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Exercício SAEB PV Prof. Ivan - Adolescência e Desenvolvimento

Total questions: 4

Worksheet time: 2mins

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1.

“Um dos mitos sobre a adolescência é o de que ‘hormônios em fúria’ fazem os jovens ‘enlouquecerem’. Isso é falso; as experiências se relacionam a mudanças no cérebro.” - Cérebro do Adolescente (Daniel J. Siegel)

Qual é a ideia central defendida pelo autor?

a)

Os hormônios determinam completamente a conduta adolescente.

b)

A adolescência é imprevisível e sem base científica.

c)

As mudanças na adolescência derivam principalmente do cérebro, não dos hormônios.

d)

Apenas fatores sociais explicam a adolescência.

2.

“Somos três vezes mais propensos a sofrer ferimentos graves ou a morrer na adolescência do que na infância ou na idade adulta.” - Cérebro do Adolescente (Daniel J. Siegel)

Considere o índice de risco da infância como 1. O aumento percentual do risco na adolescência, em relação à infância, é:

a)

100%

b)

150%

c)

200%

d)

300%

3.

O gráfico mostra a média de horas de sono recomendadas para diferentes faixas etárias. Com base nele, responda:

Qual afirmação está correta?

a)

Os adolescentes dormem, em média, mais que as crianças.

b)

Os adultos têm a mesma média de sono que os adolescentes.

c)

Os adolescentes dormem menos que as crianças, mas ainda mais que os adultos.

d)

As três faixas etárias dormem, em média, a mesma quantidade de horas.

4.

“Quando chegamos à adolescência a vida está em plena ebulição. Na fase adulta, entretanto, a imaginação pode sair voando pela janela. Nós, adultos, tendemos a seguir em piloto automático, permanecendo em um ‘modo de sobrevivência’ e deixando de experimentar a novidade e a vitalidade tão presentes na juventude.” - Cérebro do Adolescente (Daniel J. Siegel)

Os recursos linguísticos usados nesse trecho (como “sair voando pela janela”, “piloto automático” e “modo de sobrevivência”) servem principalmente para:

a)

Transmitir informações técnicas em linguagem científica.

b)

Construir metáforas e personificações que reforçam a ideia de perda de vitalidade na vida adulta.

c)

Descrever objetivamente o funcionamento neurológico.

d)

Criticar a imaginação como algo prejudicial.