Worksheetslendas
Total questions: 38
Worksheet time: 31mins
O ANHANGÁ:
Sabe-se que o Anhangá pode assumir a forma de diversos animais. Qual deles NÃO é mencionado no texto?
Galinha do mato.
Morcego.
Rato.
Escorpião.
O ANHANGÁ:
Os olhos do Anhangá são comparados a que elemento?
Fogo.
Ar.
Terra.
Água.
O ANHANGÁ:
A palavra Anhangá vem do tupi (ang) e significa:
Entidade.
Veado branco.
Espírito.
Assombração.
O ANHANGÁ:
Após matar a corça, o índio percebe que o corpo do animal se transforma - por ilusão - no corpo de:
Sua irmã.
Seu pai.
Seu irmão.
Sua mãe.
O ANHANGÁ:
O rio Anhangabaú, temido pelos índios, inicialmente tinha o nome de:
Rio das Aparições.
Rio da Almas.
Rio das Assombrações.
Rio dos Espíritos.
O GUARANÁ:
O Brasil é o único país no mundo que comercializa o fruto, mas em que outra nação ele pode ser encontrado?
Peru.
Argentina.
Venezuela.
Equador.
O GUARANÁ:
Qual tribo da região amazônica ficou conhecida pela criação da cultura do guaraná?
Sateré-Mawé.
Tupis.
Ianomâmis.
Guaranis.
O GUARANÁ:
Qual o nome do deus da escuridão, segundo a lenda?
Jaci.
Tupã.
Anhangá.
Jurupari.
O GUARANÁ:
O deus da escuridão se transforma em que animal para matar o filho do casal de índios?
Vespa.
Serpente.
Aranha.
Escorpião.
O GUARANÁ:
Complete: "Os índios obedeceram aos pedidos da mãe e plantaram ____________."
Os pés do menino.
Os dentes do menino.
Os olhos do menino.
Os cabelos do menino.
(ENEM)
A porca e os sete leitões
É um mito que está desaparecendo, pouca gente o conhece. É provável que a geração infantil atual o desconheça. (Em nossa infância em Botucatu, ouvimos falar que aparecia atrás da igreja de São Benedito no largo do Rosário.) Aparece atrás das igrejas antigas. Não faz mal a ninguém, pode-se correr para apanhá-la com seus bacorinhos que não se conseguirá. Desaparecem do lugar costumeiro da aparição, a qual só se dá à noite, depois de terem “cumprido a sina”
Em São Luís do Paraitinga, informaram que se a gente atirar contra a porca, o tiro não acerta. Ninguém é dono dela e por muitos anos apareceu atrás da igreja de Nossa Senhora das Mercês, na cidade onde nasceu Oswaldo Cruz.
ARAÚJO, A. M. Folclore nacional I: festas, bailados, mitos e lendas. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
Os mitos são importantes para a cultura porque, entre outras funções, auxiliam na composição do imaginário de um povo por meio da linguagem.
Esse texto contribui com o patrimônio cultural brasileiro porque:
confirma a veracidade dos fatos narrados.
preserva uma história da tradição oral.
identifica a origem de uma história popular.
apresenta as diferentes visões sobre a aparição.
reforça a necessidade de registro das narrativas
(ENEM)
Olhando o gavião no telhado, Hélio fala:
— Esta noite eu sonhei um sonho engraçado.
— Como é que foi? — pergunta o pai.
— Quer dizer, não é bem engraçado não. É sobre uma casa de joão-de-barro que a gente descobriu ali no jacarandá.
— A gente, quem?
— Eu mais o Timinho.
— O que tinha dentro?
— Um ninho.
— Vazio?
— Não.
— Tinha ovo?
— Tinha.
— Quantos? — pergunta a mãe.
Hélio fica na dúvida. Não consegue lembrar direito.
Todos esperam, interessados. Na maior aflição, ele pergunta ao irmão mais novo:
— Quantos ovos tinha mesmo, Timinho? Ocê lembra?
ROMANO, O. O ninho. In: Casos de Minas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
Esse texto pertence ao gênero textual caso ou “causo”, narrativa popular que tem o intuito de:
relatar fatos do cotidiano de maneira cômica.
(CFT - MG)
Texto I
Ninguém lembrava mais quem entrara arfante na sala de jantar gritando que havia uma sereia lá fora. Nem em que língua o anúncio fora feito. Mas não havia como esquecer o rebuliço que a notícia provocara. Mesmo sem terem terminado suas refeições, todos se levantaram de suas mesas e se puseram a falar ao mesmo tempo. As mulheres tentaram conter os maridos, algumas em prantos.
STIGGER, Veronica. Opisanie Świata. São Paulo: SESI-SP, 2018. p. 75.
Texto II
Primeiro alcançarás as Sirenas, elas que a todos
os homens enfeitiçam, todo que as alcançar.
Aquele que se achegar na ignorância e escutar o som
das Sirenas, para ele mulher e crianças pequenas não mais
aparecerão nem rejubilarão com seu retorno à casa,
pois as Sirenas com canto agudo o enfeitiçam,
sentadas no prado, tendo ao redor monte de putrefatos
ossos de varões e suas peles ressequidas.
HOMERO. Odisseia. Trad. Christian Werner. São Paulo: Cosac Naify, 2014. p. 350.
O Texto I pode ser relacionado ao episódio da mitologia grega, mencionado no Texto II, em que Odisseu precisa lidar com as sereias para voltar em segurança para casa. Nesse sentido, o pranto das mulheres do Texto I justifica-se porque o canto das sereias:
está associado a tormentas marítimas.
personifica os pecados da carne.
atrai para o fundo do mar aqueles que o escutam.
afasta da família os homens casados.
(IFPE)
VILAREJO
Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas cal
Frutas em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonhos semeando o mundo real
Toda a gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar
Em todas as mesas pão
Flores enfeitando
Os caminhos, os vestidos
Os destinos e essa canção
Tem um verdadeiro amor
Para quando você for
Compositores: Marisa Monte/Pedro Baby/Carlinhos Brown/Arnaldo Antunes
Em relação aos recursos de estilo no TEXTO, analise as afirmativas abaixo.
I. Os compositores optaram por empregar uma linguagem predominantemente denotativa, impessoal, o que comunga com o gênero em que se enquadra o TEXTO.
II. A seleção vocabular em pares como “varanda/descansa”, “fartos/fortes” e “sonhos/semeando” revela o emprego de figuras como aliteração e assonância, o que contribui para a sonoridade do texto.
III. No verso “Sonhos semeando o mundo real”, infere-se que os sonhos não se contrapõem à realidade; eles são importantes para a construção de um mundo mais justo.
IV. Uma interpretação possível para o TEXTO é a de que o “Vilarejo” é uma metáfora de um lugar onde existam segurança e igualdade social.
V. Levando-se em consideração que o sufixo da palavra “Vilarejo” expressa uma ideia de pequeno tamanho, é um equívoco que nesse lugar não haja exclusão – “Toda a gente cabe lá”.
Estão CORRETAS, apenas, as afirmativas
(ENEM)
O humor e a língua
Há algum tempo, venho estudando as piadas, com ênfase em sua constituição linguística. Por isso, embora a afirmação a seguir possa parecer surpreendente, creio que posso garantir que se trata de uma verdade quase banal: as piadas fornecem simultaneamente um dos melhores retratos dos valores e problemas de uma sociedade, por um lado, e uma coleção de fatos e dados impressionantes para quem quer saber o que é e como funciona uma língua, por outro. Se se quiser descobrir os problemas com os quais uma sociedade se debate, uma coleção de piadas fornecerá excelente pista: sexualidade, etnia/raça e outras diferenças, instituições (igreja, escola, casamento, política), morte, tudo isso está sempre presente nas piadas que circulam anonimamente e que são ouvidas e contadas por todo mundo em todo o mundo. Os antropólogos ainda não prestaram a devida atenção a esse material, que poderia substituir com vantagem muitas entrevistas e pesquisas participantes. Saberemos mais a quantas andam o machismo e o racismo, por exemplo, se pesquisarmos uma coleção de piadas do que qualquer outro corpus.
POSSENTI, S. Ciência Hoje, n. 176, out. 2001 (adaptado).
A piada é um gênero textual que figura entra os mais recorrentes na cultura brasileira, sobretudo na tradição oral. Nessa reflexão, a piada é enfatizada em:
Seu potencial como objeto de investigação.
(ENEM)
As narrativas indígenas se sustentam e se perpetuam por uma tradição de transmissão oral (sejam as histórias verdadeiras dos seus antepassados, dos fatos e guerras recentes ou antigos; sejam as histórias de ficção, como aquelas da onça e do macaco). De fato, as comunidades indígenas nas chamadas “terras baixas da América do Sul" (o que exclui as montanhas dos Andes, por exemplo) não desenvolveram sistemas de escrita como os que conhecemos, sejam alfabéticos (como a escrita do português), sejam ideogramáticos (como a escrita dos chineses) ou outros. Somente nas sociedades indígenas com estratificação social (ou seja, já divididas em classes), como foram os astecas e os maias, é que surgiu algum tipo de escrita. A história da escrita parece mesmo mostrar claramente isso: que ela surge e se desenvolve - em qualquer das formas - apenas em sociedades estratificadas (sumérios, egípcios, chineses, gregos etc.). O fato é que os povos indígenas no Brasil, por exemplo, não empregavam um sistema de escrita, mas garantiram a conservação e continuidade dos conhecimentos acumulados, das histórias passadas e, também, das narrativas que sua tradição criou, através da transmissão oral. Todas as tecnologias indígenas se transmitiram e se desenvolveram assim. E não foram poucas: por exemplo, foram os índios que domesticaram plantas silvestres e, muitas vezes, venenosas, criando o milho, a mandioca (ou macaxeira), o amendoim, as morangas e muitas outras mais (e também as desenvolveram muito; por exemplo, somente do milho criaram cerca de 250 variedades diferentes em toda a América).
D'ANGELIS, W. R. Histórias dos índios lá em casa: narrativas indígenas e tradição oral popular no Brasil. Disponível em: www.portalkaingang.org. Acesso em: 5 dez. 2012.
A escrita e a oralidade, nas diversas culturas, cumprem diferentes objetivos. O fragmento aponta que, nas sociedades indígenas brasileiras, a oralidade possibilitou:
A preservação e a transmissão dos saberes e da memória cultural dos povos.
A (a) é uma figura de linguagem que se caracteriza pela repetição de sons consonantais semelhantes ou idênticos nas sílabas das palavras em uma frase ou verso. Por sua vez, a (b) é uma figura de som que envolve a repetição de sons vocálicos nas sílabas das palavras de uma frase ou verso.
Quem é conhecido como o grande protetor da floresta?
Gabrielli
Boitatá
Bicho Papão
Lobisomem
Qual é o nome da alma penada que aparece no espelho do banheiro vestida de noiva?
Maria Sangrenta
Menina Sangrenta
Comadre Fulozinha
Loira do Banheiro
O que acontece quando o sétimo filho homem de um casal completa 13 anos?
Ele vira um vampiro
Ele ganha superpoderes
Ele se esquece de tudo
Ele se torna um lobisomem
Quem é o bicho que aparece para dar uma lição às crianças desobedientes?
Lobisomem
Maria Sangrenta
Boitatá
Bicho Papão
Qual é o nome do menino que deu de cara com o lobisomem em sua casa?
Samantha
Flávio
Thiago
Gabrielli
Quem é descrito como metade homem, metade lobo?
Bicho Papão
Boitatá
Lobisomem
Gabrielli
Qual é o nome da cobra gigante com olhos de fogo?
Maria Sangrenta
Comadre Fulozinha
Menina Sangrenta
Boitatá
Quem é conhecido como a loira do banheiro ou noiva do espelho?
Comadre Fulozinha
Boitatá
Maria Sangrenta
Loira do Banheiro
Qual é a origem do Curupira na mitologia brasileira?
É uma criatura de origem africana.
É uma figura do folclore indígena brasileiro.
É um personagem de contos europeus.
É uma lenda urbana moderna.
Quais são as características físicas mais conhecidas do Curupira?
Cabelos loiros e olhos azuis.
Pés virados para trás e cabelos vermelhos.
Pele escamosa e asas de morcego.
Corpo coberto de penas e bico de pássaro.
Qual é o principal objetivo do Curupira nas lendas indígenas?
Proteger os animais e as florestas.
Assustar os pescadores.
Roubar colheitas dos agricultores.
Ajudar os caçadores a encontrar presas.
Por que a preservação ambiental é importante, segundo as lendas do Curupira?
Para garantir a sobrevivência das cidades.
Para manter o equilíbrio da natureza e proteger a biodiversidade.
Para aumentar a produção agrícola.
Para promover o turismo nas florestas.
Como o Curupira é representado na cultura popular brasileira?
Como um herói de histórias em quadrinhos.
Como um vilão em filmes de terror.
Como um guardião das florestas em contos e músicas.
Como um personagem de novelas de televisão.
Qual é uma das histórias mais conhecidas sobre o Curupira?
Ele ajuda um lenhador a cortar árvores.
Ele engana caçadores que não respeitam a floresta.
Ele se transforma em um rio para salvar uma aldeia.
Ele constrói uma ponte mágica para os viajantes.
Qual é a relação entre o Curupira e outras lendas indígenas brasileiras?
O Curupira é considerado um deus supremo.
O Curupira é uma figura isolada, sem relação com outras lendas.
O Curupira compartilha semelhanças com outras entidades protetoras da natureza.
O Curupira é um inimigo de outras criaturas míticas.
Qual é a mensagem principal que as lendas do Curupira transmitem?
A importância de explorar os recursos naturais.
A necessidade de respeitar e proteger a natureza.
A superioridade dos seres humanos sobre os animais.
A inevitabilidade da destruição ambiental.
Como o Curupira costuma punir aqueles que desrespeitam a floresta?
Ele os transforma em árvores.
Ele os faz se perderem na mata.
Ele os leva para o fundo do rio.
Ele os transforma em animais.
Qual é a importância do Curupira para a educação ambiental?
Ele é usado como exemplo de como explorar a floresta.
Ele é uma figura que ajuda a conscientizar sobre a proteção ambiental.
Ele é um símbolo de destruição da natureza.
Ele é uma lenda esquecida sem relevância atual.
No contexto do folclore brasileiro, como as lendas diferem das histórias mitológicas em termos de função social e cultural?
Lendas são usadas exclusivamente para entretenimento, enquanto mitos têm uma função educativa.
Lendas preservam tradições locais e valores culturais, enquanto mitos explicam a origem do universo e fenômenos naturais.
Lendas são narrativas curtas e diretas, enquanto mitos são complexos e cheios de simbolismo.
Lendas são baseadas em eventos históricos, enquanto mitos são puramente fictícios.
Qual é a origem e o significado cultural da lenda do Curupira nas tradições indígenas brasileiras?
O Curupira é um espírito da floresta que protege os animais e pune aqueles que a destroem.
O Curupira é um deus da fertilidade que abençoa as colheitas dos indígenas.
O Curupira é um herói lendário que liderou uma revolta contra colonizadores.
O Curupira é um espírito maligno que causa doenças nas aldeias.
Em que aspectos os mitos brasileiros se assemelham aos mitos de outras culturas, e o que isso revela sobre a natureza dos mitos em geral?
Mitos brasileiros, como os de outras culturas, frequentemente envolvem deuses e heróis, revelando uma necessidade universal de explicar o inexplicável.
Mitos brasileiros são únicos e não compartilham semelhanças com mitos de outras culturas.
Mitos brasileiros são mais focados em eventos históricos, enquanto mitos de outras culturas são mais simbólicos.
Mitos brasileiros são mais simples e menos complexos do que os de outras culturas.
Como a lenda do Boto Cor-de-Rosa reflete as interações entre humanos e o ambiente natural na região amazônica?
A lenda do Boto Cor-de-Rosa é uma metáfora para a harmonia entre humanos e a natureza, destacando a importância dos rios na vida amazônica.
A lenda do Boto Cor-de-Rosa é uma crítica à exploração dos recursos naturais da Amazônia.
A lenda do Boto Cor-de-Rosa é uma história de amor entre um humano e um espírito da floresta.
A lenda do Boto Cor-de-Rosa é uma advertência sobre os perigos de nadar nos rios amazônicos.
Quais são os elementos narrativos que tornam as lendas brasileiras distintas de outras formas de narrativa oral?
As lendas brasileiras frequentemente incorporam elementos de humor e sátira, diferenciando-se de outras narrativas orais.
As lendas brasileiras são caracterizadas por sua estrutura linear e falta de simbolismo.
As lendas brasileiras integram elementos sobrenaturais e morais, refletindo a diversidade cultural do país.
As lendas brasileiras são sempre baseadas em eventos históricos documentados.
De que maneira as lendas brasileiras contribuem para a preservação da identidade cultural e da memória coletiva das comunidades locais?
Elas substituem a história oficial, fornecendo uma versão alternativa dos eventos passados.
Elas reforçam valores e tradições locais, transmitindo conhecimentos e ensinamentos de geração em geração.
Elas são usadas principalmente para fins turísticos, sem impacto real na cultura local.
Elas são esquecidas com o tempo, sem contribuição significativa para a cultura.
Como a lenda da Vitória-Régia ilustra a relação entre os povos indígenas e o meio ambiente?
A lenda da Vitória-Régia é uma história de amor que simboliza a conexão espiritual entre os indígenas e a natureza.
A lenda da Vitória-Régia é uma advertência sobre os perigos de explorar a floresta.
A lenda da Vitória-Régia é uma narrativa sobre a criação do mundo pelos deuses indígenas.
A lenda da Vitória-Régia é uma história de guerra entre tribos indígenas.
Qual é a importância dos elementos sobrenaturais nas lendas indígenas brasileiras, e como eles influenciam a percepção da realidade?
Elementos sobrenaturais são usados apenas para assustar as crianças e não têm importância cultural.
Elementos sobrenaturais nas lendas indígenas ajudam a explicar fenômenos naturais e reforçam a conexão espiritual com a natureza.
Elementos sobrenaturais são uma adição moderna às lendas, sem raízes nas tradições indígenas.
Elementos sobrenaturais são usados para justificar eventos históricos inexplicáveis.
Como as lendas regionais brasileiras refletem a diversidade cultural e geográfica do país?
Elas são todas muito semelhantes, refletindo uma cultura homogênea em todo o país.
Elas variam significativamente, incorporando elementos culturais e geográficos únicos de cada região.
Elas são influenciadas principalmente pela cultura europeia, sem muita variação regional.
Elas são baseadas em mitos universais, sem conexão com a cultura local.
Qual é o papel das lendas na educação e formação de valores nas comunidades indígenas brasileiras?
Elas são usadas apenas como entretenimento, sem impacto educacional.
Elas são uma ferramenta poderosa para transmitir valores, ensinamentos e a história oral das comunidades.
Elas são substituídas por métodos educacionais modernos, sem relevância atual.
Elas são vistas como obsoletas e não são mais contadas nas comunidades.
