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AVALIAÇÃO - 2 BIMESTRE

Total questions: 31

Worksheet time: 1hrs 24mins

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1.

O HOMEM ENERGÉTICO            

       Imagine uma cidade antiga, sem energia elétrica. Vamos passear por ela, à noite. As ruas completamente escuras. Com um pouco de sorte, poderá haver um luar agradável, permitindo enxergar o contorno das casas e a torre da igreja.        
      Na sala de uma casa qualquer, após o jantar, um grande lampião de gasolina ilumina todo o ambiente. Produz uma luz intensa, muito branca, por causa de uma pequena rede de titânio que envolve a chama. Esta, aquecida, emite uma luz muito mais forte e clara que a chama tremeluzente amarelo avermelhada de um simples lampião de querosene ou de uma lamparina.       
     Nessa sala, cada membro da família se entrega a um passatempo favorito: tricô, vitrola de corda, jogo de cartas, leitura. Não existe televisão, rádio, vídeo filmes ou outros passatempos eletrônicos. Tampouco a enorme variedade de eletrodomésticos que substituem o esforço físico na realização dos trabalhos de rotina.         
     Sem muito que fazer, dormem demasiado cedo. A falta de luz castiga a vista; é grande o consumo de querosene, de gasolina e de velas. Toda atividade é penosa. Durante a noite, fica acesa apenas uma ou outra lamparina. O silêncio é completo. Não existem buzinas nem roncos de motores acelerados. Ouve-se apenas o ruído compassado dos cascos ferrados de cavalos batendo nas pedras do calçamento.          
     Parece uma cidade fictícia, mas não é. É São Paulo do século passado. O Brasil teve sua primeira usina hidrelétrica em 1889. Em 1900, quando começaram os bondes elétricos, em São Paulo já existia gerador a vapor. Próximo de 1930, era, preponderantemente, a gás a iluminação das ruas. Nas casas, a eletricidade era empregada apenas para acender umas poucas lâmpadas.          Como as locomotivas, as máquinas industriais eram movidas, principalmente, a vapor obtido de grandes caldeiras aquecidas pela queima de carvão inglês. De manhã, ouviam-se os apitos emitidos pelas caldeiras das fábricas, anunciando a hora da entrada para o trabalho. À tarde, os acendedores de lampiões, funcionários públicos, acendiam os postes de iluminação da cidade.       
        Para uma pessoa nascida no final deste século, é difícil sequer imaginar a vida na cidade sem eletricidade. Quase não se vê uma casa, modesta que seja, sem ter sobre o telhado, uma arborescente antena de televisão e, na cozinha, pelo menos um liquidificador. É o progresso, dizemos. Sem energia, não há civilização, não há desenvolvimento!          
        O controle de várias formas de energia deu ao homem um enorme poder sobre a natureza – de construir ou destruir. O progresso dos últimos cem anos foi superior ao que aconteceu nos cinquenta séculos da conhecida história da humanidade.          
      Esse progresso mecânico, porém, baseados apenas no domínio da energia, pode ser sempre considerado benéfico à espécie humana? Foi o resultado do real aumento da inteligência ou da capacidade de compreensão humana? Não poderá o emprego das diversas fontes de energia, em larga escala, gerar algum prejuízo, alguma consequência negativa para a própria natureza?         
(Adaptado de BRANCO, Samuel Murgel. Energia e Meio Ambiente. São Paulo.Moderna, 1991, Coleção Polêmica)
6) De acordo com o texto, pode-se afirmar que:

a)

 o progresso só traz consequências benéficas à humanidade.

b)

 a tecnologia, ao lado bem, pode trazer o mal.

c)

o homem possui inteligência para somente produzir o bem.

d)

as técnicas humanas nem sempre são bem entendidas por todos.

e)

 jamais o homem, usando a eletricidade, proporcionará apenas o bem.

2.

Texto 1


Água


A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera. Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.

A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerado um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.

Água no Brasil

O Brasil é um país abundante em recursos hídricos, representando cerca de 12% do total mundial. Contudo, sua distribuição não é uniforme no território. Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), a água doce é distribuída nas regiões brasileiras da seguinte maneira: Região Norte corresponde a 68% dos recursos hídricos; Região Centro-Oeste corresponde a 16% dos recursos hídricos; Região Sul corresponde a 7% dos recursos hídricos; Região Sudeste corresponde a 6% dos recursos hídricos e Região Nordeste corresponde a 3% dos recursos hídricos.

Quanto à Distribuição de água no Brasil, há um contraste visível em relação à distribuição populacional. A Região Norte, que detém o maior volume de água doce do país, é a região com menor densidade demográfica, ou seja, é uma das regiões menos povoadas, contando com apenas 7% da população. Já a Região Sudeste, a mais povoada do país com cerca de 42,63% da população, conta com apenas 6% da disponibilidade de recursos hídricos.

No que tange ao desperdício de água, o Brasil, segundo o Ministério do Meio Ambiente, desperdiça entre 20% a 60% da água destinada ao consumo ao longo da distribuição. Os hábitos dos brasileiros também não favorecem a economia de água, já que boa parte dessa substância é desperdiçada seja em uso pessoal ou atividades de limpeza.


(Texto adaptado de

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm, acesso em

janeiro de 2020).


Texto 2


Planeta Água

Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão

E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos


Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção

Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão

Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação

Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra


Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água


Água que nasce na fonte serena do mundo

E que abre um profundo grotão

Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão

Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão

Águas que banham aldeias e matam a sede da população

Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão

E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra, planeta água

Terra, planeta água, Terra, planeta água, Terra planeta água.


Guilherme Arantes

(Fonte: https://www.letras.mus.br/guilherme-arantes/46315/, acesso em janeiro de 2020.)


Comparando os textos 1 (Água) e 2 (Planeta Água), pode-se afirmar que:

a)

O segundo, por ser a letra de uma canção, é mais completo que o primeiro.

b)

O primeiro tem de ser lido antes do segundo, caso contrário, aquele não terá sentido.

c)

O primeiro, por ser um texto informativo, apresenta uma linguagem denotativa.

d)

O segundo, por ser a letra de uma canção, apresenta, obrigatoriamente, uma linguagem denotativa.

3.

Os textos publicitários são produzidos para cumprir determinadas funções comunicativas. Os objetivos desse cartaz estão voltados para a conscientização dos brasileiros sobre a necessidade de:

a)

As crianças frequentarem a escola regularmente.

b)

A formação leitora começar na infância.

c)

A literatura ter seu mercado consumidor ampliado.

d)

As escolas desenvolverem campanhas a favor da leitura.

4.

Leia o texto abaixo.

A CUTIA

A cutia é um bicho pequeno. Ela recolhe mais alimento do que consegue comer. O restante das castanhas ela enterra para comer mais tarde e acaba se esquecendo de onde as enterrou. Por causa disso as sementes acabam brotando e se tornam outras árvores.

QUEIROZ, Luis Roberto. Animais brasileiros. São Paulo.


A cutia enterra as castanhas para

a)

comê-las mais tarde.

b)

esquecer sua comida.

c)

plantar novas árvores.

d)

recolher mais alimento.

5.

A galinha dos ovos de ouro


Um homem tinha uma galinha que punha ovos de ouro. Achando que por dentro ela era só ouro, matou-a, mas não encontrou nada de diferente das outras galinhas. Assim, em vez de descobrir o enorme tesouro que esperava, perdeu até o pequeno lucro que ela lhe dava.

ESOPO, 550ª.C. Fábulas de Esopo.porto Alegre: L&PM,2009.


A fábula “A galinha dos ovos de ouro” ensina ao leitor que

a)

não se deve ser curioso.

b)

não se deve acreditar nas pessoas.

c)

não se deve ferir os animais.

d)

não se deve ser ambicioso.

6.

Nossa vida


Lá em casa, a situação estava difícil. O pai tinha ficado desempregado. A mãe achava que qualquer trabalho podia pelo menos pagar a comida. A gente morava em Mambaí, Estado de Goiás. Aí apareceu um emprego numa fazenda pro lado dos Gerais da Bahia, bem perto da fronteira. Fui trabalhar junto com meus irmãos nessa tal fazenda. Era o projeto de um grande banco, apoiado pelo governo.

A fazenda dizia que pagava o salário, mas nunca existiu salário nenhum. No final do mês, tudo que se comia ou se usava era descontado. Não sobrava nada de dinheiro. E a gente era obrigada a trabalhar de sol a sol.

─ Trabalho escravo ─ disseram os peões de Mambaí que já tinham passado por isso.

─ Mas usar criança é judiação! ─ falou um dia o dono do bar.

Disseram também que essas fazendas usam crianças como trabalhadores porque fica mais barato. Quatro ou cinco custam o mesmo que um adulto, comem menos, obedecem melhor e cada uma faz o trabalho de gente grande.

O capataz da fazenda dizia que o dinheiro podia sobrar se a gente trabalhasse direito. Ouvi falar de gente que saiu de lá com dívida, mas não com dinheiro.

Se pelo menos a gente estivesse se alimentando bem... Minha mãe não sabia que a comida na fazenda era ruim. Achava que era frescura de criança. Mas não era, não. De manhãzinha, café aguado com pão duro. No almoço, só coisa de entupir ─ macarrão puro ou arroz com farinha.

Pro serviço na fazenda render, o capataz fazia a gente trabalhar firme. Eu tenho catorze anos. Sou forte. Mas meus irmãos e um monte de outras crianças com corpinho fraco faziam serviço pesado de adulto ─ roçar e capinar era duro de lascar, mas a gente ainda aguentava. O pior era carregar carrinhos de mão pesados, cheios de material para a lavoura.

Ninguém tem ideia da vida dura que a gente levava nessa fazenda dos Gerais da Bahia.

Paula Saldanha. “Heróis dos Gerais”. São Paulo, FTD, 1998, p. 7-9.


O objetivo do texto é:

a)

Divulgar algo.

b)

Noticiar um fato.

c)

Narrar uma história.

d)

Trazer um ensinamento.

7.

O objetivo do texto é:

a)

Mostrar a importância do livro.

b)

Divulgar uma feria de livros.

c)

Explicar como são feitos os livros.

d)

Indicar locais onde se vendem livros.

8.

A família do futuro

Há muito tempo, uma família do futuro que gostava de reciclar e de não desperdiçar comida era feliz. Mas um dia, uma criatura mágica do mal começou a não reciclar e desperdiçar. Quase toda a população do mundo achou isso bonito, menos a família do futuro. Eles perceberam que havia muita fome no mundo e começaram a agir e se perguntaram: - O que iremos fazer? Perguntou o pai. -Não sei! Vamos chamar os nossos amigos! Disse o filho. E todos concordaram. Eles foram falar com o chefe da tribo, que se chamava Elfos. Quando eles se encontraram com as outras criaturas mágicas, começaram uma longa batalha, mas a família e os Elfos perderam. Por um tempo, a Terra ficou imunda, mas a família não desistiu. Eles resolveram usar uma mágica que inventaram para as pessoas verem o sofrimento que causavam ao planeta, aos outros e para elas mesmas. Assim, a Terra foi se estabilizando pouco a pouco. As pessoas tentavam consertar o que fizeram, tentando parar de desperdiçar, mas não conseguiam, pois já havia virado “mania”. Foi aí que a família do futuro, junto com os Elfos tiveram uma ideia, criaram um instituto para onde as pessoas levariam os alimentos que não iriam usar e, lá, eles organizaram e distribuíram tudo para os necessitados. Com essa atitude, eles resolveram os problemas e, aos poucos, a fome e os desperdícios foram diminuindo, a Terra também, aos poucos, foi ficando limpa. E em outras regiões da Terra, outros grupos foram incentivados e começaram a criar outras instituições. Assim, a Terra foi se estabilizando pouco a pouco.

O que a família do futuro gostava de fazer para ajudar o meio ambiente?

a)

Lutar contra as criaturas mágicas.

b)

Desperdiçar comida.

c)

Reciclar e evitar desperdício.

d)

Criar instituições de caridade.

9.

Projeto Mais Educação visita aterro sanitário e usina de reciclagem de General Carneiro

Na manhã do dia 25 de abril de 2013, alunos e alunas do projeto Mais Educação do Colégio Estadual do Campo São Francisco de Assis (CECSFA) visitaram o aterro sanitário e usina de reciclagem municipal. Acompanhados pelo professor Lúcio Ambrosio Hupalo e pelos monitores Joylson, Joseli, Regis e Gervenson os alunos e alunas puderam conhecer o processo de coleta, separação, reciclagem e tratamento do lixo produzido em nosso município. Após conhecer o processo, a turma pode bater um papo com Polaco, funcionário municipal responsável pelo aterro e usina. “É importante trazer todos os alunos de General Carneiro para que se conscientizem da importância de cuidado maior com a separação do lixo antes de despachá-lo para o caminhão de coleta. Infelizmente, a forma como grande parte de nossa população vem fazendo isso, dificulta e muito o nosso trabalho”, reclama Polaco. Além de produzir adubo orgânico, a usina separa e classifica os materiais em mais de 20 tipos. Após isso, o material é vendido e o resultado da produção é dividido entre as trabalhadoras sócias, já que a organização responsável pelo processo é uma associação de trabalhadoras que conta com o apoio da prefeitura. No aterro sanitário que há no local, é desprezado, dentro das mais avançadas técnicas ambientais, o lixo que não pode ser reaproveitado. A atribuição dada para os alunos e alunas do CECSFA que visitaram o aterro e a usina é a de conscientizar suas famílias para que haja melhoria no processo de separação do lixo antes que esse seja coletado pelo caminhão da prefeitura. Disponível em: . Acesso em: abril de 2021.

Qual é o objetivo principal do projeto Mais Educação ao visitar o aterro sanitário e a usina de reciclagem?

a)

Produzir adubo orgânico.

b)

Conhecer os monitores Joylson, Joseli, Regis e Gervenson.

c)

Aprender sobre a história de General Carneiro.

d)
  1. Conscientizar os alunos sobre a importância da separação do lixo.


10.

Vamos ler, abaixo, a entrevista do autor Maurício de Sousa para a Revista Istoé.

Criada há mais de 50 anos, a Turma da Mônica vai enfim virar gente de verdade. Depois de estampar tirinhas diárias em jornais e páginas de gibis publicados em 29 países, os personagens que o cartunista Mauricio de Sousa criou a partir de sua filha e dos amiguinhos dela serão interpretados por crianças de carne e osso. Em 2018, Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali voltarão ao cinema no filme “Laços”. (...) Aos 81 anos, Mauricio de Sousa destaca na entrevista a seguir o sucesso global de suas criações. Revista - Por que colocar crianças de verdade nos papéis da Turma da Mônica pela primeira vez num filme? Mauricio de Sousa - Estamos ousando. Fui convencido de que agora temos capacidade e boas condições de encarar esse desafio. Podemos treinar os cãezinhos e cuidar bem da criançada que vai trabalhar no filme. Queremos um filme alegre, que inspire e que marque época.

Revista - Como será a escolha dos atores?

Mauricio de Sousa - Logicamente vamos buscar crianças com as características físicas mais parecidas com as personagens, mas vamos atrás de talento. (...)

Revista - Antes do YouTube, suas histórias em quadrinhos circulavam em quase trinta países. Quais adaptações precisaram ser feitas para atender às diferentes culturas?

Mauricio de Sousa - Pouca coisa. Por exemplo, na Indonésia, quando a Mônica e a Magali iam à praia, tinham de usar um maiô inteiriço e não biquíni. Há países em que o Bidú (cachorro) não pode fazer xixi no poste, senão a editora é multada. Na Grécia, os meninos não podem de jeito nenhum assobiar para uma menina na rua. A gente vai aprendendo o que é mico e faz o que é permitido.

Revista - E no Brasil, de que forma as características das personagens se adequaram aos novos tempos?

Mauricio de Sousa - No começo a Mônica era um pouquinho mais violenta, dava umas pegadas mais doloridas na turminha. Uma criança de Brasília nos escreveu dizendo que se ela continuasse batendo daquele jeito no Cebolinha, ele não compraria mais a revista. Aquilo tocou o estúdio todo. Acompanhamos o que acontece.

Revista - Vivemos um momento de intolerância também no Brasil. De que forma sua atuação pode despertar nas novas gerações uma maior aceitação do outro?

Mauricio de Sousa - Fazendo um trabalho que mostre o contrário: que tolerância, solidariedade, respeito sejam vistos de forma positiva e que trazem felicidade. (...) Fonte:https://istoe.com.br/o-mundo-precisa-de-mais-turmas-da-monica

Qual é a principal novidade que o autor Mauricio de Sousa planeja para a Turma da Mônica?

a)

Lançar novos gibis em diferentes idiomas.

b)

Criar um novo desenho animado da Turma da Mônica.

c)

Transformar os personagens em pessoas reais em um filme.

d)
  1. Desenvolver brinquedos temáticos da Turma da Mônica.


11.

A finalidade do texto é:

a)

trazer argumentos e opiniões para convencer o leitor.

b)

criticar acontecimentos atuais de interesse público. 

c)

apresentar uma mensagem informativa para o leitor.

d)

narrar uma história cômica para divertir as pessoas.

12.

O garçom entendeu corretamente o que o cliente queria? Explique?

4 lines
13.

Sobre os efeitos de humor da tirinha, pode-se afirmar, exceto:

a)

Mafalda emprega o mesmo valor semântico para o vocábulo “indicador” no primeiro e no último quadrinho.

b)

Mafalda não sabe a importância do dedo indicador.

c)

A expressão “dedo indicador” é utilizada de maneira metafórica pelo autor da tirinha.

d)

Mafalda ainda não sabe exatamente o significado da expressão “indicador de desemprego”

e)

Apesar de ser uma criança, Mafalda já percebe as injustas relações de trabalho estabelecidas entre patrões e operários.

14.

A partir dos elementos não verbais, explique o texto.

4 lines
15.

A partir dos elementos não verbais, explique o texto.

4 lines
16.

A imagem representa a linguagem:

a)

Não verbal

b)

Mista

c)

Verbal

17.

O humor do cartum é gerado

a)

Porque a mulher já estava preparada para sair antes de receber a ligação.

b)

Pela compreensão figurativa da expressão "queima no shopping".

c)

Pela compreensão literal da expressão "queima no shopping".

18.

Leia o texto a seguir, de Carlos Drummond de Andrade:


Quadrilha


João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.

João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou-se com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado na história.


(Reunião. 10. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980. p. 191.)


A que gênero textual ele pertence?

a)

Poema

b)

Crônica

c)

Conto

d)

Romance

19.

Qual a intenção do pai com essa atitude?

a)

Nao tem dinheiro para comprar presentes

b)

Quer que o filho aprenda a valorizar o que tem.

c)

Quer que o filho perceba que e mais legal o brinquedo simples.

20.

QUAL A INTENÇÃO DE MÔNICA?

a)

PRESENTEAR SUA MÃE

b)

FICAR COM O VESTIDO DELA

21.

Aviso Importante

O uso excessivo do telefone celular Frita o seu cérebro como uma fornalha. Não é verdade, mas espalha, espalha. (Da série “Poesia numa Hora dessas?!) VERÍSSIMO, Luís. Mais comédias para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. A PARTIR DO TEXTO 1 PODEMOS INFERIR QUE

a)

A) a verdade sempre se espalha.

b)

B) o que é verdade pode se tornar mentira.

c)

C) a mentira contada muitas vezes pode ser falsa.

d)

D) o uso do celular pode acabar com o seu cérebro.

e)

E) a mentira pode se espalhar como se fosse verdade.

22.

Pelas características da linguagem visual e pelas escolhas vocabulares, pode-se entender que o texto possibilita a reflexão sobre uma problemática contemporânea ao

a)

a) criticar o transporte rodoviário brasileiro, em razão da grande quantidade de caminhões nas estradas

b)

b) ironizar a dificuldade de locomoção no trânsito urbano, devida ao grande fluxo de veículos.

c)

c) expor a questão do movimento como um problema existente desde tempos antigos, conforme frase citada.

d)

d) restringir os problemas de tráfego a veículos particulares, defendendo, como solução, o transporte público.

e)

e) propor a ampliação de vias nas estradas, detalhando o espaço exíguo ocupado pelos veículos nas ruas.

23.

No último quadrinho, a expressão de Mafalda demonstra:

a)

arrependimento.

b)

preocupação.

c)

surpresa.

d)

espanto.

24.

O arco colorido surge quando os raios de luz do Sol passam através das gotinhas de água que ficam suspensas no ar. A luz solar parece branca, mas é formada por muita cores. Ao passar pelas gotinhas e se refletir nelas, a luz se decompõe e se divide em sete cores. Aí vemos um arco com faixas nas cores violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. [...]Quando observar um arco-íris no céu, lembre-se de como ele é raro e aproveite o visual. Geralmente ele dura poucos minutos, já o caminho colorido some quando o Sol muda de posição [...]. Faça o seu!Você vai precisar de:– 1 folha de papel em branco;– 1 copo com água;– 1 lanterna pequena e de luz branca intensa.Escolha um local com pouca claridade ou uma sala escura. Coloque o papel em frente ao copo com água. Acenda a lanterna do outro lado do copo, projetando a luz no papel. Você vai ver um arco-íris no papel.O que acontece: o copo com água faz com a luz da lanterna exatamente o que as gotinhas de água fazem com a luz do Sol, ou seja, separa as cores da luz. O objetivo desse texto é:

a)

contar uma história.

b)

defender uma opinião.

c)

divertir o leitor.

d)

informar o leitor.​

25.

Ana Luisa


Trazendo surpresas

Setembro chegou!

Pintado de rosa

Meu mundo ficou.

Sonho de criança,

Princesa encantada,

Boneca que anda,

Que canta e que fala.

Cheia de alegria,

Minha vida sorriu,

Amor verdadeiro

Que nunca se viu!

Presente de Deus

Um sopro de vida!

Boneca dos sonho

Ana Luisa!!!


Entende-se desse texto que Ana Luísa

a)

ganhou presentes.

b)

nasceu em setembro.

c)

pintou com a cor rosa.

d)

quis uma boneca.

26.

Os professores são seres que ampliam o universo

O conhecimento é algo que abre as portas do mundo para que possamos explorar e fazer da vida algo mais válido. Criam-se portais que nos levam às mais diversas aventuras e mostram qual o caminho a seguir na vida. Os guias são os professores que, com cuidado, criam paixões em nossa mente. A eles, todo o carinho e reconhecimento. Com base nesse texto conclui-se que:

a)

As pessoas se apaixonam fácil

b)

As pessoas devem viajar pelo mundo

c)

As pessoas não sabem sobre tudo

d)

Os professores devem ser valorizados

e)

Os professores sabem sobre tudo

27.

O governo pretende, com esta campanha...

a)

criticar as pessoas que dirigem embriagadas.

b)

fazer propaganda das medidas socioeducativas criadas pelo governo.

c)

conclamar o povo brasileiro contra as pessoas que dirigem mal.

d)

expor aos leitores sobre as penalidades decorrentes de se dirigir inadequadamente.

e)

convencer os leitores a se envolverem em uma campanha a favor da vida.

28.

As personagens, lugares e tempos não são determinados historicamente, o que fica claro pelo início genérico do “Era uma vez”. Nesse tipo de conto, o leitor espera um final feliz e uma moral da história, o que costuma acontecer.

a)

CONTO DE FADA

b)

CONTO FANTÁSTICO

c)

CONTO DE TERROR

d)

CONTO DE FICÇÃO CIENTÍFICA

29.

Os contos fazem uso, geralmente, da linguagem

a)

verbal

b)

não verbal

30.

O gênero textual NOTÍCIA serve para:

a)

Instruir, ensinar.

b)

Entreter, divertir.

c)

Informar.

d)

Refletir

31.

A notícia pode ser encontrada em vários suportes textuais, são exemplos:

a)

Jornal escrito, TV, rádio, internet.

b)

Jornal escrito, outdoor, revista, livro.

c)

TV, rádio, livro, blog.