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WorksheetsCausos curtos 2
Total questions: 10
Worksheet time: 5mins
Um caixeiro-viajante chegou numa cidadezinha e decidiu se hospedar no hotel mais próximo. Na hora de pagar, o dono do hotel disse: — Aqui aceitamos só dinheiro. Cartão é coisa de cidade grande! O caixeiro, sem dinheiro, argumentou: — Mas e o avanço da tecnologia? O dono do hotel retrucou: — Avanço? Aqui a gente só avança no crédito! O humor do texto é construído com base na:
Crítica ao uso de tecnologia em áreas rurais.
Contradição entre avanço e tradição.
Elogio à simplicidade do interior.
Confusão do caixeiro com os costumes locais.
Num concurso de mentiras, um competidor contou: — Eu já pesquei um peixe tão grande que, quando o levei pro mercado, o peixeiro perguntou: "Vai vender ou vai abrir um restaurante?" O humor neste causo é gerado por:
A descrição exagerada de um evento.
A crítica ao mercado de peixes.
A falta de credibilidade do competidor.
A reação do peixeiro ao exagero.
Um homem entrou na farmácia e perguntou: — Vocês têm remédio para ciúmes? O atendente respondeu: — Temos sim, mas ele vem em dupla, um para você e outro para a sua esposa! O efeito humorístico é alcançado através de:
A resposta literal do atendente.
A proposta de um tratamento duplo.
A crença na cura de um sentimento.
A surpresa do cliente ao ouvir a resposta.
Certo fazendeiro resolveu vender uma vaca. O comprador, desconfiado, perguntou: — Essa vaca dá muito leite? O fazendeiro respondeu: — Dá, sim! Só tem que pedir com jeito. A ironia no texto é percebida por meio de:
A expectativa criada sobre o comportamento da vaca.
A confiança do comprador no fazendeiro.
A ambiguidade na resposta do fazendeiro.
A relação entre vaca e leite.
Um homem foi ao médico reclamar de insônia. O médico perguntou: — Já tentou contar carneirinhos? O homem respondeu: — Já tentei, doutor. Mas aí comecei a pensar em churrasco e fiquei com fome! O humor aqui é produzido pela:
Interpretação literal do homem.
Falta de solução prática do médico.
Ironia sobre problemas de sono.
Ideia de um churrasco à noite.
Um caipira foi visitar a cidade grande e ficou impressionado com a quantidade de carros. Em uma esquina, viu um semáforo e ficou parado olhando as luzes mudarem de cor. Uma pessoa ao lado disse: — É assim que funciona o sinal de trânsito: vermelho, amarelo e verde. O caipira respondeu: — Ah, entendi! No vermelho, param os carros; no amarelo, eles se preparam; e no verde, é pra correr! O efeito de humor neste causo é provocado pela:
Desconhecimento do caipira sobre o trânsito.
Ironia sobre o comportamento de motoristas na cidade grande.
Comparação entre o campo e a cidade.
Tristeza do caipira ao perceber a confusão.
Num velório, o defunto era conhecido por ser extremamente pão-duro. No meio da cerimônia, alguém comentou: — Coitado, morreu tão jovem. Outro rebateu: — Coitado nada, economizou até na vida! O humor do texto é construído a partir de:
Uma comparação entre a juventude e a economia.
Um elogio à forma de viver do defunto.
A ironia sobre o comportamento do defunto em vida.
Uma crítica ao valor do dinheiro.
Um homem entrou no consultório médico reclamando que sentia dores por todo o corpo. O médico pediu que ele mostrasse onde doía. O homem apontou para a cabeça, depois para o joelho, e continuou a apontar para outras partes do corpo, sempre dizendo "Ai!". O médico, então, riu e disse: — O problema é que seu dedo está quebrado! A quebra de expectativa no final da história gera humor por:
Fazer uma crítica à automedicação.
Expor a falta de percepção do paciente.
Mostrar a habilidade do médico em diagnosticar.
Revelar a falta de atenção do médico.
Um senhor sempre dizia para o neto: — Não conte com o ovo dentro da galinha. Um dia, o neto chegou animado: — Vovô, vou ter um monte de pintinhos! O avô, curioso, perguntou: — E de onde vieram esses ovos? O neto respondeu: — Roubei do galinheiro do vizinho! O efeito humorístico é criado por meio de:
Uma metáfora sobre a esperança.
Um trocadilho com os ovos.
A inversão da moralidade ensinada pelo avô.
Um comentário sobre a criação de galinhas.
Na igreja, o padre pregava sobre o amor ao próximo. De repente, uma senhora da última fila gritou: — Padre, e aquele bispo? Ele nunca gostou de mim! O padre, tentando manter a calma, respondeu: — Minha filha, o amor ao próximo inclui o bispo também. A senhora, com um sorriso irônico, disse: — Pois eu já estou até amando ele... mas de longe! A ironia no texto é evidenciada pela:
Resposta carinhosa da senhora.
Indiferença da senhora ao sermão do padre.
Forma como a senhora se refere ao bispo.
A crítica ao comportamento do bispo.
