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Worksheets4.3. Desequilíbrios regionais
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
Crescimento económico é um conceito essencialmente
quantitativo que se traduz num aumento da quantidade de bens e serviços de uma determinada sociedade.
qualitativo que se exprime ao nível do bem-estar de toda a população e na consequente qualidade de vida.
quantitativo que se exprime ao nível do bem-estar de toda a população e na consequente qualidade de vida.
qualitativo que se traduz num aumento da quantidade de bens e serviços de uma determinada sociedade.
Identifique o conceito que enfatiza a preservação do ambiente e da utilização racional dos recursos naturais, mas também a importância de assegurar as condições políticas, económicas e socioculturais, para que as próximas gerações usufruam de uma vida longa e digna e possam exercer, em liberdade, os seus direitos e escolhas.
Crescimento económico
Desenvolvimento sustentável
Desenvolvimento humano
Desenvolvimento humano sustentável
O IDH é um indicador que mede as realizações do desenvolvimento humano, incidindo em três áreas, a saber:
saúde, alimentação e conhecimento.
longevidade, alimentação e nível habitacional.
conhecimento, longevidade e nível de vida digno.
nível de vida digno, longevidade e literacia.
Constituem exemplos de indicadores simples económicos
o consumo de jornais por habitante e o índice sintético de fecundidade.
a taxa de desflorestação e o Produto Interno Bruto por habitante.
o Rendimento Nacional Bruto por habitante e a taxa de inflação.
a taxa de desemprego e as emissões de dióxido de carbono.
A taxa de mortalidade infantil (TMI) constitui um indicador de desenvolvimento socioeconómico de uma região ou de um país. Esta afirmação é
verdadeira, porque a TMI está diretamente relacionada com o índice de dependência de idosos.
falsa, porque a TMI está diretamente relacionada com o índice de dependência de jovens.
verdadeira, porque a TMI reflete a qualidade de vida da população.
falsa, porque a TMI reflete os cuidados médicos prestados à gestante.
O mapa relativo à densidade populacional, em Portugal, em 2021, evidencia
a concentração da população nos municípios do interior.
a concentração da população ao longo da faixa litoral, sobretudo a norte do rio Sado, e no sul do Algarve.
o despovoamento crescente do litoral algarvio.
a desconcentração da população nos municípios de Lisboa e do Porto e respetivos municípios limítrofes.
A bipolarização que caracteriza a repartição espacial da população residente em Portugal, reflete-se na
concentração populacional no litoral ocidental, a norte do rio Sado, e litoral algarvio.
capacidade de atração demográfica exercida pela generalidade das capitais de distrito do interior.
concentração populacional na cidades de Lisboa e respetiva Área Metropolitana.
elevada concentração populacional observada nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto.
Em Portugal continental, o processo de litoralização
tem promovido o desenvolvimento das regiões do interior, ajudando a "escoar" a mão de obra excedentária nas mesmas.
é recente, tendo sido detetado nos dois últimos períodos intercensitários.
tem promovido a coesão territorial, contribuindo para mitigar as assimetrias regionais.
reflete-se, sobretudo, na diminuição da qualidade de vida da população residente na faixa litoral.
O despovoamento demográfico do interior do território nacional
tem fomentado a perda de dinamismo económico dessas regiões.
é relativamente recente e tende a perder expressividade.
viu a sua importância reduzida devido aos recentes movimentos imigratórios.
tem melhorado a qualidade de vida da população residente nessas regiões.
Em Portugal, os desequilíbrios regionais evidentes na distribuição da população residente, podem ser minorados
abandonando os projetos de investimento em novas infraestruturas e vias de comunicação de ligação entre o litoral e o interior.
implantando uma rede de escolas nas cidades de maior dimensão do país, destinada a qualificar população para o sector terciário.
potenciando o desenvolvimento das cidades de média dimensão localizadas nas regiões do interior.
promovendo condições que permitam à população residente no litoral melhorar a sua qualidade de vida.
Tendo em vista a promoção da coesão territorial, no ordenamento do território devem ser adotadas medidas que passam pela
desqualificação da mão de obra e desenvolvimento de atividades económicas geradoras de emprego.
qualificação da mão de obra e abolição de serviços essenciais de apoio à população das regiões do interior.
melhoria intraurbana da rede rodoviária e concessão de benefícios às empresas que se instalem nas regiões do litoral.
melhoria das acessibilidades entre o litoral e o interior e desenvolvimento de atividades económicas geradoras de emprego nas regiões do interior.
A estrutura etária da população portuguesa, referente ao ano 2022, evidencia um processo de duplo envelhecimento pelo
alargamento do topo e estreitamento da base.
alargamento do topo e da base.
estreitamento da base e do topo.
estreitamento do topo e alargamento da base.
No grupo etário dos jovens
todas as classes etárias são ocas.
apenas a classe etária dos 5-9 anos é oca.
nenhuma classe etária é oca.
a classe etária dos 10-14 anos indica um aumento da natalidade.
A tendência de alargamento da estrutura etária resulta
da diminuição da emigração.
do declínio da fecundidade.
da redução da taxa bruta de mortalidade.
do aumento da esperança de vida.
O índice de envelhecimento é a relação, expressa em
percentagem, entre o grupo etário dos idosos e o grupo etário dos jovens.
permilagem, entre o grupo etário dos jovens e o grupo etário dos idosos.
percentagem, entre o grupo etário dos idosos e o grupo etário dos adultos e dos jovens.
permilagem, entre o grupo etário dos idosos e a população média.
Nas últimas 40 décadas, a redução do índice sintético de fecundidade é explicada por diversos fatores, como
a generalização do planeamento familiar e o aumento da taxa de atividade feminina.
a dificuldade de acesso a habitação digna e a reduzida utilização de métodos contracetivos.
a diminuição da taxa de atividade feminina e das despesas com a educação e qualificação da população.
o aumento das despesas com a educação da população e a diminuição do nível de instrução feminino.
A localização de centros comerciais nas periferias urbanas explica-se, entre outras razões,
pelo preço mais baixo do solo e pela boa rede de vias de comunicação.
pela disponibilidade de mão de obra mais qualificada e pela facilidade de estacionamento.
pela concentração de fornecedores e pela existência de terrenos para se expandirem.
pelo reduzido impacte ambiental e pela oferta de uma boa rede de transportes públicos.
As cidades devem assumir-se como polos de dinamização das áreas rurais envolventes através, por exemplo, da
integração da mão de obra agrícola nas atividades terciárias e da valorização ambiental das áreas rurais.
valorização dos recursos exógenos e da desconcentração dos serviços administrativos.
construção de edifícios de arquitetura tradicional e do êxodo da população agrícola.
divulgação de produtos regionais e da fixação de serviços de apoio às atividades rurais.
A densidade da rede rodoviária no interior do país é, simultaneamente, causa e consequência da
existência de cidades dinâmicas e geradoras de emprego nas áreas envolventes.
concentração de atividades turísticas e da elevada densidade populacional.
fragilidade económica e fraca densidade populacional dessa região.
grande dinâmica das trocas comerciais e do turismo nas regiões fronteiriças.
A implantação de indústrias agroalimentares na região agrária do Ribatejo e Oeste contribuirá para o crescimento sustentado das suas áreas rurais se apostar na
formação escolar dos adultos, na utilização de mão de obra barata e no incentivo ao êxodo rural.
importação de matérias-primas, na atração de mão de obra qualificada e na melhoria das acessibilidades.
utilização de recursos endógenos, na qualificação profissional dos trabalhadores locais e na divulgação de produtos tradicionais.
divulgação de novas produções agrícolas, na intensificação do uso de fertilizantes químicos e no recurso a novas tecnologias.
