wayground logo

Free Printable Worksheets

Font size

S
M
L
XL
Worksheets

prova bimestral 3 col 2bim 2022

Total questions: 10

Worksheet time: 50mins

Name
Class
Date
1.

O fato científico:

 

 

 

 

 

 

a)

Consiste em um método de interpretação conceitual-filosófico, posterior ao procedimento analítico.

b)

É o procedimento analítico por excelência das ciências humanas, encarregado de vincular os elementos subjetivos e objetivos de um fenômeno. 

c)

Ou o objeto científico são dados empíricos espontâneos de nossa experiência cotidiana, arrolados pelos cientistas para verificação e classificação estatísticas. 

d)

Ou o objeto científico são dados empíricos construídos pela investigação científica. 

e)

Demonstra, prova e prevê uma teoria científica. 

2.

Hume estabelece um vínculo entre pensamento e impressão ao considerar que

 

 

 

a)

os conteúdos das ideias no intelecto tem origem na sensação.

b)

o espírito é capaz de classificar os dados da percepção sensível.

c)

as ideias fracas resultam de experiências sensoriais determinadas pelo acaso.

d)

os sentimentos ordenam como os pensamentos devem ser processados na memória.

e)

as ideias têm como fonte específica o sentimento cujos dados são colhidos na empíria.

3.

John Locke afirmou que a mente é como uma folha em branco na qual a cultura escreve seu texto e Descartes demonstrava desconfiança em relação aos sentidos como fonte de conhecimento. A respeito desses dois filósofos, verifica-se o seguinte: 

 

a)

Locke é um representante do racionalismo e Descartes é um representante do empirismo.   

b)

Locke é um representante do empirismo e Descartes é um representante do racionalismo.

c)

Descartes e Locke possuíam a mesma concepção, pois ambos eram críticos do iluminismo.   

d)

Descartes é um representante do teologismo e Locke é um representante do culturalismo.    

e)

Descartes é um representante do materialismo e Locke é um representante do idealismo.  

4.

 Leia o texto.

“São verdades incontestáveis para nós: que todos os homens nascem iguais; que lhes conferiu o Criador certos direitos inalienáveis, entre os quais o de vida, o de liberdade e o de buscar a felicidade; que para assegurar estes direitos se constituíram entre os homens governos cujos poderes justos emanam do consentimento dos governados.”

(Trecho da Declaração de Independência das Treze Colônias)   A partir desse texto, pode-se afirmar que os ideais que levaram à independência americana tiveram inspiração.

                                                                                                                           

a)

na teoria de Estado de Jean Bodin.   

b)

  na utopia igualitária de Thomas Mórus.                                                                                                     

c)

nas obras de John Locke e dos iluministas.                                                                                                     

d)

no pensamento de Santo Agostinho e Campanella.                                                                         

5.

A evolução do pensamento científico, iniciada por Galileu e Descartes, em direção à concepção de uma natureza descrita por leis matemáticas chegava, assim, a seu grande desabrochar. A base da grande síntese newtoniana foi, de certa forma, preparada pelo humanismo renascentista, que

a)

estabelece uma perspectiva dualista da realidade, fundamentada na filosofia grega.

b)

Restringe o entendimento da natureza, tornando-a objeto de investigação somente da física.

c)

Recupera teorias da Antiguidade para explicar a natureza, com ênfase em uma perspectiva mitológica.

d)

Resgata o racionalismo da Antiguidade, valorizando o homem no debate científico.

e)

mantém o quadro geral de conhecimentos teológicos, tais como os utilizados durante a Idade Média.

6.

A filosofia encontra-se escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto é, o universo), que não se pode compreender antes de entender a língua e conhecer os caracteres com os quais está escrito. Ele está escrito em língua matemática, os caracteres são triângulos, circunferências e outras figuras geométricas, sem cujos meios é impossível entender humanamente as palavras; sem eles, vagamos perdidos dentro de um obscuro labirinto.

GALILEI, G. O ensaiador. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978.

No contexto da Revolução Científica do século XVII, assumir a posição de Galileu significava defender a

a)

b)

c)

d).

e)

C

a)

Continuidade do vínculo entre ciência e fé dominante na Idade Média.

b)

Necessidade de o estudo linguístico ser acompanhado do exame matemático.

c)

Oposição da nova física quantitativa aos pressupostos da filosofia Tomistica

d)

Importância da independência da investigação científica pretendida pela igreja

e)

Inadequação da matemática para elaborar uma explicação racional da natureza.

7.

É o valor supremo do liberalismo:

a)

A liberdade completa do Estado.

b)

A liberdade dos grupos sociais de interagirem.

c)

A busca incansável das liberdades patrióticas.

d)

A liberdade individual.

8.

Porque as leis de natureza (como a justiça, a equidade, a modéstia, a piedade, ou, em resumo, fazer aos outros o que queremos que nos façam) por si mesmas, na ausência do temor de algum poder capaz de levá-Ias a ser respeitadas, são contrárias a nossas paixões naturais, as quais nos fazem tender para a parcialidade, o orgulho, a vingança e coisas semelhantes.

Em relação ao papel do Estado, Hobbes considera que:

a)

O seu poder deve ser parcial. O soberano que nasce com o advento do contrato social deve assiná-lo, para submeter-se aos compromissos ali firmados.

b)

A condição natural do homem é de guerra de todos contra todos. Resolver tal condição é possível apenas com um poder estatal pleno.

c)

Os homens são, por natureza, desiguais. Por isso, a criação do Estado deve servir como instrumento de realização da isonomia entre tais homens.

d)

A guerra de todos contra todos surge com o Estado repressor. O homem não deve se submeter de bom grado à violência estatal.

9.

Em 1783, Immanuel Kant definiu o conceito de Esclarecimento como o desenvolvimento da autonomia do pensamento e da ação humana. Esse desenvolvimento se opunha à apatia e à comodidade dos indivíduos em viver tutelados por ideias e instituições que pensavam e agiam por eles. Com isso, os indivíduos se tornavam livres para exercer a sua razão na esfera pública, podendo criticar desde as instituições, como a Igreja e o Estado, até a própria liberdade advinda do livre exercício da razão.

O texto se relaciona à corrente filosófica ocidental conhecida como

a)

Altruísmo.

b)

Confucionismo.

c)

Reformismo.

d)

Especismo.

e)

Iluminismo.

10.

A maior violação do dever de um ser humano consigo mesmo, considerado meramente como um ser moral (a humanidade em sua própria pessoa), é o contrário da veracidade, a mentira […]. A mentira pode ser externa […] ou, inclusive, interna. Através de uma mentira externa, um ser humano faz de si mesmo um objeto de desprezo aos olhos dos outros; através de uma mentira interna, ele realiza o que é ainda pior: torna a si mesmo desprezível aos seus próprios olhos e viola a dignidade da humanidade em sua própria pessoa […]. Pela mentira um ser humano descarta e, por assim dizer, aniquila sua dignidade como ser humano. […] É possível que [a mentira] seja praticada meramente por frivolidade ou mesmo por bondade; aquele que fala pode, até mesmo, pretender atingir um fim realmente benéfico por meio dela. Mas esta maneira de perseguir este fim é, por sua simples forma, um crime de um ser humano contra sua própria pessoa e uma indignidade que deve torná-lo desprezível aos seus próprios olhos.

 

(Immanuel Kant. A metafísica dos costumes, 2010.)

 

Em sua sentença dirigida à mentira, Kant

 

a)

Considera a condenação relativa e sujeita a justificativas, de acordo com o contexto.

b)

Assume que cada ser humano particular representa toda a humanidade.

c)

Apresenta um pensamento desvinculado de pretensões racionais universalistas.

d)

Demonstra um juízo condenatório, com justificação em motivações religiosas.

e)

Assume o pressuposto de que a razão sempre é governada pelas paixões.