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Kant e a ética do dever

Total questions: 20

Worksheet time: 40mins

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1.

A Éticas deontológicas priorizam somente o bem.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

2.

Ética que prioriza o dever, a obrigação.

a)

Ética de virtudes

b)

Ética deontológica

c)

Ética teleológica

d)

Ética cristã

3.

Kant defende que a ação moral é determinada...

a)

...pelo bem-estar e pela felicidade.

b)

...pela razão e pelo dever.

c)

...pelo exemplo e pelo sentimento.

d)

...pela inclinação e pela boa vontade.

4.

No contexto da ética deontológica de Kant:

a)

É condição suficiente da ação moral o cumprimento do dever.

b)

É condição necessária da ação moral o cumprimento do dever.

c)

Ambas as respostas anteriores.

d)

Nenhuma das respostas anteriores.

5.

Kant defende que o valor moral de uma ação reside:

a)

nas suas consequências

b)

na intenção

c)

na felicidade que proporciona

d)

no bem comum

6.

Para Kant mentir constitui uma ação imoral. Esta afirmação é:

a)

verdadeira, porque aquele que mente não age por puro respeito ao dever.

b)

falsa, porque pode haver bons motivos para se mentir.

c)

verdadeira, porque aquele que mente age contra a norma moral instituída.

d)

falsa, porque pode haver necessidade de agir contra o dever.

7.

"Segundo o imperativo categórico, mentir é uma ação que se destrói a si mesma". Esta afirmação é:

a)

verdadeira, porque se essa ação se tornasse universal, deixaria de fazer sentido falar verdade.

b)

falsa, porque a ação é imoral independentemente do imperativo categórico.

c)

verdadeira, porque se todos mentissem seriam incorretos.

d)

falsa, porque mentir não é uma ação imoral, logo não se lhe deve aplicar o imperativo categórico.

8.

Dar esmola a um pobre por compaixão corresponde, segundo Kant, a uma ação:

a)

contrária ao dever.

b)

conforme ao dever, movida por inclinações sensíveis.

c)

conforme ao dever, movida por puro respeito pelo dever.

d)

contrária ao dever, movida por apetite reprovável.

9.

O imperativo categórico, na teoria moral de Kant, assegura simultaneamente uma obrigação e a liberdade do indivíduo. Esta afirmação é:

a)

Falsa; a obrigação e a liberdade são dois conceitos incompatíveis - o ser humano ou age livremente ou por obrigação.

b)

Verdadeira; o imperativo categórico permite ao indivíduo aceder livremente às imposições morais externas.

c)

Falsa; Kant considera que na base do imperativo categórico está a obrigação.

d)

Verdadeira; o imperativo categórico impõe uma ordem, mas cabe ao indivíduo aceitá-la ou não.

10.

Para Kant, agir por dever consiste em:

a)

agir em conformidade com o dever.

b)

seguir princípios morais corretos.

c)

seguir princípios morais corretos por interesse próprio.

d)

seguir e ser motivado por princípios morais corretos.

11.

Segundo Kant, uma máxima moralmente correta é uma máxima que:

a)

pode ser universalizada.

b)

promove as melhores consequências.

c)

prioriza a felicidade geral.

d)

pode ser desejada.

12.

O imperativo categórico de Kant...

a)

procura levar a maior felicidade, ao maior número de pessoas

b)

pode ser seguido por todas as pessoas que sigam a emoção.

c)

leva-nos a agir de acordo com máximas que podemos querer que todas as pessoas adotem.

d)

é uma lei moral subjetiva, pois pode ser encontrada dentro de nós.

13.

A ética kantiana

a)

é uma teoria consequencialista, pois defende que as consequências são o único fator relevante para determinar o estatuto moral dos atos.

b)

é uma teoria consequencialista, embora defenda que as consequências não são o único fator relevante para determinar o estatuto moral dos atos.

c)

é uma teoria deontológica, pois defende que as consequências não são o único fator relevante para determinar o estatuto moral dos atos.

d)

é uma teoria deontológica, embora defenda que as consequências são o único fator relevante para determinar o estatuto moral dos atos.

14.

Para Kant, quem age segundo a máxima «não coles, se não queres que o teu teste seja anulado!»,

a)

segue um imperativo categórico e, portanto, age por dever.

b)

segue um imperativo hipotético e, portanto, age por dever.

c)

segue um imperativo categórico e, portanto, age conforme o dever.

d)

segue um imperativo hipotético e, portanto, age conforme o dever.

15.

Para Kant, uma vontade é autônoma se, e somente se,

a)

é livre para agir e obter aquilo que deseja.

b)

é determinada a agir para obter aquilo que deseja.

c)

não se submete a quaisquer leis morais.

d)

age segundo leis que formula para si mesma.

16.

Imagine que para evitar roubar alguém tem de quebrar uma promessa que fez. De acordo com a ética kantiana,

a)

deve evitar roubar, pois não temos a obrigação de manter as nossas promessas.

b)

deve manter a promessa, pois não temos a obrigação de evitar roubar.

c)

deve manter a promessa, mesmo que isso implique não cumprir a obrigação de evitar roubar.

d)

faça o que fizer, vai agir erradamente.

17.

Segundo Kant, a intenção de uma ação é...

a)

o principal critério para se classificar essa ação como moralmente boa ou não.

b)

o principal critério para se determinar se a consequência da ação é moralmente boa ou má.

c)

o único critério para se classificar essa ação como moralmente boa ou não.

d)

o único critério para se determinar se a consequência da ação é moralmente boa ou não.

18.

Você se considera uma pessoa:

a)

deontológica: acredita que se deve fazer o que é certo independentemente das consequências da ação.

b)

consequencialista: antes de se tomar uma ação, deve-se pensar nas consequências dela.

c)

defensora das virtudes: o caráter das pessoas é mais importante do que o ato.

d)

religiosa: sigo os ensinamentos de Deus em relação ao que se deve ou não fazer

19.

Kant é um autor que valoriza:

a)

a ação em si mesma.

b)

as consequências da ação.

c)

o agente da ação

d)

a moral cristã

20.

Kant afirma que as ações só têm valor moral se forem praticadas...

a)

conforme o dever.

b)

por dever.

c)

para o bem da maioria das pessoas.

d)

seguindo os mandamentos divinos.