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WorksheetsProva bimestral segundo colegial 2 bim 2022
Total questions: 10
Worksheet time: 50mins
“Uma norma só deve pretender validez quando todos os que possam ser concernidos por ela cheguem (ou possam chegar), enquanto participantes de um discurso prático, a um acordo quanto à validade dessa norma”.
(Habermas, J.Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989)
Segundo Habermas, a validez de uma norma ou lei deve ser estabelecida pelo (a)
Liberdade humana, que consagra a vontade.
Razão comunicativa, que requer um consenso entre as partes.
Conhecimento filosófico, que expressa a sua verdade.
Técnica científica, que aumenta o poder do homem.
A condição essencial da existência e da supremacia da classe burguesa é a acumulação da riqueza nas mãos dos particulares, a formação e o crescimento do capital; a condição de existência do capital é o trabalho assalariado. […] O desenvolvimento da grande indústria socava o terreno em que a burguesia assentou o seu regime de produção e de apropriação dos produtos. A burguesia produz, sobretudo, seus próprios coveiros. Sua queda e a vitória do proletariado são igualmente inevitáveis.
caracterização da sociedade capitalista como jurídica e socialmente igualitária.
o princípio de que a história é movida pela luta de classes e a defesa da revolução proletária.
a celebração do triunfo da revolução proletária europeia e o desconsolo perante o avanço imperialista.
o temor perante a ascensão da burguesia e o apoio à internacionalização do modelo chinês.
A dialética de Hegel
envolve duas etapas, formadas por ideias opostas.
é incapaz de explicar o movimento e a mudança verificados tanto no mundo quanto no pensamento.
é interna nas coisas objetivas, que só podem crescer e perecer em virtude de contradições presentes nelas.
é um método (procedimento) que não pode ser aplicado aos dias de hoje
Atente ao texto a seguir referente à concepção filosófica da liberdade humana:
Sartre afirma que estamos condenados à liberdade. É ela que define a humanidade dos humanos, sem escapatória. Para o filósofo, é a escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser e de seu mundo.
A autora salienta acima o enfoque filosófico da liberdade no pensamento de Jean-Paul Sartre.
Sobre esse enfoque, é CORRETO afirmar que tais ideias estão alinhadas à concepção
Essencialista.
Materialista.
Existencialista.
Espiritualista.
A respeito da filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre, é correto afirmar que:
O homem é o puro agir, e essa liberdade não conhece nenhuma responsabilidade.
O homem é dotado de uma natureza humana imutável que determina o seu ser.
O homem de início não é nada, ele será aquilo que fizer de si mesmo.
A vida segue um designo superior que submete o homem ao destino.
A fenomenologia:
descreve a realidade através da matemática.
descreve a realidade através da religião.
descreve a realidade através do uso da consciência.
descreve a realidade através da observação das estrelas
Qual das frases abaixo esta ligada ao conceito de má-fé.
”eu lutei na Primeira Guerra Mundial”
”quase consegui chegar em primeiro lugar na prova”
”lutamos muito para chegar até aqui”
”eu nada podia fazer naquela situação”
Um exemplo de ser é:
Deus
Montanha
Floresta
Homens
Segundo Habermas a modernidade:
trouxe liberdade para o ser humano
trouxe a democracia e a riqueza para todos
provocou um avanço do homem sobre todos os ecossistemas
criou ideias que facilitaram a vida das pessoas
“O fetichismo da mercadoria, descrito no primeiro capítulo da obra "O capital", de Karl Marx, revela um mundo em que as relações sociais ocorrem por meio das coisas; as coisas detêm o poder de estabelecer relações sociais e os homens estabelecem relações materiais. [...] Com a universalização da produção de mercadorias, as relações sociais entre os produtores passam a ser mascaradas pelas relações de troca entre as diferentes mercadorias. Assim, as relações sociais entre pessoas aparecem como relações sociais entre coisas[...].”
Considerando a relação entre o indivíduo e a mercadoria, Marx afirma que:
Durante o processo de produção, a mercadoria ainda é matéria que o produtor domina. Depois, passa a dominá-lo.
O criador do produto, embora sofrendo uma alienação temporária em relação ao saber, controla o tempo, a produtividade e o lucro.
O fetichismo da mercadoria não deve ser entendido como fetichismo do capital, uma vez que ambos não se relacionam no processo.
O destino do proletariado, produtor de mercadorias em essência, é produzir, usufruir; mas, nunca, superar o valor da mercadoria como forma de ascensão social.
