeamento de operações preconizado pela NATO:
(a) O nível político toma decisões e emite orientações.
(a) existe uma divisão em 6 fases em que todos os níveis participam no planeamento de operações.
(a) Somente os níveis estratégico e operacional participam no planeamento de operações
(a) O nível operacional inicia a Análise da Missão após o comandante estratégico emitir o seu Plano de Operações (OPLAN)
1. A Fase 1 ao nível Operacional tem por finalidade:
(a) Apoiar a decisão do Comandante Operacional (Joint Force Commander)
(a) Contribuir para o desenvolvimento do Operational Advice
(a) identificar crises relevantes e apoiar o comandante estratégico (SACEUR)
(a) Apoiar o Comadante Estratégico (SACEUR)
1. Ao nível Operacional o Comprehensive Preparation of the Operational Environment (CPOE) tem o seu início:
(a) Fase 3ª – Mission Analysis
(a) Na Fase 1 - Initial Situational Awareness
(a) Fase 2 .- Operational appreciation of strategic environment
(a) Fase 3b – Course od Afction Development
1. A nivel Operacional a Fase 2 (Operational Appreciation of the Strategic Environment) tem inicio quando o nível estratégico envia:
(a) O draft Military Response Options (Opções de resposta militar)
(a) O SACEUR Strategic Assessment (SSA)
(a) a Strategic Warning Order (ordem preparatória)
(a) O strategic Military Advice (SMA)
1. A Opções de Resposta Militar (MRO) tem por finalidade:
(a) Apresentas ao nível político uma caracterização do problema operacional.
(a) Definir a forma como o instrumento de poder militar vai ser empenhado.
(a) Sustentado por um Operational Advice, servir de base para a elaboração da Strategic Planning Directive (SPD)
(a) Apresentar ao nível político uma proposta graduada de aplicação do instrumento do poder militar
1. De acordo com o NATO Crisis Response System o início de uma intervenção militar é desencadeado pelo seguinte documento:
(a) NAC Execution Diretive (NED)
(a) SACEUR Strategic Assesment (SSA)
(a) North Atlantic Council Initiating Directive (NID)
(a) Strategic Planning Directive (SPD)
1. Os objetivos que orientam uma operação militar:
(a) São definidos pelo nível político.
(a) Devem ser claramente definidos e comumente entendidos
(a) São a base para a identificação das condições decisivas
(a) São definidos pelo nível imediatamente superior devendo ser claros e tangíveis e comummente entendidos
1. O conceito de estado final consiste:
(a) No conjunto de condições que definem uma situação na área de operações conjunta (JOA) politicamente aceitável
(a) Na situação de uma força no final de uma campanha, em termos de pessoal, material e equipamento.
(a) Na situação em que o opositor se deve encontrar no final de uma campanha
(a) No conjunto de circunstâncias a serem alcançadas no final de uma campanha.
1. O Conceito de Condição decisiva consiste:
(a) Numa combinação de circunstâncias efeitos ou eventos chaves que após alcançados permitem ao Comandante ganhar uma vantagem significativa sobre o oponente não representando obrigatoriamente um combate entre forças.
(a) Num ponto a partir do qual um centro de gravidade hostil ou amigável pode ser ameaçado. Este ponto pode existir no tempo, espaço ou no ambiente de informação.
(a) Numa combinação de circunstâncias, efeitos ou eventos chave que, após alcançados, permitem ao comandante ganhar uma vantagem significativa sobre o oponente, representando obrigatoriamente um combate entre forças.
(a) Num ponto a partir do qual um centro de gravidade hostil pode ser afetado, levando à derrota do inimigo
1. Os efeitos ao nível Operacional:
(a) Permitem determinar os requisitos de força/capacidades necessários para cada Linha de Operações (L.oO) ao longo do tempo em que decorre a campanha
(a) Definem a alteração no estado físico ou comportamental de um sistema ou elementos de um sistema e determinam a natureza e a sequência das operações conjuntas ao longo de cada Linha de Operações (LoO).
(a) Definem A alteração do estado físico ou comportamental de um sistema ou elementos de um sistema que resultam de uma ou mais ações operacionais.
(a) Definem a sequência em que cada condição especifica deve ser estabelecida com vista a focar o esforço necessário para atingir um ou mais objetivos operacionais.
1. Um dos seguintes efeitos operacionais encontra-se mal redigido de acordo com o normalizado pela arte operacional. Indique qual.
(a) A segurança das linhas de comunicação terrestres foi assegurada.
(a) A cooperação Zoolandia e Zulforce da NATO foi melhorada pela Task Force de operações psicológicas ALFA (Pois, não deve associar o autor da ação)
(a) As Forças Armadas de Zoolândia estão capazes de assegurar controlo do Território
(a) Atividades terroristas das células Red Zoo foram contidas.
1. A análise de sistemas tem por finalidade:
(a) Determinar os requisitos de força/capacidades de cada elemento do sistema
(a) Definir a alteração no estado físico ou comportamental de um sistema ou elementos de um sistema
Obter um conhecimento abrangente das dinâmicas, capacidades, comportamentos e interações dos vários elementos do ambiente operacional
(a) Identificar Centros de Gravidade.
1. Ao efetuar a Análise de Fatores, na identificação da “Dedução” de um determinado “Fator”, procura-se:
(a) Qual a relevância desse fator?
(a) Identificar os factos que têm alguma implicação operacional?
(a) Que medidas implementar para fazer face a esse fator?
(a) Identificar a severidade desse fator?
1. De acordo com a aplicação do instrumento de poder militar da NATO o Estado Final é definido:
(a) Pelo Military Commitee (MC)
(a) Pelo Joint Force Commander (JFC)
(a) pelo North Atlantic Council (NAC)
(a) Pelo Supreme Allied Commander Europe (SACEUR)
1. Durante a Fase 3 (Operational Estimate) do Processo de Planeamento de Operações, o documento que traduz a direção pretendida pelo Comandante Operacional para o desenvolvimento das modalidades de ação é designado por:
(a) Operational Plannig Directive
(a) Operational Warning Order
(a) Commander´s Planning Guidance (CPG)
(a) Strategic Planning Directive
1. Ao analisarmos a nossa modalidade de ação ou COA pretendemos confirmar que esta:
É adequada, aceitável, exequível, exclusiva, completa e de acordo com a
doutrina.
É determinada pelo escalão superior.
Permite atacar as principais ações das OPFOR COA
É adequada, aceitável, exequível, exclusiva, proporcional e de acordo com a
doutrina.
1. Ainda na análise das nossas modalidades de ação (COA), pretende-se...
Analisar as nossas COA entre si e posteriormente face às OPFOR COA mais provável e mais perigosa.
Comparar cada COA no mínimo com a OPFOR COA mais perigosa.
Analisar cada COA de forma isolada e depois comparar com as OPFOR COA mais provável e mais perigosa.
Comparar a COA com o desenho operacional elaborado pelo JOPG.
1. A metodologia de condução do Jogo da Guerra pode ser efetuada por uma de várias modalidades:
Com base numa ou mais condições decisivas.
Com base na modalidade de ação das forças opositoras.
Por segmentos do espaço de batalha ou condições decisivas.
Tendo por base a intenção do comandante
1. O completar e o refinar das modalidades de ação (COA) da ameaça da força opositora OPFOR é efetuada na fase 3b (COA Development), durante a Análise das Modalidades de Ação, de modo a permitir:
(a) Conduzir o jogo da guerra de forma mais eficiente contribuindo para identificar as vantagens e desvantagens das nossas modalidades de ação (COA)
(a) Identificar uma Modalidades de Ação mais provável e uma mais perigosa por parte da ameaça.
(a) Listar todas as forças inimigas bem como, a sua composição e dispositivo.
(a) Identificar os objetivos e estado4inal desejado dos atores hostis.
1. O jogo da guerra tem por finalidade:
Identificar qual a intenção das forças opositoras.
Identificar deficiências nas nossas modalidades de ação para posterior correção.
Listar todas as nossas forças, sua composição e dispositivo.
Identificar deficiências nas nossas modalidades de ação e na das forças opositoras para posterior correção
1. Durante o jogo a responsabilidade de decisão sobre quem tem a iniciativa para cada ciclo do jogo compete ao:
Coordenador.
Árbitro.
Comandante.
Diretor.
1. A informação relativa ao estado final, faseamento da operação, objetivos estratégicos, objetivos operacionais e missão do JFC contam em que documento?
(a) Strategic SACEUR Assessment
(a) Strategic Planning Directive (SPD)
(a) Military Response Optioons
(a) Strategic Military Advice
1. A análise Troops-to-actions permite:
Identificar as ações que não são conjuntas;
Sequenciar e sincronizar os efeitos que cada componente serâ responsável por produzir.
O emprego ótimo por ação através da combinação eficiente das capacidades disponíveis nas componentes.
Medir se estamos a fazer as ações de forma correta de acordo com os efeitos a atingir.
1. Quando se identificam e redigem Efeitos a atingir, estes...
Devem sugerir as modalidades, soluções e os meios a empregar.
Não devem fazer qualquer tipo de afiliação com o autor da ação.
Devem ter um tempo de inicio, mas não obrigatoriamente o tempo de duração.
Podem inferir baixas.
1. Há 3 metodologias de condução do jogo da guerra (Wargame) essas opções são por:
(a) Fases, Segmentos de campanha e Condições decisivas
F
1. Numa determinação dos Centros de Gravidade um requisito critico pode ser definido como:
(a) Condições, recursos e meios que são essenciais para que o CoG alcance as suas capacidades criticas, (meios específicos, recursos físicos, ou relacionamentos com outros atores)
F
