WorksheetsQuiz SAEGO
Total questions: 14
Worksheet time: 1hrs 10mins
Texto 1
Estamos vendo a consolidação de um grande diretor. Estamos vendo DiCaprio em sua melhor atuação na carreira. Isso não é pouco! [...] Elenco inspirado, forte, físico. [...] Vá ao cinema e, enquanto admira o belo trabalho de fotografia, [...] entregue-se por inteiro. [...] “O Regresso” vai te dar a opção de escolher o que é o bem e o que é o mal. [...]
George F.
Texto 2
Muito chato! Filme sem emoção, monótono e sem nexo em muitas partes. [...] Não vale a pena assistir. Um dos piores filmes que já assisti. Me desculpem os experts em cinema, mas não passa sentimento nenhum na trama. A fotografia é linda, mas só isso!
Em relação ao filme “O Regresso”, os autores desses textos
apresentam posições divergentes.
defendem ideias complementares.
expõem argumentos confusos.
manifestam o mesmo ponto de vista.
possuem ideias irrelevantes.
Antena de celular faz mal à saúde?
Texto 1
A exposição permanente às radiações eletromagnéticas pode causar cefaleia, insônia e até alterações cardiovasculares. A Organização Mundial da Saúde ainda não declarou qual a distância prudente entre uma casa e uma torre de telefonia celular, mas órgãos ambientalistas adotam 300 m como uma medida segura.
José Carlos Virtuoso, professor de engenharia ambiental
Texto 2
Não há comprovação de que a radiação das antenas de telefonia celular cause dano à saúde. A única evidência se refere à tolerância humana aos níveis de radiação eletromagnética. O problema é que não há uma fiscalização dos órgãos competentes sobre esses níveis, produzidos também por outras fontes, como antenas de rádio e TV.
Adroaldo Raizer, professor de eletromagnetismo
Nesses dois textos, as opiniões emitidas pelos professores são:
complementares.
divergentes.
iguais.
inconsistentes.
semelhantes.
Leia os textos abaixo e responda.
Texto 1
Cultura digital para todos
Fórum lançado pelo Ministério da Cultura tenta construir política pública que reconheça a centralidade da questão digital e busque meios de assegurar o acesso dos cidadãos a essa cultura. A cultura digital é a cultura contemporânea. Ela surge quando as artes e a informação passam a se propagar por meio de bits e sem precisar de suportes físicos (para clarear, é a cultura do MP3, não do CD). E se alastra com grande velocidade, dando ao recentíssimo “ontem” um caráter de “antigamente”. Equipamentos e softwares surgem para alterar a forma como comunicamos, nos relacionamos, consumimos, nos divertimos, vivemos, enfim.
Brasil. jul. 2009. Fragmento.
Texto 2
A palavra digital
Os primeiros estudos sobre a escrita na internet, baseados fundamentalmente na troca de e-mails, têm pouco mais de dez anos, mas já pertencem à pré-história da vida digital. Desde então, o uso intenso de comunicadores instantâneos, blogs e redes sociais (como o Orkut, o
Facebook e o Twitter), sobretudo por jovens, conduziu o tema a outra esfera de reflexões, bem mais complexa, combinando linguística, comunicação, psicologia e sociologia.
Esses dois textos apresentam abordagens
científicas.
complementares.
confusas.
iguais.
opostas.
A vez da energia limpa
Texto 1
Além das fontes alternativas de energia, deve ser enfatizada a importância da conservação de energia. Na Alemanha, o slogan “Nossa Principal Fonte de Energia – a Energia Economizada” é usado para a conscientização da população, ao lado de incentivos financeiros, como juros subsidiados para melhorar o isolamento térmico das construções. Se os desperdícios na iluminação e no condicionamento de ar fossem evitados no Brasil, a necessidade de novas usinas hidro, termo e nucleoelétricas, além das fontes alternativas, seria reduzida drasticamente.
DAGNINO, Basílio Vasconcellos. Época. São Paulo: Globo, n. 572, p. 6-7, 4 maio 2009.
Texto 2
Há uma fonte de energia renovável e totalmente limpa que até o momento nenhum país explora: os raios. A energia contida em um único raio é suficiente para suprir necessidades mensais de energia de mais de cem pessoas, e uma tempestade típica despeja no solo uma quantidade de energia suficiente para alimentar uma cidade de 100 mil habitantes por um mês inteiro. É uma fonte de energia da qual nosso país é muito bem servido. Quanto aos riscos de trabalhar com essa fonte de energia, pode-se dizer que são tão grandes quanto os de explorar petróleo a 5.000 metros de profundidade ou gerar energia a partir da energia nuclear.
Embora tratem do mesmo tema, os Textos 1 e 2 enfocam, respectivamente,
A conservação de energia e a energia renovável (raios).
A produção de energia e a poluição ambiental.
A energia nuclear e a energia solar.
A economia de energia e o uso de combustíveis fósseis.
Leia o texto abaixo.
Texto 1
Achei muito interessante e de bom gosto a edição Especial Mulher (junho de 2007), principalmente a reportagem “10 coisas para ter antes de morrer”. A revista novamente nos brindou com um excelente presente. Parabéns pelo trabalho.
Marcos Cesar Mattedi, Eunápolis, BA .
Texto 2
Interessante a edição especial Mulher, com reportagens esclarecedoras e atuais, mostrando, principalmente a quem viaja com frequência, novidades para comprar. Apenas achei as últimas páginas desnecessárias (“10 coisas para ter antes de morrer”). Poderiam ter aproveitado melhor o espaço. Há tantas coisas que uma mulher contemporânea gostaria de saber e sobre as quais gostaria de ser informada.
Rosiclér Bondan, Novo Hamburgo, RS.
Sobre a reportagem “10 coisas para ter antes de morrer”, esses textos apresentam opiniões
complementares.
divergentes.
idênticas.
incoerentes.
similares.
Leia os textos abaixo.
Texto 1
O Lutador
Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entanto lutamos
mal rompe a manhã.
São muitas, eu pouco.
Algumas, tão fortes
como o javali.
Não me julgo louco.
Se o fosse, teria
poder de encantá-las.
Mas lúcido e frio,
apareço e tento
apanhar algumas
para meu sustento
num dia de vida.
Deixam-se enlaçar,
tontas à carícia
e súbito fogem
e não há ameaça
e nem há sevícia
que as traga de novo
ao centro da praça.
ANDRADE, Carlos Drummond de. O
Lutador. Disponível em: <http://letras.
terra.com.br/carlos-drummond-deandrade/818514/>.
Acesso em: 26 nov. 2009. Fragmento.
Texto 2
Carta
Meu caro poeta,
Por um lado foi bom que me tivesses pedido resposta urgente, senão eu jamais escreveria sobre o assunto desta, pois não possuo o dom discursivo e expositivo, vindo daí a dificuldade que sempre tive de escrever em prosa. A prosa não tem margens, nunca se sabe quando, como e onde parar. O poema, não; descreve uma parábola trancada pelo próprio impulso (ritmo); é que nem um grito. Todo poema é, para mim, uma interjeição ampliada; algo de instintivo, carregado de emoção.
[...] Como vês, para isso é preciso uma luta constante.
A minha está durando a vida inteira. O desfecho é sempre incerto. Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho como aos 17 anos. Há na Bíblia uma passagem que não sei que sentido lhe darão os teólogos; é quando Jacob entra em luta com um anjo e lhe diz: “Eu não te largarei até que me abençoes”. Pois bem, haverá coisa melhor para indicar a luta do poeta com o poema? Não me perguntes, porém, a técnica dessa luta sagrada ou sacrílega. Cada poeta tem de descobrir, lutando, os seus próprios recursos. Só te digo que deves desconfiar dos truques da moda, que, quando muito, podem enganar o público e trazer-te uma efêmera popularidade.
Esses dois textos mostram que a luta com as palavras pode ser:
traumática
insensível
instigante
impiedosa
epinhosa
Leia os textos abaixo.
Texto 1
Casa no campo
Eu quero uma casa no campo
onde eu possa compor muitos rocks rurais
e tenha somente a certeza
dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
onde eu possa ficar do tamanho da paz
e tenha somente a certeza
dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando
solenes no meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
um filho de cuca legal
Eu quero plantar e comer com a mão
a pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
do tamanho ideal
pau a pique e sapê
Onde eu possa plantar meus amigos
meus discos
meus livros
e nada mais.
TAVITO; RODRIX, Zé. In: Elis Regina. LP Philips. 1972. *Adaptado: Reforma Ortográfica.
Texto 2
Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar, amor, cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Na comparação desses textos, percebe-se que, sobre uma vida no interior/campo, os autores apresentam pontos de vista
complementares.
contraditórios.
excludentes.
opostos.
semelhantes.
Leia os textos abaixo.
Texto 1
Depois dessa reportagem (“Como perder e (atenção!) manter o peso”, 17 de fevereiro), chego à conclusão de que não há fórmula secreta nem academia milagrosa. Tudo depende do esforço de cada pessoa que se propõe a perder peso, mas sempre acompanhada de algum profissional habilitado.
Valter Lemos Filho. Florianópolis, SC.
Texto 2
Não há fórmulas mágicas. Temos de consumir menos calorias do que gastamos e, para isso, aumentar a atividade física e comer em menor quantidade.
Nesses textos, os leitores apresentam opiniões
antagônicas.
complementares.
confusas.
incoerentes.
superficiais.
Leia os textos abaixo.
Texto 1
A ascensão do treinamento
Ao longo de décadas, a receita mais usada para ganhar competitividade frente à concorrência
foi investir no aprimoramento e na qualidade de produtos e de serviços. Hoje, na visão dos empresários, o conhecimento e a qualificação da equipe passaram a ser tanto ou mais importante que os patrimônios materiais. Por isso, investir na prata da casa é ordem para sair na frente. E não se trata de benevolência. É questão de sobrevivência. [...]
Para compensar as deficiências do mercado de trabalho, 76% dos empresários investem em programas de treinamento interno, e 60% subsidiam cursos externos para os seus funcionários.
Há também os que desenvolvem programas de formação em consórcio com outras companhias e apostam em parcerias com instituições de ensino nas quais captam talentos.
FREIRE, Priscila. In: Trabalho & Formação Profissional. Correio Braziliense, 18 jul. 2010, p. 1.
Texto 2
Inteligência emocional no trabalho
Quando observamos aqueles profissionais que se destacam no ambiente de trabalho, que são promovidos ou que são convidados para participar das melhores oportunidades, percebemos que não é somente a sua qualificação técnica que os diferencia dos demais.
Então, além de investir em sua qualificação acadêmica, o que é importante para ajudar no seu desenvolvimento profissional? Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) analisou o desempenho de mais de 100 profissionais em diferentes estágios da carreira e concluiu que tão importante quanto ter uma boa formação acadêmica e uma capacidade de análise e de resolução de problemas é a competência interpessoal, já que os profissionais com essas características têm maior chance de serem avaliados por seus superiores como muito bons ou excelentes.
Esses dois textos, em relação ao assunto do mercado de trabalho, são
apelativos.
complementares.
divergentes.
genéricos.
semelhantes.
Leia os textos abaixo:
Texto 1
A geração “Eu”
O iPod pode formar crianças sem interesse pelo mundo
Os tocadores de música digital vêm causando danos aos usuários – e não se fala aqui de problemas auditivos. Os jovens andam tão entretidos com suas músicas que deixam de interagir com os demais.
É comum ver adolescentes fazendo os deveres no supermercado, com os pais e mesmo entre amigos, com os fones nos ouvidos. [...]
A psicóloga americana Jean Twenge deu até um nome para os jovens entre 18 e 36 anos, mais individualistas que as gerações anteriores: a Generation Me (Geração Eu), título de seu livro. Para os mais novos, nascidos entre 1991 e 1999, infl uenciados pelas inovações tecnológicas, ela propõe outra denominação: a iGeneration.
Pode-se fazer algo? Sim. Os pais devem incentivar as atividades coletivas e limitar o tempo passado com fones de ouvido – duas horas de egoísmo é um bom limite.
Revista da Semana. 14 jan. 2008, p. 21.
Texto 2
Internet
Quem disse que as monarquias não se atualizam? A rainha Elizabeth II, da Inglaterra, postou duas mensagens de Natal no site de vídeos You Tube – uma atual e outra de 1.957, a primeira televisionada pela BBC, diz a revista Forbes. As saudações tiveram cerca de 1 milhão de acessos. O site tem o nome de “O canal Real”. Segundo a revista People, a rainha tem celular, iPod, Blackberry e joga Wii com os netos.
Esses dois textos apresentam comentários diferentes sobre
as atividades dos adolescentes.
as mensagens de Natal da rainha.
as pessoas que acessam a internet.
os novos hábitos da vida moderna.
os jovens entre 16 e 36 anos de idade.
Leia os textos abaixo:
Texto 1
A geração “Eu”
O iPod pode formar crianças sem interesse pelo mundo
Os tocadores de música digital vêm causando danos aos usuários – e não se fala aqui de problemas auditivos. Os jovens andam tão entretidos com suas músicas que deixam de interagir com os demais.
É comum ver adolescentes fazendo os deveres no supermercado, com os pais e mesmo entre amigos, com os fones nos ouvidos. [...]
A psicóloga americana Jean Twenge deu até um nome para os jovens entre 18 e 36 anos, mais individualistas que as gerações anteriores: a Generation Me (Geração Eu), título de seu livro. Para os mais novos, nascidos entre 1991 e 1999, infl uenciados pelas inovações tecnológicas, ela propõe outra denominação: a iGeneration.
Pode-se fazer algo? Sim. Os pais devem incentivar as atividades coletivas e limitar o tempo passado com fones de ouvido – duas horas de egoísmo é um bom limite.
Revista da Semana. 14 jan. 2008, p. 21.
Texto 2
Internet
Quem disse que as monarquias não se atualizam? A rainha Elizabeth II, da Inglaterra, postou duas mensagens de Natal no site de vídeos You Tube – uma atual e outra de 1.957, a primeira televisionada pela BBC, diz a revista Forbes. As saudações tiveram cerca de 1 milhão de acessos. O site tem o nome de “O canal Real”. Segundo a revista People, a rainha tem celular, iPod, Blackberry e joga Wii com os netos.
Esses dois textos mostram que a luta com as palavras pode ser
traumática.
instigante.
insensível.
impiedosa.
espinhosa.
Leia os textos abaixo.
Texto 1
Depois dessa reportagem (“Como perder e (atenção!) manter o peso”, 17 de fevereiro), chego à conclusão de que não há fórmula secreta nem academia milagrosa. Tudo depende do esforço de cada pessoa que se propõe a perder peso, mas sempre acompanhada de algum profissional habilitado.
Valter Lemos Filho. Florianópolis, SC.
Texto 2
Não há fórmulas mágicas. Temos de consumir menos calorias do que gastamos e, para isso, aumentar a atividade física e comer em menor quantidade.
Gisele Maria Giovinazzo. Nutricionista. São José do Rio Preto, SP.
Veja. 24 fev. 2010.
Nesses textos, os leitores apresentam opiniões
antagônicas.
complementares.
confusas.
incoerentes.
superficiais.
Leia os textos abaixo.
Texto 1
Pra Dizer Adeus
Você apareceu do nada
E você mexeu demais comigo
Não quero ser só mais um amigo
Você nunca me viu sozinho
E você nunca me ouviu chorar
Não dá pra imaginar quando
É cedo ou tarde demais
Pra dizer adeus
Pra dizer jamais
Às vezes fico assim pensando
Essa distância é tão ruim
Por que você não vem pra mim?
Eu já fiquei tão mal sozinho
Eu já tentei, eu quis chamar
Não dá pra imaginar quando
É cedo ou tarde demais
Pra dizer adeus
Pra dizer jamais
Eu já fiquei tão mal sozinho
Eu já tentei, eu quis...
Não dá pra imaginar quando
É cedo ou tarde demais
Pra dizer adeus
Pra dizer jamais
É cedo ou tarde demais...
Texto 2
O lenço dela
Quando a primeira vez, da minha terra
Deixei as noites de amoroso encanto,
A minha doce amante suspirando
Volveu-me os olhos úmidos de pranto.
Um romance cantou de despedida,
Mas a saudade amortecia o canto!
Lágrimas enxugou nos olhos belos...
E deu-me o lenço que molhava o pranto.
Quantos anos contudo já passaram!
Não olvido porém amor tão santo!
Guardo ainda num cofre perfumado
O lenço dela que molhava o pranto...
Nunca mais a encontrei na minha vida,
Eu contudo, meu Deus, amava-a tanto!
Oh! quando eu morra estendam no meu rosto
O lenço que eu banhei também de pranto
Um aspecto comum a esses dois textos refere-se a:
tema abordado
número de parágrafos
autor dos textos
localização geográfica
Amor à distância pode dar certo?
Nem sempre o dia-a-dia torna um relacionamento melhor. Sou pela qualidade do tempo junto. Moro em São Paulo, namoro um carioca e nos vemos a cada quinze dias. E é sempre ótimo. Muita gente fala que ele deve sair bastante no Rio, paquerar, mas não penso nisso. Se quiser ficar com outra, vai ficar de qualquer jeito. Bia, 26 anos, estudante.
Romance promissor exige investimento diário, que só se consegue com a convivência. Não dá para criar um projeto de vida em comum sem contato olho-no-olho, e falo por experiência própria.
Sílvio, 35 anos, jornalista.
Nos dois depoimentos, temos duas opiniões:
iguais
erradas
opostas
semelhantes
incomuns
