WorksheetsSAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO
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Com 49 anos, sr. José tem hipertensão e doença arterial coronariana e será submetido a uma revascularização do miocárdio. Ao exame apresenta PA = 200x100 mmHg e pulso apical arrítmico, edema (+++/4+) maleolar bilateral e trajetos varicosos bilaterais em membros inferiores; dispneia, ortopneia, dispneia paroxística noturna e murmúrios vesiculares diminuídos em ápice pulmonar esquerdo. Indagado sobre o tratamento, ele refere não seguir as orientações médicas e não fazer uso dos medicamentos prescritos, diz ser tabagista há 30 anos (média de dois maços por dia); afirma estar extremamente ansioso em relação à cirurgia e ter muito medo de morrer. Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.
No caso do sr. José, a dispneia está relacionada ao tabagismo crônico e ansiedade, uma vez que reflete a incapacidade pulmonar de satisfazer às necessidades teciduais de oxigênio.
Necessidade de oxigenação e necessidade de segurança são diagnósticos médicos aplicáveis ao paciente e se relacionam à teoria das necessidades básicas, facilitando a utilização do modelo conceitual de Wanda Horta para a prescrição de cuidados pelo enfermeiro.
Necessidade de oxigenação é o diagnóstico relacionado à doença primária, e necessidade de circulação refere-se à doença secundária, segundo o modelo de categorização dos problemas.
Ao seguir um modelo de categorização dos problemas, ansiedade e o medo de morrer estão relacionados ao diagnóstico “necessidade de integridade física”.
A ortopneia e a dispneia paroxística noturna são manifestações de insuficiência cardíaca e ocorrem em pacientes com edema periférico cujo líquido intersticial é reabsorvido para a circulação central quando o paciente se encontra em decúbito dorsal, levando-o a uma sensação de falta de ar.
Doença crônica irreversível, caracterizada por obstrução brônquica e distensão alveolar, onde o fumo e a poluição ambiental persistentes são considerados fatores de risco para sua ocorrência. Esta definição refere-se à seguinte patologia:
Alternativas:
Bronquite
Asma
Pneumonia
Enfisema
A definição clássica de sintomático respiratório é o indivíduo que apresenta tosse, associada ou não a outra alteração respiratória, por algumas semanas. Esse conceito aplica-se tanto a adolescentes quanto a adultos. Nas crianças, para as quais não há consenso sobre a definição de sintomático respiratório, a presença de tosse por três meses e/ou sibilância (uma semana/mês) e/ou com radiografia de tórax com alteração persistente é sugestiva de doença respiratória crônica. São Sintomas de doença respiratória crônica, entre outras, EXCETO:
Alternativas
Tosse
Expectoração
Hemoptise
Baqueteamento digital
Sibilância (chiado, chieira, piado).
F. A. J, 50 anos, em hospitalização pré-cirúrgica, refere “falta de ar”, e possui esforço respiratório elevado mesmo em repouso. O quadro apresentado pelo paciente sugere o seguinte sintoma, que requer a respectiva medida de conforto prevista nas intervenções de enfermagem prescritas:
Alternativas:
bradicardia; manter o paciente aquecido.
Hipoatividade; realizar mudança de decúbito.
desidratação; manter a mucosa úmida.
dispneia; elevar a cabeceira do leito.
Com base nos padrões respiratórios anormais, a respiração profunda com frequência normal é chamada de:
Alternativas:
Bradipnéia.
Hiperpnéia.
Apnéia.
Taquipnéia
A aspiração das vias aéreas é contraindicada em caso de:
Aumento dos níveis de saturação arterial via oximetria de pulso.
Pacientes com broncoaspiração gástrica ou de via aérea superior.
Pacientes com aumento no pico de pressão na ventilação mecânica ou na saturação arterial de oxigênio.
Sangramento da nasofaringe ou em pacientes em uso de terapia anticoagulantes.
Crise súbita de insuficiência respiratória ou quando a permeabilidade da via aérea é questionada.
A aspiração das vias respiratórias consiste na remoção da secreção em vias respiratórias e orofaríngea por meio de uma sonda de aspiração conectada ao aspirador. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Aspirar por um período sempre maior do que 15 segundos
Mesmo que o paciente esteja consciente, nunca incentivar a tosse para facilitar a expectoração ou saída de secreção
Se a secreção for fluida, não há necessidade de injetar solução salina
Se a sonda de aspiração não possuir a válvula lateral reguladora de pressão, não dobrar a extensão quando introduzir a sonda e dobrá-la no momento da aspiração e retirada
A aspiração de vias aéreas superiores é o procedimento técnico utilizado para remover secreções do trato respiratório (oral e nasal), quando necessário. Sobre a aspiração de vias aéreas superiores, é CORRETO afirmar:
O uso de avental descartável, óculos protetores, máscara descartável e luvas estéreis é necessário.
Na aspiração da nasofaringe, se o paciente estiver em oxigenoterapia não há necessidade de desligar o cateter ou máscara de oxigênio.
Na aspiração da nasofaringe, dê intervalos de pelo menos 1 minuto para o paciente tossir. Já na orofaringe não é preciso dar intervalos, somente se o paciente apresentar náuseas.
Ao aspirar a narina, em caso de resistência ao introduzir o cateter, não insistir e trocar de narina.
A aspiração das vias aéreas superiores propicia vias aéreas superiores livres e permeáveis, risco de broncoaspiração e uma oxigenação adequada.
Em conformidade com CARMAGNANI, com relação ao procedimento de aspiração de vias aéreas, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Ao realizar a aspiração das vias aéreas do paciente, é preciso manter o monitoramento de oximetria de pulso e avaliar as reações do paciente, como dor, desconforto respiratório, taquicardia e arritmias.
( ) No caso de paciente entubado, as vias aéreas inferiores devem ser aspiradas antes das vias superiores, para evitar que as secreções acumuladas na parte superior do balonete escorram para dentro dos brônquios.
( ) Não existe contraindicação alguma para realização de aspiração endotraqueal, podendo ser realizada em todos os pacientes sem risco.
C - C - E.
E - C - C.
C - E - E.
E - C - E.
Assinale a alternativa CORRETA que está relacionada a emergência hipertensiva.
Alternativas
É condição em que há elevação crítica da pressão arterial com quadro clínico grave.
Não associada a quadros clínicos agudos.
Representa risco imediato de morte ou dano em órgão alvo.
Consiste no aumento súbito e crítico da pressão arterial, em geral equivalente a pressão arterial diastólica ≥ 120 mmHg.
A definição "isquemia miocárdica na ausência de necrose miocárdica” refere-se a
Alternativas
Angina instável.
Infarto do miocárdio.
Aneurisma de aorta.
Hipertensão cardiopulmonar.
Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Cardiologia, assinale a opção que indica um fator de risco para doença cardiovascular.
Alternativas
HDL-c < 60mg/DL
Pressão de pulso em idosos < 65 mmHg.
Triglicerídeos (TG) > 100mg/dL em jejum.
Circunferência abdominal > 95 cm para homens.
Circunferência abdominal > 88 cm para mulheres.
Paciente entra no posto de saúde apresentando 4 Ps (poliuria, polidipsia, polifagia e perda involuntária de peso). Os sintomas mencionados são clássicos de qual patologia?
Infarto agudo do miocárdio.
Hiponatremia.
Desidratação.
Diabetes melito.
Hipertensão arterial.
Em relação a diabetes mellitus, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Diabetes mellitus tipo 1.
2. Diabetes mellitus tipo 2.
( ) Representa o tipo mais comum.
( ) Caracteriza-se por início insidioso.
( ) Sua apresentação clínica geralmente é abrupta ao diagnóstico.
( ) Nos casos de suspeita clínica em adultos, recomenda-se a solicitação de autoanticorpos.
A sequência está correta em
1, 1, 1, 2.
1, 2, 1, 1.
2, 1, 1, 2.
2, 2, 1, 1.
O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) se caracteriza pela destruição das células beta-pancreáticas, determinando deficiência na secreção de insulina, o que torna essencial o uso deste hormônio como tratamento para prevenir cetoacidose; coma; eventos micro e macrovasculares; e, morte. O diagnóstico de DM1 é, geralmente, realizado em pacientes jovens (crianças, adolescentes e mesmo adultos jovens) com sinais e sintomas de hiperglicemia grave, tais como: poliúria; polidipsia; polifagia; noctúria; e,
perda de peso inexplicada.
alterações no sistema renal.
alterações no sistema visual.
alterações no sistema cardiovascular.
ganho de peso de maneira lentificada.
