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Frei Luís de Sousa

Total questions: 73

Worksheet time: 44mins

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1.

O que é o Romantismo?

a)

O Romantismo foi um movimento artístico, intelectual e filosófico, foi também um estado de espírito que fez bandeira da liberdade e do individualismo.

b)

Estilo de música escrito por poetas com o coração despedaçado.

2.

Onde e quando surgiu o Romantismo?

a)

Surgiu em Portugal no século XXI, a meio da Pandemia.

b)

Surgiu na Alemanha no final do século XVIII, a partir do movimento Strum und Drang (Tempestade e Paixão), foi durante o período conhecido como Era das Revoluções (entre os anos de 1774 e 1849).

3.

Quais são as caraterísticas do Romantismo?

a)

Arte rebuscada e exagerada; valorização do detalhe; dualismo e contradições; obscuridade, complexidade e sensualismo.

b)

Individualismo e subjetivismo; valorização das emoções e sentidos; exaltação da natureza; rebeldia e idealismo; foco na imaginação.

4.

Quais são os principais movimentos revolucionários desta época?

a)

Revolução dos Cravos e o Nascimento do Fado Português.

b)

A Revolução Industrial e a Revolução Francesa.

5.

Quem foram os introdutores da literatura Romancista?

a)

Padre António Vieira e William Shakespeare.

b)

Almeida Garrett e Alexandre Herculano.

6.

Quem foi Almeida Garrett?

a)

Almeida Garrett nasceu no Porto em 1799, foi escritor, introdutor do Romantismo, deputado, ministro e diplomata. A sensibilidade pessoal, a afeição à idade Média, a reação contra os cânones clássicos, a observação da Natureza e a predileção pelas lendas e tradições, marcam as suas obras. Uma das mais conhecidas tem o título de "Frei Luís de Sousa".

b)

Foi um dos poetas cantores com o coração despedaçado.

7.

Qual é o contexto histórico da obra "Frei Luís de Sousa"?

a)

Em consequência dos descobrimentos, Portugal passa por transformações políticas e económicas profundas. Os conflitos entre a nobreza vinculada à terra e a burguesia associada às navegações e ao comércio desdobram-se no plano ideológico e religioso. O teocentrismo e o antropocentrismo, duas visões de mundo incompatíveis, coexistirão por algum tempo.

b)

Em Portugal, este foi um período marcado pela Guerra Civil entre Liberalistas e Absolutistas. Os Liberalistas defendiam a liberdade de expressão, a separação dos poderes do Rei e a governação respeitando a Constituição, enquanto os Absolutistas opunham-se a estas ideias e defendiam o poder absoluto do Rei e a existência de grupos sociais privilegiados (Nobreza e Clero).

8.

Qual é a ação ocorrida na Exposição? (Cenas I-IV do Ato I)

a)

Após 7 anos à espera do retorno do seu marido, D.João de Portugal, que havia sido dado como morto na batalha de Alcácer-Quibir, Madalena de Vilhena casa-se com Manuel de Sousa Coutinho, com o qual tem uma filha, Maria de Noronha. Enquanto isso, Telmo, antigo escudeiro de D.João, serve a família de Madalena.

b)

Mufasa apresenta seu herdeiro, Simba, ao povo de Pedra do Rei. Scar, tio do príncipe, não aparece na cerimónia e deixa claro que tem sede de poder. O rei procura criar o seu filho transmitindo valores de responsabilidade e lembrando que um dia ele irá governar. Simba, no entanto, é uma criança e quer se divertir e procurar aventuras.

9.

O que acontece no Conflito? (Cena V do Ato I à cena IX do Ato III)

a)

Surge uma peste em Lisboa e os governadores decidem ir para o palácio de D. Manuel, este incendeia o próprio palácio e muda-se com a família para o palácio de D. João. Vinte anos depois, D.João regressa e faz-se passar por Romeiro e, assim, transmite a D. Madalena o recado de que D. João de Portugal está vivo. Mais tarde, ao descobrirem a identidade do Romeiro, D. Manuel e D. Madalena decidem professar votos religiosos.

b)

Ao saber da chegada de hienas na região, Scar diz para Simba ir visitar um lugar proibido. Simba vai e leva Nala, sua amiga. Mais à frente, a armadilha do vilão é mortal, ao deixar o príncipe numa estrada onde passava uma manada de búfalos, Scar faz com que o irmão vá salvar Simba. Quando Mufasa está pendurado numa ribanceira, pede ajuda do irmão, que o empurra. Simba cresce com Timão e Pumba, sem preocupações até que reencontra Nala e descobre que o reino está em perigo por causa do Scar.

10.

Como decorre o Desenlace? (Cenas X-XII do Ato III)

a)

De volta ao reino, Simba reencontra a mãe e luta com Scar, que confessa a morte de Mufasa e acaba por ser devorado pelas hienas. Simba apaixona-se por Nala e estes têm uma filha, Kiara. E viveram felizes para sempre.

b)

Com final trágico, na Cerimónia em que D. Manuel passou a Frei Luís de Sousa, a sua filha Maria morreu.

11.

Com que tormento vivia D.Madalena?

a)

D.Madalena tinha muitas contas para pagar.

b)

D.Madalena acreditava que a sua filha sofria de tuberculose por causa do "pecado" que havia cometido ao se apaixonar por D.Manuel, enquanto ainda era casada com D.João.

12.

Quais eram os indícios trágicos referentes às consequências temporais?

a)

Sextas-feiras; simbologia dos números 3 e 7 (mistério e fatalidade)

b)

Segundas-feiras de manhã; simbologia do número 112.

13.

A obra «Frei Luís de Sousa» foi escrita por

a)

Padre António Vieira

b)

Luís de Camões

c)

Almeida Garrett

d)

Fernão Lopes

14.

«Frei Luís de Sousa» é uma obra de género

a)

dramático.

b)

narrativo.

c)

drama.

d)

lírico.

15.

O Ato I de «Frei Luís de Sousa» é constituído por

a)

15 cenas.

b)

10 cenas.

c)

8 cenas.

d)

12 cenas.

16.

Quanto à sua estrutura externa, «Frei Luís de Sousa» apresenta

a)

três atos, com um número equivalente de cenas.

b)

dois atos, com doze e quinze cenas, respetivamente.

c)

três atos, com doze e quinze cenas, respetivamente.

d)

dois atos, com um número equivalente de cenas.

17.

O Ato I passa-se

a)

No palácio de D. João de Portugal, em Almada.

b)

No palácio de D. Manuel de Sousa Coutinho, em Lisboa

c)

No palácio de D. João de Portugal, em Lisboa.

d)

No palácio de Manuel de Sousa Coutinho, em Almada.

18.

O espaço onde decorre o Ato I é marcado pela

a)

elegância e sobriedade.

b)

austeridade e passadismo.

c)

elegância e austeridade.

d)

soturnidade e melancolia.

19.

Entre as personagens, estabelecem-se relações de conflito, nomeadamente entre

a)

Telmo Pais e Maria de Noronha, no que diz respeito à crença sebastianista.

b)

D. Madalena de Vilhena e Telmo Pais, relativamente a D. João de Portugal.

c)

Manuel de Sousa Coutinho e Telmo Pais, em relação a D. Sebastião.

d)

Maria de Noronha e D. Madalena de Vilhena, devido a D. João de Portugal.

20.

Frei Jorge traz a notícia

a)

da intenção de Manuel de Sousa Coutinho ficar em Lisboa devido à peste.

b)

da intenção de D. Madalena se mudar para o palácio de D. João de Portugal.

c)

da intenção de os governadores se instalarem no palácio onde vive a família de Manuel de Sousa Coutinho.

d)

da intenção de os governadores se instalarem no palácio onde vive a família de D. João de Portugal.

21.

Na cena IV, ao observar o retrato do pai, Maria quer saber

a)

por que não foi ele para Alcácer Quibir.

b)

a razão pela qual não foi para a Índia.

c)

o motivo pelo qual se casou com D. Madalena

d)

a razão pela qual ele abandonou o hábito e a religião.

22.

No Ato I, a dimensão patriótica e a sua expressão simbólica surgem associados à

a)

atitude dos governadores ao serviço de Espanha.

b)

conduta dos portugueses em Alcácer Quibir.

c)

ação de Manuel de Sousa Coutinho.

d)

atitude do escudeiro Telmo Pais.

23.

O texto dramático de "Frei Luís de Sousa" apresenta quatro atos, com doze cenas cada um.

a)

Sim

b)

Não

24.

"Frei Luís de Sousa" obedece às características do texto dramático, porque é composto por diálogos e divide-se em atos e cenas.

a)

Sim

b)

Não

25.

A exposição do conflito ocorre nas duas primeiras cenas do ato II.

a)

Sim

b)

Não

26.

O espaço onde decorre a ação é sempre o mesmo para melhor traduzir o seu adensamento trágico

a)

Sim

b)

Não

27.

É possível recuperar vários marcos temporais das didascálias e da intervenção de algumas personagens.

a)

Sim

b)

Não

28.

A ação representada passa-se num período temporal de 24 horas, como na tragédia clássica.

a)

Sim

b)

Não

29.

O mito Sebastianista é alimentado, fundamentalmente, por duas personagens: Maria e Madalena

a)

Sim

b)

Não

30.

A ação retrata um drama familiar desencadeado pelo regresso de uma personagem enigmática.

a)

Sim

b)

Não

31.

O espírito patriótico de Manuel de Sousa Coutinho revela-se aquando da decisão de incendiar o seu próprio palácio.

a)

Sim

b)

Não

32.

O I ato passa-se no _________________ e a personagem que abre a cena é ________________ que se encontra a ler um episódio de ______________________.

(a)  

33.

A segunda personagem a intervir na peça é ___________________ que conversa com a primeira sobre _________ e as suas capacidades extraordinárias.

a)

Manuel de Sousa Coutinho... Maria

b)

Telmo Pais... Maria

c)

Frei Jorge... Maria

34.

Quanto ao género, "Frei Luís de Sousa", pode-se definir por texto…

a)

dramático, dividindo-se em cenas e atos.

b)

épico, evocando figuras históricas.

c)

narrativo com frequente diálogo entre as personagens.

35.

O primeiro ato inicia-se com uma didascália (indicação cénica) referente…

a)

aos acontecimentos anteriores que ajudam a compreender o presente.

b)

ao espaço luxuoso do interior de uma casa apalaçada.

c)

a todas as personagens que farão parte da trama/história.

36.

A personagem que aparece inicialmente, no Ato I, encontra-se…

a)

a ler “Os Maias” e a comparar a tragédia desta família com a sua.

b)

a ler “Os Lusíadas” para reviver os feitos gloriosos da nação.

c)

a ler “Os Lusíadas” e a comparar a sua mágoa com a de D. Inês de Castro.

37.

O grau de parentesco/relação entre Madalena e Telmo, Maria, Jorge e Manuel, é respetivamente…

a)

esposa, mãe, patroa e cunhada.

b)

patroa, mãe, cunhada e esposa.

c)

cunhada, mãe, patroa e esposa.

38.

Os elementos que anunciam uma tragédia para as personagens são…

a)

o gato preto, a lua cheia, o vento constante, a quebra do espelho.

b)

as reticências que cortam o raciocínio e adensam as emoções, a fragilidade de algumas personagens, a simbologia dos números, o final do dia.

c)

o naufrágio, o assassinato e a chuva torrencial.

39.

. Comparativamente a Madalena, Sousa Coutinho é…

a)

mais revoltado pelas questões do passado.

b)

muito mais prático e decidido, resolvendo as questões pendentes.

c)

mais corajoso para enfrentar os inimigos da fé.

40.

A casa da família é incendiada para…

a)

dar uma lição aos tiranos que lá se queriam hospedar.

b)

evitar a execução da hipoteca que os mandatários do rei proclamaram.

c)

reivindicar as terras expropriadas.

41.

Sousa Coutinho e Madalena são esposos amicíssimos.

a)

Verdade.

b)

Falso.

42.

os temores de Madalena são infundados porque não há réstias de dúvidas na morte de D. João de Portugal.

a)

Verdade

b)

Falso

43.

Telmo é, frequentemente, inconveniente porque aviva os fantasmas do passado.

a)

Verdade

b)

Falso

44.

Maria é portadora de uma doença psíquica que limita o seu raciocínio

a)

Verdade

b)

Falso

45.

Vive-se num clima intranquilo por causa da peste e das malquerenças entre castelhanos e portugueses

a)

Verdade

b)

Falso

46.

Maria colhe papoulas para ter um sono despreocupado.

a)

Verdade

b)

Falso

47.

Maria não quer seguir o exemplo do irmão para não desassossegar a mãe.

a)

Verdade

b)

Falso

48.

O II Ato decorre…

a)

na casa de D. Manuel de Sousa Coutinho, em Almada.

b)

… na casa de D. João de Portugal, em Almada.

c)

... na capela anexa ao Palácio de D. João de Portugal

49.

No salão de entrada encontram-se os quadros de…

a)

… D. Sebastião, Camões e D. João de Portugal.

b)

… D. Sebastião, Camões e Garrett.

c)

… D. João de Portugal, Camões e D. Fernando.

50.

Após uma chegada atribulada ao Palácio que fora de D. João de Portugal, D. Madalena encontra-se a descansar porque…

a)

…está muito doente, com tuberculose.

b)

…está aterrorizada com tudo com o que viveu recentemente.

c)

…está preocupada com a saúde da sua filha.

51.

Dialogando com Telmo, Maria fica a conhecer…

a)

…a história das personagens retratadas.

b)

…o final da vida de Camões.

c)

…a história de D. Sebastião.

52.

Manuel de Sousa Coutinho …

a)

…vem escondido para visitar a família.

b)

…não pode deixar o seu esconderijo.

c)

…manda por Frei Jorge uma mensagem à família.

53.

Naquele dia (em que Manuel de Sousa, Maria e Telmo vão a Lisboa), D. Madalena encontra-se ainda mais atormentada porque…

a)

…tem receio do que possa acontecer ao marido.

b)

…faz anos que casou com Manuel de Sousa Coutinho.

c)

…é uma sexta-feira carregada de memórias de factos passados.

54.

O Romeiro aparece quando…

a)

…a família se encontra toda reunida.

b)

…Madalena está sozinha com Frei Jorge.

c)

…Madalena se encontra com Frei Jorge e Telmo.

55.

O Romeiro insiste em falar com D. Madalena porque tem um recado importante para lhe transmitir.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

56.

Telmo não conhece a identidade da personagem do terceiro quadro.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

57.

Decorreram duas semanas desde o fim do I Ato.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

58.

O III.º Ato de Frei Luís de Sousa decorre

a)

Na noite do incêndio do palácio de Manuel de Sousa

b)

Noite cerrada, após o aparecimento do Romeiro

c)

Oito dias depois da vinda do Romeiro

d)

No dia seguinte ao regresso de Manuel de Sousa de Lisboa

59.

A ação situa-se agora

a)

na capela da Igreja de S. Paulo dos Domínicos de Almada

b)

num salão luxuosamente decorado

c)

na parte de baixo do palácio de D. João

d)

no quarto de Maria

60.

Manuel de Sousa, no início do III.º Ato, evidencia um estado emocional dominado pelo(a)

a)

arrependimento de se ter casado com Madalena.

b)

desejo de vingança relativo a D. João de Portugal, que considera um traidor.

c)

sentimento de injustiça, culpando o destino da sua situação.

d)

infelicidade e a angústia, preocupando-o sobretudo o destino da filha.

61.

Frei Jorge apoia a decisão do irmão, de

a)

ingressar na vida religiosa, assim como o fará Madalena.

b)

se vingar do Romeiro, que não passa de um impostor.

c)

se separar de Madalena, ficando cada um a viver em sua casa.

d)

convencer Maria a entrar para um convento.

62.

Madalena, depois do diálogo com o Romeiro, cai na mais profunda prostração, convencida de que

a)

aquele homem é D. João de Portugal, regressado do cativeiro.

b)

a alma de D. João voltou para a atormentar.

c)

D. João está vivo, não sabendo onde se encontra.

d)

o marido e a filha não regressarão de Lisboa e ela ficará sozinha para sempre.

63.

Manuel de Sousa refere-se a Maria como

a)

uma filha do pecado, que é necessário esconder do mundo.

b)

um anjo descido do céu para o acompanhar na sua peregrinação.

c)

uma jovem doente, a quem já resta pouco tempo de vida.

d)

uma menina mimada, que terá finalmente de enfrentar a realidade.

64.

Maria apercebe-se do estado em que se encontra a mãe e

a)

pede insistentemente para falar com ela.

b)

pede a Telmo que a console.

c)

não volta a perguntar por ela.

d)

fala com ela para a animar.

65.

Telmo encontra-se em profundo conflito interior, dividido entre

a)

a lealdade a D. Manuel de Sousa e a amizade por D. João.

b)

falar com o Romeiro ou ir ter com Manuel de Sousa.

c)

a preocupação com o estado de saúde de Maria e necessidade de acudir a Madalena.

d)

a lealdade ao seu antigo amo, D. João, e o amor paternal por Maria.

66.

Ao encontrar-se com Telmo, o Romeiro espera

a)

ser reconhecido e apoiado pelo único amigo que lhe resta.

b)

que o aio o ajude a incriminar Manuel de Sousa.

c)

que este se torne um elo de ligação com Madalena.

d)

que o velho amigo desminta o segundo casamento de Madalena.

67.

O gesto do Romeiro, que pretende mentir, mandando dizer que ele próprio era um impostor, evidencia

a)

que este é um homem em quem não se pode confiar.

b)

a sua nobreza de caráter, por querer poupar a família ao sofrimento.

c)

o facto de D. João não estar vivo.

d)

a frágil personalidade da personagem, que depressa muda de ideias.

68.

No seu último encontro com o marido, Madalena tenta convencê-lo

a)

de que a mensagem do Romeiro é um embuste.

b)

de que o amor de ambos pode resistir a todas as adversidades.

c)

a ter uma conversa séria com o Romeiro.

d)

vingar-se de D. João de Portugal.

69.

Manuel de Sousa, na presença de Madalena,

a)

vacila e volta atrás na sua decisão.

b)

declara que o amor de ambos é invencível.

c)

refere-se às alegrias da vida religiosa.

d)

adota uma postura de distanciamento e aparente frieza.

70.

No final do III.º Ato, um novo espaço é dado a conhecer:

a)

o quarto de Maria.

b)

uma sala do convento.

c)

a igreja de S. Paulo.

d)

a cave do palácio de D. João.

71.

Maria entra em cena, "em estado de completa alienação", e dirige-se aos pais expressando

a)

resignação, por reconhecer que há que seguir o caminho traçado por Deus.

b)

desconforto, por se sentir febril e ofegante.

c)

revolta contra Deus e todos os que querem separar quem se ama.

d)

palavras carinhosas de despedida.

72.

Num último momento, o Romeiro entra em cena para

a)

assumir a sua verdadeira identidade.

b)

evitar que Manuel e Madalena professem votos religiosos.

c)

conhecer Maria.

d)

assistir à cerimónia religiosa.

73.

O desfecho da ação trágica, a catástrofe, consiste na

a)

morte física de Maria e morte simbólica de Madalena e Manuel de Sousa, que se afastam da vida mundana.

b)

morte simbólica de todas as personagens principais, pois todos ingressam na vida religiosa.

c)

morte por "vergonha" de Maria e suicídio dos pais.

d)

morte do Romeiro, causada por remorsos.