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Worksheetslusíadas_1
Total questions: 32
Worksheet time: 16mins
Quem é o autor da obra "Os Lusíadas"?
Gil Vicente
Eça de Queiroz
Luís de Camões
Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas é
um romance
uma sátira
uma epopeia
não sei
A narração começa...
in medias res.
em Belém.
com uma grande tempestade.
com Vasco da Gama em Melinde.
Onde se encontravam as naus portuguesas quando foi convocado o consílio dos deuses do Olimpo?
Em Belém.
Em Melinde.
No meio do oceano.
(Canto I, est. 24-29) O objetivo do Consílio dos Deuses é...
discutir os fados dos castelhanos e mouros.
determinar o que seria conquistado por cada povo.
decidir o futuro dos portugueses.
ver quem gostava dos portugueses.
(Canto I, est. 20) Os deuses são convocados para um consílio por ordem de...
Proteu
Vénus
Júpiter
Baco
O Consílio dos Deuses decorre no...
mar.
Olimpo.
Orfeu.
Plano da Viagem.
No Consílio dos Deuses, os diferentes deuses estão sentados...
aleatoriamente.
hierarquicamente.
desordenadamente.
pela ordem de chegada.
Júpiter, na sua intervenção, elogia os portugueses.
Não
Sim
Júpiter, no seu discurso, lembra glórias do passado e...
vaticina grandes feitos aos portugueses.
anuncia a derrocada dos sonhos portugueses.
prevê grandes catástrofes na viagem até à Índia.
No final do seu discurso, o pai dos deuses determina...
que os deuses não permitam que os nautas cheguem ao destino.
que os portugueses recebam ajuda para alcançar a Índia.
que os portugueses sejam forçados a regressar à pátria.
que Vénus seja adjuvante e Baco oponente.
(Canto I, est. 30-32) Baco defende que os portugueses devem ser...
impedidos de chegar à Índia.
ajudados para chegar à Índia rapidamente.
adorados nas regiões que descobrirem.
esquecidos no oriente.
Baco não quer que os portugueses cheguem à Índia porque
não reconhece autoridade a Júpiter.
não quer que celebrem Vénus.
não reconhece valor aos portugueses.
tem medo de ser esquecido no Oriente.
(Canto I, est. 33-34) Vénus, a deusa do amor, defende os portugueses, porque...
estão constantemente apaixonados.
os acha parecidos com o povo romano.
é adorada por eles.
quer contrariar Baco.
(Canto I, est. 36-40) Marte, deus da guerra, defende que...
Baco faça frente aos portugueses, dificultando-lhes a chegada à Índia.
a posição de Baco se deve à inveja e ao medo de deixar de ser adorado na Índia.
os portugueses deviam iniciar confrontos em todos os locais a que chegassem.
Vénus é sua amada e, por isso, vai colocar-se ao seu lado.
No seu discurso, o deus da guerra lembra a Júpiter...
que deve voltar atrás da decisão tomada.
que não deve voltar atrás da decisão tomada.
que não deve interferir.
que é bom pensar bem antes de decidir.
No Consílio dos Deuses, Marte coloca-se ao lado de Vénus porque...
o amor antigo o obrigava e os portugueses o mereciam.
odiava o amor antigo e os portugueses o mereciam.
o amor era mais forte que as façanhas dos portugueses.
adorava o espírito guerreiro dos portugueses, mas não gostava de Vénus
O Consílio dos Deuses pertence ao...
Plano da Viagem
Plano da Mitologia
Plano da História de Portugal
Plano do Poeta
Seleciona a opção que melhor sintetiza o valor deste episódio na obra.
Este episódio pode ser considerado uma metáfora das dificuldades enfrentadas e superadas pelos Portugueses durante os Descobrimentos.
Este episódio tem a função de simples adorno poético e serve apenas de pretexto para cumprir uma das regras da epopeia.
Este episódio reflete a admiração que todos os deuses têm pelos Portugueses pelas suas qualidades como navegadores.
Segundo o narrador, quem é apresentado como o culpado da morte de Inês de Castro?
O Rei Afonso IV
D. Pedro
O "puro" mas "fero" Amor
O comportamento indecoroso de Inês de Castro
Os versos "Nos saudosos campos do Mondego/De teus fermosos olhos nunca enxuito" revelam:
que Inês de Castro chora de felicidade.
que no Mondego corre muita água.
que Inês chora de saudade de D. Pedro.
que Inês chora porque sabe que vai morrer.
A quem se refere este verso: "Tirar Inês ao mundo determina" ?
Ao povo
Ao príncipe D. Pedro
A D. Afonso IV
Aos "horríficos algozes"
Ao ver chegar Inês, o Rei...
decidem imediatamente matá-la.
fica comovido e com piedade.
recusa-se ouvir os seus argumentos.
manda chamar os netos.
Como argumentos de defesa, Inês refere:
que o Rei será fraco se ouvir a voz do povo.
que não é humano matar uma donzela cujo único pecado é amar.
que o Rei que fora corajoso a combater os Mouros deve ser corajoso a tomar uma decisão.
que o príncipe D. Pedro a seduziu.
Que alternativas apresenta Inês à sua morte?
Ser enviada para o desterro em locais de condições de vida muito adversas.
Ser enviada para o reino de Castela.
Ser colocada no meio de feras que certamente demonstrarão mais piedade do que os humanos.
Ser enviada para um convento,
Inês é comparada a Policena porque
ambas eram traidoras.
ambas eram inocentes.
ambas se revoltaram contra o rei Afonso IV.
a sua morte foi justa.
No final do episódio, Inês de Castro, depois de morta, é comparada:
a uma rainha.
a uma flor que todos querem apanhar.
a uma flor que foi colhida antes do tempo e perdeu o seu cheiro e cor.
à "linda moça Policena"
Em que plano se insere o episódio de "Inês de Castro"?
História de Portugal
Viagem
Mitológico
Reflexões do poeta.
O que motivou a decisão do rei de ordenar a morte de Inês de Castro?
O pecado cometido pelos amantes, que tiveram filhos fora do casamento.
Os comentários do povo sobre a sua relação com D.Pedro e a recusa deste em casar-se.
A pressão dos nobres, que exigiam que o crime cometido por Inês fosse punido.
O facto de Pedro e Inês serem de classes sociais muito diferentes.
Assinala com V (verdadeira) ou F (falsa) as seguintes afirmações:
a) O narrador deste episódio é Vasco da Gama que conta a história de Inês de Castro ao rei de Melinde.
b) O narrador deste episódio é Paulo da Gama, mas é evidente a presença de Luís de Camões.
c) A história de Inês é contada após a vitória obtida pelos cristãos na Batalha de Aljubarrota.
d) Este episódio surge na sequência da descrição de uma batalha - a do Salado, mas ocorre alguns anos depois.
