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WorksheetsSaúde da Mulher: Doenças Ginecológicas
Total questions: 25
Worksheet time: 13mins
1. A endometriose é caracterizada por:
Crescimento de tecido endometrial fora do útero.
Infecção bacteriana da vulva.
Aumento de estrogênio na puberdade.
Formação de cistos ovarianos benignos.
O principal agente causador da vaginose bacteriana é:
Candida albicans.
Gardnerella vaginalis.
Trichomonas vaginalis.
Neisseria gonorrhoeae.
O HPV está relacionado principalmente com:
Infecções urinárias.
Câncer de colo do útero.
Doença inflamatória pélvica.
Vulvovaginite irritativa.
A Doença Inflamatória Pélvica é causada comumente por:
Clamídia e Gonorreia.
HPV e Herpes.
Fungos e vírus.
Gardnerella e Candida.
Um dos sintomas clássicos da vaginose bacteriana é:
Corrimento esverdeado.
Corrimento grumoso.
Odor de peixe podre.
Sangramento pós-coito.
A principal forma de prevenção do câncer de colo de útero é:
Aumento da ingestão de cálcio.
Tratamento com antibióticos.
Uso de anticoncepcional oral.
Vacinação contra o HPV e Papanicolau.
A síndrome dos ovários policísticos (SOP) está relacionada a:
Resistência à insulina e alterações hormonais.
Infecções virais.
Falta de estrogênio na menopausa.
Infecção por bactérias anaeróbias.
O diagnóstico padrão-ouro da endometriose é feito por:
Ultrassonografia pélvica.
Exame de Papanicolau
Videolaparoscopia.
Biópsia de colo uterino.
O agente etiológico da tricomoníase é:
Trichomonas vaginalis.
Gardnerella vaginalis.
Candida albicans.
Neisseria gonorrhoeae.
Um cuidado de enfermagem importante na vulvovaginite é:
Aplicar pomadas sem prescrição.
Utilizar sabonetes perfumados.
Fazer duchas vaginais diárias.
Orientar uso de roupas íntimas de algodão.
O principal método de rastreamento para o câncer de colo do útero é:
Colposcopia.
Papanicolau.
Ultrassom pélvico.
Ressonância magnética.
A infecção por HPV pode ser prevenida por meio de:
Uso de antibióticos.
Vacinação e uso de preservativos.
Histerectomia profilática.
Tratamento hormonal.
A SOP é mais comum em mulheres:
Na menopausa.
Na infância.
Em idade reprodutiva.
Após os 60 anos.
A DIP pode causar como complicação:
Infertilidade.
Aumento de peso.
Cistos benignos.
Alergias cutâneas.
O tratamento da vaginose bacteriana envolve o uso de:
Antifúngicos.
Antibióticos como metronidazol.
Antivirais.
Hormonioterapia.
Na tricomoníase, é fundamental:
Tratar somente a mulher.
Evitar o tratamento do parceiro.
Tratar os parceiros simultaneamente.
Fazer lavagem vaginal com antisséptico.
Um sinal comum de vulvovaginite é:
Corrimento esbranquiçado e coceira.
Dor pélvica intensa.
Febre e calafrios.
Ausência de secreção.
A endometriose pode causar:
Infertilidade e dor pélvica.
Corrimento e prurido.
Tosse e febre.
Retenção urinária.
Na prevenção da DIP, a medida mais eficaz é:
Uso de preservativos e tratamento precoce de ISTs.
Aplicação de vacinas antibacterianas.
· Uso contínuo de pílula anticoncepcional.
Histerectomia preventiva.
O agente mais comum da candidíase é:
· Gardnerella vaginalis.
Candida albicans.
Trichomonas vaginalis.
Chlamydia trachomatis.
A educação em saúde sobre HPV deve enfatizar:
O consumo de vitamina C.
O uso de cosméticos íntimos.
O uso de antibióticos.
A importância da vacinação e do exame preventivo.
A vulvovaginite pode ter causa:
Fúngica, bacteriana ou irritativa.
Exclusivamente viral.
Somente hormonal.
De origem desconhecida sempre.
O exame mais indicado para detectar o HPV é:
PCR ou captura híbrida.
Hemograma.
Ultrassonografia.
Eletroforese.
Na SOP, um dos sintomas mais comuns é:
Corrimento amarelado.
Febre persistente.
Ausência de menstruação e acne.
Dor pélvica aguda.
O cuidado de enfermagem fundamental na DIP é:
Evitar encaminhamento médico.
Indicar pomadas vaginais caseiras.
Suspender antibióticos ao cessar sintomas.
Administrar antibióticos conforme prescrição e orientar uso de preservativo.
