WorksheetsIntrodução Eletroquímica
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Um pente aplica uma (a) nos fragmentos de papel que são (b) para si. Essa força que age a distância é denominada (c) . (SILVA, 1999).
De acordo com Silva (1999), "a força elétrica, pode ser comparada por analogia à (a) . Essa analogia pode ser feita porque, semelhante à interação gravitacional :
A interação elétrica também ocorre (b) ; a intensidade da interação elétrica (c) à medida que as cargas sao afastadas umas das outras; a intensidade da interacao eletrica (d) à medida que as cargas se aproximam umas das outras".
Segundo Silva (1999) nosso planeta é ao mesmo tempo um grande doador e um grande receptor de elétrons. Assim, quando um corpo eletrizado está ligado à Terra através de um condutor, ocorre
a passagem de cátions do corpo para a Terra e da Terra para o corpo.
a passagem de elétrons do corpo para a Terra e da Terra para o corpo.
a passagem de nêutrons do corpo para a Terra e da Terra para o corpo.
a passagem de magnetismo do corpo para a Terra e da Terra para o corpo.
Cada próton possui uma unidade de (a) ; cada elétron, uma unidade de (b) . Essas cargas, iguais em valor absoluto, são conhecidas como (c) sendo até o presente, a menor carga elétrica encontrada na natureza. Sua intensidade é (d) .
O valor de e foi obtido por Robert Andrews Millikan.
Como a menor carga possível é a do elétron, conclui-se que a carga (q) de qualquer corpo eletrizado (e) da carga elementar (e):
q = n.e, sendo n = 1, 2, 3, etc. (Silva, 1999)
Percebeu-se, com o avançar dos estudos, que o núcleo atômico poderia possuir (a) , o que comprometeria a estabilidade do núcleo, devido as (b) entre as cargas positivas. Foi então que James Chadwick, em 1932, descobriu que existiam (c) , partículas desprovidas de (d) porém de massa semelhante a massa dos prótons, as quais denominou (e) (USBERCO & SALVADOR, 2013).
Em 1913, Moseley percebeu que o comportamento dos elementos químicos estava relacionado com a quantidade de (a) existentes no seu (b) . Assim, a carga do núcleo, ou seu número de (c) , é a grandeza que caracteriza (d) . Esse número é denominado (e) (Z).(USBERCO & SALVADOR, 2013)
Ao (a) elétrons, os átomos originam dois tipos de íons: (b) , denominados cátions e negativos, denominados (c)
Vale lembrar que o (d) do núcleo permanece inalterado. Apenas os (e) é que mudam de número.
Há dois extremos no modo pelo qual os elétrons são compartilhados por átomos.
No primeiro caso, temos a ligação de dois átomos idênticos, onde os elétrons são igualmente compartilhados como no caso do Cl2 ou O2. (BROWN, et al (2000).
No segundo caso não há, essencialmente, compartilhamento de elétrons, como no NaCl.
As ligações que os átomos fazem em cada um dos casos sao respectivamente:
Covalente, onde os elétrons são doados de um átomo para outro.
Iônica, onde os átomos compartilham elétrons.
Covalente, onde os elétrons são compartilhados.
Iônica, onde os elétrons são doados de um átomo para outro
forças de Van der Waals e Ligações de hidrogênio.
Forças elétricas e forças magnéticas.
Quando os elétrons são compartilhados por átomos de um (a) , os elétrons são igualmente compartilhados pelos átomos e temos uma (b) .
Quando elétrons são compartilhados por (c) , onde um átomo exerce grande atração sobre os elétrons do outro átomo, temos uma (d) . Se a diferença no modo com o qual esses átomos atraem os elétrons é grande o bastante, uma (e) é formada. (BROWN, 2000)
Quanto mais (a) for um átomo, mais fortemente irá atrair para si os (b) . Portanto, pode-se usar a (c) de eletronegatividade entre dois átomos para estimar (d) entre eles.`
O conceito de (a) é a base para atribuir números de oxidação aos átomos. Número de oxidação: é a (b) que um átomo teria se suas ligações fossem consideradas como sendo (c) , ou seja, ao determinar o (d) , todos os elétrons não compartilhados são contados com o átomo (e) . (BROWN, et al, 2000, p. 282)
