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Reavaliação da Prova Paraná - 1a edição

Total questions: 15

Worksheet time: 54mins

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1.

Leia o texto abaixo. Idioma ajuda a criar marcas de identidade

A língua é patrimônio de uma coletividade, seja ela a língua oficial de um Estado constituído, seja ela a língua materna de uma comunidade minoritária de imigrantes em um país estrangeiro, [...] e assim por diante. De qualquer modo, a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa [...]. Entretanto, nenhuma língua compõe um bloco de formas e construções cristalizadas, usadas sempre do mesmo modo por todos os falantes, isto é, nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável. Aliás, imaginar uma língua que assim fosse é imaginar algo completamente impossível. Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade exatamente porque: ela é moldável, para satisfação dos propósitos da fala; ela é variável, para oferta às escolhas dos falantes; ela é dinâmica, para servir às necessidades de expressão nas diferentes situações, nos diferentes lugares, nos diferentes momentos. Só assim ela revela as identidades individuais que se constroem no espaço simbólico que ela própria identifica e marca, no conjunto. [...] significa isso que se esteja negando a existência de padrões? Não, pelo contrário. Nessa variabilidade e nesse dinamismo naturalmente se formam “padrões” de uso, que, por sua vez, identificam grupos, e, numa apuração mais fina, identificam os próprios indivíduos. NEVES, Maria Helena de Moura. Língua Portuguesa. Set. 2010. Fragmento. A ideia defendida nesse texto está no trecho:

a)

A) “A língua é patrimônio de uma coletividade, ...”.

b)

B) “... a língua constitui marca identitária da comunidade que a usa.”.

c)

C) “... nenhuma língua é cristalizada, sem variações, imutável.”.

d)

D) “Uma língua cumpre suas funções em uma comunidade...”.

e)

E) “... ela é moldável, para satisfação dos propósitos da fala;...”.

2.

Leia o texto abaixo, para responder às questões a seguir. O eco e a vida: um conto de paz Certo dia os inimigos se encontraram em uma esquina da vida. Eram dois e viviam batendo de frente. Raiva, impasse e intriga. O primeiro dobrou uma rua. O outro, curvou na que estava, deu uns poucos passos e pensou: — Não é possível que isso vá ficar assim... Não, não vou deixar barato. Deu meia volta e começou a seguir o outro, até que este saiu fora da cidade, que ficava entre árvores e montes, ladeada por serras. Queria pegá-lo só para que não houvesse testemunhas. E o outro gritou enraivecido: — Ei, rapaz! E o eco ecoou: — Paz... Paz... Paz... O primeiro olhou para traz com um sorriso nos lábios e outro no coração. Avistou, ao longe, aquele que lhe interveio e, querendo confirmar o que seus ouvidos ouviram, perguntou em tom ameno, coisa que há muito tempo não existia entre os dois. — Tá falando comigo? E o eco ecoou: — Amigo... migo... migo... E o outro, perdido naquilo que seria o seu elemento surpresa, respondeu brandamente e com certa comoção: — Não, é que eu te vi agora há pouco e queria te perguntar... E começaram a dialogar, como há muito tempo não faziam. De acordo com esse texto, os dois começaram a dialogar

a)

com um sorriso nos lábios.

b)

como há muito tempo não faziam.

c)

em uma esquina da vida.

d)

naquilo que seria o seu elemento surpresa.

e)

querendo confirmar o que seus ouvidos ouviram.

3.

Leia o texto abaixo, para responder às questões a seguir. A terceira margem do rio Nosso pai era homem cumpridor, ordeiro, positivo; e sido assim desde mocinho e menino, pelo que testemunharam as diversas sensatas pessoas, quando indaguei a informação. Do que eu mesmo me alembro, ele não figurava mais estúrdio nem mais triste do que os outros, conhecidos nossos. Só quieto. Nossa mãe era quem regia, e que ralhava no diário com a gente – minha irmã, meu irmão e eu. Mas se deu que, certo dia, nosso pai mandou fazer para si uma canoa. Era a sério. Encomendou a canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabunha da popa, como para caber justo o remador. Mas teve de ser toda fabricada, escolhida forte e arqueada em rijo, própria para dever durar na água por uns vinte ou trinta anos. Nossa mãe jurou muito contra a ideia. Seria que, ele, que nessas artes não vadiava, se ia propor agora para pescarias e caçadas? Nosso pai nada não dizia. Nossa casa, no tempo, ainda era mais próxima do rio, obra de nem quarto de légua: o rio por aí se estendendo grande, fundo, calado que sempre. Largo, de não se poder ver a forma da outra beira. E esquecer não posso, do dia em que a canoa ficou pronta. Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: – “Cê vá, onde cê fique, você nunca volte!” Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: – “Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?” Ele só retornou o olhar em mim, e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo – a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa. Nesse texto, a frase que expressa uma opinião é:

a)

A) “... ele não figurava mais estúrdio (imprudente) nem mais triste do que os outros,...”.

b)

B) “... nosso pai mandou fazer para si uma canoa.”.

c)

C) “Nossa casa, no tempo, ainda era mais próxima do rio,...”.

d)

D) “... nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente.”.

e)

E) “Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa? ”.

4.

Leia o texto abaixo.

Caso de recenseamento

O agente do recenseamento vai bater na casa de subúrbio longínquo, aonde nunca chegam as notícias. — Não quero comprar nada. — Eu não vim vender, minha senhora. Estou fazendo o censo da população e lhe peço o favor de me ajudar. — Ah moço, não estou em condições de ajudar ninguém. Tomara eu que Deus me ajude. Com licença, sim? E fecha-lhe a porta. Ele bate de novo. — O senhor, outra vez?! Não lhe disse que não adianta pedir auxílio? — A senhora não me entendeu bem, desculpe. Desejo que me auxilie, mas é a encher esse papel. Não vai pagar nada, não vou tomar nada. Basta responder a umas perguntinhas. — Não vou responder a perguntinha nenhuma, estou muito ocupada, até logo! A porta é fechada de novo, de novo o agente obstinado tenta restabelecer o diálogo. — Sabe de uma coisa? Dê o fora depressa antes que eu chame meu marido! — Chame sim, minha senhora, eu me explico com ele. (Só Deus sabe o que irá acontecer. Mas o rapaz tem uma ideia na cabeça: é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário). — Que é que há? — resmunga o marido, descalço e sem camisa, puxado pela mulher. — É esse camelô aí que não quer deixar a gente sossegada! — Não sou camelô, meu amigo, sou agente do censo... — Agente coisa nenhuma, eles inventam uma besteira qualquer, depois empurram a mercadoria! A gente não pode comprar mais nada este mês, Ediraldo!

A repetição da expressão “é preciso preencher o questionário,” evidencia que o agente é

a)

grosseiro.

b)

impulsivo.

c)

responsável.

d)

impaciente.

e)

insistente.

5.

Releia o texto abaixo.

Caso de recenseamento

O agente do recenseamento vai bater na casa de subúrbio longínquo, aonde nunca chegam as notícias. — Não quero comprar nada. — Eu não vim vender, minha senhora. Estou fazendo o censo da população e lhe peço o favor de me ajudar. — Ah moço, não estou em condições de ajudar ninguém. Tomara eu que Deus me ajude. Com licença, sim? E fecha-lhe a porta. Ele bate de novo. — O senhor, outra vez?! Não lhe disse que não adianta pedir auxílio? — A senhora não me entendeu bem, desculpe. Desejo que me auxilie, mas é a encher esse papel. Não vai pagar nada, não vou tomar nada. Basta responder a umas perguntinhas. — Não vou responder a perguntinha nenhuma, estou muito ocupada, até logo! A porta é fechada de novo, de novo o agente obstinado tenta restabelecer o diálogo. — Sabe de uma coisa? Dê o fora depressa antes que eu chame meu marido! — Chame sim, minha senhora, eu me explico com ele. (Só Deus sabe o que irá acontecer. Mas o rapaz tem uma ideia na cabeça: é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário). — Que é que há? — resmunga o marido, descalço e sem camisa, puxado pela mulher. — É esse camelô aí que não quer deixar a gente sossegada! — Não sou camelô, meu amigo, sou agente do censo... — Agente coisa nenhuma, eles inventam uma besteira qualquer, depois empurram a mercadoria! A gente não pode comprar mais nada este mês, Ediraldo!

De acordo com esse texto, a mulher achava que o homem era um

a)

agente

b)

amigo

c)

camelô

d)

marido

e)

moço

6.

Leia o texto abaixo.

A letra e a música

Quando nos encontramos Dizemo-nos sempre as mesmas palavras que todos os amantes dizem... Mas que nos importa que as nossas palavras sejam as mesmas de sempre? A música é outra!

No primeiro verso “QUANDO nos encontramos”, a expressão destacada estabelece uma relação de

a)

causalidade.

b)

condicionalidade.

c)

finalidade.

d)

proporcionalidade.

e)

temporalidade.

7.

Leia o texto abaixo. Droneiro Meu pai me pede que eu o acompanhe. Não sei pra onde ele vai, mas topo ir junto. Dou um beijo na minha mãe, que está lendo no quarto, e vou pra garagem. Mas meu pai já está no meio da rua com o carro ligado. Duas quadras depois, ele saca um boné do bolso da jaqueta e diz solenemente: — Filho, você sabe que existe o Paulinho Corsaletti dentista, um profissional sério, que nunca deixa um cliente na mão. Esse não usa boné. (Olho pra sua careca.) Mas também existe o Paulinho Corsaletti violeiro, que não recusa uma festa [...]. Esse está sempre de boné. (Ele coloca o boné na cabeça.) Hoje você vai conhecer o Paulinho droneiro¹. Esse usa o boné assim. (Ele tira o boné e o coloca de novo, com a aba virada pra trás.). Paramos numa curva de uma estrada de terra, debaixo de uma árvore, e meu pai monta o drone². Tenta me explicar a função de cada peça, mas de repente paro de acompanhar o raciocínio. Não me interesso muito por tecnologia. Meu pai sabe disso e diz pra eu não me preocupar com a parte técnica, que o melhor está por vir. Feito uma mosca gigante de ficção científica, logo o drone está sobrevoando os pastos. Na tela do smartphone acoplado ao controle, vemos o vale do Sapo, o rio da Âncora, o rebanho de vacas e alguns cavalos [...]. Eles correm, em miniatura, como corriam na minha imaginação quando eu brincava com meu Forte Apache. Então, meu pai conduz o drone em direção à cidade. A estação de trem, as casas velhas [...]. E no alto do morro a igreja amarela e branca, idêntica a uma peça de maquete. A vida toda é desse tamanho. Meu pai se anima: vamos fazer uma visita pra Paula. Ele baixa o drone em cima da casa da minha irmã, ao mesmo tempo em que telefona pra ela. Sai aí no quintal. Lá está ela! Em seguida, surgem minha sobrinha e meu cunhado. Eles acenam pra câmera e voltam pra dentro. [...] Revejo os pátios das duas escolas onde estudei, os quintais dos amigos [...]. Um carcará pousa numa cerca não muito longe de nós [...]. Meu pai concorda que já deu e guarda a tralha toda numa caixa cinza de isopor. De carro, presos mais uma vez em nossos corpos grandes e pesados, meu pai me pergunta como vão as coisas em São Paulo. O conflito gerador desse texto ocorre quando o pai do narrador

a)

anima-se ao fazer uma visita para Paula.

b)

apresenta-se como um droneiro.

c)

está na rua com o carro ligado.

d)

saca um boné do bolso.

e)

tenta explicar a função das peças do drone.

8.

No trecho “– A senhora é ruim mesmo, não tem CORAÇÃO.” , a palavra destacada tem o sentido de

a)

compaixão.

b)

compreensão.

c)

flexibilidade.

d)

paciência.

e)

solução.

9.

Leia o texto abaixo.

A mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer

O pai da mãe dos meus netos resolveu fazer uma surpresa para eles. Queria dar-lhes um presente de desaniversário. Presente de aniversário todas as crianças sempre ganham, ora bolas. Entretanto, presente de desaniversário só os netos dos avós espertos. Mas, que presente ele poderia dar, se os filhos de sua filha tinham de tudo? Pensou em dar um par de meias, com um furo no dedão, mas descobriu que meias com furo no dedão eles tinham quase meia dúzia. Só de pé esquerdo! Pensou em dar uma bola de futebol furada e rasgada pelo cachorro da casa, mas no quintal dormiam umas três ou quatro dessas bolas, plantadas dentro de um vaso de barro. [...] “Já sei”, disse ele, “vou dar um carrinho de corda sem a roda dianteira”. Bobagem! Eles já tinham uns dois carrinhos faltando pelo menos uma das rodas. “Um jogo de lego faltando uma porção de pecinhas é um bom presente” pensou o esperto velhinho. Mas desistiu da ideia, porque sua filha lhe disse que eles só gostavam de brincar com as peças que não conseguiam formar nenhuma figura completa. Cavalo sem orelha, castelo sem telhado, trenzinho sem fumaça, navio sem ondas de mar, gavião sem céu pra voar. [...] Foi ao shopping e procurou na loja de brinquedos alguma coisa que faltava no quarto dos meninos. “A senhora tem antipatia para vender?” perguntou o avô de meus netos à gentil senhorita que o atendeu. Ela fez uma cara de quem não estava entendendo nada e ele precisou explicar. “Eu preciso dar a meus netos alguma coisa que eles ainda não têm”. Ela fez uma cara alegre e disse que ali não se vendia antipatia. Aliás, todos os vendedores tinham simpatia para dar e vender. “Então eu prefiro que eles me deem, assim eu economizo uns tostões”, disse o sovina. [...]

De acordo com esse texto, o avô foi ao shopping para comprar

a)

alguma coisa que faltava no quarto dos meninos.

b)

uma bola de futebol furada.

c)

um carrinho de corda sem a roda dianteira.

d)

um jogo de lego faltando uma porção de pecinhas

e)

um par de meias, com um furo no dedão

10.

Leia o fragmento da crônica abaixo:

“A vida não é uma linha reta, pois ela é feita de curvas, becos e atalhos. Não adianta reclamar do caminho, já que as escolhas foram suas. Se você quer chegar a algum lugar, é preciso aprender a lidar com os desvios.”

No texto, as conjunções “pois”, “já que” e “se” expressam, respectivamente, as seguintes relações lógico-semânticas:

a)

Explicação, causa e condição.

b)

Conclusão, condição e explicação.

c)

Adição, consequência e finalidade.

d)

Oposição, conformidade e tempo.

e)

Explicação, consequência e concessão.

11.

Leia o texto abaixo.

Os namorados

Um pião e uma bola estavam numa gaveta em meio a um monte de brinquedos. Um dia o pião disse para a bola: — Devíamos namorar, afinal, ficamos lado a lado na mesma gaveta. Mas a bola, que era feita de marroquim, achava que era uma jovem dama muito refinada e nem se dignou a responder à proposta do pião. No dia seguinte, o menino, a quem todos esses brinquedos pertenciam, pintou o pião de vermelho e branco e pregou uma tachinha de bronze no meio dele. Ficava maravilhoso ao rodar. — Olhe para mim agora! — o pião disse para a bola. — O que você acha, não daríamos um belo casal? Você sabe pular e eu sei dançar! Como iríamos ser felizes juntos! — Isso é o que você acha — a bola retrucou — Você por acaso sabia que minha mãe e meu pai eram um par de chinelos marroquim, e que eu tenho cortiça dentro de mim? — Mas eu sou de mogno — gabou-se o pião. — E ninguém menos que o próprio prefeito quem me fez, num torno que tem no porão. — E foi um grande prazer para ele. — Como vou saber se o que está dizendo é verdade? — perguntou a bola. — Que nunca mais me soltem se eu estiver mentindo! — o pião respondeu. — Você sabe falar muito bem de si — admitiu a bola. — Mas terei de recusar o convite porque estou quase noiva de uma andorinha. Toda vez que pula no ar, ele põe sua cabeça para fora do ninho e pergunta “você vai, você vai?”. Embora eu ainda não tenha dito que sim, já pensei nisso; e é praticamente o mesmo que estar noiva. Mas prometo que nunca o esquecerei.

No trecho “Embora EU ainda não tenha dito que sim, ...” o pronome em destaque refere-se

a)

ao pião.

b)

à bola.

c)

ao menino.

d)

ao prefeito.

e)

à andorinha.

12.

LLeia o trecho de uma reportagem sobre hábitos de leitura:

“Os jovens brasileiros têm lido menos livros físicos nos últimos anos, embora as bibliotecas escolares estejam mais bem equipadas e acessíveis do que nunca.”

No contexto, a conjunção “embora” estabelece uma relação de:

a)

Adição, pois soma a informação sobre as bibliotecas à ideia da queda na leitura.

b)

Concessão, pois admite uma realidade (bibliotecas equipadas) que não impede a queda na leitura.

c)

Conclusão, pois encerra o raciocínio sobre o comportamento dos jovens.

d)

Causa, pois explica o motivo de os jovens lerem menos livros físicos.

e)

Comparação, pois estabelece um paralelo entre livros físicos e bibliotecas.

13.

Observe a manchete de um jornal empresarial:

“A nova diretoria não só revisou todos os contratos antigos, mas também implementou um código de ética inédito para os funcionários.”

A estrutura conjuntiva “mas também...” expressa, no período, um valor de:

a)

Oposição, pois contrasta a revisão de contratos com a implementação do código.

b)

Alternância, pois apresenta duas ações que se excluem mutuamente.

c)

Adição com ênfase, pois soma duas ações realizadas pela diretoria, destacando a segunda.

d)

Conclusão, pois a implementação do código é uma consequência da revisão.

e)

Condição, pois a revisão dos contratos era necessária para implementar o código.

14.

Leia o aviso afixado na parede de uma empresa:

Caso o funcionário necessite de atendimento médico emergencial, deverá se dirigir imediatamente à enfermaria do 2º andar.”

No período, a conjunção “Caso” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

a)

Conforme

b)

Se

c)

Embora

d)

Portanto

e)

Como

15.

Leia a propaganda de um curso de idiomas:

“Invista no seu futuro agora mesmo para que você possa conquistar as melhores vagas no mercado de trabalho internacional.”

No período, a locução conjuntiva “para que” introduz uma oração com valor de:

a)

Explicação, pois justifica o motivo de se investir no futuro.

b)

Consequência, pois mostra o resultado imediato do investimento.

c)

Finalidade, pois indica o objetivo pretendido com o investimento.

d)

Causa, pois aponta a razão de existirem vagas no exterior.

e)

Comparação, pois equipara o investimento à conquista de vagas.