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WorksheetsRené Descartes
Total questions: 21
Worksheet time: 36mins
Descartes foi filósofo (1596-1650) e estudou também Matemática, Geometria, Álgebra e criou o plano cartesiano.
Falso
Verdadeiro
Descartes (1596-1650) foi considerado o pai:
da ciência moderna
da ética moderna
da filosofia moderna
da estética moderna
Descartes apresenta uma teoria do conhecimento fundada:
na experiência
na razão
no senso comum
Racionalismo pode ser entendido como a corrente que privilegia a capacidade racional dos indivíduos diante do conhecimento.
Certo
Errado
Descartes pretendia
criar um app
criar um método
confundir os leigos
provar que os sonhos são reais
Para poder começar com rigor o seu projeto filosófico, Descartes precisa:
considerar válidas todas as ideias provenientes do senso comum.
demolir as ideias anteriores e recomeçar desde os fundamentos
aproveitar todos os dados vindos da experiência
fundar a ciência nas opiniões livres
Qual é o propósito inicial de Descartes ao iniciar sua busca por um método seguro?
Encontrar a verdade indubitável.
Demonstrar a supremacia da fé sobre a razão.
Desacreditar a matemática universal.
Investigar a natureza humana.
Encontrar o Santo Graal.
A dúvida metódica é ________:
Cética, pois Descartes estabelece a desconfiança como método.
Universal, pois não há nada de indubitável que resista à dúvida.
Hiperbólica, pois Descartes conclui que existe um génio maligno.
Provisória, pois Descartes parte da dúvida, mas não permanece nela.
Para Descartes, os sentidos são uma fonte confiável de justificação. Esta afirmação é:
Verdadeira, pois a razão poderá, por si só justificar crenças.
Falsa, pois as crenças fundadas nos sentidos não são confiáveis.
Verdadeira, pois os sentidos enganam-nos algumas vezes.
Falsa, pois enganam-nos sempre em todos os casos.
No processo da dúvida metódica, Descartes utiliza o argumento do sonho para duvidar de tudo o que até aí havia entrado na sua mente. A frase está:
errada, porque o argumento do sonho apenas permite duvidar da informação obtida com base nos sentidos.
correta, porque Descartes pensa que todos os pensamentos que nos ocorrem no estado de vigília podem, também, ocorrer-nos no sonho.
No argumento do gênio maligno Descartes supôs a existência
de um ser muito poderoso e cheio de estratégias para fazer com que qualquer pessoa se iluda e se engane a respeito de tudo.
um ser capaz de realizar até três desejos
um ser todo poderoso, bom e justo que se engana ao castigar o homem.
do mal como o maior poder do Deus benevolente.
Com a a hipótese da dúvida generalizada que um ser muito poderoso nos engana, nos damos conta de que, por mais que duvidemos de tudo, é certo que duvidamos. E, como duvidar é um modo de pensar, é absolutamente certo que pensamos. Finalmente, como pensar é um ato, é preciso que haja um sujeito desse ato: o sujeito que pensa, existe.
quando o sujeito pensa, ele duvida do pensamento, por isso, ao duvidar, cria a primeira certeza de que a própria existência é uma ilusão.
quando o sujeito pensa (dúvida), ele necessariamente sabe que pensa; e, ao saber que pensa, se dá conta de que é ele que pensa, e não outro ser.
Descartes só interrompe a cadeia de dúvidas diante do seu próprio ser que dúvida até alcançar sua primeira intuição: "Cogito, Ergo Sum", o qual significa em Latim:
O método da dúvida sistemática
O círculo da dúvida
Eu penso, logo, existo.
As três fases
Qual é o significado do Cogito?
Ele compreende que mesmo que haja um génio maligno cujo objetivo seja enganá-lo, Descartes é capaz de formular este pensamento, e como tal, formula pensamentos, então é porque existe.
Permite-lhe concluir que nunca saberá nada com certeza absoluta.
Ele descobre que nunca conseguirá ultrapassar o argumento do génio maligno.
Qual o sentido da famosa frase de Descartes: “penso, logo existo”?
Trata-se de uma confissão do filósofo de que desconheceria sua própria identidade.
O resultado da busca do filósofo por algo absolutamente certo e seguro, capaz de servir de fundamento para o conhecimento científico.
Trata-se da conclusão necessária de um silogismo: Tudo que pensa existe, eu penso, logo eu existo.
É o ponto de partida para o ceticismo cartesiano.
É o que decorre da concepção de Descartes do homem como animal racional.
Ao analisar a afirmação “penso, logo existo”, de René Descartes, conclui-se que
a existência da mente, do eu pensante, é uma verdade clara e distinta.
Descartes conclui que existe a partir da observação empírica do pensamento de outras pessoas.
Descartes consegue demonstrar com isso que o mundo exterior não existe, apenas o eu pensante.
Por qual ordem encontra Descartes os seus primeiros princípios claros e distintos?
O mundo existe; eu existo; Deus existe.
Deus existe; eu existo; o mundo existe.
Eu existo; o mundo existe; Deus existe.
Eu existo; Deus existe; o mundo existe.
De qual recurso metodológico Descartes faz uso para alcançar a certeza do "eu pensante" (cogito)?
Assinale a alternativa correta.
Dúvida metódica
Ceticismo absoluto
Raciocínio indutivo
Relativismo metódico
Descartes desenvolveu um método sistemático de investigação que se tornou conhecido como "método cartesiano", que é amplamente utilizado até hoje em várias áreas de pesquisa. O método cartesiano está dividido em quatro partes: evidência, análise, ordem e enumeração.
Verdadeiro
Falso
“A ciência moderna compara a natureza e o próprio homem a uma máquina, um conjunto de mecanismos cujas leis precisam ser descobertas. As explicações passam a ser baseadas em um esquema mecânico cujo modelo preferido é o relógio.”
A respeito dessa definição, pode-se afirmar que
a concepção é existencial, pertinente ao pensamento de Marx e Sartre.
se trata de uma concepção mecanicista da natureza defendida por Newton e Descartes.
se trata de uma concepção metafísica da natureza, consagrada por Platão e Aristóteles.
a definição é transcendental e foi primeiramente formulada por Kant.
O que foi a Revolução científica do século XVII?
(Marque 3 alternativas)
A mudança das condições da ciência da Idade Média para a Idade Moderna.
O aparecimento do método cartesiano e do método experimental.
O conhecimento passou a ser predominantemente teórico.
A defesa do Heliocentrismo.
