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Iracema - Virgem dos lábios de mel

Total questions: 66

Worksheet time: 4hrs 11mins

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1.

Iracema foi publicado pela primeira vez em:

a)

1800.

b)

1850.

c)

1865.

d)

1870.

2.

Ao lado de Iracema, José de Alencar publica outro romance indianista chamado:

a)

Lucíola.

b)

O Guarani.

c)

O tabajara.

d)

A viuvinha.

3.

Iracema foi denominada:

a)

a guerreira de Tupã.

b)

virgem dos lábios de mel.

c)

filha de Iraci.

d)

filha da dor e do sofrimento.

4.

O guerreiro branco encontra-se com Iracema quando ela

a)

banhava-se numa bica nas matas do Ipu.

b)

caçava nas matas próximo ao rio Apodi.

c)

fazia um cerimônia em homenagem a Anhangá.

5.

Ao ver o guerreiro branco se aproximar, Iracema

a)

foge apavorada, pois não o conhece.

b)

esconde-se atrás da oiticica, pois estava se roupa.

c)

arremessa uma flecha e acerta o espião.

d)

convoca os guerreiros tabajara para protegê-la.

6.

Araquém era

a)

o guerreiro tabajara.

b)

o velho pajé.

c)

irmão de Iracema.

d)

chefe dos pitiguara.

7.

O guerreiro branco trouxe desgraça para os tabajara, pois era

a)

inimigo dos índios.

b)

amigo de Jacaúna, chefe da tribo rival.

c)

um conquistador de terras indígenas.

d)

brigou com a família de Iracema.

8.

Para fugir em segurança, Iracema

a)

prepara a bebida de Tupã para os tabajara.

b)

planeja a morte de Caubi.

c)

engana o pai e trama contra Irapuã.

d)

envenena Araquém e embriaga os guerreiros.

9.

A bebida de Tupã é feita da

a)

oiticica

b)

jurema

c)

carnaúba

d)

jatobá

10.

Irapuã, após a partida de Iracema,

a)

persegue Martim Soares.

b)

procura Araquém para avisá-lo..

c)

mata o inimigo Poti.

d)

declara guerra ao pitiguara.

11.

Durante o parto, Iracema

a)

encontra-se sozinha, pois Moreno resolve partir.

b)

recebe apoio do guerreiro branco, que acolhe o filho.

c)

fica tranquila, pois sabe que Tupã levará seu filho.

d)

chora de sofrimento, pois ficaria sozinha para cuidar da criança.

12.

Iracema

“Além, muito além daquela serra que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.

O favo da jati não era doce como o seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira

tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.”

(José de Alencar)

Ao caracterizar Iracema, José de Alencar relaciona-a a elementos da natureza, pondo aquela em relação a esta em uma posição de :

a)

equilíbrio

b)

dependência

c)

complementaridade

d)

vantagem

13.

O enredo apresenta de Iracema apresenta basicamente:

a)

o relacionamento amoroso de Iracema e Martim, a índia e o branco, de cuja união nasceu Moacir, e que alegoriza o processo de conquista e colonização do Brasil.

b)

as guerras entre as tribos tabajara e Pitiguara pela conquista e preservação do território brasileiro contra o invasor estrangeiro.

c)

o rapto de Iracema pelo branco português Martim como forma de enfraquecer os adversários e levar a um pacto entre o branco colonizador e o selvagem dono da terra.

d)

a vingança de Martim, desbaratando o povo de Iracema, por ter sido flechado pela índia dos lábios de mel em plena floresta e ter-se tornado prisioneiro de sua tribo.

14.

Romance escrito em 1865, Iracema, de José de Alencar, aborda fatos e feitos da colonização portuguesa no Brasil. Sobre esta obra, é correto afirmar que:

a)

a história se passa no século XVI, durante a exploração portuguesa no Amazonas.

b)

a principal característica deste romance é que parte dele é escrito em prosa, outra parte em versos.

c)

apesar de ser um romance indianista, Iracema também aborda com ênfase a questão da escravidão negra no Brasil.

d)

Iracema é descrita por Alencar como virgem dos lábios de mel, com cabelos mais negros que a asa da graúna.

15.

3 - Pode-se dizer que um dos objetivos do autor era :

a)

Revelar que o amor entre índio e europeu era improvável.

b)

Idealizar a cultura indígena para valorizar o povo brasileiro.

c)

Revelar a paz entre os indígenas.

d)

Provar como a mulher sempre foi desvalorizada desde a época da colonização.

16.

No romance o José de Alencar faz menção a duas grandes tribos que verdadeiramente existiram. As tribos era:

a)

Tabajara e Tupi

b)

Tupi Guarani e Pitiguara

c)

Tabajara e Pitiguara

d)

Poti e Tupi

17.

5 – Qual escola literária a obra faz parte?

a)

Romantismo

b)

Realismo

c)

Naturalismo

d)

Modernismo

18.

6 - A obra pertence a qual estilo literário?

a)

romance de costumes

b)

romance regionalista

c)

romance indianista

d)

romances modernista

19.

8 - Nos romances, O Guarani, Ubirajara e Iracema, José de Alencar em cada obra aborda a relação entre o índio e o homem branco em etapas diferentes. Qual dessas etapas e abordada em Iracema?

a)

o índio antes de ter contato com o branco

b)

um branco convivendo no meio indígena

c)

um índio no cotidiano do homem branco

d)

o branco não tendo contato com índio

20.

9 - Algumas características da obra são:

a)

valorização dos brancos no Brasil

b)

valorização da língua falada no Brasil e dos sertanejo

c)

regionalismo e indianismo

d)

nacionalismo e idealização da figura do índio

21.

10 – Onde se passa a narrativa da Obra “Iracema”?

a)

Matas cearenses

b)

Floresta Amazônica

c)

Portugual

d)

Amazonas

22.

IRACEMA

1. Qual é o autor de Iracema ?

a)

Castro Alves

b)

José de Alencar

c)

Machado de Assis

d)

Joaquim Manuel de Macedo

23.

2. Qual é o principal tema da obra?

a)

A industrialização do Brasil

b)

O amor entre cultura diferente

c)

A luta pela independência

d)

A vida urbana no século XIX

24.

3.Qual é o nome do protagonista masculino que se apaixona por Iracema?

a)

Martim

b)

Gonçalo

c)

Álvaro

d)

Irapuã

25.

4.Qual é a etnia da personagem Iracema?

a)

Tupi

b)

Guarani

c)

Aimoré

d)

Kariri

26.

5.Iracema é descrita como uma jovem indígena de qual característica marcante?

a)

Seus cabelos longos e negros

b)

Sua habilidade com a agricultura

c)

Seu dom para caça

d)

Sua grande sabedoria

27-28.

27.

Nas ações desses capítulos, destaca-se:

a)

a descrição dos personagens

b)

o primeiro encontro de Iracema com o explorador europeu.

c)

a fuga de Iracema

28.

O homem não revidou a agressão de Iracema porque:

a)

Estava muito ferido.

b)

Não viu de onde tinha vindo a flecha que lhe acertou.

c)

Havia aprendido com sua mãe que deve-se sempre respeitar as mulheres

29-32.
29.

Ao final do capítulo 4, quanto tempo Martim e Iracema já passaram juntos?

4 lines
30.

Quando apresenta as outras mulheres a Martim, como Iracema é descrita? Por que ela está daquela forma? Relacione essa cena às características do Romantismo.

4 lines
31.

Como Martin foi recebido na tribo de Iracema?

a)

Com muita alegria, pois os parentes da heroína já tinham ouvido falar de como o guerreiro branco era forte.

b)

Com muita desconfiança, pois os parentes de Iracema sabiam que os outros portugueses logo viriam para guerrear com os indígenas.

c)

Com bastante cortesia e receptividade, pois, segundo a narrativa, hospedar bem um visitante seria algo tradicional da tribo tabajara.

32.

Segundo a narrativa, Martim resolve ir embora da tribo porque

a)

está à procura de seus amigos, que são de outra tribo indígena.

b)

porque Iracema recusou-se a passar a noite com ele.

c)

porque o irmão de Iracema, Caubi, tratou mal o português.

33.

O personagem Caubi é:

a)

amigo de Martim

b)

amante de Iracema

c)

primo de Iracema

d)

irmão de Iracema

34-36.

"O velho abriu as pálpebras e cerrou-as logo:

— Filha de Araquém, escolhe para teu hóspede o presente da volta e prepara o moquém da

viagem. Se o estrangeiro precisa de guia, o guerreiro Caubi, senhor do caminho , O acompanhará.

O sono voltou aos olhos do Pajé.

Enquanto Caubi pendurava no fumeiro as peças de caça, Iracema colheu a sua alva rede de

algodão com franjas de penas, e acomodou-a dentro do uru de palha trançada.

Martim esperava na porta da cabana. A virgem veio a ele:

— Guerreiro, que levas o sono de meus olhos, leva a minha rede também. Quando nela

dormites, falem em tua alma os sonhos de Iracema.

— Tua rede, virgem dos tabajaras, será minha companheira no deserto: venha embora o vento frio da noite, ela guardará para o estrangeiro o calor e o perfume do seio de Iracema.

Caubi saiu para ir à sua cabana, que ainda não tinha visto depois da volta. Iracema foi preparar o moquém da viagem. Ficaram sós na cabana o Pajé que ressonava, e o mancebo com sua tristeza.

O sol, transmontando, já começava a declinar para o ocidente, quando o irmão de Iracema tornou da grande taba.

— O dia vai ficar triste , disse Caubi. A sombra caminha para a noite. É tempo de partir.

A virgem pousou a mão de leve no punho da rede de Araquém.

— Ele vai! murmuraram os lábios trêmulos.

O Pajé levantou-se em pé no meio da cabana e acendeu o cachimbo. Ele e o mancebo trocaram a fumaça da despedida.

— Bem-ido seja o hóspede, como foi bem-vindo à cabana de Araquém.

O velho andou até à porta para soltar ao vento uma espessa baforada de tabaco; quando o fumo se dissipou no ar, ele murmurou:

— Jurupari se esconda para deixar passar o hóspede do Pajé. Araquém voltou à rede e dormiu de novo. O mancebo tomou as armas que chegando, suspendera às varas da cabana, e dispôs-se a partir.

Adiante seguiu Caubi; a alguma distancia o estrangeiro; logo após, Iracema.

Desceram a colina e entraram na mata sombria. O sabiá do sertão, mavioso cantor da tarde, escondido nas moitas espessas da ubaia , soltava os prelúdios da suave endecha.

A virgem suspirou:

— A tarde é a tristeza do sol. Os dias de Iracema vão ser longas tardes sem manhã, até que venha para ela a grande noite.

O mancebo se voltara. Seu lábio emudeceu, mas os olhos falaram. Uma lágrima correu pela face guerreira, como as umidades que durante os ardores do estio transudam da escarpa dos rochedos.

Caubi avançado sempre, sumira-se entre a densa ramagem.

O seio da filha de Araquém arfou, como o esto da vaga que se franja de espuma e soluça.

Mas sua alma, negra de tristura, teve ainda um pálido reflexo para iluminar a seca flor das faces.

Assim em noite escura vem um fogo-fátuo luzir nas brancas areias do tabuleiro.

— Estrangeiro, toma o último sorriso de Iracema... e foge!

A boca do guerreiro pousou na boca mimosa da virgem. Ficaram ambos assim unidos como dois frutos gêmeos do araçá, que saíram do seio da mesma flor.

A voz de Caubi chamou o estrangeiro. Iracema abraçou para não cair, o tronco de uma palmeira.

34.

O que Iracema deu de presente para Martim?

a)

uma vasilha com carne fresca

b)

um jarro de flores

c)

seu arco e sua flecha

d)

sua rede, para que, ao dormir, Martim lembrasse dela

35.

ao final do capítulo, Iracema e Martim:

a)

abraçam-se

b)

beijam-se

c)

choram

d)

fogem

36.

Iracema é referida como

a)

virgem e guerreira

b)

indígena e bela

c)

índia e donzela

37-39.

Na cabana silenciosa medita o velho Pajé.

Iracema está apoiada no tronco rudo, que serve de esteio. Os grandes olhos negros, fitos nos recortes da floresta e rasos de pranto, estão naqueles olhares longos e trêmulos enfiando e desfiando os alfajôres das lágrimas, que rorejam as faces.

A ará, pousada no jirau fronteiro, alonga para sua formosa senhora os verdes tristes olhos.

Desde que o guerreiro branco pisou a terra dos tabajaras, Iracema a esqueceu.

Os róseos lábios da virgem não se abriram mais para que ela colhesse entre eles a polpa da fruta ou a papa do milho verde; nem a doce mão a afagara uma só vez, alisando a dourada penugem da cabeça.

Se repetia o mavioso nome da senhora, o sorriso de Iracema já não se voltava para ela, nem o ouvido parecia escutar a voz da companheira e amiga, que dantes tão suave era ao seu coração.

Triste dela! A gente tupi a chamava jandaia , porque sempre alegre estrugia os campos com seu canto fremente. Mas agora, triste e muda, desdenhada de sua senhora, não parecia mais a linda jandaia, e sim o feio urutau que somente sabe gemer.

O sol remontou a umbria das serras; seus raios douravam apenas o viso das eminências.

A surdina merencória da tarde, precedendo o silêncio da noite, começava de velar os

crebros rumores do campo. Uma ave noturna, talvez iludida com a sombra mais espessa do bosque, desatou o estrídulo.

O velho ergueu a fronte calva:

— Foi o canto da inhuma que acordou o ouvido de Araquém? disse ele admirado.

A virgem estremecera, e já fora da cabana, voltou-se, para responder à pergunta do Pajé:

— E o grito de guerra do guerreiro Caubi!

Quando o segundo pio da inhuma ressoou, Iracema corria na mata como a corça

perseguida pelo caçador. Só respirou chegando à campina, que recortava o bosque, como um grande lago.

Quem seus olhos primeiro viram, Martim, estava tranquilamente sentado em uma

sapopema, olhando o que passava ali. Contra, cem guerreiros tabajaras com Irapuã à frente,

formavam arco. O bravo Caubi os afrontava a todos, com o olhar cheio de ira e as armas valentes

empunhadas na mão robusta.

O chefe exigira a entrega do estrangeiro, e o guia respondera simplesmente:

— Matai Caubi antes.

A filha do Pajé passara como uma flecha: ei-la diante de Martim, opondo também seu corpo gentil aos golpes dos guerreiros. Irapuã soltou o bramido da onça atacada na furna.

— Filha do Pajé, disse Caubi em voz baixa: conduz o estrangeiro à cabana: só Araquém pode salvá-lo.

Iracema voltou-se para o guerreiro branco:

— Vem!

Ele ficou imóvel.

— Se tu não vens, disse a virgem, Iracema morrerá contigo.

Martim ergueu-se; mas longe de seguir a virgem, caminhou direito a Irapuã. Sua espada

flamejou no ar.

— Os guerreiros de meu sangue, chefe, jamais recusaram combate. Se aquele que tu vês

não foi o primeiro a provocá-lo, é porque seus pais lhe ensinaram a não derramar sangue na terra hospedeira.

O chefe tabajara rugiu de alegria; sua mão possante brandiu o tacape. Mas os dois

campeões mal tiveram tempo de medir-se com os olhos; quando fendiam o primeiro golpe, já Caubi e Iracema estavam entre eles.

A filha de Araquém debalde rogava ao cristão, debalde o cingia nos braços buscando arrancá-lo ao combate. De seu lado Caubi em vão provocava Irapuã para atrair a si a raiva do chefe.

A um gesto de Irapuã, os guerreiros afastaram os dois irmãos; o combate prosseguiu.

De repente o rouco som da inúbia reboou pela mata; os filhos da serra estremeceram reconhecendo o estrídulo do búzio guerreiro dos pitiguaras, senhores das praias ensombradas de coqueiros. O eco vinha da grande taba, que o inimigo talvez assaltava já.

Os guerreiros precipitaram levando por diante o chefe. Com o estrangeiro só ficou a filha de Araquém

37.

O que interrompe o sono de Araquem?

a)

o choro de Iracema

b)

o grito de Irapuã

c)

grito de guerra do guerreiro Caubi!

38.

Por que Irapuã quer matar Martim?

a)

Por ciúme de Iracema

b)

Porque ele é português

c)

Porque ele é amigo da tribo inimiga

39.

Ao final do capítulo o que acontece?

a)

os personagens ouvem o cantos indígenas pitiguaras, que viviam no litoral.

b)

Martim e Irapuã entram em luta corporal e são separados por Caubi.

c)

Caubi entra em luta corporal com Martim, mas é salvo por Iracema.

40.

O que siginifica o nome ´´Iracema´´?

a)

Flor selvagem

b)

Guerreira da paz

c)

Lágrima, o anagrama de “América”

d)

Espírito da floresta

41.

Quem é Araquém na história?

a)

Irmão de Iracema

b)

Pajé dos tabajaras e pai de Iracema

c)

Líder dos pitiguaras

d)

Guerreiro rival de Martim

42.

Por que o amor de Iracema e Martim era proibido?

a)

Porque Martim era casado

b)

Porque eram de tribos diferentes

c)

Porque Iracema era virgem sagrada da tribo, guardiã do Jurema

d)

Porque a tribo odiava estrangeiros

43.

Iracema e Martim se conhecem quando ela o fere com uma flecha.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

44.

Quem é Poti na história?

a)

Um inimigo de Martim

b)

Um curandeiro da tribo

c)

Amigo indígena de Martim

d)

O chefe dos tabajaras

45.

Em que região do Brasil a história se passa?

a)

Amazônia

b)

Interior de São Paulo

c)

Litorial do Rio de Janeiro

d)

Ceará, região
litorânea do Nordeste

46.

Martim abandona Iracema porque não a ama mais.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

47.

Qual o nome do filho de Iracema e Martim?

a)

Jurema

b)

Moacir

c)

Poti

d)

Caubi

48.

De que povo indígena Iracema faz parte?

a)

Tupinambá

b)

Carijó

c)

Pitiguara

d)

Tabajara

49.

Por que o filho de Iracema, Moacir, tem esse nome?

a)

Porque nasceu em meio à guerra

b)

Porque era um nome comum da época

c)

Porque nasceu do amor proibido e da tristeza de Iracema

d)

Em homenagem ao pajé da tribo

50.

Quem é a protagonista da obra "Iracema"?

a)

Moacir

b)

Iracema

c)

Martim

d)

Poti

51.

Qual é o cenário principal onde se desenrola a história de "Iracema"?

a)

Floresta Amazônica

b)

Sertão Nordestino

c)

Litoral do Ceará

d)

Pantanal

52.

Quem é Martim na história de "Iracema"?

a)

Um guerreiro indígena

b)

Um colonizador português

c)

Um pajé

d)

Um cacique

53.

Qual é o principal conflito em "Iracema"?

a)

A luta entre tribos indígenas

b)

O amor proibido entre Iracema e Martim

c)

A busca por novas terras

d)

A resistência indígena contra os colonizadores

54.

Qual é o papel de Poti na história?

a)

Irmão de Iracema

b)

Amigo de Martim

c)

Inimigo de Martim

d)

Pajé da tribo

55.

Como a cultura indígena é representada em "Iracema"?

a)

Através de rituais e costumes

b)

Através de batalhas e guerras

c)

Através de lendas e mitos

d)

Através de danças e músicas

56.

Qual é o significado do nome "Iracema"?

a)

"Aquela que tem cabelos de mel"

b)

"Aquela que tem olhos de fogo"

c)

"Aquela que tem lábios de mel"

d)

"Aquela que tem coração valente"

57.

Qual é a tribo de Iracema?

a)

Tupinambá

b)

Tabajara

c)

Guarani

d)

Tupi

58.

Qual é o destino final de Iracema na história?

a)

Ela se casa com Martim e vive feliz

b)

Ela retorna para sua tribo

c)

Ela morre após dar à luz

d)

Ela se torna líder da tribo

59.

Qual é a importância de Moacir na história?

a)

Ele é o filho de Iracema e Martim

b)

Ele é o líder da tribo Tabajara

c)

Ele é o guerreiro que protege Iracema

d)

Ele é o colonizador que ajuda Martim

60.

Qual é o nome do autor do romance "Iracema"?

a)

José de Alencar

b)

Machado de Assis

c)

Graciliano Ramos

d)

Jorge Amado

61.

Em "Iracema", qual é a tribo indígena à qual a protagonista pertence?

a)

Tupinambá

b)

Guarani

c)

Tabajara

d)

Tupi

62.

Qual é o principal tema abordado no romance "Iracema"?

a)

A vida urbana no Brasil

b)

A colonização portuguesa e o encontro de culturas

c)

A escravidão no Brasil

d)

A industrialização no Brasil

63.

Qual é o significado do nome "Iracema" na língua tupi?

a)

Flor do campo

b)

Mel dos lábios

c)

Guerreira valente

d)

Estrela brilhante

64.

Qual é o papel de Martim no romance "Iracema"?

a)

Um guerreiro indígena

b)

Um colonizador português

c)

Um missionário jesuíta

d)

Um escravo fugido

65.

1 - Romance escrito em 1865, Iracema, de José de Alencar, aborda fatos e feitos da colonização portuguesa no Brasil. Sobre esta obra, é correto afirmar que:

a)

Se passa no século XVI, durante a exploração portuguesa no Amazonas.

b)

A principal característica deste romance é que parte dele é escrito em prosa, outra parte em versos

c)

Iracema também aborda com ênfase a questão da escravidão negra no Brasil.

d)

Iracema é descrita por Alencar como virgem dos lábios de mel, com cabelos mais negros que a asa da graúna.

66.

2 - O personagem principal do romance é:

a)

Martim, guerreiro branco que representa os colonizadores portugueses da época do descobrimento.

b)

Iracema, a virgem dos lábios de mel.

c)

Moacir, o “filho da dor” símbolo do povo brasileiro que representa a união do povo português e os índios.

d)

Araquém, o pajé da tribo dos tabajaras, visto como um Deus pelos índios de sua tribo.

67.

3 - Pode-se dizer que um dos objetivos do autor era :

a)

Revelar que o amor entre índio e europeu era improvável.

b)

Idealizar a cultura indígena para valorizar o povo brasileiro.

c)

Revelar a paz entre os indígenas.

d)

Provar como a mulher sempre foi desvalorizada desde a época da colonização.

68.

No romance o José de Alencar faz menção a duas grandes tribos que verdadeiramente existiram. As tribos era:

a)

Tabajara e Tupi

b)

Tupi Guarani e Pitiguara

c)

Tabajara e Pitiguara

d)

Poti e Tupi

69.

5 – Qual escola literária a obra faz parte?

a)

Romantismo

b)

Realismo

c)

Naturalismo

d)

Modernismo

70.

6 - A obra pertence a qual estilo literário?

a)

romance de costumes

b)

romance regionalista

c)

romance indianista

d)

romances modernista

71.

7 – A tríade indianista de José de Alencar é formada por Iracema e mais duas obras. Quais são elas?

a)

Cinco Minutos e A Viuvinha

b)

O Guarani e Ubirajara

c)

O Guarani e Senhora

d)

Alienista e Ubirajara

72.

8 - Nos romances, O Guarani, Ubirajara e Iracema, José de Alencar em cada obra aborda a relação entre o índio e o homem branco em etapas diferentes. Qual dessas etapas e abordada em Iracema?

a)

o índio antes de ter contato com o branco

b)

um branco convivendo no meio indígena

c)

um índio no cotidiano do homem branco

d)

o branco não tendo contato com índio

73.

9 - Algumas características da obra são:

a)

valorização dos brancos no Brasil

b)

valorização da língua falada no Brasil e dos sertanejo

c)

regionalismo e indianismo

d)

nacionalismo e idealização da figura do índio

74.

10 – Onde se passa a narrativa da Obra “Iracema”?

a)

Matas cearenses

b)

Floresta Amazônica

c)

Portugual

d)

Amazonas