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WorksheetsProblema da fundamentação da moral - Kant e Mill
Total questions: 10
Worksheet time: 8mins
Immanuel Kant apresenta uma explicação dos direitos e dos deveres que se baseia na ideia de que:
As nossas vidas e liberdade são uma dádiva de Deus.
Somos seres racionais, merecedores de dignidade e de respeito.
Podemos dispor da nossa vida e liberdade como nos aprouver.
A moralidade tem que ver com a maximização da felicidade.
Para Kant, quando o que fazemos é em função de um fim exterior a nós, estamos a agir:
Moralmente
Autonomamente
Heteronomamente
Movidos pelo dever
Ao contrário de Bentham, Stuart Mill
Estabelece uma distinção qualitativa entre prazeres.
Não reconhece qualquer distinção qualitativa entre prazeres.
Afirma que os prazeres podem apenas distinguir-se quantitativamente.
Sustenta que todas as preferências e prazeres são equivalentes.
Segundo Mill, um governo, ao decidir que leis ou políticas promulgar, deve fazer aquilo que:
Maximize a felicidade dos governantes e legisladores.
É seu dever, independentemente dos desejos da comunidade.
É seu dever, independentemente das conseqauências.
Maximize a felicidade da comunidade como um todo.
Kant defende que a imoralidade de matar, roubar, mentir, etc. reside fundamentalmente no facto de serem ações:
Contra a religião
Contra o Estado
Contra a razão
contra o outro
Para Kant, agir moralmente é agir:
Por imposição racional, mesmo com prejuízo dos seus próprios interesses.
Cumprindo a lei, mesmo que em contradição com a razão.
Cumprindo a norma da comunidade e evitando os possíveis prejuízos.
Procurando não colocar em causas os interesses próprios e os alheios.
Para Stuart Mill, ao avaliarmos as consequências de uma ação, apenas interessa:
O sentido do dever que levou o seu agente a praticá-la.
As emoções ou sentimentos que guiaram o seu autor.
As intenções do agente ou autor da ação em causa.
A quantidade de felicidade ou infelicidade criadas.
Para Kant, a boa ação é:
A que tiver maior probabilidade de trazer maior felicidade.
A que previsivelmente trouxer maior bem-estar aos afetados.
A que for racionalmente fiel ao dever em si mesmo.
A que construir um melhor meio para atingir um dado fim.
Segundo Mill, quando se trata de tomar decisões morais importa:
Ignorar os interesses do agente que pratica a ação.
Considerar as intenções do agente que pratica a ação.
Ignorar as consequências previsíveis da ação.
Considerar as consequências previsíveis da ação.
Na perspetiva utilitarista:
Há primado dos fins sobre os meios.
Há primado dos meios sobre os fins.
Existe desprezo pela felicidade.
Existe desprezo pelos deveres
