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Surgimento do Estado moderno e Absolutismo

Total questions: 23

Worksheet time: 3hrs 4mins

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1.


O apogeu do absolutismo ocorreu em meados do século XVII, sendo a França o país onde melhor se manifestou esse tipo de governo, que priorizava:


a)

A concentração dos poderes na mão do rei.

b)

A divisão de poderes em três: Executivo, Legislativo e Judiciário.

c)

A figura da Igreja acima de todas as instituições políticas.

d)

A prática de eleições livres.

2.

Com o declínio do mundo feudal, as relações comerciais aumentaram e a necessidade de expandir os mercados consumidores também. Começaram, então, a expansão comercial e a busca de metais preciosos no mundo. Esta prática econômica recebeu o nome de:

a)

Socialismo

b)

Liberalismo

c)

Mercantilismo

d)

Feudalismo

3.

“A palavra “absolutismo” descreve os governos monárquicos nos qual o poder do rei, por não sofrer grandes limitações ou restrições, é considerado absoluto. (...) Porém, apesar de centralizado e forte, o poder absolutista era limitado”.

(Adaptado do site “Tudo é História” https://sites.google.com/site/historia1958/orientacoes-aos-alunos-sobre-a-mostra-cultural-35-anos-da-emef-sebastiana-cobra).

Quais eram as limitações do rei absolutista?

a)

Os senhores feudais e seus exércitos particulares.

b)

As minorias religiosas e os ministros.

c)

Os costumes, a Igreja Católica e o Parlamento.

d)

Os privilégios da nobreza e as corporações de ofício.

4.

É impossível pensar o Absolutismo sem mencionar o Mercantilismo. A união entre os dois pensamentos, um político e outro econômico, fez surgir o Estado Moderno.

Qual alternativa NÃO resume a relação entre ambos?

a)

Com o absolutismo, os burgueses puderam contar com uma legislação unificada que garantia a centralização de impostos, estímulo ao comércio e uma única moeda em todo território.

b)

As práticas mercantilistas privilegiavam o monopólio comercial e a busca de metais que ajudaram os monarcas absolutistas a consolidar seu poder frente à nobreza tradicional.

c)

O mercantilismo representou a valorização da atividade agrícola, que possibilitou o soberano apoiar-se na nobreza feudal para fortalecer seu poder.

d)

O Absolutismo e Mercantilismo andaram juntos, pois a centralização política beneficiava aos negócios da burguesia e o rei poderia contar com a financiação desta para seus projetos de expansão territo

5.

O rompimento do mundo feudal provocou o surgimento dos “Estados Modernos” na Europa ocidental nos séculos XV e XVIII.

Assinale a alternativa que o descreve corretamente:

a)

Ascensão da burguesia industrial no poder, acompanhada de liberalização econômica e descentralização administrativa.

b)

Centralização administrativa, seguida da formação de uma burocracia e montagem de um exército nacional, em detrimento dos corpos armados feudais.

c)

Auxílio à produção industrial por parte do Estado através da eliminação das taxas feudais e, por consequência, ajuda às artes por meio do mecenato.

d)

Desenvolvimento da economia agrária, onde a burguesia e o apoio popular jogou um papel fundamental.

6.

Quem quiser praticar a bondade em tudo o que faz está condenado a penar, entre tantos que não são bons. É necessário, portanto, que o príncipe que deseja manter-se aprenda a agir sem bondade, faculdade que usará ou não, em cada caso, conforme seja necessário. […]

MAQUIAVEL.O príncipe.Apud: ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Maquiavel – A lógica da força. São Paulo: Moderna, 1993.

A citação acima demonstra que:

a)

O governante absolutista deveria se colocar acima do Bem e do Mal se quisesse dirigir a República.


b)

O dirigente era livre para agir como desejasse, sem medo à represálias.

c)

Maquiavel aconselha que o príncipe deveria estar preparado para a guerra, se esta fosse para o bem do seu país.

d)

O autor explica que o líder não deve agir conforme seus sentimentos e sim de maneira objetiva.

7.

O autor explica que o líder não deve agir conforme seus sentimentos e sim de maneira objetiva.

a)

É necessária a regulamentação minuciosa de todos os aspectos da vida econômica para garantir a prosperidade nacional e o acúmulo metalista.

b)

O Estado, com função de polícia e justiça, deve ser governado por um rei, cuja autoridade é sagrada e absoluta porque emana de Deus.

c)

A fim de proteger a economia nacional, cada governo deve intervir no mercado, estimulando as exportações e restringindo as importações.

d)

O poder do soberano era ilimitado, porque fora fruto do consentimento espontâneo dos indivíduos para evitar a anarquia e a violência do estado natural.

e)

O Estado, simples guardião da lei, deve interferir pouco, apenas para garantir as liberdades públicas e as propriedades dos cidadãos.

8.

Por volta do século XVI,associa-se à formação das monarquias nacionais europeias

a)

a demanda de protecionismo por parte da burguesia mercantil emergente e a circulação de um ideário político absolutista.

b)

a afirmação político-econômica da aristocracia feudal e a sustentação ideológica liberal para a centralização do Estado.

c)

as navegações e conquistas ultramarinas e o desejo de implantação de uma economia mundial de livre mercado.

d)

o crescimento do contingente de mão de obra camponesa e a presença da concepção burguesa de ditadura do proletariado.

e)

o surgimento de uma vanguarda cultural religiosa e a forte influência do ceticismo francês defensor do direito divino dos reis.

9.

Luiz XIV, da França, foi considerado o modelo de monarca absolutista. Sua expressão “O Estado sou Eu” traduz uma premissa básica da formação do Estado Moderno, que é:

a)

o rei como aquele que não intervém no Estado.

b)

o rei como o primeiro cidadão do Estado.

c)

o rei como aquele que apenas simbolicamente tem poder político.

d)

a generosidade do monarca para com os seus súditos.

e)

o rei como fonte da soberania nacional.

10.

A França é uma monarquia. O rei representa a nação inteira, e cada pessoa não representa outra coisa senão um só indivíduo ante o rei. Em consequência, todo poder, toda autoridade, reside nas mãos do rei, e só deve haver no reino a autoridade que ele estabelece. Deve ser o dono, pode escutar os conselhos, consultá-los, mas deve decidir. Deus que fez o rei dar-lhe-á as luzes necessárias, contanto que mostre boas intenções.

Luís XIV – Memórias sobre a arte de governar.

Podemos caracterizar o absolutismo monárquico posto em prática nos países europeus durante a Idade Moderna como:

a)
  1. uma aliança entre um monarca absolutista e a burguesia mercantil, a fim de dominar e excluir o poder da nobreza.

b)
  1. uma aliança bem-sucedida entre a burguesia e o proletariado.

c)
  1. uma forma de governo autoritária, cujo poder estava centralizado nas mãos de uma pessoa que exercia todas as funções do Estado.

d)
  1. um sinônimo de tirania exercida pelo monarca sobre seus súditos.

e)
  1. um poder total concentrado nas mãos da nobreza, no qual cabia aos juízes e deputados a tarefa de julgar e legislar.

11.

pensamento político e econômico europeu, em fins do século XVII e no século XVIII, apresentou uma vertente de crítica ao Absolutismo e ao Mercantilismo, predominantes na Europa, na Idade Moderna. Qual das ideias abaixo caracteriza essa nova corrente de pensamento?

a)

É necessária a regulamentação minuciosa de todos os aspectos da vida econômica para garantir a prosperidade nacional e o acúmulo metalista.

b)

O Estado, com função de polícia e justiça, deve ser governado por um rei, cuja autoridade é sagrada e absoluta porque emana de Deus.

c)

A fim de proteger a economia nacional, cada governo deve intervir no mercado, estimulando as exportações e restringindo as importações.

d)

O poder do soberano era ilimitado, porque fora fruto do consentimento espontâneo dos indivíduos para evitar a anarquia e a violência do estado natural.

e)

O Estado, simples guardião da lei, deve interferir pouco, apenas para garantir as liberdades públicas e as propriedades dos cidadãos.

12.

Quando se estuda o absolutismo monárquico, é frequente vermos a frase “O Estado sou Eu', proferida pelo Rei Sol, Luís XIV. É correto dizer que essa frase:

a)

torna patente o uso do simbolismo solar, característico da maçonaria francesa.

b)

explicita o conteúdo do absolutismo, no qual o rei é a fonte da soberania e do poder.

c)

explica o Estado francês da época erroneamente, já que o rei não governava de fato.

d)

foi proferida após Luís XIV ter vencido a Revolução Puritana e o exército de Cromwell.

e)

foi proferida após Luís XIV ter vencido a Guerra das Duas Rosas.

13.

O absolutismo e a política mercantilista eram duas partes de um sistema mais amplo, denominado de Antigo Regime. O termo foi adotado para designar o sistema cujos elementos básicos eram, além do absolutismo e do mercantilismo, a sociedade estamental e o sistema colonial. Assinale a alternativa que expressa, corretamente, uma prática dos Estados Absolutistas

a)

Liberdade religiosa

b)

Centralização político-administrativa

c)

Enfraquecimento do poder real

d)

Abolição total dos privilégios da nobreza

e)

Política econômica liberal

14.

A formação do Estado Absolutista corresponde a uma:

a)

Aliança dos Senhores Feudais e o Clero

b)

Limitação do poder do Clero

c)

Exigência da Burguesia

d)

Articulação da Nobreza com a Burguesia

e)

Aliança da Nobreza com a Burguesia

15.

"Art. 2 - O pretendido direito de dispensar as leis ou de execução das leis pela autoridade real, como foi usurpado e exercido ultimamente, é contrário às leis." "Art. 3 - O imposto em dinheiro para uso da Coroa, sob pretexto de prerrogativas reais sem que haja concordância por parte do Parlamento, é contrário às leis." Os trechos anteriores foram retirados da DECLARAÇÃO DOS DIREITOS, elaborada em 1689, após a Revolução Gloriosa, que implantou:

a)

uma monarquia absolutista

b)

uma república parlamentarista.

c)

uma monarquia parlamentarista.

d)

uma república federativa.

e)

um principado vitalício.

16.

Quando sucumbe o monarca, a majestade real não morre só, mas, como um vórtice, arrasta consigo tudo quanto o rodeia (...) Basta que o rei suspire para que todo o reino gema.(Hamlet, 1603.) Essas palavras, pronunciadas por Rosencrantz, personagem de um drama teatral de William Shakespeare, aludem

a)

ao absolutismo monárquico, regime político predominante nos países europeus da Idade Moderna.

b)

à monarquia parlamentarista, na qual os poderes políticos derivam do consentimento popular.

c)

ao poder mais simbólico do que verdadeiro do rei, expresso pela máxima “o rei reina, mas não governa”.

d)

à oposição dos Estados europeus à ascensão da burguesia e à emergência das revoluções democráticas.

e)

) à decapitação do monarca inglês pelo Parlamento durante as Revoluções Puritana e Gloriosa.

17.

O que chamamos de corte principesca era, essencialmente, o palácio do príncipe. Os músicos eram tão indispensáveis nesses grandes palácios quanto os pasteleiros, os cozinheiros e os criados. Eles eram o que se chamava, um tanto pejorativamente, de criados de libre. A maior parte dos músicos ficava satisfeita quando tinha garantida a subsistência, como acontecia com as outras pessoas de classe média na corte; entre os que não se satisfaziam, estava o pai de Mozart. Mas ele também se curvou as circunstancias a que não podia escapar. Norbert Elias. Mozart: sociologia de um gênio. Ed. Jorge Zahar, 1995, p. 18 (com adaptações).

Considerando-se que a sociedade do Antigo Regime dividia-se tradicionalmente em estamentos: nobreza, clero e 3.° Estado, e correto afirmar que o autor do texto, ao fazer referencia a “classe média”, descreve a sociedade utilizando a noção posterior de classe social a fim de

a)

aproximar da nobreza cortesã a condição de classe dos músicos, que pertenciam aos 3.° Estado

b)

destacar a consciência de classe que possuíam os músicos, ao contrario dos demais trabalhadores manuais

c)

indicar que os músicos se encontravam na mesma situação que os demais membros dos 3.° Estado.

d)

distinguir, dentro do 3.° Estado, as condições em que viviam os “criados de libre” e os camponeses

e)

comprovar a existência, no interior da corte, de uma luta de classes entre os trabalhadores manuais.

18.

criação do Estado Moderno centralizou o poder na monarquia, uma das características desse processo foi a unificação de vários aspectos ligados a ele. Antes, apesar de pertencerem ao mesmo reino, cada Senhor Feudal organizava seu feudo de forma autônoma. 


Assinale a única alternativa que não corresponde a essa unificação.

a)

Moeda. 

b)

Impostos.     

c)

Leis.   

d)

Idioma.

19.

Sobre as fases da Formação dos Estados Modernos Europeus, marque a alternativa INCORRETA.

a)

Foi um período marcado por quatro fases: Monarquias Absolutistas, transição para o Estado Liberal, Estado Liberal, Estado Teocrático.

b)

Nas monarquias absolutistas, o poder estava concentrado nas mãos dos reis, justificada pela Teoria do Direito Divino dos Reis.

c)

Na transição para o Estado Liberal, ocorreu a mudança das monarquias absolutistas para estruturas mais liberais, com ênfase na limitação do poder dos reis.

d)

O Estado Liberal foi marcado pelo liberalismo econômico, a propriedade privada e demais liberdades e direitos individuais.

20.

Na atualidade, existem várias formas de manifestar a cultura e, inegavelmente, o esporte é uma delas. Assim sendo, a ação do Clube Barcelona deixa implícita sua opinião

a)

contrária ao reconhecimento da Catalunha como nação independente.

b)

favorável à ideia de que a Catalunha é uma nação independente.

c)

neutra a respeito da questão entre a Região da Catalunha e o Estado Espanhol.

d)

contraditória ao tema, pois o time não tem ligação nenhuma com a Catalunha.

21.

) Perante esta sociedade, a burguesia está longe de assumir uma atitude revolucionária. Não protesta nem contra a autoridade dos príncipes territoriais, nem contra os privilégios da nobreza, nem, principalmente, contra a Igreja. (...) A única coisa de que trata é a conquista do seu lugar. As suas reivindicações não excedem os limites das necessidades mais indispensáveis. Henri Pirenne. História econômica e social da Idade Média, 1978. Segundo o texto, é correto afirmar que

a)

a burguesia, nascida da própria sociedade medieval, nela não tem lugar; para conquistá-lo, suas reivindicações são a liberdade de ir e vir, elaborar contratos, dispor de seus bens, fazer comércio, liberdade administrativa das cidades, ou seja, não tem o objetivo de destruir a nobreza e o clero.

b)

os burgueses, enriquecidos pelo comércio, reivindicam privilégios semelhantes aos da nobreza e do clero na sociedade moderna; acentuadamente revolucionários, os seus interesses significam título, terras e servos para garantirem um lugar compatível com sua riqueza.

c)

) o território da burguesia é o solo urbano, a cidade como sinônimo de liberdade, protegida da exploração da nobreza e do clero; para isso, cria o direito urbano, isto é, leis para o comércio, a justiça e a administração que, de forma revolucionária, asseguram-lhe um lugar na sociedade moderna.

d)

) a sociedade medieval tem um lugar específico para os burgueses, pois as liberdades, as leis, a justiça e a administração estão em suas mãos; tal situação tem o objetivo de brecar o poder político e econômico dos nobres e da Igreja, fortalecidos pela expansão da servidão e pelo declínio do comércio.

e)

com exigências revolucionárias, como liberdade comercial, jurídica e territorial, a burguesia, cada vez mais rica, visa destruir a sociedade medieval; esta, por sua vez, barra a ascensão econômica e política da burguesia, ao fortalecer a servidão no campo e impedir as transações comerciais na cidade.

22.

À medida que as maneiras se refinam, tornam-se distintivas de uma superioridade: não é por acaso que o exemplo parece vir de cima e, logo, é retomado pelas camadas médias da sociedade, desejosas de ascender socialmente. É exibindo os gestos prestigiosos que os burgueses adquirem estatuto nobre. O ser de um homem se confunde com a sua aparência. Quem age como nobre é nobre. (Adaptado de Renato Janine Ribeiro, A Etiqueta no Antigo Regime. São Paulo: Editora Moderna, 1998, p. 12.) O texto faz referência à prática da etiqueta na França do século XVIII. Sobre o tema, é correto afirmar que:

a)

) A etiqueta era um elemento de distinção social na sociedade de corte e definia os lugares ocupados pelos grupos próximos ao rei.

b)

O jogo das aparências era uma forma de disfarçar os conluios políticos da aristocracia, composta por burgueses e nobres, e negar benefícios ao Terceiro Estado.

c)

Os sans-culottes imitavam as maneiras da nobreza, pois isso era uma forma de adquirir refinamento e tornar-se parte do poder econômico no estado absolutista.

d)

Durante o século XIX, a etiqueta deixou de ser um elemento distintivo de grupos sociais, pois houve a abolição da sociedade de privilégios.

23.

São características das chamadas sociedades do Antigo Regime:

a)

igualdade jurídica, valorização do trabalho manual e predomínio dos valores burgueses.

b)

desigualdade jurídica, predomínio dos valores aristocráticos e desvalorização do trabalho manual.

c)

desigualdade social, predomínio dos valores urbanos e anticlericalismo.

d)

igualdade social, protestantismo e mentalidade aristocrática

e)

liberalismo econômico, desigualdade jurídica e ascensão das comunidades camponesas.