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WorksheetsAtividade Filosofia - O Banquete de Platão.
Total questions: 10
Worksheet time: 8mins
Na obra O Banquete de Platão, encontramos um relato poético-filosófico de um encontro de amigos que comemoram a vitória de Agatón em um concurso de poesia em Atenas e que aproveitam a ocasião para prestarem homenagens também à Eros, o Deus do Amor e da amizade. Fedro, o primeiro orador inscrito para falar, descreve Eros como sendo:
a) Duas deusas, Afrodite Pandêmia e Afrodite Urânia. A primeira representando o amor de tipo físico e natural, a segunda representando um amor de tipo celestial e espiritual.
b) Uma força harmonizadora, saudável e equilibrada.
c) Um deus que promove o prazer e a saúde;
d) Uma força cósmica que leva os seres humanos a produzirem ações belas e que estimula a virtude.
e) Nenhuma das alternativas está correta.
Após a fala de Fedro, Pausânias, segundo orador de O Banquete, em seu discurso à Eros apresenta três formas de amor ou relação. De acordo com a fala de Pausânias, assinale a alternativa que corresponde a sua visão sobre as diferentes formas de relações amorosas e de amizade:
a) O amor entre os jovens é de tipo intelectual e duradouro. Pois a grande maioria dos jovens se apaixonam uns pelos outros por se sentirem atraídos pela inteligência e a alma virtuosa um do outro.
b) O amor entre Homem e Mulher é de tipo passageiro, pois se funda apenas no prazer.
c) O amor entre Homem e Mulher é de tipo físico-natural, fundando em uma atividade natural reprodutiva.
d) O amor entre jovens e pessoas mais velhas é de tipo natural, pois é natural as pessoas jovens se apaixonarem por pessoas mais velhas.
d) Nenhuma das alternativas está correta.
Sobre o médico Erixímaco, terceiro orador de O Banquete, em seu discurso sobre Eros, é correto afirmar:
a) Eros é uma força que une e harmoniza os opostos.
b) Eros é uma força saudável e equilibrada.
c) Eros torna os corpos belos e promove o prazer e a saúde.
d) A música e a ginástica produzem beleza e arrastam as pessoas em direção a Eros.
e) Todas as alternativas estão corretas.
O comediante Aristófenes é o quarto orador de O Banquete. Em seu discurso, descreve um mito em que “Os andróginos tentaram escalar o céu para combater os deuses. No entanto, os deuses em um primeiro momento pensam em matá-los de forma sumária. Depois decidem puni-los da forma mais cruel: dividem-nos em dois. Por exemplo, é como se pegássemos um ovo cozido e, com uma linha, dividíssemos ao meio. Desta forma, até hoje as metades separadas buscam reunir-se. Cada um com saudade de sua metade, tenta juntar-se novamente a ela, abraçando-se, enlaçando-se um ao outro, desejando formar um único ser”. PLATÃO. O banquete. São Paulo: Nova Cultural, 1987 No trecho da obra O Banquete, Platão explicita, por meio de uma alegoria, o:
a) bem supremo como fim do homem
b) prazer perene como fundamento da felicidade
c) ideal inteligível como transcendência desejada
d) amor como desejo, loucura e carência constituinte do ser humano
e) autoconhecimento como caminho da verdade
O poeta e anfitrião Agatón aparece como o 5º Orador de O Banquete. Em seu discurso sobre Eros, Agatón irá descrever o amor como:
a) Um Deus cruel e injusto.
b) Um Deus que promove a união entre contrários.
c) Um Deus que une não os contrários, mas os iguais.
d) Um Deus que revela beleza física, mas que “esconde a beleza interior”.
e) Um Deus horrível e que nada possui de belo.
O amor é tema do diálogo O Banquete, de Platão. Nele, os convivas se divertem fazendo elogios a Eros, deus do amor. De acordo com o que nos é relatado nessa obra, Sócrates teria aprendido o que sabe sobre Eros com:
a) um aprendiz, Fedro, mas Sócrates não lhe dá crédito.
b) um deus, o próprio Eros, que o transmitiu diretamente a Sócrates.
c) um homem, Agatão, como o próprio Sócrates dá inteiro crédito
d) uma mulher, Diotima, como o próprio Sócrates dá inteiro crédito
e) um rei tirano, Dionísio, mas Sócrates não lhe dá crédito.
Em O Banquete, de Platão, Sócrates apresenta aquilo que seria a verdadeira concepção sobre o “amor platônico”. Para Sócrates e, portanto, também para Platão:
a) Amor consiste na harmonia entre duas pessoas, sendo cada uma delas amante e amada ao mesmo tempo.
b) Amor encontra-se acima de Zeus na ordem genealógica dos deuses.
c) Amor caracteriza-se por governar o movimento do mundo sensível.
d) O Amor (Eros) é quem conduz a alma das pessoas da contemplação dos corpos belos à contemplação da essência da beleza.
e) O amante só se encontra junto ao Amor ao contemplar as Formas físicas belas.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o amor em Platão, assinale a alternativa correta. a) A aspiração humana de procriação, inspirada por Eros, restringe-se ao corpo e à busca da beleza física. b) O eros limita-se a provocar os instintos irrefletidos e vulgares, uma vez que atende à mera satisfação dos apetites sensuais. c) O eros físico representa a vontade de conservação da espécie, e o espiritual, a ânsia de eternização por obras que perdurarão na memória. d) O ser humano é idêntico e constante nas diversas fases da vida, por isso sua identidade iguala-se à dos deuses. e) Os seres humanos, como criação dos deuses, seguem a lei dos seres infinitos, o que lhes permite eternidade.
O General ateniense Alcebíades, que não havia sido convidado ao Banquete na casa de Agatón, chega visivelmente embriagado, interrompendo o discurso de Sócrates e as homenagens a Eros. Para Alcebíades, não era Eros quem merecia homenagens, mas Sócrates! Segundo Alcebíades, Sócrates era digno de homenagens devido às virtudes que possuía, entre elas:
a) Coragem em campo de batalha, quando em guerra.
b) Não se deixava seduzir pela beleza dos discursos e dos corpos.
c) Era invulnerável ao dinheiro e incorruptível.
d) Apesar de feio ainda assim conseguia ser atraente.
e) Todas as alternativas estão corretas.
Em O Banquete, Platão descreve uma reunião de amigos onde Eros (o Deus do Amor) é o tema central da discussão. Vários são os personagens que se revezam em suas falas, apresentando os diversos mitos e histórias sobre Eros, sua origem e o que ele representa. Fedro, Pausânias, Erixímaco, Aristófanes, Agatón, Sócrates, Alcebíades... Todos apresentam uma visão diferente e particular sobre o amor. Todavia, é na fala de Sócrates em O Banquete, que podemos encontrar o verdadeiro significado do chamado “amor platônico”, tão incompreendido pelo senso comum. De acordo com a definição sobre Eros e o que é o amor apresentada por Sócrates, podemos então afirmar que:
a) Amor platônico é desejo pela virtude (ações belas).
b) Amor platônico é desejo pela sabedoria (conhecimento)
c) Amor platônico é desejo pela verdade e pela justiça.
d) Amor platônico é desejo por aquilo que nos falta e nos completa (a filosofia)
e) Todas as alternativas estão corretas.
