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WorksheetsRevisão sistemática SAS
Total questions: 15
Worksheet time: 1hrs 15mins
Sátira das três ordens: um camponês apoia-se com um bastão sob um pesado fardo de vegetais, enquanto um aristocrata e um clérigo aparecem de pé em um altar com um escudo da França. Agosto de 1789. Legenda: Não durará para sempre.
•Considerando o contexto da Revolução Francesa, a charge anterior representa a
submissão dos camponeses ao Regime do Terror.
condição privilegiada do primeiro e do segundo estados
manutenção do regime feudal após a Revolução Francesa.
associação entre burguesia e proletariado no combate ao Antigo Regime.
exploração dos cidadãos para a manutenção das despesas da burguesia.
A fase da Convenção Nacional foi marcada pela adoção do Regime do Terror. Nessa época, Robespierre e seus seguidores dominavam o cenário político francês.
O grupo social comandado por Robespierre e favorecido
durante esse período era conhecido como
planície, que representava a burguesia financeira.
girondinos, que representavam a burguesia industrial.
clero, que representava o controle ideológico da
sociedade.
jacobinos, que representavam a pequena e a média
burguesia.
nobreza, que representava os herdeiros dos privilégios
da monarquia.
Com a Revolução Francesa, havia se iniciado uma longa luta entre a França revolucionária e os países absolutistas que se sentiam ameaçados pelo seu exemplo. Com a ascensão de Napoleão, essa luta ganhou um novo impulso. Para fazer face ao poderio britânico, Napoleão decretou o Bloqueio Continental em 1806, a fim de desorganizar a economia inglesa.
estratégia estabelecida pelo Bloqueio Continental consistia em
proibir outros países de adquirirem produtos dos ingleses.
impedir a navegação inglesa por águas internacionais.
promover uma ocupação militar no território inglês.
impor altos impostos para os produtos ingleses.
realizar uma aliança com a nobreza britânica.
Com base no contexto relativo à Constituição de 1824, criadano Primeiro Reinado, a charge sugere que o(a)
separação dos poderes garantia um regime democrático.
poder moderador concedia ao rei plena soberania.
rei tinha seus poderes limitados pelo povo.
clero havia sido excluído da legislação
divisão de poderes não existia.
Após a demissão de Feijó do Ministério da Justiça, exaltados e moderados acirraram suas disputas. Para atenuá-las, foi elaborado, em 1834, o Ato Adicional à Constituição, que estabeleceu alterações à Carta outorgada de 1824. O ato visava conciliar as tendências políticas centralizadoras dos moderados e descentralizadoras dos exaltados.
Uma das principais características do Ato Adicional foi a
reforma político-econômica com a extinção do Poder Moderador.
efetivação da autonomia legislativa com a criação das Assembleias Provinciais.
aliança entre liberais e conservadores com o fim do Conselho de Estado.
centralização político-administrativa com a criação de um município neutro.
reorganização política com o fim das tendências descentralizadoras dos liberais.
A Constituição de 1824 determinava que, na ausência do imperador, seria estabelecido um governo regencial. O período de nove anos entre a abdicação de D. Pedro I e a posse de D. Pedro II foram marcados por um contexto de
revoltas que questionavam o regime monárquico e a escravidão.
disputas pelo poder entre as elites, o que agravou a crise econômica.
estabilidade política e econômica que beneficiou a população de maneira geral.
ampliação do mercado brasileiro no exterior, que pôs fim à crise política e econômica.
autonomia política para as províncias que combateram a crise econômica de maneira eficaz
[...] A ideia central era que cada reino europeu só poderia ser governado pelo seu legítimo proprietário e, se caso algum movimento revolucionário ameaçasse a integridade do poder desse monarca, o país sofreria um processo de intervenção movido pelas forças do exército da Santa Aliança, formada pelos países-membros.
Segundo o texto, o Congresso de Viena criou instrumentos para reestruturar o cenário político europeu que podem ser resumidos em
princípio da legitimidade, possibilidade de intervenção e exército de coalização.
governanças democráticas, estado de revolução constante e integridade monárquica.
propriedade coletivizada, inimputabilidade monárquica e pacto de expansão ilimitada.
unificação monárquica, movimento revolucionário e controle estatal da economia.
reinados provisórios, militarização das cortes e pacto de não agressão interna
A estada da família real e a rede de concessões criada por ela geraram a imagem de que a monarquia, como forma de governo, era mais salutar, menos traumática. Sendo assim, as elites, que conduziriam o processo de transição, preferiam-na como sistema de governo, pois daria continuidade à forma centralizada do poder e à manutenção da estrutura escravocrata
O texto indica que o processo de independência do Brasil em relação a Portugal foi um(a)
trauma superado a partir da centralização com a instituição da monarquia.
modo de evitar o fortalecimento da hegemonia inglesa na economia.
transformação contundente para amplos setores da sociedade.
anulação total dos interesses da metrópole pelo imperador.
transição conservadora sob o ponto de vista político e social.
[...] Combinando a autonomia provincial em um regime representativo para os grupos dominantes, a “proposta de monarquia federativa” foi implementada a partir das reformas liberais da década de 1830, mormente com a aprovação do Ato Adicional de 1834 [...].
A relação do Ato Adicional de 1834 com o conceito de federalismo no Brasil do século XIX ocorre por conta do(a)
articulação do regime republicano em substituição ao monárquico.
arranjo de uma descentralização do poder por parte dos liberais em 1834.
instalação de uma estrutura organizativa de Estado tipicamente absolutista.
diminuição do poder local frente ao centralismo defendido pelos liberais.
tendência centralizadora de poder surgida após a abdicação de Dom Pedro I.
A memória da África se encontra, assim, dentro de um campo de poder deflagrado, não aflora como matéria neutra, como não fora neutra a circunstância que provocou sua vinda à tona. Em alguns poucos casos, essa memória seria usada como elemento de afirmação da rebeldia, como se observa no que disse um escravo, mestre malê e líder rebelde, cujo nome cristão era, inadequadamente, Pacífico. Ao ser perguntado qual era seu nome africano, disse ser Bilal, ao que o juiz retorquiu que estava mentindo porque sabia chamar-se Licutan. “Era verdade chamar-se Licutan”, disse, “mas ele podia tomar o nome que quisesse”. E ele escolhera Bilal, nome comum entre africanos muçulmanos, por ser o do muezim negro de Maomé.
Sobre a Revolta dos Malês, ocorrida na Bahia, em 1835, o autor destaca a
irrelevância de aspectos religiosos na conspiração e efetivação do movimento armado
violência empreendida pelos muçulmanos na tentativa de tomar o poder em Salvador.
estratégia de mudar o nome para confundir as autoridades locais na identificação de culpados
influência de elementos culturais como a religião muçulmana e a ancestralidade africana
confusão identitária causada pela imposição da cultura europeia e cristã sobre negros muçulmanos.
Mesmo com a turbulência política do Primeiro Reinado (1822-1831) e das Regências (1831-1840), o café passou a ser o principal produto de exportação a partir de 1830. Na segunda metade do século XIX, correspondeu a mais de 60% das exportações. [...] As fazendas ficaram cada vez mais especializadas. O fazendeiro que diversificava sua produção também com açúcar e gêneros ligados ao abastecimento passou a ser exclusivamente produtor de café. Por isso, necessitava cada vez mais do mercado para suprir a propriedade com mão de obra escrava, alimentos e outros gêneros, embora os escravos pudessem ter roças para sua subsistência.
Com relação ao contexto do Segundo Reinado, o texto anterior corresponde ao(à)
sistema de colonato, presente durante a segunda metade do século XIX no Brasil.
surto industrial que iniciou no campo e se estendeu pelas principais cidades do Império.
fortalecimento da economia cafeeira, que se tornou o principal meio de sustentação do Império.
diminuição da mão de obra escrava e que resultaria, posteriormente, na abolição da escravatura.
crise da economia cafeeira pela falta de outros gêneros alimentícios e de mão de obra escrava.
A antecipação da maioridade de Pedro II foi implementada sem ter sido votada pelo Legislativo (mais um drible da Constituição), no que ficou conhecido como Golpe da Maioridade. Foi uma solução preparada por grupos dirigentes que, assim, buscavam retomar a coesão perdida.
O golpe citado no texto tinha como um de seus objetivos
fortalecer a influência religiosa no território.
acalmar as revoltas que ocorriam no país.
eliminar as formas de trabalho escravo.
estabelecer um governo democrático
acelerar o processo de urbanização.
A criação do primeiro Banco do Brasil foi inspirada nas exigências de fortalecimento dos sistemas monetário e financeiro e pela necessidade de se atenderem às despesas extraordinárias de guerra. Como banco comercial, era encarregado do desconto de letras de câmbio, das comissões por cobranças, dos adiantamentos e das hipotecas, dos depósitos de valores, dos vencimentos de juros e da venda de produtos monopolizados pela Coroa.
O fato apresentado no texto fez parte do conjunto de inovações que surgiram no Brasil em decorrência do(a)
chegada da família real.
fim do período imperial.
crise da economia cafeeira.
libertação dos escravizados.
processo de industrialização
No dia 13 de maio de 1888, após seis dias de votações e debates no Congresso, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, decretando a abolição da escravatura no Brasil. Por cerca de 350 anos, o país foi o maior território escravagista do Ocidente, mantendo uma estimativa de 4,5 milhões de africanos escravizados trabalhando tanto no campo como na cidade.
A criação da lei mencionada no texto foi impulsionada pelo(a)
influência dos bandeirantes europeus.
crescimento da economia açucareira.
pressão exercida pelos ingleses.
expansão da religião islâmica.
aumento da população rural.
A vitória na Guerra do Paraguai teve um significado contraditório para a monarquia brasileira. Se por um lado foi demonstrado o poderio bélico do exército brasileiro e sua capacidade de defender seus territórios, por outro foi fundamental para a desestabilidade política e para a diminuição do apoio de um grupo importante para o regime monárquico.
O texto menciona um confronto armado que contribuiu para o(a
declínio da imigração europeia no país.
ocorrência de uma crise econômica mundial
conquista de direitos políticos para as mulheres.
desenvolvimento industrial das cidades brasileiras
formação de um movimento republicano entre militares.
