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Líderes Históricos e Mundiais

Total questions: 15

Worksheet time: 15mins

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1.

Alexandre, o Grande
Alexandre conquistou vastos territórios e fundou várias cidades com seu nome. Ele tentou unir costumes macedônios e persas, mas há dúvidas se isso foi planejamento ou adaptação imediata às circunstâncias. Seus historiadores discordam se a pressa para avançar no Oriente foi estratégia calculada ou ato impetuoso. Essas contradições mostram que seu legado nem sempre é claro.

A ambição de Alexandre em mesclar costumes sugere, no texto, que ele:

a)

preferia manter culturas separadas para governar melhor.

b)

agia de forma diferente conforme cada lugar conquistado.

c)

desistia rápido quando encontrava forte resistência.

d)

sempre seguiu um plano único e imutável.

2.

Mahatma Gandhi
Gandhi usou a não violência como arma para pressionar o poder inglês. Ele defendeu que expor a injustiça por meio de ação pacífica podia vencer um governo sem disparar um único tiro. Sua prática de jejuns e simplicidade de vida servia também para mostrar coerência moral. No entanto, ele aplicou esse código de forma mais rígida a alguns grupos sociais do que a outros.

A estratégia de Gandhi, segundo o texto, tinha como objetivo principal:

a)

criar métodos de boicote econômico violento.

b)

expor as decisões do governo por meio de atos pacíficos.

c)

formar exércitos de resistência armada.

d)

apoiar apenas as elites políticas locais.

3.
  1. Nelson Mandela
    Mandela passou quase trinta anos na prisão, depois liderou a transição para um governo democrático na África do Sul. Ele optou por perdoar crimes de apartheid em vez de punir cada culpado individualmente. Essa escolha foi vista por alguns como renúncia à justiça, e por outros como ato revolucionário. Internamente, seu partido ainda sofreu disputas sobre alianças e táticas.

Perdoar sem punir, no texto, é apresentado como:

a)

método que eliminou todo conflito no país.

b)

ato simbólico sem peso político real.

c)

gesto político com carga prática de reconciliação.

d)

forma de fortalecer o autoritarismo local.

4.

Marie Curie
Marie Curie descobriu o rádio e o polônio em condições de trabalho precárias. Ela criou equipamentos próprios e novas palavras para descrever o fenômeno da radioatividade. Muitos colegas hesitaram em aceitar suas ideias por preconceito contra mulheres e por medo do desconhecido. Essa combinação de resistência e fascínio dificultou a aceitação imediata de suas descobertas.

A autonomia de Curie na pesquisa se revelou porque ela:

a)

adotou apenas aparelhos cedidos por colegas homens.

b)

escreveu em latim todos os seus relatórios.

c)

construiu instrumentos e definiu termos próprios.

d)

desistiu de publicar suas descobertas.

5.


Jesus

  1. A liderança de Jesus foi extraordinária e transformadora, marcada por humildade, serviço e amor incondicional. Ele não buscou poder ou prestígio, mas escolheu servir aos outros, lavando os pés dos discípulos e colocando as necessidades das pessoas acima das suas próprias. Jesus ensinou que o verdadeiro líder é aquele que serve, que se sacrifica pelo bem dos outros e inspira pelo exemplo. Sua compaixão, coragem e capacidade de se conectar com o coração das pessoas fizeram dele um líder admirado até hoje, cuja influência atravessa séculos e culturas. Ele mostrou que a grandeza está em servir e amar, tornando-se o modelo supremo de liderança para todos que desejam impactar o mundo de forma positiva.

  2. Qual das características abaixo melhor representa a liderança de Jesus, segundo seus ensinamentos e exemplo?

a)

Busca por reconhecimento e autoridade sobre os outros.

b)

Disposição em servir e colocar as necessidades dos outros em primeiro lugar.

c)

Imposição de regras rígidas sem compaixão.

d)

Liderança baseada apenas em milagres e demonstrações de poder

6.
  1. Alan Turing
    Durante a Segunda Guerra, Turing fundiu ideias de lógica e matemática para criar a máquina de decifrar códigos nazistas. Ao mesmo tempo, fazia perguntas sobre a mente humana e seu possível funcionamento como um autômato. Fora do laboratório, sofreu perseguição por ser homossexual, o que o levou a enfrentar tratamento cruel. Seu trabalho uniu genialidade teórica e dor pessoal.

Chamar a máquina de “experimento filosófico” significa que ela:

a)

rejeitava qualquer formalização matemática.

b)

servia apenas para testar novas armas.

c)

era usada só para entretenimento.

d)

questionava se processos mentais podiam ser simulados por máquina.

7.

Margaret Thatcher
Thatcher reduziu o poder dos sindicatos e favoreceu a iniciativa privada com rapidez. Seu estilo misturava discurso moral conservador e argumentos técnicos de economia. No plano internacional, defendeu ações duras, como na Guerra das Malvinas, fortalecendo a ideia de soberania britânica. Essas medidas dividiram a população e recalibraram a política interna do Reino Unido.

O apoio à Guerra das Malvinas serviu para:

a)

reforçar discurso de moral colonial e soberania.

b)

estimular ainda mais poder dos sindicatos.

c)

criar alianças permanentes com a Argentina.

d)

defender pacifismo absoluto.

8.

Napoleão Bonaparte
Napoleão uniu ideias da Revolução Francesa em leis civis e manteve sua própria imagem de herói. Em Austerlitz, combinou manobra de distração com cerco rápido ao inimigo. Suas vitórias militares foram apresentadas junto a códigos legais que reforçavam seu poder. Essa dualidade entre leis modernas e culto pessoal formou sua marca histórica.

A batalha de Austerlitz é emblemática porque:

a)

foi derrotada em silêncio.

b)

evitou totalmente o uso de artilharia.

c)

mesclou distração tática e cerco relâmpago.

d)

revelou falhas logísticas graves.

9.
  1. Martin Luther King Jr.
    O discurso “I Have a Dream” misturou referências bíblicas e ideias dos fundadores dos EUA, criando grande impacto em Washington. King adotou a não violência de Gandhi, mas ajustou-a à realidade racial americana. Seu talento oratório e o uso da mídia tornaram seus atos um espetáculo de persuasão. Alguns grupos locais criticaram o excesso de teatralidade em vez de ação direta no bairro.

  2. A eficácia do discurso de King dependia de:

a)

exclusão total de referências religiosas.

b)

adoção de armas no protesto.

c)

silêncio absoluto da imprensa.

d)

combinação de retórica bíblica e valores democráticos.

10.
  1. Radia Perlman
    Radia Perlman criou o protocolo Spanning Tree para redes Ethernet, evitando loops de informação que causam congestionamento. Seu algoritmo resolve um problema difícil (NP-difícil) usando heurísticas distribuídas. Em redes grandes, demora a convergir e expõe falhas de design em cenários de troca rápida de dados. Essa combinação de elegância e limitação pintou seu trabalho como genial, mas não perfeito.

O protocolo de Perlman foi feito para:

a)

impedir que pacotes ficassem presos em loops locais.

b)

criptografar todos os dados de fibra óptica.

c)

balancear carga em servidores de web.

d)

proteger redes de vírus.

11.
  1. Marilyn Monroe
    Monroe era vista como símbolo de desejo, mas também como mulher culta que lia poesia nos intervalos de filmagem. Sua imagem pública contrastava com crises pessoais de insegurança. Hollywood montava seu rosto e seu corpo como um texto de poder e exploração. A tensão entre o que ela sentia e o que o estúdio mostrava gerou debates sobre agência na indústria.

No texto, Monroe é apresentada como figura que:

a)

aboliu todos os estereótipos de gênero de seu tempo.

b)

se recusava a atuar em filmes de comédia.

c)

encarnou simultaneamente poder simbólico e fragilidade pessoal.

d)

mantinha imagem pública idêntica à vida real.

12.
  1. Cleópatra
    Cleópatra misturou diplomacia romana e ritos faraônicos para manter seu trono. Ela visitou Roma vestida como deusa egípcia, fundindo cultos helênicos e locais em cerimônias que impressionavam aliados. Fontes gregas e romanas divergem entre elogio e difamação, pois faltam registros egípcios que relatem sua versão. Essa falta de documentos internos gera imagens contraditórias dela.

A legitimidade de Cleópatra, segundo o texto, vinha de:

a)

conquistar toda a Península Ibérica.

b)

unificar cerimônias egípcias e cultura grega.

c)

aliança singular com reis persas.

d)

dissolver qualquer culto religioso.

13.

Adolf Hitler
Hitler combinou propaganda de massa, músicas patrióticas e grandes desfiles para engajar a população. Ele usou teorias raciais pseudocientíficas para criar hierarquia entre povos. Seu regime adotou tecnologia militar moderna, como tanques e armas químicas, enquanto exaltava uma pureza ancestral alemã. Esse choque entre inovação letal e passado mítico define o nazismo como um regime híbrido.

A contradição interna do nazismo, no texto, refere-se a:

a)

busca da paz mundial e desarmamento total.

b)

foco exclusivo na economia agrária.

c)

avanço tecnológico e discurso de pureza racial.

d)

rejeição de arte e ciência.

14.
  1. Joana d’Arc
    Joana d’Arc declarou ter visões divinas que a levaram a comandar exércitos franceses na Guerra dos Cem Anos. Ela não seguiu manuais militares, mas usou táticas de surpresa e sua presença mudou o moral das tropas. Sua missão uniu fé e estratégia improvisada, criando um modelo único de liderança. A falta de diretrizes formais gera debate sobre sua técnica de guerra.

O texto sugere que as visões divinas de Joana:

a)

nada tiveram a ver com suas decisões militares.

b)

impulsionaram sua liderança e elevaram a moral dos soldados.

c)

a impediram de usar qualquer estratégia tática.

d)

eram meras fraquezas de quem não gostava de guerra.

15.
  1. Júlio César
    César expandiu o território romano com campanhas na Gália e depois cruzou o Rubicão, rompendo a lei em busca de poder. Ele misturou carisma popular com reformas políticas que favoreciam soldados e plebeus. Ao mesmo tempo, concentrou autoridade em si mesmo, minando o Senado. Esse equilíbrio entre favor do povo e imposição pessoal levou a seu triunfo e à sua queda.

O texto mostra que César:

a)

fez reformas que beneficiaram plebeus e soldados.

b)

só governou seguindo votos diretos da plebe.

c)

manteve todo o poder no Senado.

d)

jamais se importou com apoio popular.