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WorksheetsCONQUISTANDO MINHAS FIGURINHAS
Total questions: 15
Worksheet time: 52mins
1. D039 - (SPAECE). Leia o texto abaixo.
Mercado do tempo
Natal já tá aí. O ano passou voando. É a vida, cada vez mais corrida. Vinte e quatro horas é pouco – precisava um dia maior para pôr tudo em dia. Contra esses lugares-comuns, boa parte dos manuais prescreve doses regulares de priorização, planejamento, marketing, lembretes, listas e agendas, analógicos e digitais. Mas a ciência tem uma receita diferente: você não vai aprender a controlar seu tempo encarando um calendário. Antes, é necessário olhar para outros lugares. [...] É no dia a dia que se revela nossa habilidade de cumprir planos. Não é algo que você nasce sabendo. A forma como você gasta e às vezes ganha tempo é influenciada por fatores culturais, geográficos e econômicos. Tudo isso resulta na sua orientação temporal, uma fórmula pessoal de encarar passado, presente e futuro. Mas uma coisa vale para todos nós: o tempo passa. Melhor aprender seu ritmo, antes que ele acabe ultrapassando você. URBIM, Emiliano. Superinteressante. Dez. 2010. p. 64-65. Fragmento.
Nesse texto, no trecho “Mas a ciência tem uma receita diferente:...” (2º parágrafo), a palavra destacada estabelece relação de
oposição.
conclusão.
explicação.
adição.
2. D039 (AVALIA-BH). Leia o texto abaixo.
Como os golfinhos dormem?
Os pesquisadores não têm certeza de como funciona o sono dos golfinhos. Uma das hipóteses é que eles nunca dormem totalmente e uma parte de seu cérebro permanece ativa, enquanto outra repousa, pois precisam subir à superfície para respirar. É possível também que eles tirem apenas cochilos para descansar. Há ainda a possibilidade de revezarem o descanso com os companheiros de grupo para evitar o ataque de predadores.
Recreio. n. 517. 4 fev. 2010. p. 5.
No trecho “... pois precisam subir à superfície para respirar.”, o termo destacado indica
alternância.
causa.
condição.
explicação.
3. D039 (Prova Brasil). Leia o texto abaixo:
Acho uma boa ideia abrir as escolas no fim de semana, mas os alunos devem ser supervisionados por alguém responsável pelos jogos ou qualquer opção de lazer que se ofereça no dia. A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes. Poderiam ser feitas gincanas, festas e até churrascos dentro da escola. (Juliana Araújo e Souza) (Correio Braziliense, 10/02/2003, Gabarito. p. 2.)
Em “A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes.”, a palavra destacada indica:
alternância.
oposição.
adição.
conclusão.
4. D039 Leia o texto e responda:
Como uma onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas, como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir,
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
E aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
SANTOS, Lulu; MOTA, Nelson. Como uma onda. In: SANTOS, Lulu. CD O último romântico. BMG Ariola 255157-2, 1987.
No texto, a palavra destacada em “A vida vem em ondas, como um mar” (v. 4) exprime uma ideia de
alternância.
comparação.
finalidade.
oposição.
5. D039 (SAEPE). Leia o texto e responda.
No trecho “Tchau, mãe! Vou brincar lá fora.”, a expressão lá fora dá uma ideia de
causa
lugar
modo
tempo
6. D025 (SAEPB). Leia o texto abaixo.
Ser adolescente é...
Ser adolescente é...
Acordar todos os dias tarde
E ainda achar que dormiu pouco;
Ficar horas com amigos ao telefone
E ainda chatear-se quando a mãe reclama;
Deixar seu quarto todo bagunçado
E dizer que não o arrumou por falta de tempo;
Achar que o mundo gira em torno de si
E não o contrário...
Mas ser adolescente também é...
Querer resolver os problemas do mundo, [...]
Fazer loucuras pelo seu ídolo,
Amar da forma mais intensa possível,
Estar rodeado de amigos,
Ser espontâneo e explosivo...
Ser adolescente é tudo isso e muito mais...
CORRÊA, Edmar Guedes. Disponível em: <http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=1649&%20cat=Infanto_Juvenil>. Acesso em: 26 maio 2011. Fragmento.
No verso “Ser adolescente é...” (v. 1), o uso das reticências sugere
continuidade de um pensamento.
hesitação ao que ia ser dito.
interrupção de uma fala.
omissão de um pensamento.
7. D025 (SAEGO). Leia o texto.
No trecho "Mas não jogou só duas?", o ponto de interrogação foi utilizado para
apresentar um deboche do personagem.
destacar a incompreensão do personagem.
realçar o interesse do personagem na conversa.
revelar uma crítica do personagem ao treinador.
8. D025 (Equipe PIP). Leia o texto abaixo.
Essa Velhinha
— Desculpe entrar assim sem pedir licença...
— Doença!
— Não,... quem está doente?
— Mas quem está doente?
— Não – Sorriu o homem -, a senhora entendeu errado.
— Resfriado?
— Ora... quer dizer... bem, eu estava lá fora e ...
— Xi! Catapora?
— Senhora, por favor não confunda...
— Caxumba!!! Cuidado, menino, isso é perigoso... Sabe, sei fazer um chazinho muito bom pra caxumba.
Os pontos de exclamação em Caxumba!!!, exprimem:
Entusiasmo.
Dor.
Espanto.
Tristeza.
9. D025 (SARESP 2010). Leia o texto.
No segundo quadrinho, o ponto de interrogação indica que a menina
ficou alegre com que o Maluquinho falou.
ficou com raiva do que o Maluquinho disse.
quer dar uma opinião sobre a fala de Maluquinho.
quer saber o que Maluquinho quis dizer.
10. D025 (SAVEAL). Leia o texto e responda.
Tintura milionária
A apresentadora Angélica recebeu uma proposta de 1,5 milhões de reais de uma gigante de tinturas para cabelos para pintar de ruivo suas louras melenas. Não topou. Não porque se importe de ficar ruiva – mas é que achou pouco.
(VEJA, nº19, 12 de maio de 2004, p. 37)
O travessão foi usado no texto para
comentar a quantia que seria paga.
destacar a opinião do autor.
explicar a cor da tintura.
iniciar a fala da apresentadora.
11. D102 Leia o texto para responder a questão abaixo:
A CHUVA
A chuva derrubou as pontes. A chuva transbordou os rios. A chuva molhou os transeuntes. A chuva encharcou as praças. A chuva enferrujou as máquinas. A chuva enfureceu as marés. A chuva e seu cheiro de terra. A chuva com sua cabeleira. A chuva esburacou as pedras. A chuva alagou a favela. A chuva de canivetes. A chuva enxugou a sede. A chuva anoiteceu de tarde. A chuva e seu brilho prateado. A chuva de retas paralelas sobre a terra curva. A chuva destroçou os guarda-chuvas. A chuva durou muitos dias. A chuva apagou o incêndio. A chuva caiu. A chuva derramou-se. A chuva murmurou meu nome. A chuva ligou o pára-brisa. A chuva acendeu os faróis. A chuva tocou a sirene. A chuva com a sua crina. A chuva encheu a piscina. A chuva com as gotas grossas. A chuva de pingos pretos. A chuva açoitando as plantas. A chuva senhora da lama. A chuva sem pena. A chuva apenas. A chuva empenou os móveis. A chuva amarelou os livros. A chuva corroeu as cercas. A chuva e seu baque seco. A chuva e seu ruído de vidro. A chuva inchou o brejo. A chuva pingou pelo teto. A chuva multiplicando insetos. A chuva sobre os varais. A chuva derrubando raios. A chuva acabou a luz. A chuva molhou os cigarros. A chuva mijou no telhado. A chuva regou o gramado. A chuva arrepiou os poros. A chuva fez muitas poças. A chuva secou ao sol.
Todas as frases do texto começam com "a chuva". Esse recurso é utilizado para
provocar a percepção do ritmo e da sonoridade.
provocar uma sensação de relaxamento dos sentidos.
reproduzir exatamente os sons repetitivos da chuva.
sugerir a intensidade e a continuidade da chuva.
12. D102 (Equipe PIP). Leia o texto abaixo.
A gansa dos ovos de ouro
(Fábula de Esopo recontada por Ana Maria Machado)
Era uma vez um casal de camponeses que tinha uma gansa muito especial. De vez em quando, quase todo dia, ela botava um ovo de ouro. Era uma sorte enorme, mas em pouco tempo ele começaram achar que podiam ficar muito mais ricos se ela pusesse um ovo daqueles por hora ou a todo momento que eles quisessem. Falavam nisso sem parar, imaginando o que fariam com tanto ouro.
- Que bobagem a gente ficar esperando que todo dia saia dessa gansa um pouquinho... Ela deve ter dentro dela um jeito especial de fabricar ouro. Isso era o que a gente precisava.
- Isso mesmo. Deve ter uma maquininha, um aparelho, alguma coisa assim. Se a gente pegar pra nós, não precisa mais da gansa.
- E... Era melhor ter tudo de uma vez. E ficar muito rico.
E resolveram matar a gansa para pegar todo o ouro.
Mas dentro não tinha nada diferente das outras gansas que eles já tinham visto – só carne, tripa, gordura...
E eles não pegaram mais ouro. Nem mesmo ganharam um ovo de ouro, nunca mais.
A palavra Isso marcada no texto se refere a:
Um pouquinho de tempo de que o casal precisava para cuidar da gansa.
A bobagem de achar que dentro da gansa tinha ouro.
Um modo de produzir ouro.
13. D102 (SEAPE). Leia o texto.
No quarto quadrinho, no trecho “O pobrezinho não entende”, a palavra destacada sugere
carinho.
crítica.
deboche.
impaciência.
14. D102 (SADEAM). Leia o texto.
No primeiro quadrinho desse texto, a palavra 'FO FO CA' dividida em sílabas sugere que a menina
desconhecia a palavra.
enfatizou a palavra.
gaguejou a palavra.
sussurrava palavra.
15. 102 (PAEBES). Leia o texto abaixo.
Porquinho-da-índia
Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de cabeça me dava
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele pra sala
Pra os lugares mais limpinhos
Ele não gostava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas...
– O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.
BANDEIRA, Manuel. Libertinagem & Estrela da manhã. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
No poema, o uso dos diminutivos “porquinho” (v. 2), “bichinho” (v. 4), “limpinhos” (v. 6) e “ternurinhas” (v. 9) indica
afetividade.
deboche.
desconsideração.
insatisfação.
