WorksheetsUtilitarismo - Bentham e Mill
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Segundo os utilitaristas clássicos, o bem último da ação humana é...
A felicidade.
A ação boa.
A vontade boa.
A moral
Mill considera que na avaliação da felicidade devemos ter em conta...
Apenas a quantidade e intensidade dos prazeres.
A moralidade das nossas ações.
As coisas de que gostamos.
Tanto a quantidade como a qualidade dos prazeres.
Os utilitaristas pensam que uma ação é moralmente correta se...
Aumentar a felicidade da pessoa que age.
Maximizar imparcialmente o bem.
Essa ação for útil para alguém.
For realizada por prazer.
Segundo o utilitarismo:
Temos o dever de dizer a verdade.
Não temos nunca o dever de dizer a verdade.
Temos o dever de dizer a verdade se o resultado for benéfico
Temos o dever de dizer a verdade para ficar bem vistos.
O Utilitarismo é uma teoria ética proposta inicialmente por
Stuart Mill e divulgada posteriormente por Jeremy Bentham.
Immanuel Kant e defendida por Stuart Mill.
I. Kant e refutada (combatida, contrariada) por Stuart Mill.
Jeremy Bentham e desenvolvida depois por Stuart Mill.
As éticas utilitaristas são éticas teleológicas porque fazem depender a moralidade de uma ação
do cumprimento do "dever".
do resultado final dessa mesma ação.
das "intenções" do agente.
da vontade de respeitar a lei civil (jurídica).
Para Stuart Mill, o objetivo da ação moral é
o bem estar físico do maior número de pessoas.
a ausência de dor para o indivíduo que pratica a ação.
a maior felicidade para o maior número de pessoas.
o cumprimento do dever, independentemente dos resultados.
Para Stuart Mill, Felicidade significa
o intenso e imediato prazer
o prazer e a ausência de dor.
reconhecer o valor do sacrifício em vez do prazer.
aceitar o sacrifício dos outros para o bem estar pessoal.
A proposta utilitarista de Jeramy Bentham é diferente da de Stuart Mill porque Bentham
privilegia a quantidade do prazer e S. Mill, a qualidade.
privilegia a qualidade do prazer e S. Mill, a quantidade.
nega o valor da intensidade, duração e extensão do prazer.
prefere o sacrifício se este trouxer prazer no futuro.
Stuart Mill distingue prazeres superiores e inferiores relacionando os primeiros com
o contentamento pela satisfação das necessidades físicas.
as atividades intelectuais que valorizam o sacrifício.
as atividades associadas ao intelecto e à defesa de valores.
a procura do prazer no sacrifício.
Durante a Segunda Guerra Mundial os pescadores holandeses mentiam aos nazis para proteger os judeus, que levavam escondidos, possibilitando que estes acedessem a um país neutral e assim pudessem salvar a vida. De acordo com o utilitarismo, esta ação é:
Errada, pois mentir é sempre errado.
Errada, pois Deus diz que é errado mentir.
Correta, pois mentir pode ser uma ação moral desde que maximize a felicidade ou bem-estar geral.
Um carro elétrico move-se descontrolado numa linha. No seu caminho estão cinco pessoas a trabalhar e essas pessoas vão certamente morrer. Só que tu, no limite, podes desviar o carro elétrico para uma outra linha onde se encontra apenas uma pessoa. Se fores um utilitarista, o que deves fazer?
Não desviar de linha o carro elétrico, pois matar ou colaborar com a morte de alguém é sempre errado.
Desviar de linha o carro elétrico, pois promove globalmente mais felicidade do que infelicidade.
Não desviar de linha o carro elétrico e deixar morrer cinco pessoas.
Segundo o utilitarismo:
Há normas morais que não admitem exceções.
A correção ou incorreção moral de um ato é, em geral, relativa à situação ou às circunstâncias.
Devemos realizar as ações por dever.
Devemos realizar as ações que promovam o maior bem para o maior número de pessoas nossas amigas.
Segundo o utilitarismo de Mill roubar:
É um ato que nunca está de acordo com o princípio de utilidade.
É a infração de um dever absoluto.
É um ato errado em si mesmo.
É um ato que em alguns casos pode ser justificado.
Segundo Mill, o que interessa não é apenas quantidade de prazer, mas a sua qualidade. Esta afirmação é:
Falsa porque como o prazer é o único critério de avaliação moral de uma ação não podemos hierarquizar os prazeres a não ser do ponto de vista da quantidade.
Verdadeira porque se fosse apenas a quantidade, a felicidade do ser humano não iria diferir da felicidade de um gato.
Falsa porque não há diferença de natureza entre os prazeres.
Verdadeira porque o que importa é a felicidade geral.
