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WorksheetsKant - fundamentação da moral
Total questions: 20
Worksheet time: 3hrs 55mins
O problema da fundamentação da moral pode formular-se do seguinte modo:
Como distinguir uma ação moralmente correta de uma ação moralmente incorreta?
O aborto é legal?
Que critério ético devemos usar para justificar ou fundamentar que a ação A é correta e a B é incorreta
Qual é a pena que se atribui, a uma pessoa, por maltratar animais em Portugal?
As teorias de Kant e de Stuart Mill que respondem ao problema da fundamentação da moral são:
São ambas objetivistas pois consideram que o critério da moralidade é imparcial e racional
São ambas subjetivas pois estes filósofos têm respostas diferentes relativamente ao problema.
São ambos objetivistas porque defendem o mesmo critério para distinguir as boas e más ações.
São ambas objetivistas porque defendem uma resposta racional e não apelando a sentimentos pessoais ou tradições.
Como Pessoa, Kant era conhecido por
Ser um professor muito elogiado pelos seus alunos
Pela regularidade dos seus hábitos e horários
Por ser um filósofo alemão, embora a cidade em que nasceu Konigsberg pertença agora à Rússia.
Por ser uma pessoa sociável e afável
A ética de Kant é deontológica, porque é uma ética do
(a)
Para Kant os deveres morais
São relativos, é mais importante ter em conta as consequências para avaliar se a ação é correta
São absolutos, devemos realiza-los sempre e incondicionalmente, sejam quais forem as circunstâncias ou as consequências
Os deveres morais aplicam-se a qualquer ser racional humanos ou não humanos
Quando eu posso ficar prejudicado (a), então posso não cumprir com o meu dever.
Para Kant a moralidade é um assunto:
Racional
Emocional
Religioso
Cultural
Assinala as afirmações que estão corretas de acordo com a teoria ética de Kant:
Para justificar o carater absoluto e incondicional dos deveres morais recorremos à razão.
A razão, na sua função prática, deve orientar a vontade todos os seres racionais
Os sentimentos (inclinações), as convenções sociais, a religião ou qualquer fator exterior à razão, não tem valor moral
Apenas a vontade, orientada pela razão, é autónoma e pode ser considerada uma boa vontade.
A razão prática para orientar a vontade e dizer o que devemos ou não fazer formula um(a)
Imperativo Categórico
Imperativo hipotético
Lei moral
A avaliação das consequências das nossas ações
A expressão "imperativo categórico" significa:
Princípio moral fundamental em que se baseiam os princípios morais específicos
Uma lei moral que nos surge como uma ordem ou mandamento imperioso que se aplica incondicionalmente
Que se deve aplicar em todas as situações possíveis e que diz respeito a todos os seres racionais
É o princípio supremo da moralidade embora possa ser formulado de várias maneiras
Na linguagem Kantiana uma máxima é
O imperativo categórico
A regra subjacente a uma ação
O princípio segundo o qual o agente realiza a ação.
Uma ação
O José é rico e a Maria pediu-lhe ajuda. O José recusou obedecendo à seguinte máxima: "Não prejudico ninguém, mas também não ajudo." Para avaliar se a ação do José é uma ação moralmente boa, devo:
Verificar se, naquele caso, a Maria precisa de ajuda porque não trabalha o suficiente.
Avaliar se a máxima pode ser universalizada, ou seja, ser uma boa máxima em todas as situações e circunstâncias.
Considerar se o José ganhou o seu dinheiro justamente.
Temos que decidir tendo em conta quanto é que a Maria precisa e quantas vezes é que já foi ajudada.
Miguel é um aluno que todos os professores dizem que é inteligente, mas não trabalha o suficiente. Miguel acha que "basta estudar o suficiente para passar" Poderia esta máxima sustentar uma ação moralmente boa? (por dever)
Sim, porque o Miguel vai passar de ano.
Não, porque o Miguel ao estudar para "os mínimos" pode ter azar e não passar
Não, porque não poderíamos querer que esta máxima se tornar-se universal, se isso acontecesse, todos aqueles que se podiam distinguir, seriam apenas medianos por não terem trabalhado o suficiente.
Sim, porque nem todos podem ser cientistas ou artistas, estas são exemplos de profissões que exigem talento e trabalho para atingir a excelência.
Para Kant uma pessoa é
O mesmo que uma coisa, pode ser usado como um simples meio.
Um ser dotado de dignidade e não de preço (as coisas têm preço, por isso podem ser vendidas e trocadas)
Um ser com valor intrínseco, único e insubstituível
Um ser a que é devido respeito pela sua autonomia e por isso sempre tratadas como um fim em si mesmo e não instrumentalizadas.
"Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como um fim e nunca simplesmente como um meio" É a formula do imperativo categórico que ficou conhecida como: a fórmula da:
(a)
O critério que distingue uma boa de uma má ação é a intenção, por isso apenas a boa vontade é intrínseca e ilimitadamente boa.
Verdadeiro
Falso
Ter uma boa vontade é querer cumprir com o nosso dever. Por isso, a vontade só é boa se for autónoma, liberta de inclinações, emoções, interesses ou da avaliação das consequências da ação.
Verdadeiro
Falso
Ações erradas e que não devemos fazer, aquelas que não passam no teste do imperativo categórico porque a sua máxima não é universalizável e não respeitam as pessoas envolvidas como fins em si mesmas são:
(a)
São ações em que se realiza aquilo que é correto fazer, mas não se faz pelo motivo moralmente certo.
Estas ações são contrárias ao dever: ilegais e imorais
Estas ações podem ser realizadas com intensão egoísta
Estas ações são por dever
Estas ações podem ser motivadas por sentimentos positivos como compaixão, simpatia ou amor.
Porque é que segundo Kant, matar, roubar ou mentir é sempre incorreto?
Porque se queres ser respeitado não podes praticar nenhuma destas ações.
Porque se és religioso não podes praticar estas ações
Porque as máximas que presidem a estas ações não podem ser universalizáveis e a sua realização obriga a considerar algumas pessoas como meios.
Porque uma pessoa honrada não pode praticar estas ações e se as praticas deixas de ser uma pessoa honrada.
Segundo Kant os imperativos hipotéticos não promovem a autonomia, mas a heteronomia da vontade porque:
Porque um imperativo hipotético é uma regra que nos diz que devemos realizar determinada ação porque é uma obrigação, ou um dever incondicional e absoluto.
Porque a vontade fica sujeita a outros fins que não são a vontade de cumprir o dever, simplesmente porque é o seu dever. Deixa de ser uma boa vontade
