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WorksheetsAtividades – Crônica: A difícil arte de redigir um telegrama
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
Logo no início da crônica, o narrador destaca a dificuldade em escrever um telegrama. Essa dificuldade está ligada principalmente:
À falta de assunto relevante.
À limitação de espaço e de palavras.
À inexperiência do narrador em escrever textos.
Ao desconhecimento das regras da língua portuguesa.
Ao desinteresse do narrador em se comunicar.
Na crônica, a economia de palavras no telegrama causa:
Clareza imediata na mensagem.
Dúvidas quanto ao verdadeiro sentido do recado.
Facilidade na interpretação de quem recebe.
Um tom formal e rígido.
Redução da importância da notícia.
Ao exagerar as dificuldades de escrever um simples telegrama, o autor cria um efeito de:
Humor.
Tristeza.
Mistério.
Suspense.
Terror.
O texto pode ser considerado uma crônica porque:
Apresenta uma narrativa longa e detalhada.
Retrata fatos históricos com rigor científico.
Expõe uma situação do cotidiano com leveza e humor.
É estruturado em versos rimados.
Descreve exclusivamente um cenário.
A principal crítica implícita na crônica é dirigida:
Às dificuldades do narrador com a escrita.
Às pessoas que não sabem interpretar textos.
À falta de criatividade dos escritores da época.
À rigidez da forma de comunicação por telegrama.
À preguiça do receptor da mensagem.
Ao relatar suas tentativas de escrever o telegrama, o narrador revela:
Ansiedade e indecisão.
Alegria e entusiasmo.
Indiferença e frieza.
Segurança e confiança.
Raiva e impaciência.
A linguagem usada na crônica caracteriza-se por ser:
Objetiva e científica.
Metalinguística e técnica.
Simples, coloquial e com humor.
Formal, culta e burocrática.
Poética e metafórica.
No texto, percebe-se que o telegrama, além de comunicar, também pode:
Gerar novas ideias para romances.
Tornar a comunicação mais cara.
Criar ambiguidades e confusões.
Servir como registro oficial de documentos.
Eliminar completamente os mal-entendidos.
O narrador chega a sentir que a tarefa de escrever um telegrama:
É uma arte complicada.
É algo simples e rápido.
Não exige reflexão alguma.
A dificuldade do narrador em escrever um telegrama revela, sobretudo:
A limitação da linguagem quando submetida à economia de palavras.
A falta de habilidade do narrador em escolher vocabulário.
O desinteresse do narrador em transmitir a mensagem corretamente.
O distanciamento entre autor e leitor da mensagem.
A irrelevância do conteúdo a ser transmitido.
O humor da crônica está principalmente:
No exagero das dificuldades enfrentadas.
Nas críticas ao destinatário do telegrama.
Na utilização de palavras difíceis.
Na ironia contra o progresso tecnológico.
Na criação de um final trágico e inesperado.
A comicidade do texto é construída principalmente pelo recurso:
Da narrativa em terceira pessoa.
Do exagero nas dificuldades vividas pelo narrador.
Da apresentação de personagens fictícios.
Do uso de gírias e regionalismos.
Da descrição minuciosa do ambiente.
A crônica mostra que a tentativa de ser econômico em palavras pode resultar em:
Clareza objetiva da informação.
Ambiguidade e perda do sentido pretendido.
Melhoria na comunicação.
Diminuição do valor da mensagem.
Criatividade poética.
Ao transformar uma situação banal em tema de reflexão, Fernando Sabino:
Aproxima-se do estilo jornalístico investigativo.
Reforça a característica da crônica de explorar o cotidiano.
Apresenta uma narrativa típica do romance.
Demonstra a neutralidade de um texto científico.
Produz uma descrição impessoal.
O título “A difícil arte de redigir um telegrama” pode ser considerado irônico porque:
Escreve-se um telegrama apenas com regras fixas.
Redigir telegrama não exige, em si, nenhuma grande arte.
A dificuldade não é real, mas uma invenção do narrador.
Apenas escritores renomados conseguem tal tarefa.
Telegrama é gênero literário, não comunicativo.
A crítica implícita na crônica não se limita ao telegrama, mas pode ser relacionada:
Às dificuldades sociais de convivência.
À complexidade das formas de comunicação humana.
À precariedade dos meios de transporte.
À falta de instrução formal do povo brasileiro.
À ausência de rigor gramatical nos textos.
Na construção da crônica, a escolha por uma linguagem simples e coloquial tem como efeito:
Aumentar o distanciamento entre narrador e leitor.
Criar identificação imediata com situações comuns.
Dar ao texto caráter científico e instrucional.
Substituir o humor pela objetividade.
Enfatizar o aspecto trágico da narrativa.
O narrador passa por diferentes tentativas de formular a mensagem, o que demonstra:
A falta de conhecimento gramatical.
A oscilação entre clareza e ambiguidade.
A valorização de palavras difíceis.
O apego às normas técnicas do telegrama.
A intenção de produzir suspense.
Considerando o gênero crônica, pode-se afirmar que o texto de Fernando Sabino:
É marcado pela reflexão filosófica abstrata.
Apresenta humor como estratégia para discutir aspectos da vida prática.
Estrutura-se como manual de instruções.
Limita-se à crítica política e social.
É caracterizado pelo distanciamento emocional do narrador.
O leitor é convidado a refletir, de modo implícito, que a dificuldade do narrador em redigir o telegrama se relaciona, de forma mais ampla:
Ao desafio universal de comunicar-se de maneira clara e objetiva.
À incapacidade pessoal do narrador de expressar ideias.
Às restrições técnicas das máquinas de telegrafia.
Às regras gramaticais impostas pela norma culta.
Ao fato de telegrama ser um gênero obsoleto.
