WorksheetsRevisão - Segundo Ano do Ensino Médio - Português e Literatura -
Total questions: 67
Worksheet time: 28mins
Leia o trecho: “Pô, mano, vamos colar no rolê depois da aula!” Esse anunciado apresenta um exemplo de variação linguística, principalmente associado a:
Variação formal
Variação regional
Variação etária
Variação técnica
Contexto: Em uma entrevista de emprego, um candidato utiliza uma linguagem formal e estruturada, enquanto em conversas com amigos adota expressões informais e gírias. Essa situação exemplifica a variação:
Diacrônica
De registro (estilística)
Regional
Diastrática
Leia o trecho: “Ocê vai num se atrasar, né?” A forma “ocê” utilizada não enunciada é característica de:
Variação formal
Variação regional
Variação técnica
Variação etária
Contexto: O estudo da evolução da língua ao longo dos séculos – como a transformação do latim para as línguas românicas – abordagem a variação:
Diacrônica
Diastrática
De registro
Regional
O surgimento de termos como “selfie” e “blog” para designar novas realidades tecnológicas é um exemplo de:
Empréstimo linguístico
Neologismo
Arcaísmo
Regionalismo
A incorporação de palavras estrangeiras, como “mouse” e “software”, no vocabulário do português caracteriza-se como:
Neologismo
Empréstimo linguístico
Calque
Arcaísmo
Em certos contextos, falantes de diferentes grupos sociais utilizam gírias e termos próprios que marcam sua identidade. Esse parece é conhecido como variação:
Diastrática
Etária
Regional
De registro
Leia o trecho: “Vossa mercê, venha cá.” A utilização de “vossa mercê” é um exemplo de:
Arcaísmo
Regionalismo
Neologismo
Empréstimo linguístico
As alterações na pronúncia de certos sons são – como a variação na articulação do “s” final em “casas” em diferentes regiões – configuram a variação:
Diacrônica
Fonética
Diafásica
Léxica
Qual das alternativas não representa uma variação linguística?
Uso de gírias em conversas informais
Emprego de termos técnicos por especialistas
Utilização do português padrão em documentos oficiais
Uso de expressões regionais
Agora eu era herói
E o meu cavalo só
falava inglês.
A noiva do cowboy
Era você, além das
outras três.
Eu enfrentava os
batalhões,
Os alemães e seus
canhões.
Guardava o meu
bodoque
E ensaiava o rock
para as matinês.
CHICO BUARQUE. João e Maria,
1977 (fragmento).
Nos terceiro e oitavo versos da letra da canção, constata-se que o emprego das palavras cowboy e rock expressa a influência de outra realidade cultural na língua portuguesa. Essas palavras constituem evidências de
regionalismo, ao expressar a realidade sociocultural de habitantes de uma determinada região.
neologismo, que se caracteriza pelo aportuguesamento de uma palavra oriunda de outra língua.
estrangeirismo, que significa a inserção de termos de outras comunidades linguísticas no português.
jargão profissional, ao evocar a linguagem de uma área específica do conhecimento humano.
Palavras jogadas fora
Quando criança, convivia no interior de São Paulo com o curioso verbo pinchar e ainda o ouço por lá esporadicamente. O sentido da palavra é o de "jogar fora" (pincha fora essa porcaria) ou "mandar embora" (pincha esse fulano daqui). Teria sido uma das muitas palavras que ouvi menos na capital do estado e, por conseguinte, deixei de usar. Quando indago às pessoas se conhecem esse verbo, comumente escuto respostas como "minha avó fala isso". Aparentemente, para muitos falantes, esse verbo é algo do passado, que deixará de existir tão logo essa geração antiga morrer.
As palavras são, em sua grande maioria, resultados de uma tradição: elas já estavam lá antes de nascermos. "Tradição", etimologicamente, é o ato de entregar, de passar adiante, de transmitir (sobretudo valores culturais). O rompimento da tradição de uma palavra equivale à sua extinção. A gramática normativa muitas vezes colabora criando preconceitos, mas o fator mais forte que motiva os falantes a extinguirem uma palavra é associar a palavra, influenciados direta ou indiretamente pela visão
normativa, a um grupo que julga não ser o seu. O pinchar, associado ao ambiente rural, onde há pouca escolaridade e refinamento citadino, está fadado à extinção?
É louvável que nos preocupemos com a extinção de ararinhas-azuis ou dos micos-leão-dourados, mas a extinção de uma palavra não promove nenhuma comoção, como não nos comovemos com a extinção de insetos, a não ser dos extraordinariamente belos. Pelo contrário, muitas vezes a extinção das palavras é incentivada.
VIARO, M. E. Língua Portuguesa, n. 77, mar. 2012 (adaptado).
A discussão empreendida sobre o (des)uso do verbo "pinchar" nos traz uma reflexão sobre a linguagem e seus usos, a partir da qual compreende-se que
as palavras esquecidas pelos falantes devem ser descartadas dos dicionários, conforme sugere o título.
o cuidado com espécies animais em extinção é mais urgente do que a preservação de palavras.
o abandono de determinados vocábulos está associado a preconceitos socioculturais.
as gerações têm a tradição de perpetuar o inventário de uma língua.
(Simulado ENEM 2018 – Adaptado) Leia o texto abaixo:
Só mesmo a palavra sofrência
Em dicionário não tem
Mistura de dor, paciência
Que riso que é canto também
Meu filho Nordeste que canta
O canto chorado da vida
Pegando no susto, chuva tanta
Errou de lugar na caída
O que dá pra rir dá pra chorar...
(BLANCO, Billy. “Canto Chorado”)
O Vocabulário Oficial da Língua Portuguesa (VOLP) e o Dicionário Houaiss não têm registro de um verbete
para a palavra sofrência, apesar de ela já ter aparecido em uma canção de 1969 e em um conto de 1986.
Sendo assim, trata-se de
um neologismo, que comprova o dinamismo da língua ao acompanhar as necessidades de seus usuários.
uma gíria, que indica a tendência da escrita de se tornar um código fechado de comunicação.
um coloquialismo, que demonstra a capacidade da fala de obedecer às regras de formação de palavras.
um estrangeirismo, que exemplifica a tendência da língua de popularizar termos estrangeiros.
Leia um trecho do poema “A terra é naturá”:
A terra é naturá
Iscute o que tô dizendo,
Seu dotô, seu coroné:
De fome tão padecendo
Meus fio e minha muié.
Sem briga, questão nem guerra,
Meça desta grande terra
Umas tarefas pra eu!
Tenha pena do agregado
Não me dexê deserdado
(PATATIVA DO ASSARÉ. A terra é naturá)
Com relação ao nível de linguagem empregado no poema, é possível afirmar que
A linguagem empregada no poema é padrão. O que ocorre é que as palavras “dotô”, “conoré” e “muié” eram assim escritas antigamente.
A linguagem do poema é coloquial, já que é construído a partir da reprodução fiel da fala de algum nativo da língua portuguesa.
A linguagem muito coloquial compromete a leitura do poema e, dessa forma, impede que o leitor compreenda seu conteúdo e sentido.
A linguagem empregada no poema é padrão, embora haja poucas palavras, como “dotô”, “conoré”, “muié” e “dexê”, que são utilizadas na linguagem coloquial.
Poema: Capitulação
Luís Fernando Veríssimo
Delivery
Até pra telepizza
É um exagero.
Há quem negue?
Um povo com vergonha
Da própria língua
Já está entregue.
07 - Em relação à crítica tecida pelo eu lírico de Capitulação, marque a alternativa correta.
O título dado pelo autor está adequado, tendo em vista o conteúdo do poema, pois o significado da palavra “capitulação” está diretamente relacionado aos estrangeirismos linguísticos.
A atitude do eu lírico se revela despropositada, pois inexiste um correspondente vernacular na língua portuguesa para a palavra do inglês “delivery”.
O título dado pelo autor está adequado, tendo em vista o conteúdo do poema, pois a palavra “capitulação” significa “desistência”, “rendimento”, ou seja, remete ao falante nativo que se rende às influências dos estrangeirismos os quais descaracterizariam a língua materna.
Diante da postura negativa do eu lírico quanto ao uso da palavra “delivery”, é irônico que ele ignore a palavra “telepizza”, também usada no poema, pois tal palavra é composta pela aglutinação de um prefixo de origem grega a uma palavra do italiano.
08– Neologismo é:
o uso de qualquer recurso da língua pertence ao seu passado morto
uso de palavras que infringem as regras atuais de grafia
qualquer criação atual, dentro da língua, podendo “quebrar” regras da gramática normativa
Palavras que ficaram em desuso
Leia o trecho da música “Pedro pedreiro”, de Chico Buarque:
Pedro pedreiro penseiro esperando o trem
Manhã parece, carece de esperar também
Para o bem de quem tem bem de quem não tem vintém
Pedro pedreiro fica assim pensando […]
09 - No trecho lido, há uma palavra que destoa do vocabulário formal. A palavra penseiro pode ser classificada como:
a) figura de linguagem.
b) figura de sintaxe ou figura de construção.
neologismo
d) onomatopeia.
12 - Ѕоbrе оѕ еѕtrаngеіrіѕmо, mаrquе а ІNСОRRЕТА:
Теntаtіvа dе арrорrіаçãо dе umа línguа еѕtrаngеіrа еm dеtrіmеntо dо іdіоmа lосаl.
Арrорrіаçãо dе еlеmеntоѕ, ехрrеѕѕõеѕ е соnѕtruçõеѕ аlhеіаѕ ао іdіоmа.
Рrосеѕѕо quе ѕе rеfеrе аоѕ tеrmоѕ quе nãо реrtеnсеm gеnuіnаmеntе ао léхісо dе umа línguа, mаѕ еm vіrtudе dе um рrосеѕѕо nаturаl dе аѕѕіmіlаçãо сulturаl, асаbаm соnѕtіtuіndо nоѕѕо vосаbulárіо.
Dеvе-ѕе рrеfеrіr о рróрrіо vеrnáсulо quаndо hоuvеr соrrеѕроndеntеѕ quе fаçаm а ѕubѕtіtuіçãо еfісіеntе dе um tеrmо quе еѕtеја еm оutrа línguа.
Poema: Neologismo
Manuel Bandeira
Beijo pouco, falo menos ainda
Mas, invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar
Intransitivo;
Teadoro, Teodora.
2 - Segundo o Autor, os meios para se manifestar ternura são:
falar muito
beijar muito
inventar palavras
calar-se.
Leia o trecho do poema de Patativa do Assaré e informe o tipo de variação linguística :
O poeta da roça
Sou fio das mata, cantô da mão grossa,
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de páia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô...
Histórica
Social
Geográfica
Situacional
Cultural
Qual o tipo de variação linguística da imagem acima?
Geográfica
Situacional
Regional
Histórica
Enxada
[...]
– Bão dia, patrão.
Vim buscá sua semente, plantá.
– Leva, preguiçoso, ladrão.
– Preguiçoso, ladrão, num sou não.
Vou plantá seus arrôis.
Inté amanhã tá tudo plantado.
No rancho não tem decumê.
Somente guarapa fria de rapadura.
[...]
CORALINA, Cora. Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais. São Paulo. Gaudi Editorial, 2008. p. 213.
No trecho do poema “Enxada”, de Cora Coralina, a variante linguística apresentada está mais próxima da linguagem de
um cidadão da área urbana.
um habitante da zona rural.
uma pessoa escolarizada.
um morador da região sul.
É um tipo de variação histórica:
Fala mermão.
Macaxeira.
Pharmácia.
Boa tarde.
As gírias são um tipo de variação situacional também chamada de diafásica. Essa variação ocorre:
Boa noite, meus amigos.
Fala boy doido.
Comi um pão de sal enorme.
Vc
Por variação linguística entendemos que é
um texto que apresenta erros ortográficos
um texto confuso, sem coesão e coerência
as diversas formas de se expressar através da língua
erros de português
Todas as formas variantes de uma língua são igualmente ricas e expressivas e atendem as necessidades dos falantes que a utilizam. Quando a variação não é respeitada chamamos de
preconceito linguístico
elaboração linguística
atividade linguística
rascunho linguístico
Variedade linguística padrão refere-se à:
Linguagem formal
Linguagem informal
Linguagem coloquial
Nenhuma das alternativas
Variação linguística regional refere-se à:
Variação linguística entre as classes sociais
Variação linguística entre as regiões do país
Gírias
Nenhuma das alternativas
A língua evolui com o tempo, sendo assim a evolução de: Vossa mercê - vosmecê - você, faz parte de qual variação linguística?
Variação linguística atual
Nenhuma das alternativas
Variação linguística histórica
Variação linguística de classe social
As gírias fazem parte da variação linguística de classe social, mas estão inseridas especificamente em:
Grupos sociais
Nenhuma das alternativas
Variação linguística regional
Variação linguística histórica
Sabe-se que a língua :
Não sofre variação.
Sofre variação.
Deve seguir regras gramaticais.
Quais são as variações linguísticas?
Regional, social, situacional e histórica.
Mundial, racial, situacional e histórica.
Regional, atitudinal, situacional e histórica.
Regional, social, situacional e atemporal.
"Pirou" é um exemplo de:
Diálogo
Gíria
Artigo
Nenhuma das alternativas
"macaxeira" "aipim" "mandioca" são palavras:
Com o mesmo significado
Com diferentes significados
Sem nenhum sentido
Nenhuma das alternativas
Usamos a linguagem formal em qual ocasião?
Palestras
Reuniões
No trabalho
Todas as alternativas
A linguagem formal é utilizada em...
Seriados e novelas
Desenhos
Livros e jornais
Redes sociais
São fatores determinantes da linguagem de um indivíduo:
Terra, tempo e clima
Local, tempo e escolaridade
Terra, homem e meio
Local, sociedade e meio
Na frase :
"Vou comprar uma macaxeira, para fazer um purê de mandioca"
Qual variedade linguística contém na frase?
Histórica
Geográfica
Social
Situacional
Onde o português é falado atualmente?
Apenas em Portugal
Apenas no Brasil
No Brasil e em outros países lusófonos
Apenas em Angola
Qual foi o evento que levou a língua portuguesa a quatro continentes?
A Revolução Industrial
A colonização do Brasil
A descoberta do Novo Mundo
A expansão territorial portuguesa
1) ( Cefet-RJ )“Lira I (1ª parte)
Eu, Marília, não sou
algum vaqueiro,
que viva de guardar
alheio gado,
de tosco trato, de
expressões grosseiro,
dos frios gelos e dos sóis
queimado.
tenho próprio casal e
nele assisto;
dá-me vinho, legume,
frutas, azeite;
das brancas ovelhinhas
tiro o leite,
e mais as finas lãs, de
que me visto.
Graças, Marília
bela,
Graças à minha
estrela.”
GONZAGA, Tomás Antonio. Marília de Dirceu. In: NICOLA,José de. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo: Scipione, 1999.p. 116.
“O Arcadismo, Setecentismo ou Neoclassicismo é o período que caracteriza principalmente a segunda metade do século XVIII, tingindo as artes de uma nova tonalidade burguesa.” NICOLA, José de. Literatura brasileira: das origensaos nossos dias. São Paulo: Scipione, 1999.p. 106.
Assinale a alternativa que NÃO caracteriza este período literário.
Os modelos seguidos são os clássicos greco-latinos e os renascentistas, embora a mitologia pagã não venha a construir-se como elemento estético.
O fingimento poético justifica-se pela contradição entre a realidade do progresso urbano e o mundo bucólico idealizado pelos árcades.
O uso de pseudônimos pastoris transparece: o pobre pastor Dirceu é Tomás Antônio Gonzaga.
O carpe diem (“gozar o dia”) horaciano, que consiste no princípio de viver o presente, é uma postura típica também dos árcades.
Qual movimento importante da história do Brasil faz parte do Arcadismo?
A abolição dos escravos
O Renascimento Cultural
A contra-reforma católica
A inconfidência mineira
(MACKENZIE)
Ornemos nossas testas com as flores,
e façamos de feno um brando leito;
prendamo-nos, Marília, em laço estreito,
gozemos do prazer de sãos amores (…)
(…) aproveite-se o tempo, antes que faça
o estrago de roubar ao corpo as forças
e ao semblante a graça.
(Tomás Antônio Gonzaga)
Nos versos acima:
O eu-lírico, ao lamentar as transformações notadas em seu corpo e alma pela passagem do tempo, revela-se amoroso homem de meia-idade.
Que retomam tema e estrutura de uma “canção de amigo”, está expresso o estado de alma de quem sente a ausência do ser amado.
Nomeia-se diretamente a figura ironizada pelo eu-lírico, a mulher a quem se poderiam fazer convites amorosos mais ousados.
Em que se notam diálogo e estrutura paralelística, o ponto de vista dominante é o do amante que vê seus sentimentos antagônicos refletidos na natureza.
A natureza é o espaço onde o amado se sente à vontade para expressar diretamente à amada suas inclinações sensuais.
O tema "lócus amoenus" significa:
área urbana
lugar rústico
lugar imaginário
lugar ameno
Tema "fugere urbem " significa:
continuar na cidade
fugir da cidade
continuar em contato com a natureza
permanecer ma cidade
Tema clássico greco-latino: recomendação para que se aproveite o momento presente é o:
fugere urbem
aurea mediocritas
inutilia truncat
carpe diem
É característica do Arcadismo:
crítica à sociedade.
retomada dos ideais modernos
importância da modernidade
pastoralismo
(UFPE) No Arcadismo brasileiro, encontramos textos líricos, épicos e satíricos. Sobre isso, é CORRETO afirmar que
Caramuru e O Uraguai são poemas líricos com traços de épico, pois, em ambos, o ponto central das narrativas é a história de amor entre dois casais de culturas diferentes.
A Lira Marília de Dirceu, de autoria de Tomás Antônio Gonzaga apresenta versos rigidamente metrificados, tendo como tema o amor entre a musa Marília e o jovem pastor Dirceu.
As Cartas chilenas são poemas satíricos que circularam em Vila Rica pouco antes da Inconfidência Mineira. As 13 cartas são assinadas por Critilo e endereçadas a Doroteu.
Vila Rica é um poemeto épico em que Cláudio Manuel da Costa fala da grandeza do atual Estado de Minas e alega a necessidade de seus habitantes lutarem pela Independência do Brasil, tema central da poesia de todos os poetas inconfidentes.
A poesia de Tomás Antônio Gonzaga, por tratar do amor de Dirceu por Marília, foge por completo das normas árcades ao negar o bucolismo e exagerar o sentimentalismo, característica que fundamenta a poesia romântica.
O texto apresenta aspectos que permitem sua filiação à estética literária do Arcadismo.
Um dos traços que caracterizam esse período literário e que pode ser encontrado no trecho é o
bucolismo
indianismo
nacionalismo
misticismo
regionalismo
(UCS-RS) Em relação ao Arcadismo, é correto afirmar que:
Se caracteriza pela predominância da subjetividade e pelas formas pouco regulares.
Busca representar as semelhanças da vida do campo com a dos centros urbanos.
Se caracteriza pela negação dos padrões clássicos da Antiguidade e do Renascimento.
Adota como filosofia de vida a valorização do passado em detrimento do presente.
Se volta para a natureza em defesa de uma vida simples e contemplativa.
No Romantismo, o Jeca Tatu foi eleito o herói nacional.
Verdadeiro
Falso
Os escritores românticos não se importavam com as questões políticas da época, apenas escreviam sobre suas desilusões amorosas.
Falso
Verdadeiro
Podemos resumir o romantismo com uma palavra: IDEALISMO.
Verdadeiro
Falso
Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu e Castro Alves são, respectivamente, poetas da primeira, da segunda e da terceira geração do Romantismo brasileiro.
Verdadeiro
Falso
A literatura romântica segue o padrão da literatura clássica.
Verdadeiro
Falso
Qual foi a obra que inaugurou o Romantismo no Brasil?
"A Moreninha" de Joaquim Manoel de Macedo, em 1844.
"Suspiros poéticos e saudades" de Gonçalves de Magalhães, em 1836.
"Os sofrimentos do jovem Werther" de Goethe, em 1774.
"Memórias Póstumas de Brás Cubas" de Machado de Assis, em 1881.
"Iracema" de José de Alencar, em 1865.
A primeira geração romântica é chamada
condoreira
indianista
mal do século
ufanista
regionalista
Podem ser consideradas características da primeira geração romântica, exceto
idealização da mulher.
valorização da natureza.
perseguição ao índio.
nacionalismo.
religiosidade.
A segunda geração romântica não pode ser chamada de
byroniana
mal do século
condoreira
ultrarromantismo
São características da segunda geração romântica, exceto
idealização do índio.
amor platônico.
pessimismo.
fascínio pelo mórbido.
escapismo pela morte.
São temas relacionados à terceira geração romântica, exceto
crítica social.
liberdade.
abolição da escravidão.
idealização do índio.
defesa de ideias igualitárias
São temáticas relacionadas à segunda geração romântica, exceto
o devaneio, o amor e a morte.
os ideais democráticos e o patriotismo.
o culto do eu e a subjetividade.
a melancolia, o fascínio pelo mórbido e a depressão.
o tédio, a dúvida e a ironia.
