Font size
WorksheetsIracema - Virgem dos lábios de mel
Total questions: 66
Worksheet time: 4hrs 11mins
Iracema foi publicado pela primeira vez em:
1800.
1850.
1865.
1870.
Ao lado de Iracema, José de Alencar publica outro romance indianista chamado:
Lucíola.
O Guarani.
O tabajara.
A viuvinha.
Iracema foi denominada:
a guerreira de Tupã.
virgem dos lábios de mel.
filha de Iraci.
filha da dor e do sofrimento.
O guerreiro branco encontra-se com Iracema quando ela
banhava-se numa bica nas matas do Ipu.
caçava nas matas próximo ao rio Apodi.
fazia um cerimônia em homenagem a Anhangá.
Ao ver o guerreiro branco se aproximar, Iracema
foge apavorada, pois não o conhece.
esconde-se atrás da oiticica, pois estava se roupa.
arremessa uma flecha e acerta o espião.
convoca os guerreiros tabajara para protegê-la.
Araquém era
o guerreiro tabajara.
o velho pajé.
irmão de Iracema.
chefe dos pitiguara.
O guerreiro branco trouxe desgraça para os tabajara, pois era
inimigo dos índios.
amigo de Jacaúna, chefe da tribo rival.
um conquistador de terras indígenas.
brigou com a família de Iracema.
Para fugir em segurança, Iracema
prepara a bebida de Tupã para os tabajara.
planeja a morte de Caubi.
engana o pai e trama contra Irapuã.
envenena Araquém e embriaga os guerreiros.
A bebida de Tupã é feita da
oiticica
jurema
carnaúba
jatobá
Irapuã, após a partida de Iracema,
persegue Martim Soares.
procura Araquém para avisá-lo..
mata o inimigo Poti.
declara guerra ao pitiguara.
Durante o parto, Iracema
encontra-se sozinha, pois Moreno resolve partir.
recebe apoio do guerreiro branco, que acolhe o filho.
fica tranquila, pois sabe que Tupã levará seu filho.
chora de sofrimento, pois ficaria sozinha para cuidar da criança.
Iracema
“Além, muito além daquela serra que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como o seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira
tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.”
(José de Alencar)
Ao caracterizar Iracema, José de Alencar relaciona-a a elementos da natureza, pondo aquela em relação a esta em uma posição de :
equilíbrio
dependência
complementaridade
vantagem
O enredo apresenta de Iracema apresenta basicamente:
o relacionamento amoroso de Iracema e Martim, a índia e o branco, de cuja união nasceu Moacir, e que alegoriza o processo de conquista e colonização do Brasil.
as guerras entre as tribos tabajara e Pitiguara pela conquista e preservação do território brasileiro contra o invasor estrangeiro.
o rapto de Iracema pelo branco português Martim como forma de enfraquecer os adversários e levar a um pacto entre o branco colonizador e o selvagem dono da terra.
a vingança de Martim, desbaratando o povo de Iracema, por ter sido flechado pela índia dos lábios de mel em plena floresta e ter-se tornado prisioneiro de sua tribo.
Romance escrito em 1865, Iracema, de José de Alencar, aborda fatos e feitos da colonização portuguesa no Brasil. Sobre esta obra, é correto afirmar que:
a história se passa no século XVI, durante a exploração portuguesa no Amazonas.
a principal característica deste romance é que parte dele é escrito em prosa, outra parte em versos.
apesar de ser um romance indianista, Iracema também aborda com ênfase a questão da escravidão negra no Brasil.
Iracema é descrita por Alencar como virgem dos lábios de mel, com cabelos mais negros que a asa da graúna.
3 - Pode-se dizer que um dos objetivos do autor era :
Revelar que o amor entre índio e europeu era improvável.
Idealizar a cultura indígena para valorizar o povo brasileiro.
Revelar a paz entre os indígenas.
Provar como a mulher sempre foi desvalorizada desde a época da colonização.
No romance o José de Alencar faz menção a duas grandes tribos que verdadeiramente existiram. As tribos era:
Tabajara e Tupi
Tupi Guarani e Pitiguara
Tabajara e Pitiguara
Poti e Tupi
5 – Qual escola literária a obra faz parte?
Romantismo
Realismo
Naturalismo
Modernismo
6 - A obra pertence a qual estilo literário?
romance de costumes
romance regionalista
romance indianista
romances modernista
8 - Nos romances, O Guarani, Ubirajara e Iracema, José de Alencar em cada obra aborda a relação entre o índio e o homem branco em etapas diferentes. Qual dessas etapas e abordada em Iracema?
o índio antes de ter contato com o branco
um branco convivendo no meio indígena
um índio no cotidiano do homem branco
o branco não tendo contato com índio
9 - Algumas características da obra são:
valorização dos brancos no Brasil
valorização da língua falada no Brasil e dos sertanejo
regionalismo e indianismo
nacionalismo e idealização da figura do índio
10 – Onde se passa a narrativa da Obra “Iracema”?
Matas cearenses
Floresta Amazônica
Portugual
Amazonas
IRACEMA
1. Qual é o autor de Iracema ?
Castro Alves
José de Alencar
Machado de Assis
Joaquim Manuel de Macedo
2. Qual é o principal tema da obra?
A industrialização do Brasil
O amor entre cultura diferente
A luta pela independência
A vida urbana no século XIX
3.Qual é o nome do protagonista masculino que se apaixona por Iracema?
Martim
Gonçalo
Álvaro
Irapuã
4.Qual é a etnia da personagem Iracema?
Tupi
Guarani
Aimoré
Kariri
5.Iracema é descrita como uma jovem indígena de qual característica marcante?
Seus cabelos longos e negros
Sua habilidade com a agricultura
Seu dom para caça
Sua grande sabedoria
Nas ações desses capítulos, destaca-se:
a descrição dos personagens
o primeiro encontro de Iracema com o explorador europeu.
a fuga de Iracema
O homem não revidou a agressão de Iracema porque:
Estava muito ferido.
Não viu de onde tinha vindo a flecha que lhe acertou.
Havia aprendido com sua mãe que deve-se sempre respeitar as mulheres
Ao final do capítulo 4, quanto tempo Martim e Iracema já passaram juntos?
Quando apresenta as outras mulheres a Martim, como Iracema é descrita? Por que ela está daquela forma? Relacione essa cena às características do Romantismo.
Como Martin foi recebido na tribo de Iracema?
Com muita alegria, pois os parentes da heroína já tinham ouvido falar de como o guerreiro branco era forte.
Com muita desconfiança, pois os parentes de Iracema sabiam que os outros portugueses logo viriam para guerrear com os indígenas.
Com bastante cortesia e receptividade, pois, segundo a narrativa, hospedar bem um visitante seria algo tradicional da tribo tabajara.
Segundo a narrativa, Martim resolve ir embora da tribo porque
está à procura de seus amigos, que são de outra tribo indígena.
porque Iracema recusou-se a passar a noite com ele.
porque o irmão de Iracema, Caubi, tratou mal o português.
O personagem Caubi é:
amigo de Martim
amante de Iracema
primo de Iracema
irmão de Iracema
"O velho abriu as pálpebras e cerrou-as logo:
— Filha de Araquém, escolhe para teu hóspede o presente da volta e prepara o moquém da
viagem. Se o estrangeiro precisa de guia, o guerreiro Caubi, senhor do caminho , O acompanhará.
O sono voltou aos olhos do Pajé.
Enquanto Caubi pendurava no fumeiro as peças de caça, Iracema colheu a sua alva rede de
algodão com franjas de penas, e acomodou-a dentro do uru de palha trançada.
Martim esperava na porta da cabana. A virgem veio a ele:
— Guerreiro, que levas o sono de meus olhos, leva a minha rede também. Quando nela
dormites, falem em tua alma os sonhos de Iracema.
— Tua rede, virgem dos tabajaras, será minha companheira no deserto: venha embora o vento frio da noite, ela guardará para o estrangeiro o calor e o perfume do seio de Iracema.
Caubi saiu para ir à sua cabana, que ainda não tinha visto depois da volta. Iracema foi preparar o moquém da viagem. Ficaram sós na cabana o Pajé que ressonava, e o mancebo com sua tristeza.
O sol, transmontando, já começava a declinar para o ocidente, quando o irmão de Iracema tornou da grande taba.
— O dia vai ficar triste , disse Caubi. A sombra caminha para a noite. É tempo de partir.
A virgem pousou a mão de leve no punho da rede de Araquém.
— Ele vai! murmuraram os lábios trêmulos.
O Pajé levantou-se em pé no meio da cabana e acendeu o cachimbo. Ele e o mancebo trocaram a fumaça da despedida.
— Bem-ido seja o hóspede, como foi bem-vindo à cabana de Araquém.
O velho andou até à porta para soltar ao vento uma espessa baforada de tabaco; quando o fumo se dissipou no ar, ele murmurou:
— Jurupari se esconda para deixar passar o hóspede do Pajé. Araquém voltou à rede e dormiu de novo. O mancebo tomou as armas que chegando, suspendera às varas da cabana, e dispôs-se a partir.
Adiante seguiu Caubi; a alguma distancia o estrangeiro; logo após, Iracema.
Desceram a colina e entraram na mata sombria. O sabiá do sertão, mavioso cantor da tarde, escondido nas moitas espessas da ubaia , soltava os prelúdios da suave endecha.
A virgem suspirou:
— A tarde é a tristeza do sol. Os dias de Iracema vão ser longas tardes sem manhã, até que venha para ela a grande noite.
O mancebo se voltara. Seu lábio emudeceu, mas os olhos falaram. Uma lágrima correu pela face guerreira, como as umidades que durante os ardores do estio transudam da escarpa dos rochedos.
Caubi avançado sempre, sumira-se entre a densa ramagem.
O seio da filha de Araquém arfou, como o esto da vaga que se franja de espuma e soluça.
Mas sua alma, negra de tristura, teve ainda um pálido reflexo para iluminar a seca flor das faces.
Assim em noite escura vem um fogo-fátuo luzir nas brancas areias do tabuleiro.
— Estrangeiro, toma o último sorriso de Iracema... e foge!
A boca do guerreiro pousou na boca mimosa da virgem. Ficaram ambos assim unidos como dois frutos gêmeos do araçá, que saíram do seio da mesma flor.
A voz de Caubi chamou o estrangeiro. Iracema abraçou para não cair, o tronco de uma palmeira.
O que Iracema deu de presente para Martim?
uma vasilha com carne fresca
um jarro de flores
seu arco e sua flecha
sua rede, para que, ao dormir, Martim lembrasse dela
ao final do capítulo, Iracema e Martim:
abraçam-se
beijam-se
choram
fogem
Iracema é referida como
virgem e guerreira
indígena e bela
índia e donzela
Na cabana silenciosa medita o velho Pajé.
Iracema está apoiada no tronco rudo, que serve de esteio. Os grandes olhos negros, fitos nos recortes da floresta e rasos de pranto, estão naqueles olhares longos e trêmulos enfiando e desfiando os alfajôres das lágrimas, que rorejam as faces.
A ará, pousada no jirau fronteiro, alonga para sua formosa senhora os verdes tristes olhos.
Desde que o guerreiro branco pisou a terra dos tabajaras, Iracema a esqueceu.
Os róseos lábios da virgem não se abriram mais para que ela colhesse entre eles a polpa da fruta ou a papa do milho verde; nem a doce mão a afagara uma só vez, alisando a dourada penugem da cabeça.
Se repetia o mavioso nome da senhora, o sorriso de Iracema já não se voltava para ela, nem o ouvido parecia escutar a voz da companheira e amiga, que dantes tão suave era ao seu coração.
Triste dela! A gente tupi a chamava jandaia , porque sempre alegre estrugia os campos com seu canto fremente. Mas agora, triste e muda, desdenhada de sua senhora, não parecia mais a linda jandaia, e sim o feio urutau que somente sabe gemer.
O sol remontou a umbria das serras; seus raios douravam apenas o viso das eminências.
A surdina merencória da tarde, precedendo o silêncio da noite, começava de velar os
crebros rumores do campo. Uma ave noturna, talvez iludida com a sombra mais espessa do bosque, desatou o estrídulo.
O velho ergueu a fronte calva:
— Foi o canto da inhuma que acordou o ouvido de Araquém? disse ele admirado.
A virgem estremecera, e já fora da cabana, voltou-se, para responder à pergunta do Pajé:
— E o grito de guerra do guerreiro Caubi!
Quando o segundo pio da inhuma ressoou, Iracema corria na mata como a corça
perseguida pelo caçador. Só respirou chegando à campina, que recortava o bosque, como um grande lago.
Quem seus olhos primeiro viram, Martim, estava tranquilamente sentado em uma
sapopema, olhando o que passava ali. Contra, cem guerreiros tabajaras com Irapuã à frente,
formavam arco. O bravo Caubi os afrontava a todos, com o olhar cheio de ira e as armas valentes
empunhadas na mão robusta.
O chefe exigira a entrega do estrangeiro, e o guia respondera simplesmente:
— Matai Caubi antes.
A filha do Pajé passara como uma flecha: ei-la diante de Martim, opondo também seu corpo gentil aos golpes dos guerreiros. Irapuã soltou o bramido da onça atacada na furna.
— Filha do Pajé, disse Caubi em voz baixa: conduz o estrangeiro à cabana: só Araquém pode salvá-lo.
Iracema voltou-se para o guerreiro branco:
— Vem!
Ele ficou imóvel.
— Se tu não vens, disse a virgem, Iracema morrerá contigo.
Martim ergueu-se; mas longe de seguir a virgem, caminhou direito a Irapuã. Sua espada
flamejou no ar.
— Os guerreiros de meu sangue, chefe, jamais recusaram combate. Se aquele que tu vês
não foi o primeiro a provocá-lo, é porque seus pais lhe ensinaram a não derramar sangue na terra hospedeira.
O chefe tabajara rugiu de alegria; sua mão possante brandiu o tacape. Mas os dois
campeões mal tiveram tempo de medir-se com os olhos; quando fendiam o primeiro golpe, já Caubi e Iracema estavam entre eles.
A filha de Araquém debalde rogava ao cristão, debalde o cingia nos braços buscando arrancá-lo ao combate. De seu lado Caubi em vão provocava Irapuã para atrair a si a raiva do chefe.
A um gesto de Irapuã, os guerreiros afastaram os dois irmãos; o combate prosseguiu.
De repente o rouco som da inúbia reboou pela mata; os filhos da serra estremeceram reconhecendo o estrídulo do búzio guerreiro dos pitiguaras, senhores das praias ensombradas de coqueiros. O eco vinha da grande taba, que o inimigo talvez assaltava já.
Os guerreiros precipitaram levando por diante o chefe. Com o estrangeiro só ficou a filha de Araquém
O que interrompe o sono de Araquem?
o choro de Iracema
o grito de Irapuã
grito de guerra do guerreiro Caubi!
Por que Irapuã quer matar Martim?
Por ciúme de Iracema
Porque ele é português
Porque ele é amigo da tribo inimiga
Ao final do capítulo o que acontece?
os personagens ouvem o cantos indígenas pitiguaras, que viviam no litoral.
Martim e Irapuã entram em luta corporal e são separados por Caubi.
Caubi entra em luta corporal com Martim, mas é salvo por Iracema.
O que siginifica o nome ´´Iracema´´?
Flor selvagem
Guerreira da paz
Lágrima, o anagrama de “América”
Espírito da floresta
Quem é Araquém na história?
Irmão de Iracema
Pajé dos tabajaras e pai de Iracema
Líder dos pitiguaras
Guerreiro rival de Martim
Por que o amor de Iracema e Martim era proibido?
Porque Martim era casado
Porque eram de tribos diferentes
Porque Iracema era virgem sagrada da tribo, guardiã do Jurema
Porque a tribo odiava estrangeiros
Iracema e Martim se conhecem quando ela o fere com uma flecha.
Verdadeiro
Falso
Quem é Poti na história?
Um inimigo de Martim
Um curandeiro da tribo
Amigo indígena de Martim
O chefe dos tabajaras
Em que região do Brasil a história se passa?
Amazônia
Interior de São Paulo
Litorial do Rio de Janeiro
Ceará, região
litorânea do Nordeste
Martim abandona Iracema porque não a ama mais.
Verdadeiro
Falso
Qual o nome do filho de Iracema e Martim?
Jurema
Moacir
Poti
Caubi
De que povo indígena Iracema faz parte?
Tupinambá
Carijó
Pitiguara
Tabajara
Por que o filho de Iracema, Moacir, tem esse nome?
Porque nasceu em meio à guerra
Porque era um nome comum da época
Porque nasceu do amor proibido e da tristeza de Iracema
Em homenagem ao pajé da tribo
Quem é a protagonista da obra "Iracema"?
Moacir
Iracema
Martim
Poti
Qual é o cenário principal onde se desenrola a história de "Iracema"?
Floresta Amazônica
Sertão Nordestino
Litoral do Ceará
Pantanal
Quem é Martim na história de "Iracema"?
Um guerreiro indígena
Um colonizador português
Um pajé
Um cacique
Qual é o principal conflito em "Iracema"?
A luta entre tribos indígenas
O amor proibido entre Iracema e Martim
A busca por novas terras
A resistência indígena contra os colonizadores
Qual é o papel de Poti na história?
Irmão de Iracema
Amigo de Martim
Inimigo de Martim
Pajé da tribo
Como a cultura indígena é representada em "Iracema"?
Através de rituais e costumes
Através de batalhas e guerras
Através de lendas e mitos
Através de danças e músicas
Qual é o significado do nome "Iracema"?
"Aquela que tem cabelos de mel"
"Aquela que tem olhos de fogo"
"Aquela que tem lábios de mel"
"Aquela que tem coração valente"
Qual é a tribo de Iracema?
Tupinambá
Tabajara
Guarani
Tupi
Qual é o destino final de Iracema na história?
Ela se casa com Martim e vive feliz
Ela retorna para sua tribo
Ela morre após dar à luz
Ela se torna líder da tribo
Qual é a importância de Moacir na história?
Ele é o filho de Iracema e Martim
Ele é o líder da tribo Tabajara
Ele é o guerreiro que protege Iracema
Ele é o colonizador que ajuda Martim
Qual é o nome do autor do romance "Iracema"?
José de Alencar
Machado de Assis
Graciliano Ramos
Jorge Amado
Em "Iracema", qual é a tribo indígena à qual a protagonista pertence?
Tupinambá
Guarani
Tabajara
Tupi
Qual é o principal tema abordado no romance "Iracema"?
A vida urbana no Brasil
A colonização portuguesa e o encontro de culturas
A escravidão no Brasil
A industrialização no Brasil
Qual é o significado do nome "Iracema" na língua tupi?
Flor do campo
Mel dos lábios
Guerreira valente
Estrela brilhante
Qual é o papel de Martim no romance "Iracema"?
Um guerreiro indígena
Um colonizador português
Um missionário jesuíta
Um escravo fugido
1 - Romance escrito em 1865, Iracema, de José de Alencar, aborda fatos e feitos da colonização portuguesa no Brasil. Sobre esta obra, é correto afirmar que:
Se passa no século XVI, durante a exploração portuguesa no Amazonas.
A principal característica deste romance é que parte dele é escrito em prosa, outra parte em versos
Iracema também aborda com ênfase a questão da escravidão negra no Brasil.
Iracema é descrita por Alencar como virgem dos lábios de mel, com cabelos mais negros que a asa da graúna.
2 - O personagem principal do romance é:
Martim, guerreiro branco que representa os colonizadores portugueses da época do descobrimento.
Iracema, a virgem dos lábios de mel.
Moacir, o “filho da dor” símbolo do povo brasileiro que representa a união do povo português e os índios.
Araquém, o pajé da tribo dos tabajaras, visto como um Deus pelos índios de sua tribo.
3 - Pode-se dizer que um dos objetivos do autor era :
Revelar que o amor entre índio e europeu era improvável.
Idealizar a cultura indígena para valorizar o povo brasileiro.
Revelar a paz entre os indígenas.
Provar como a mulher sempre foi desvalorizada desde a época da colonização.
No romance o José de Alencar faz menção a duas grandes tribos que verdadeiramente existiram. As tribos era:
Tabajara e Tupi
Tupi Guarani e Pitiguara
Tabajara e Pitiguara
Poti e Tupi
5 – Qual escola literária a obra faz parte?
Romantismo
Realismo
Naturalismo
Modernismo
6 - A obra pertence a qual estilo literário?
romance de costumes
romance regionalista
romance indianista
romances modernista
7 – A tríade indianista de José de Alencar é formada por Iracema e mais duas obras. Quais são elas?
Cinco Minutos e A Viuvinha
O Guarani e Ubirajara
O Guarani e Senhora
Alienista e Ubirajara
8 - Nos romances, O Guarani, Ubirajara e Iracema, José de Alencar em cada obra aborda a relação entre o índio e o homem branco em etapas diferentes. Qual dessas etapas e abordada em Iracema?
o índio antes de ter contato com o branco
um branco convivendo no meio indígena
um índio no cotidiano do homem branco
o branco não tendo contato com índio
9 - Algumas características da obra são:
valorização dos brancos no Brasil
valorização da língua falada no Brasil e dos sertanejo
regionalismo e indianismo
nacionalismo e idealização da figura do índio
10 – Onde se passa a narrativa da Obra “Iracema”?
Matas cearenses
Floresta Amazônica
Portugual
Amazonas
