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Atividades – Crônica: A difícil arte de redigir um telegrama

Total questions: 20

Worksheet time: 10mins

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1.

Logo no início da crônica, o narrador destaca a dificuldade em escrever um telegrama. Essa dificuldade está ligada principalmente:

a)

À falta de assunto relevante.

b)

À limitação de espaço e de palavras.

c)

À inexperiência do narrador em escrever textos.

d)

Ao desconhecimento das regras da língua portuguesa.

e)

Ao desinteresse do narrador em se comunicar.

2.

Na crônica, a economia de palavras no telegrama causa:

a)

Clareza imediata na mensagem.

b)

Dúvidas quanto ao verdadeiro sentido do recado.

c)

Facilidade na interpretação de quem recebe.

d)

Um tom formal e rígido.

e)

Redução da importância da notícia.

3.

Ao exagerar as dificuldades de escrever um simples telegrama, o autor cria um efeito de:

a)

Humor.

b)

Tristeza.

c)

Mistério.

d)

Suspense.

e)

Terror.

4.

O texto pode ser considerado uma crônica porque:

a)

Apresenta uma narrativa longa e detalhada.

b)

Retrata fatos históricos com rigor científico.

c)

Expõe uma situação do cotidiano com leveza e humor.

d)

É estruturado em versos rimados.

e)

Descreve exclusivamente um cenário.

5.

A principal crítica implícita na crônica é dirigida:

a)

Às dificuldades do narrador com a escrita.

b)

Às pessoas que não sabem interpretar textos.

c)

À falta de criatividade dos escritores da época.

d)

À rigidez da forma de comunicação por telegrama.

e)

À preguiça do receptor da mensagem.

6.

Ao relatar suas tentativas de escrever o telegrama, o narrador revela:

a)

Ansiedade e indecisão.

b)

Alegria e entusiasmo.

c)

Indiferença e frieza.

d)

Segurança e confiança.

e)

Raiva e impaciência.

7.

A linguagem usada na crônica caracteriza-se por ser:

a)

Objetiva e científica.

b)

Metalinguística e técnica.

c)

Simples, coloquial e com humor.

d)

Formal, culta e burocrática.

e)

Poética e metafórica.

8.

No texto, percebe-se que o telegrama, além de comunicar, também pode:

a)

Gerar novas ideias para romances.

b)

Tornar a comunicação mais cara.

c)

Criar ambiguidades e confusões.

d)

Servir como registro oficial de documentos.

e)

Eliminar completamente os mal-entendidos.

9.

O narrador chega a sentir que a tarefa de escrever um telegrama:

a)

É uma arte complicada.

b)

É algo simples e rápido.

c)

Não exige reflexão alguma.

10.

A dificuldade do narrador em escrever um telegrama revela, sobretudo:

a)

A limitação da linguagem quando submetida à economia de palavras.

b)

A falta de habilidade do narrador em escolher vocabulário.

c)

O desinteresse do narrador em transmitir a mensagem corretamente.

d)

O distanciamento entre autor e leitor da mensagem.

e)

A irrelevância do conteúdo a ser transmitido.

11.

O humor da crônica está principalmente:

a)

No exagero das dificuldades enfrentadas.

b)

Nas críticas ao destinatário do telegrama.

c)

Na utilização de palavras difíceis.

d)

Na ironia contra o progresso tecnológico.

e)

Na criação de um final trágico e inesperado.

12.

A comicidade do texto é construída principalmente pelo recurso:

a)

Da narrativa em terceira pessoa.

b)

Do exagero nas dificuldades vividas pelo narrador.

c)

Da apresentação de personagens fictícios.

d)

Do uso de gírias e regionalismos.

e)

Da descrição minuciosa do ambiente.

13.

A crônica mostra que a tentativa de ser econômico em palavras pode resultar em:

a)

Clareza objetiva da informação.

b)

Ambiguidade e perda do sentido pretendido.

c)

Melhoria na comunicação.

d)

Diminuição do valor da mensagem.

e)

Criatividade poética.

14.

Ao transformar uma situação banal em tema de reflexão, Fernando Sabino:

a)

Aproxima-se do estilo jornalístico investigativo.

b)

Reforça a característica da crônica de explorar o cotidiano.

c)

Apresenta uma narrativa típica do romance.

d)

Demonstra a neutralidade de um texto científico.

e)

Produz uma descrição impessoal.

15.

O título “A difícil arte de redigir um telegrama” pode ser considerado irônico porque:

a)

Escreve-se um telegrama apenas com regras fixas.

b)

Redigir telegrama não exige, em si, nenhuma grande arte.

c)

A dificuldade não é real, mas uma invenção do narrador.

d)

Apenas escritores renomados conseguem tal tarefa.

e)

Telegrama é gênero literário, não comunicativo.

16.

A crítica implícita na crônica não se limita ao telegrama, mas pode ser relacionada:

a)

Às dificuldades sociais de convivência.

b)

À complexidade das formas de comunicação humana.

c)

À precariedade dos meios de transporte.

d)

À falta de instrução formal do povo brasileiro.

e)

À ausência de rigor gramatical nos textos.

17.

Na construção da crônica, a escolha por uma linguagem simples e coloquial tem como efeito:

a)

Aumentar o distanciamento entre narrador e leitor.

b)

Criar identificação imediata com situações comuns.

c)

Dar ao texto caráter científico e instrucional.

d)

Substituir o humor pela objetividade.

e)

Enfatizar o aspecto trágico da narrativa.

18.

O narrador passa por diferentes tentativas de formular a mensagem, o que demonstra:

a)

A falta de conhecimento gramatical.

b)

A oscilação entre clareza e ambiguidade.

c)

A valorização de palavras difíceis.

d)

O apego às normas técnicas do telegrama.

e)

A intenção de produzir suspense.

19.

Considerando o gênero crônica, pode-se afirmar que o texto de Fernando Sabino:

a)

É marcado pela reflexão filosófica abstrata.

b)

Apresenta humor como estratégia para discutir aspectos da vida prática.

c)

Estrutura-se como manual de instruções.

d)

Limita-se à crítica política e social.

e)

É caracterizado pelo distanciamento emocional do narrador.

20.

O leitor é convidado a refletir, de modo implícito, que a dificuldade do narrador em redigir o telegrama se relaciona, de forma mais ampla:

a)

Ao desafio universal de comunicar-se de maneira clara e objetiva.

b)

À incapacidade pessoal do narrador de expressar ideias.

c)

Às restrições técnicas das máquinas de telegrafia.

d)

Às regras gramaticais impostas pela norma culta.

e)

Ao fato de telegrama ser um gênero obsoleto.