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WorksheetsLendas do Brasil
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
"De repente abriu os olhos e... Oh! O que é isto? Cadê o corpo de Boto? Tinha desaparecido, e ele agora estava transformado num belo jovem.", a expressão "oh" indica
desespero
surpresa.
censura.
nojo.
“Nas belas terras da Amazônia correm rios DESLUMBRANTES; alguns são de águas mansas, outros de águas turbulentas, mas uma coisa todos têm em comum: são habitados por peixes fantásticos."
O termo DESLUMBRANTE pode ser substituído, sem que se altere o sentido original, por
magnífico.
horroroso.
ordinário.
poluído.
Na lenda do Uirapuru, o fato que levou o jovem indígena a procurar Tupã para que ele o transformasse em um pássaro foi
seu intento de tornar-se imortal.
seu gosto por aves e pelo vermelho.
sua paixão por uma moça prometida.
sua ambição em criar um canto divino.
"Sem perceber, o moço bonito e forte se levanta e caminha em direção àquela visão. Agora seus olhos só enxergam ela. Seus ouvidos deixaram de ouvir o canto das aves, o ruído das folhagens ao vento, para sentirem apenas o som do canto da bela senhora. Ele entra na água até chegar perto de Iara, e ela o envolve num abraço amoroso."
A partir da leitura do trecho é possível depreender que o jovem
ficou surdo por um tempo.
estava tendo alucinações.
perdeu parte da visão.
foi enfeitiçado.
“Ele gostou muito. Nham, nham, nham, que delícia! Então, o índio que, como já se viu, não era bobo, disse:
– Também quero experimentar um pedaço do seu coração!”
A expressão “Nham” foi utilizada para indicar que a personagem
salivava.
vomitava.
lancinava.
desprazia.
No excerto: “Talvez tenha morrido, talvez tenha mandado uma carta que nunca chegou, talvez isto, talvez aquilo…”, o uso de reticências indica
hesitação.
interrupção.
continuidade.
perplexidade.
Enquanto narrava a lenda de Norato e Caninana, a autora afirmou que Caninana “infelizmente não teve um bom destino”.
O argumento usado para justificar a proposição é que Caninana foi
jogada e presa em um aquário em razão dos seus feitos.
morta, enterrada e depois servida como alimentos às emas.
obrigada a praticar o mal aos pescadores e peixes.
expulsa, desterrada e depois de ficar louca morreu.
Na passagem: “Mas CADÊ coragem para isso? Muita gente tentou, até a mãe tapuia... Porém, quando se aproximavam e viam aquela boca eram tomados pelo medo, as pernas tremiam e todos saíam correndo com o leite e a lâmina de aço.”,
O uso do termo “CADÊ” indica o uso de linguagem
jornalística.
informal.
técnica.
culta.
Na lenda “A origem do Guaraná”, a consequência enfrentada pelo indiozinho por ter se afastado e se perdido na mata foi
ficar sem o cesto e suas frutas.
ter de dormir ao relento por dias.
ser atacado pelo malvado Jurupari.
ser posto de castigo após encontrado.
“A vitória estava certa. PORÉM, quase na linha de chegada, o baio se assustou, empinou o corpo nas patas traseiras, rodou para a esquerda, rodou para a direita e – pum! – caiu o cavalo e o Negrinho junto com ele.”,
A palavra PORÉM, exerce função
aditiva.
alternativa.
conclusiva.
adversativa.
"Se alguém vir uma cobra luminosa andando por aí, de noite, já sabe: é a Boitatá. Mas, cuidado! Ela é capaz de cegar aqueles que olharem para ela diretamente!
Você deu de cara com a Boitatá? Feche os olhos bem fechadinhos, pare quieto como uma estátua, e a Boitatá não mexerá com você."
Considerando a leitura do fragmento acima, é correto concluir que ele tem por finalidade
informar como a Boitatá age diante dos caçadores.
alertar e instruir o leitor como agir diante da Boitatá.
esclarecer que a Boitatá ficou cega depois da castigo.
advertir que a Boitatá tornou-se predadora de homens.
“Ainda tonto, o fazendeiro caçador levantou-se e foi até onde vira as aves escavando a terra. Viu a covinha, um pinhão prontinho ao lado, e uma ave que jazia com o peito ensanguentado. [...]. Caminhou um pouco mais adiante, cavou a terra com as mãos e achou enterrado um pinhão já sem cabeça e com a ponta para cima. [...] Para se redimir de sua ignorância, ele passou a proteger todas as gralhas e a plantar, sem parar, cada vez mais árvores.
Afinal, ele queria ter mais valor do que um homem. Queria ter o valor de uma gralha-azul!”
Considerando a leitura ,do trecho final da lenda “A gralha azul”, selecione a alternativa que apresenta uma opinião do autor.
“[...] o fazendeiro caçador levantou-se e foi até onde vira as aves escavando a terra.”
“[...] ele passou a proteger todas as gralhas e a plantar, sem parar, cada vez mais árvores.”
“Afinal, ele queria ter mais valor do que um homem. Queria ter o valor de uma gralha-azul!”
“Caminhou um pouco mais adiante, cavou a terra com as mãos e achou enterrado um pinhão […]”
“[...] Estava ferido, sim, mas o coração continuava batendo pelo seu povo. Ele subiu ao ponto mais alto dos Palmares, ergueu a lança no ar e gritou sua última ordem:
– Não se deixem vencer. Um dia toda a nação negra será livre!
Seu corpo elevou-se e voou para o abismo como um pássaro em sua viagem de liberdade para o infinito…”
A partir da leitura do trecho, é possível depreender que a autora propõe que Zumbi
defendeu sua causa até seus últimos momentos.
se transformou em pássaro pouco antes de morrer.
teve sua alma subindo pelos céus.
era autoritário, pois ainda deu ordens antes de falecer.
“– Olhe, meu filho, eu não sei dizer, mas parece que, quando um casal tem sete filhos homens, o último vira lobisomem; ou quando tem sete filhas mulheres, e em seguida nasce um filho homem, esse será lobisomem. Só que de dia ninguém vê, porque é um homem normal, igual a todos.”
Após análise do fragmento é plausível afirmar que ele trata, principalmente
da origem dos lobisomens.
das ocasiões em que aparecem.
do porquê ninguém os distingue.
dos alimentos que eles consomem.
“Até hoje ainda esperam que surja um jovem corajoso, mas tão corajoso, que seja capaz de colher sangue humano – sei lá como! –, descer o rochedo de Jericoacoara, entrar na caverna e libertar a princesa-serpente de seu triste encanto…”
A partir da leitura do parágrafo, é possível depreender que os travessões foram usados para
enumerar algumas informações.
introduzir um discurso direto.
incorporar sua opinião.
exprimir admiração.
“Nome esquisito, não? Pois é, chama-se vaso morto porque fica ali só recebendo de um lado o caldo, e do outro os resíduos provenientes das demais etapas realizadas por outras partes do mecanismo. Coitado do vaso morto! Os outros vasos recebem e tratam das partes, digamos, mais finas, e ELE fica ali quieto e frio, só recebendo o que não presta.”,
A palavra ELE refere-se ao
mecanismo.
resíduo.
escravo.
vaso.
De acordo com a lenda do Saci-Pererê, de onde provém o poder para que ele faça suas travessuras sem que seja percebido?
Da sua única perna.
Da sua carapuça.
Do seu cachimbo.
Do seu colar.
“ERA UMA VEZ um rei africano que, apesar de valente e destemido, um dia foi vencido numa batalha entre tribos. O vencedor tornou-o seu prisioneiro e vendeu-o como escravo, juntamente com toda a sua família e corte.”
O uso da expressão “ERA UMA VEZ…” indica
desconhecimento da data exata do ocorrido.
que o autor deixou de pesquisar com afinco.
que o narrador esteve presente nos eventos.
a intenção de destacar um fato importante.
Considerando a leitura da obra em sua totalidade, é possível concluir que seu principal tema é a(o)
folclore brasileiro.
botânica brasileira.
indígena brasileiro.
geografia brasileira.
De acordo com as narrativas acerca da “Mula sem cabeça”, a forma de anular o encantamento da mula é
retirando a sela que ela carrega.
jogar água no fogo que sai dela.
removendo as suas ferraduras.
espetá-la com um alfinete.
