WorksheetsAvaliação de Sondagem [Março]
Total questions: 15
Worksheet time: 1hrs 1mins
(EF09MA02/Primeira série) Como se lê este número?
"7,128"
sete vírgula cento e vinte e oito
sete partes, cento e vinte e oito avos
sete inteiros e cento e vinte e oito milésimos (ou sete virgula cento e vinte e oito).
sete mil cento e vinte e oito
(EF09MA02/Primeira Série) Qual é a parte inteira do seguinte número decimal?
12,672
0,672
18
12,672
12
(EF09MA04/Primeira Série) Qual dos seguintes números é o menor?
2 X 103
3 x 103
7 X 102
8,05 X 102
(EF09MA04/Primeira Série)
O número 0,000 000 026 escrito em notação científica é:
2,6X10-10
2,6X10-7
2,6X10-9
2,6X10-8
(EF09MA04/Primeira Série) A notação científica tem sempre uma potência de base
6
5
100
10
(EF09MA04/Primeira Série)
O número 0,000357 pode ser escrito de várias formas, mas apenas uma está na forma de notação científica. Qual?
357 X 10 -6
35,7 X 10 -5
0,357 X 10 -3
3,57 X 10 -4
(EF09MA04/Primeira Série)
O museu do Louvre é dos mais visitados do mundo.
No ano 2001, recebeu a visita de 5093280 pessoas. Qual é de entre as expressões seguintes, a que está em notação científica e é a melhor aproximação ao número de visitantes do Museu do Louvre, em 2001?
5,0 X 106
51 X 105
5,1 X 106
509 X 104
(EF69LP56/Variação Linguística)
Óia eu aqui de novo xaxando
Óia eu aqui de novo para xaxar
Vou mostrar pr’esses cabras
Que eu ainda dou no couro
Isso é um desaforo
Que eu não posso levar
Que eu aqui de novo cantando
Que eu aqui de novo xaxando
Óia eu aqui de novo mostrando
Como se deve xaxar
Vem cá morena linda
Vestida de chita
Você é a mais bonita
Desse meu lugar
Vai, chama Maria, chama Luzia
Vai, chama Zabé, chama Raque
Diz que eu tou aqui com alegria
BARROS, A. Óia eu aqui de novo.
Disponível em: www.luizluagonzaga.mus.br. Acesso em: 15 fevereiro 2023 (fragmento).
A letra da canção de Antônio de Barros manifesta aspectos do repertório linguístico e cultural do Brasil.
O verso que singulariza uma forma característica do falar popular regional é:
“Isso é um desaforo”.
“Diz que eu tou aqui com alegria”.
“Vou mostrar pr’esses cabras”.
“Vai, chama Maria, chama Luzia”.
“Vem cá morena linda, vestida de chita”.
(EF69LP56)
O internetês na escola
O internetês – expressão grafolinguística criada na internet pelos adolescentes na última década – foi,
durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que
as abreviações fonéticas (onde “casa” vira ksa; e “aqui” vira aki) comprometessem o uso da norma culta
do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido intemetês não passa
de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores se
preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos
é insignificante. Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu hábitat natural. Aliás, aí está a
questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos
escrever de “qualquer jeito”. Mas, e para um adolescente que fica várias horas “teclando” que nem louco
nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a “chavinha” no cérebro do internetês para o português
culto? “Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta,
como jornais ou obras literárias. Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do
internetês” – explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial
da USP.
RAMPAZZO, F. Disponível em: www.revistalingua.com.br. Acesso em: 01 mar. 2023 (adaptado).
Segundo o texto, a interação virtual favoreceu o surgimento da modalidade linguística conhecida como
internetês. Quanto à influência do internetês no uso da forma culta da língua, infere-se que:
a ocorrência de termos do internetês em situações formais de escrita aponta a necessidade de a língua
ser vista como herança cultural que merece ser bem cuidada.
a dificuldade dos adolescentes para produzirem textos mais complexos é evidente, sendo consequência
da expansão do uso indiscriminado da internet por esse público.
a carência de vocabulário culto na fala de jovens tem sido um alerta quanto ao uso massivo da internet,
principalmente no que concerne a mensagens instantâneas.
a criação de neologismos no campo cibernético é inevitável e restringe a capacidade de compreensão
dos internautas quando precisam lidar com leitura de textos formais.
a alternância de variante linguística é uma habilidade dos usuários da língua e é acionada pelos jovens
de acordo com suas necessidades discursivas.
(EF69LP56)
Prezada senhorita,
Tenho a honra de comunicar a V. S. que resolvi, de acordo com o que foi conversado com seu ilustre
progenitor, o tabelião juramentado Francisco Guedes, estabelecido à Rua da Praia, número 632, dar por
encerrados nossos entendimentos de noivado. Como passei a ser o contabilista-chefe dos Armazéns
Penalva, conceituada firma desta praça, não me restará, em face dos novos e pesados encargos, tempo
útil para os deveres conjugais.
Outrossim, participo que vou continuar trabalhando no varejo da mancebia, como vinha fazendo desde que
me formei em contabilidade em 17 de maio de 1932, em solenidade presidida pelo Exmo. Sr. Presidente
do Estado e outras autoridades civis e militares, bem assim como representantes da Associação dos
Varejistas e da Sociedade Cultural e Recreativa José de Alencar.
Sem mais, creia-me de V. S. patrício e admirador,
Sabugosa de Castro
CARVALHO, J. C. Amor de contabilista. In: Porque Lulu Bergatim não atravessou o Rubicon. Rio de
Janeiro: José Olympio, 1971.
A exploração da variação linguística é um elemento que pode provocar situações cômicas. Nesse texto, o
tom de humor decorre da incompatibilidade entre
o objetivo de informar e a escolha do gênero textual.
a linguagem empregada e os papéis sociais dos interlocutores.
o emprego de expressões antigas e a temática desenvolvida no texto.
as formas de tratamento utilizadas e as exigências estruturais da carta.
o rigor quanto aos aspectos formais do texto e a profissão do remetente.
(EF69LP56)
O cordelista por ele mesmo
Aos doze anos eu era
forte, esperto e nutrido.
Vinha do Sítio de Piroca
muito alegre e divertido
vender cestos e balaios
que eu mesmo havia tecido.
Passava o dia na feira
e à tarde regressava
levando umas panelas
que minha mãe comprava
e bebendo água salgada
nas cacimbas onde passava.
BORGES, J. F. Dicionário dos sonhos e outras histórias de cordel. Porto Alegre: LP&M, 2003
(fragmento).
Literatura de cordel é uma criação popular em verso, cuja linguagem privilegia, tematicamente,
histórias de cunho regional, lendas, fatos ocorridos para firmar certas crenças e ações
destacadas nas sociedades locais. A respeito do uso das formas variantes da linguagem no
Brasil, o verso do fragmento que permite reconhecer uma região brasileira é
“muito alegre e divertido”.
“Passava o dia na feira”.
“levando umas panelas”
“que minha mãe comprava”
“nas cacimbas onde passava”.
(EF69LP56)
Um menino aprende a ler
Minha mãe sentava-se a coser e retinha-me de livro na mão, ao lado dela, ao pé da máquina de
costura. O livro tinha numa página a figura de um bicho carcunda ao lado da qual, em letras
graúdas, destacava-se esta palavra: ESTÔMAGO. Depois de soletrar “es-to-ma-go”, pronunciei
“estomágo”. Eu havia pronunciado bem as duas primeiras palavras que li, camelo e dromedário.
Mas estômago, pronunciei estomágo. Minha mãe, bonita como só pode ser mãe jovem para filho
pequeno, o rosto alvíssimo, os cabelos enrolados no pescoço, parou a costura e me fitou de
fazer medo: “Gilberto!”. Estremeci. “Estomágo? Leia de novo, soletre”. Soletrei, repeti:
“Estomágo”. Foi o diabo.
Jamais tinha ouvido, ao que me lembrasse então, a palavra estômago. A cozinheira, o estribeira,
os criados, Bernarda, diziam “estambo”. “Estou com uma dor na boca do estambo...”, “Meu
estambo está tinindo...”. Meus pais teriam pronunciado direito na minha presença, mas eu não
me lembrava. E criança, como o povo, sempre que pode repele proparoxítono.
AMADO, G. História da minha infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1958.
No trecho, em que o narrador relembra um episódio de sua infância, revela-se a possibilidade de
a língua se realizar de formas diferentes. Com base no texto, a passagem em que se constata
uma marca de variedade linguística pouco prestigiada é:
“O livro tinha numa página a figura de um bicho carcunda ao lado da qual, em letras graúdas,
destacava-se esta palavra: ESTÔMAGO”.
“'Gilberto!’. Estremeci. 'Estomágo? Leia de novo, soletre’. Soletrei, repeti: 'Estomágo’”.
“Eu havia pronunciado bem as duas primeiras palavras que li, camelo e dromedário”.
“Jamais tinha ouvido, ao que me lembrasse então, a palavra estômago”.
“A cozinheira, o estribeira, os criados, Bernarda, diziam 'estambo’”.
(EM13LP07)
A charge revela uma crítica aos meios de comunicação, em especial à internet, porque
questiona a integração das pessoas nas redes virtuais de relacionamento.
considera as relações sociais como menos importantes que as virtuais.
enaltece a pretensão do homem de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
descreve com precisão as sociedades humanas no mundo globalizado.
concebe a rede de computadores como o espaço mais eficaz para a construção de relações
sociais.
(EM13LP07)
“Conte o conto sem aumentar um ponto”
Em razão da grande repercussão do concurso de Micro contos do Twitter da ABL, o Abletras, a
Academia Brasileira de Letras lançou no dia do seu aniversário de 113 anos um novo concurso
cultural intitulado “Conte o conto sem aumentar um ponto”, baseado na obra A cartomante, de
Machado de Assis.
“Conte o conto sem aumentar um ponto” tem como objetivo dar um final distinto do original ao
conto A cartomante, de Machado de Assis, utilizando-se o mesmo número de caracteres – ou
inferior – que Machado concluiu seu trabalho, ou seja, 1 778 caracteres.
Vale ressaltar que, para participar do concurso, o concorrente deverá ser seguidor do Twitter
da ABL, o Abletras.
Disponível em: www.academia.org.br. Acesso em: 18 fev. 2023 (adaptado)
O Twitter é reconhecido por promover o compartilhamento de textos. Nessa notícia, essa rede
social foi utilizada como
veículo/suporte para um concurso literário por causa do
interesse pela participação de jovens.
atualidade do enredo proposto.
limite predeterminado de extensão do texto.
dinâmica da sequência narrativa.
fidelidade a fatos cotidianos.
(EM13LP07)
Essa imagem ilustra a reação dos celíacos (pessoas sensíveis ao glúten) ao ler rótulos de
alimentos sem glúten. Essas reações indicam que, em geral, os rótulos desses produtos
trazem informações explícitas sobre a presença do glúten.
oferecem várias opções de sabor para esses consumidores.
classificam o produto como adequado para o consumidor celíaco.
influenciam o consumo de alimentos especiais para esses consumidores.
variam na forma de apresentação de informações relevantes para esse público.
