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TRADUTORES E INTÉRPRETES DE LIBRAS - LÍNGUA PORTUGUESA

Total questions: 20

Worksheet time: 3600secs

Name
Class
Date
1.

Em relação aos papéis do Intérprete de Língua de Sinais, no processo de interpretação quando está no meio da relação entre professor e aluno, o Intérprete:

a)

Desenvolve o papel de locutor e interlocutor, processando ativamente o discurso do locutor (professor); recebendo, processando e construindo novos discursos em outra língua, direcionado para a língua do aluno surdo (interlocutor).

b)

Desenvolve o papel de locutor, mas não de interlocutor, processando ativamente o discurso do locutor (professor); recebendo, processando e construindo novos discursos em outra língua, direcionado para a língua do aluno surdo (interlocutor).

c)

Desenvolve o papel de locutor e interlocutor, não processando ativamente o discurso do locutor (professor); recebendo, processando e construindo novos discursos em outra língua, direcionado para a língua do aluno surdo (interlocutor).

d)

Não desenvolve o papel de locutor e interlocutor, processando ativamente o discurso do locutor (professor); recebendo, processando e construindo novos discursos em outra língua, direcionado para a língua do aluno surdo (interlocutor).

2.

Em relação aos papéis do Intérprete de Língua de Sinais, no que diz respeito ao processo de interpretação, qual a opção correta?

a)

Não dialoga com o discurso do locutor, confabula com suas próprias experiências, com as diferentes vozes que constitui e constrói um novo discurso direcionado ao interlocutor em potencial do processo ensino-aprendizagem, ou seja, o aluno surdo.

b)

Dialoga com o discurso do locutor, confabula com suas próprias experiências, com as diferentes vozes que constitui e constrói um novo discurso direcionado ao interlocutor em potencial do processo ensino-aprendizagem, ou seja, o aluno surdo.

c)

Dialoga com o discurso do locutor, mas não confabula com suas próprias experiências, com as diferentes vozes que constitui e não constrói um novo discurso direcionado ao interlocutor em potencial do processo ensino-aprendizagem, ou seja, o aluno surdo.

d)

Dialoga com o discurso do locutor, não confabula com suas próprias experiências, com as diferentes vozes que constitui e não constrói um novo discurso direcionado ao interlocutor em potencial do processo ensino-aprendizagem, ou seja, o aluno ouvinte.

3.

Qual é o papel do Intérprete?

a)

Mediar a comunicação entre duas línguas.

b)

Apenas realizar a interpretação de uma língua falada para a sinalizada.

c)

Realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada somente.

d)

Realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa.

4.

Sobre a observância dos preceitos éticos, escolha a alternativa correta:

a)

O Intérprete não deve ser neutro e em alguns momentos pode interferir com sua opnião.

b)

O intérprete deve estabelecer intimidade e, por isso, não precisa estabelecer limites no seu envolvimento durante a atuação.

c)

A interpretação deve ser fiel, o intérprete não pode alterar a informação por querer ajudar ou ter opiniões a respeito de algum assunto, o objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito.

d)

O profissional intérprete e sua vida pessoal não são separados.

5.

Muitas vezes, o papel do intérprete em sala de aula acaba sendo confundido com o papel do professor. Com base nos conhecimentos adquiridos a quem o professor deve se dirigir?

a)

Os alunos surdos devem se dirigir ao Intérprete de Libras, para conversar sobre assuntos abordados pelo professor.

b)

O professor deve se dirigir ao Intérprete de Libras, para conversar sobre assuntos abordados pelos alunos surdos.

c)

O professor deve sempre se dirigir diretamente ao estudante surdo para saber a respeito de suas dúvidas.

d)

O professor deve consultar o intérprete a respeito do desenvolvimento do aluno surdo.

6.

O que é mais crucial para a ética de um intérprete de língua de sinais ao lidar com informações confidenciais na sala de aula?

a)

Compartilhar todas as informações com os colegas intérpretes.

b)

Manter a confidencialidade, não divulgando informações a terceiros.

c)

Usar informações confidenciais como moeda de troca para benefício próprio.

d)

Relatar informações aos pais sem consentimento dos alunos.

7.

Qual é a importância da atualização constante para um intérprete de língua de sinais em termos de ética profissional?

a)

Manter o status quo e evitar inovações.

b)

Atender apenas a atualizações obrigatórias.

c)

Aprimorar as habilidades e permanecer informado sobre questões éticas emergentes.

d)

Ignorar mudanças no campo para manter a consistência.

8.

O que significa manter a imparcialidade como parte da ética profissional de um intérprete de língua de sinais?

a)

Expressar opiniões pessoais durante a interpretação.

b)

Ser imparcial apenas em situações específicas.

c)

Evitar expressões faciais e sinais durante a interpretação.

d)

Interpretar de maneira justa, sem favorecimentos ou preconceitos.

9.

Qual é a importância do Código de Conduta e Ética para intérpretes de língua de sinais na educação?

a)

Não é relevante para o trabalho do intérprete.

b)

Fornecer diretrizes claras sobre o comportamento ético.

c)

Restringir a liberdade de interpretação.

d)

Aplicar deliberações rigorosas por infrações éticas.

10.

Como o Código de Conduta e Ética orienta os intérpretes de língua de sinais em relação à imparcialidade durante a interpretação?

a)

Recomenda expressar opiniões pessoais durante a interpretação.

b)

Orienta a ser imparcial apenas em situações específicas.

c)

Incentiva evitar expressões faciais e gestos durante a interpretação.

d)

Orienta a interpretação de maneira justa, sem favorecimentos ou preconceitos.

11.

Qual é a importância do Código de Conduta e Ética para a privacidade e confidencialidade dos alunos surdos?

a)

Não aborda essas questões.

b)

Estabelecer diretrizes claras para invasão de privacidade.

c)

Orienta sobre a importância da privacidade e confidencialidade.

d)

Priorize a divulgação de informações para benefício da escola.

12.

Qual é a função principal de um intérprete de Libras durante uma aula?

a)

Ensinar a língua de sinais aos alunos.

b)

Substituir o professor em determinadas situações.

c)

Facilitar a comunicação entre alunos surdos e ouvintes.

d)

Criar novos sinais para termos técnicos.

13.

O que um intérprete de Libras deve fazer se encontrar um termo técnico que não possua um sinal previsto?

a)

Inventar um sinal novo para o termo.

b)

Ignorar o termo durante a interpretação.

c)

Consultar os alunos surdos para criar um conjunto de sinais.

d)

Utilizar sinais reconhecidos pela comunidade surda.

14.

Como os intérpretes de Libras podem lidar com a evolução da língua de sinais e a criação de novos sinais ao longo do tempo?

a)

Resistir às mudanças e manter os sinais tradicionais.

b)

Criar novos sinais apenas para termos modernos.

c)

Adaptar-se às mudanças e incorporar novos sinais conforme necessário.

d)

Utilizar sinais antigos independentemente da evolução da língua.

15.

Na sala de aula a atuação do profissional TILS acontece principalmente nessas duas formas, quais?

a)

Interpretação guiada e sussurrada.

b)

Interpretação simultânea e consecutiva.

c)

Interpretação consecutiva e intersemiótica.

d)
  1. Interpretação simultânea e sussurrada.

16.

Qual é a principal característica da Interpretação Simultânea da Língua de Sinais?

a)

É o processo de tradução-interpretação de uma língua para outra que acontece simultaneamente, mas não ao mesmo tempo.

b)

É o processo de tradução-interpretação de uma língua para outra que acontece de forma consecutiva, ou seja, com intervalo de tempo entre a fala original e a interpretação.

c)

É o processo de tradução-interpretação de uma língua para outra que acontece simultaneamente, ou seja, ao mesmo tempo.

d)

O tradutor-intérprete ouve/vê o enunciado em uma língua (língua fonte), processa a informação e, posteriormente, faz a passagem para a outra língua (língua alvo).

17.

Qual é a principal característica da Interpretação Consecutiva da Língua de Sinais?

a)

Interpretação em tempo real durante as aulas.

b)

Uso extensivo de recursos visuais.

c)

Intervalo de tempo entre a fala original e a interpretação.

d)

Necessidade de se comunicar apenas por escrito.

18.

Para a Interpretação Simultânea, o tradutor-intérprete:

a)

Precisa ouvir/ver a enunciação em uma língua (língua fonte), processá-la e passar para a outra língua (língua alvo) no tempo da enunciação.

b)

Faz a interpretação com um intervalo de tempo entre a fala original e a interpretação em Língua de sinais.

c)

Precisa ouvir/ver a enunciação em uma língua (língua fonte), mas não precisa processá-la e passar para a outra língua (língua alvo), pois conta com uso de recursos visuais.

d)

Realiza a Interpretação em tempo real na sala de aula.

19.

Para a Interpretação Consecutiva, o tradutor-intérprete:

a)

Precisa ouvir/ver a enunciação em uma língua (língua fonte), processá-la e passar para a outra língua (língua alvo) no tempo da enunciação.

b)

Ouve/vê o enunciado em uma língua (língua fonte), processa a informação e, posteriormente, faz a passagem para a outra língua (língua alvo).

c)

Precisa ouvir/ver a enunciação em uma língua (língua fonte), mas não precisa processá-la e passar para a outra língua (língua alvo), pois conta com uso de recursos visuais.

d)

Realiza a Interpretação em tempo real na sala de aula.

20.

Como os intérpretes consecutivos de língua de sinais geralmente realizam a interpretação em sala de aula?

a)

Utilizando microfones especiais para captura de áudio.

b)

Memorizando as perguntas dos alunos e interpretando depois.

c)

Fornecer traduções escritas antes do início da aula.

d)

Realizando interpretações em tempo real durante as aulas.