WorksheetsOs Lusíadas - O Adamastor
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No episódio do Adamastor, o presságio que algo de terrível estava para acontecer é marcado por
uma nuvem negra.
um vento forte e persistente.
um uivo na noite.
um clarão imenso no céu.
O Adamastor critica nos portugueses
a ganância e a cobardia.
a demora e a falta de pontualidade.
a ousadia e a ambição.
a coragem e a inveja.
A bela ninfa por quem o Adamastor se apaixonou chamava-se
Tétis.
Vénus.
Dóris.
Juno.
O episódio do Adamastor classifica-se como
bélico.
naturalista.
histórico.
simbólico.
Nas estâncias 43-48, o Gigante faz algumas profecias sobre o futuro dos portugueses, dizendo, nomeadamente, que...
estes conquistarão a Índia e grande parte da América.
os auxiliará em futuras conquistas.
se vingará daquele que o descobriu, causando naufrágios e mortes.
os portugueses serão para sempre os grandes imperadores do Mundo.
O narrador conta este episódio da viagem ao
Rei de Melinde
Catual da Índia
Rei de Mombaça
Adamastor
No episódio do Adamastor, o narrador é
O poeta.
Vasco Da Gama.
Luís de Camões.
Rei de Melinde.
As formas verbais "ficarem", "abrandarem" e "fizerem", no primeiro discurso do Adamastor, encontram-se no
Futuro do Indicativo
Futuro do Conjuntivo
Imperativo
Presente do Indicativo
A descrição do aparecimento e a atitude do Adamastor provoca nos marinheiros...
medo e pavor de o ver e ouvir
expectativa e anseio de o escutar
terror e morte do que ele disse
compaixão e pena pela sua história
No início do seu primeiro discurso, o Adamastor está...
furioso com a ousadia dos portugueses
cansado por destruir tantas embarcações
triste por ter perdido o seu amor
transformado em rochedo
No primeiro discurso, o Adamastor profetisa...
grandes desgraças para os portugueses que lá passarem
grandes feitos para os portugueses no oriente
a chegada da armada de Vasco da Gama à Índia
muitos sucessos para a nação portuguesa
O segundo discurso do Adamastor é provocado:
pela pergunta de Vasco da Gama "Quem és tu?".
pela morte de Bartolomeu Dias, seu descobridor.
pela ruína de tantas naus naquele cabo.
pelo amor não correspondido de Tétis.
No segundo discurso, o Adamastor conta
a história de amor por Tétis e o engano de amor de que foi vítima.
a luta que teve com Dóris.
a discussão com Júpiter.
exclusivamente a guerra que travou com Neptuno.
Para castigo, o Adamastor foi transformado...
num penedo (terra e pedra)
em vegetação
em mar e espuma
em nada
O Adamastor retira-se de cena...
chorando e humilhado.
lamentando e desiludido.
cantando e desejoso.
resmungando e agressivo.
Quais é o plano narrativo presente no episódio do Adamastor?
Plano Mitológico.
Plano da Viagem.
Plano da História de Portugal.
Plano do Poeta.
Qual a atitude final do Adamastor?
Ri e desaparece.
Chora e pede ajuda a Deus.
Pede proteção divina.
Desaparece choroso.
A expressão "Cortando/ os mares nunca antes de outrem navegados" significa que:
o local já era conhecido pelos portugueses;
eram os últimos a passar por ali;
nunca ninguém tinha passado por ali .
No início do episódio, subitamente, apareceu:
uma nuvem que escureceu o céu, anunciando a aproximação de uma tempestade;
uma rajada de vento fortíssima, que ameaçou uma das naus;
uma figura monstruosa que destruiu as naus.
Atenta no verso "Bramindo, o negro mar de longe brada" (est. 38, v.3). Seleciona as afirmações verdadeiras.
O verso apresentado sugere o estado em que se encontra o mar.
Predominam as sensações auditivas que sugerem o ruído do mar.
Verifica-se uma aliteração do som [g], traduzindo o ruído das ondas.
O recurso expressivo que se evidencia é a aliteração em [r], [d] e [m].
Qual a simbologia do episódio do gigante Adamastor?
Simboliza os perigos a que os Homens estão sujeitos quando se entregam ao Amor.
Simboliza a coragem das populações africanas que se cruzavam com os portugueses.
Simboliza os medos do desconhecido que os navegadores teriam de enfrentar.
Simboliza a necessidade que os Homens têm de acreditar em mitos para continuarem a navegar.
O episódio "O Adamastor" acontece no canto
III
IV
V
I
Na estrofe 37, a palavra "prosperamente" é
uma preposição
um nome comum
um verbo
um advérbio
No verso “Os mares nunca de outrem navegados” (37), retoma-se uma ideia que já surgiu
no episódio de Inês de Castro
na Proposição
na Invocação
na Dedicatória
O Adamastor é
o poderoso deus dos mares;
um gigante imponente e aterrador;
uma estátua gigantesca existente no porto de Rodes;
um monstro marinho.
