Worksheets[EM] [História] Banco de Questões
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O Império Romano, em crise profunda desde o século III, foi desmembrado, em 395, pelo Imperador Teodósio. A parte ocidental manteve Roma como capital, enquanto do lado oriental, a cidade de Constantinopla se tornou sede de governo. A partir de então, houve dois imperadores, um em cada centro de poder. No entanto, enquanto Roma se enfraquecia cada vez mais, Constantinopla prosperava tanto nas atividades econômicas quanto nas culturais. Uma das obras mais significativas de Justiniano (527-565), imperador bizantino, deu-se no campo jurídico com a revisão e compilação das leis romanas, que recebeu o nome de:
Lei Imperial.
Decretos Imperiais.
Direito Consuetudinário.
Direito Canônico.
Corpus Juris Civilis (Corpo de Direito Civil).
O chamado Cisma do Oriente, ocorrido em 1054, implicou:
na divisão do Império Romano em duas partes.
no avanço dos árabes sobre as terras da Europa rompendo o acordo que demarcava as fronteiras que dividiam cristãos e muçulmanos.
a divisão do Império de Carlos Magno fazendo surgir a França e a Alemanha.
a divisão da Igreja Católica com o surgimento da Igreja Ortodoxa em Constantinopla.
a formação dos reinos cristãos na Palestina desvinculados da Igreja de Roma.
No período de 532 ocorreu em Constantinopla, no Império Bizantino, uma revolta, consequência da insatisfação popular contra os enormes tributos que estavam sendo cobrados, essa revolta ficou conhecida como:
Revolta tributária
Revolta de Constantinopla
Fim ao tributo
Revolta de Nika
Revolta Bizantina
O Islamismo, religião de grande importância na Unificação dos árabes, tem como fundamento o:
politeísmo, isto é, a crença em muitos deuses, dos quais o principal é Alá.
fato de sua concepção ser vinculada exclusivamente aos árabes, não podendo, portanto, ser professado pelos povos inferiores.
princípio da aceitação dos desígnios de Alá em vida e a negação de uma vida pós-morte.
monoteísmo, influência do Cristianismo e do Judaísmo, observado por Maomé entre povos que seguiam essas religiões, assim como, a cultura árabe.
culto aos deuses das tribos árabes e a aceitação da ideia de que o poder político e o religioso deveriam concentrar-se nas mãos de uma única pessoa.
Os mercadores e autoridades de Meca, para quem o culto aos ídolos era uma fonte de lucro, não aceitaram o monoteísmo de Maomé e passaram a persegui-lo. Maomé e seus seguidores fugiram para Yatreb (atual Medina), a 400 quilômetros de Meca, onde fundou uma comunidade de fiéis em 622 d.C. Esse episódio que marca as origens do islamismo ficou conhecido como:
Ramadã
Jihad
Muazin
Khaid
Hégira
Assinale a alternativa correta sobre a civilização muçulmana durante o período medieval.
Os constantes ataques de invasores árabes, provenientes das áreas do Saara, criaram instabilidade na Europa e contribuíram decisivamente para a queda do Império Romano.
A civilização muçulmana não desempenhou papel significativo no período, em função da inexistência de um líder capaz de reunir, sob um mesmo estado, sunitas e xiitas.
Os pensadores árabes desempenharam papel fundamental na renovação do pensamento da Europa Ocidental, uma vez que foram responsáveis pela difusão do legado greco-romano, como, por exemplo, a filosofia aristotélica
O distanciamento entre muçulmanos e cristãos aprofundou-se com a pregação de Maomé, que postulou a superioridade da religião islâmica e negou-se a aceitar os tratados de paz propostos pelo Papa.
A partir do século VIII, a civilização muçulmana passou a ser regida pelo Alcorão, cujas recomendações aplicavam-se à vida cotidiana, contribuindo para o declínio do Império Otomano.
Sobre a sociedade romana antiga, assinale a alternativa INCORRETA:
Os patrícios eram a classe predominante, possuíam a maior parte das terras, assim como, ocupavam os cargos políticos.
Os escravos eram a classe social que davam sustentação à economia romana.
Os plebeus ocupavam o mais alto posto social, já que ocupavam os principais cargos políticos, desta forma, legislavam leis que beneficiavam apenas a sua classe.
Os clientes era uma classe ligada e dependente dos patrícios.
A civilização romana tinha como forte característica os contínuos conflitos sociais entre patrícios e plebeus.
A escravidão na Grécia e na Roma antigas:
baseava-se em características raciais dos trabalhadores.
expandia-se nos períodos de conquistas e domínio de outros povos.
dependia da tolerância e da passividade dos escravos.
foi abolida nas cidades democráticas.
restringia-se às atividades domésticas e urbanas.
Na Pólis grega e no Império Romano, o trabalhador escravo esteve na origem das grandes realizações, podendo-se afirmar que:
o sistema de produção era baseado na força de trabalho escravo. Prisioneiros de guerra ou populações escravizadas.
a fonte principal de abastecimento de escravos, tanto em Roma como na Grécia, era o comércio com as tribos africanas.
a invasão da Macedônia na Grécia e as guerras de expansão romanas determinaram o fim da escravidão.
os escravos podiam pertencer exclusivamente aos cidadãos e realizavam assembleias que defendiam seus direitos.
tanto na Grécia como em Roma, eram instrumentos vivos e participavam da vida política, respectivamente da Bulé e do Senado.
Leia o texto a seguir. “O mito opõe-se ao logos, como a fantasia opõe-se à razão e a palavra que relata à que demonstra. Logos e mythos são as duas metades da linguagem, duas funções igualmente fundamentais da vida do espírito. O logos, sendo um raciocínio, pretende convencer; ele provoca em quem ouve a necessidade de fazer um julgamento. O logos é verdadeiro se for correto e conforme à 'lógica'; é falso se dissimular algum embuste secreto (um 'sofisma'). Mas o 'mito' não tem outro fim senão ele mesmo. Quer se acredite nele ou não, ao bel-prazer, por um ato de fé, quer seja considerado 'belo' ou verossímil, ou simplesmente porque se deseja acreditar nele. O mito se vê, assim, atraindo à sua volta toda a parte irracional do pensamento humano: ele é, pela própria natureza, aparentado da arte em todas as suas criações.” (GRIMAL, Pierre. Mitologia Grega. Trad. de Rejane Janowitzer. Porto Alegre, RS: L&PM, 2013. p. 8.). Com base no texto e nos conhecimentos sobre o surgimento da Filosofia na Grécia Antiga, assinale a alternativa correta.
O logos e o mito são expressões humanas: o primeiro busca explicar e convencer, já o segundo procura encantar.
O logos e o mito são duas formas de fundamentar argumentos verdadeiros, usando método bem estruturado.
O mito é belo e verossímil por incitar o raciocínio a descobrir as relações que explicam certos fenômenos naturais.
O logos encanta por dizer respeito ao irracional e, contrário ao mito, persuade revelando os desejos humanos.
O mito e o logos não buscam revelar a verdade sobre as coisas do mundo, mas convencem pela fantasia.
“Tales foi o iniciador da filosofia da physis, pois foi o primeiro a afirmar a existência de um princípio originário único, causa de todas as coisas que existem, sustentando que esse princípio é a água. Essa proposta é importantíssima [...] podendo com boa dose de razão ser qualificada como a primeira proposta filosófica daquilo que se costuma chamar civilização ocidental.” (REALE, Giovanni. História da filosofia: Antigüidade e Idade Média. São Paulo: Paulus, 1990. p. 29.). A filosofia surgiu na Grécia, no século VI a.C. Seus primeiros filósofos foram os chamados pré-socráticos. De acordo com o texto, assinale a alternativa que expressa o principal problema por eles investigado.
A ética, enquanto investigação racional do agir humano.
A estética, enquanto estudo sobre o belo na arte.
A epistemologia, como avaliação dos procedimentos científicos.
A cosmologia, como investigação acerca da origem e da ordem do mundo.
A filosofia política, enquanto análise do Estado e sua legislação.
“Zeus ocupa o trono do universo. Agora o mundo está ordenado. Os deuses disputaram entre si, alguns triunfaram. Tudo o que havia de ruim no céu etéreo foi expulso, ou para a prisão do Tártaro ou para a Terra, entre os mortais. E os homens, o que acontece com eles? Quem são eles?” O texto acima é parte de uma narrativa mítica. Considerando que o mito pode ser uma forma de conhecimento, assinale a alternativa correta.
A verdade do mito obedece a critérios empíricos e científicos de comprovação.
O conhecimento mítico segue um rigoroso procedimento lógico-analítico para estabelecer suas verdades.
As explicações míticas constroem-se, de maneira argumentativa e autocrítica.
O mito busca explicações definitivas acerca do homem e do mundo, e sua verdade independe de provas.
A verdade do mito obedece a regras universais do pensamento racional, tais como a lei de não-contradição.
O Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I (1750-1777), foi o responsável por uma série de reformas na economia, educação e administração do Estado e do império português, inspiradas na filosofia iluminista e na política econômica do mercantilismo, cabendo a ele a expulsão dos padres jesuítas da Companhia de Jesus dos domínios de Portugal. O Marquês de Pombal foi um dos representantes do chamado:
Parlamentarismo Monárquico.
Socialismo Utópico.
Socialismo Científico.
Liberalismo.
Despotismo Esclarecido.
Ao tratar do século XVIII, em especial das múltiplas manifestações do que se costuma chamar de ideias iluministas ou movimento ilustrado, a historiadora Maria de Lourdes Viana Lyra chamou a atenção para a sua composição heterogênea, que, em alguns casos, chegou a produzir pensamentos divergentes. Para essa autora, [...] os princípios revolucionários encontraram eco e embasaram projetos transformadores na composição da sociedade e nas relações políticas da Inglaterra e da França. Em outros países da Europa estas ‘novas ideias’ geraram a política do ‘reformismo ilustrado’, que se consistiu na absorção, por parte dos governantes ou dos seus ministros, de alguns destes novos princípios, e na consequente adoção de uma política de reformas em questões pontuais do sistema para evitar um movimento de pressão que provocasse o abalo das estruturas vigentes.
Um desses “outros países da Europa” foi Portugal, que teve na figura do Marquês de Pombal o seu mais expressivo representante do reformismo ilustrado.
Assinale a alternativa que apresenta as ações encaminhadas por Pombal, com efeitos no Brasil
A reforma educacional e a liberação de manufaturas na colônia.
A diminuição do poder da Igreja Católica e o fim das companhias de comércio.
A transferência da capital do Governo-geral do Brasil para Salvador e o fim da escravidão indígena.
A ampliação dos mecanismos de controle administrativo na colônia e a defesa do liberalismo comercial.
O enfraquecimento da política mercantilista e o fim do sistema de Capitanias Hereditárias.
A partir do século XVII, o funcionamento do sistema colonial mostra suas contradições no plano econômico, político e social, levando à eclosão, na colônia brasileira, dos primeiros movimentos de contestação ao domínio exercido pela metrópole portuguesa. Sobre as revoltas coloniais é correto afirmar que
as rebeliões nativistas emergentes na colônia durante o século XVII foram movimentos com caráter de libertação nacional, inspirados pelos ideais iluministas.
a Inconfidência Mineira, conhecida também como a Revolta de Felipe dos Santos, ocorreu quando o governo português proibiu a circulação de ouro em pó em Minas Gerais.
a Guerra dos Mascates eclodiu no Maranhão motivada pelo descontentamento dos colonos à criação, em 1682, da Companhia Geral do Comércio do Estado do Maranhão, detentora do monopólio do comércio na região.
a Revolta de Beckman (1684), a Guerra dos Emboabas (1708-09), a Guerra dos Mascates (1710- 11) e a Revolta de Felipe dos Santos (1720) foram movimentos motivados, sobretudo, pela defesa dos interesses dos colonos contra determinadas medidas da metrópole e não tinham o intuito da emancipação política.
a Conjuração Pernambucana foi uma rebelião promovida principalmente contra os privilégios obtidos pelos comerciantes portugueses de Recife.
As pregações de Maomé não agradaram a grupos importantes, politicamente, da sociedade árabe. Suas concepções e crenças:
adotavam o monoteísmo e tinham relações com o cristianismo, conseguindo adesão de muitos que visitavam Meca.
eram elitistas, sem preocupação com a situação de miséria da época e a violência das guerras entre as tribos.
desconsideravam as questões sociais e visavam firmar um império poderoso para combater os cristãos no Ocidente.
defendiam a liberdade para todos os povos e prescindiam da adoção de um livro sagrado para orientar as orações.
tinham relações com a filosofia grega, desprezando o espiritualismo exagerado e organizando o poder dos sacerdotes.
"A Idade Média ideias a é inseparável da civilização islâmica já que consiste precisamente na convivência, ao mesmo tempo positiva e negativa, do cristianismo e do islamismo, sobre uma área comum impregnada pela cultura ideia-romana." José Ortega y Gasset (1883-1955). O texto acima permite afirmar que, na Europa ocidental medieval,
formou-se uma civilização complementar à islâmica, pois ambas tiveram um mesmo ponto de partida.
originou-se uma civilização menos complexa que a islâmica devido à predominância da cultura germânica.
desenvolveu-se uma civilização que se beneficiou tanto da herança germânica, romana quanto da islâmica.
cristalizou-se uma civilização marcada pela flexibilidade religiosa e tolerância cultural.
criou-se uma civilização sem dinamismo, em virtude de sua dependência de Bizâncio e do Islã.
A casa de Deus, que acreditam una, está, portanto, dividida em três: uns oram, outros combatem, outros, enfim, trabalham. Essas três partes que coexistem não suportam ser separadas; os serviços prestados por uma são a condição das obras das outras duas; cada uma por sua vez encarrega-se de aliviar o conjunto... Assim a lei pode triunfar e o mundo gozar da paz. ADALBERON DE LAON. In: SPINOSA, F. Antologia de textos históricos medievais. Lisboa: Sá da Costa, 1981.
A ideologia apresentada por Adalberon de Laon foi produzida durante a Idade Média. Um objetivo de tal ideologia e um processo que a ela se opôs estão indicados, respectivamente, em:
Justificar a dominação estamental / revoltas camponesas.
Subverter a hierarquia social / centralização monárquica.
Impedir a igualdade jurídica / revoluções burguesas.
Controlar a exploração econômica / unificação monetária.
Questionar a ordem divina / Reforma Católica.
Os Cabeças Redondas (round-heads) receberam esse nome pelo corte de cabelo que usavam: curto, de forma arredondada, desprezando a moda corrente dos cabelos longos entre os membros da corte... A partir das vitórias militares sobre os Cavaleiros, conseguiram a rendição do rei em 1646. Entretanto, Carlos I reorganizou seus soldados e recomeçou a guerra, sendo derrotado definitivamente pelos Cabeças Redondas de Cromwell. Preso, Carlos I foi julgado pela Alta Corte de Justiça a mando do Parlamento, sendo condenado à morte. Em janeiro de 1649 o rei foi decapitado em frente ao palácio de Whitehall, em Londres.”
HILL, C. O eleito de Deus: Oliver Cromwell e a Revolução Inglesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 179.
Com relação aos fatos citados no texto acima, é correto afirmar que
o Parlamento, ao executar o rei, atacava um princípio central do Estado Absolutista, que era a ideia da origem divina do poder real e de sua incontestável autoridade.
os Cabeças Redondas defendiam não apenas a extinção do regime monárquico como também a luta armada contra nações que tivessem esse regime.
a Revolução Inglesa questionava a legitimidade do Antigo Regime Monárquico e desencadeou uma série de revoluções, pondo fim ao Estado Moderno na Europa.
a Revolução Inglesa estava afinada com os interesses da nascente burguesia, mantendo alguns privilégios da nobreza, ligada à Igreja Católica.
Os burgueses católicos tornaram-se a principal força política da Inglaterra após a Revolução Gloriosa.
Durante a Revolução Inglesa, no século XVII, foi formado o Exército de Novo Tipo, liderado por Oliver Cromwell, de que participavam, além da classe mercantil, da gentry, dos pequenos proprietários camponeses e de trabalhadores urbanos, segmentos mais radicais, que defendiam reformas profundas no Estado inglês. É CORRETO afirmar que esses segmentos eram constituídos:
pelos tories, que visavam ao fechamento do Parlamento e à instituição de um governo popular, e pelos whigs, defensores da abolição da propriedade privada.
pelos levellers, que reivindicavam a democratização, a extensão do sufrágio e uma maior igualdade perante a lei, e pelos diggers, defensores da posse comum das terras.
pelos landlords, que buscavam a implantação do sufrágio universal e a extensão do voto às mulheres, e pelos warlordists, que pregavam a luta armada do povo contra o Parlamento.
pelos saint-simonistas, que defendiam o fim do sistema monárquico, e pelos owenistas, defensores da abolição da Câmara dos Lordes.
pelo clero católico que lutou contra o absolutismo na Inglaterra e na França.
O "Ato de Navegação", de 1651, estabelecia que mercadorias compradas da Inglaterra ou vendidas a ela só poderiam ser transportadas em navios ingleses. Essa medida pode ser considerada:
a) a cristalização da hegemonia inglesa sobre o Mediterrâneo e sobre os mares europeus, que só cessou com a descoberta de novos caminhos para o Oriente pelos navegadores ibéricos.
b) a imposição, a países como França e Holanda, da hegemonia mercantil inglesa, impedindo-os de manterem relação de monopólio com suas posses coloniais nas Américas e na África.
c) a vitória da burguesia liberal inglesa sobre a aristocracia, que preferia incentivar o comércio interno a investir no comércio externo e no aparato militar-naval.
d) a consolidação do domínio inglês sobre os mares, que deu à Inglaterra, por vários séculos, claro predomínio naval e mercantil, especialmente no Oceano Atlântico.
e) a superação definitiva do feudalismo e o reinício de atividades comerciais, articulando a ilha em que está localizada a Inglaterra e a parte continental da Europa.
O século XVII é decisivo na história da Inglaterra. É a época em que toda a Europa enfrentava uma crise e ela se expressava por meio de uma série de conflitos, revoltas e guerras civis. O século XVI presenciara o surgimento da América e das novas rotas de comércio em direção ao extremo Oriente; um súbito crescimento populacional em toda a Europa e uma inflação monetária que também se estendia por todo o continente europeu. Tais fenômenos são relacionados (tanto como efeito quanto como causa) ao surgimento das relações capitalistas no interior da sociedade feudal e ao consequente reagrupamento das classes sociais.
Os governos tentaram, por diferentes maneiras, limitar, controlar ou aproveitar-se de tais modificações, com resultados variáveis. Apenas na Inglaterra ocorreu uma ruptura decisiva no século XVII, a qual assegurou que daí por diante, os governos haveriam de conferir grande peso a considerações de natureza comercial. As decisões tomadas durante esse século possibilitaram à Inglaterra tornar-se a primeira grande potência imperialista industrializada, e garantiram que ela fosse governada por uma assembleia Representativa.
(Christopher Hill. O Eleito de Deus)
Em relação ao século XVII, as décadas decisivas são as de 1640 a 1660. Nelas, a figura preponderante é:
Henrique VIII que decretou o Ato de Supremacia, criando a Igreja Anglicana, e rompendo com a Igreja Católica.
Thomas Morus, autor de “A Utopia”, obra que serviu de guia teórico para o absolutismo praticado pela dinastia Stuart.
Guilherme III que liderou a Revolução Gloriosa e tornou-se o primeiro rei inglês a submeter-se ao figurino da monarquia parlamentarista.
Elizabeth I que consolidou o Anglicanismo e desenvolveu agressiva política mercantilista buscando o poderio da Inglaterra nos mares.
Oliver Cromwell que liderou as forças parlamentares que, na Revolução Puritana, derrubaram Carlos I e a dinastia Stuart, lançando os fundamentos que fariam da Inglaterra uma potência mundial.
É o governo puritano de Cromwell que realiza um ataque frontal aos interesses holandeses no Atlântico. Tal medida foi denominada:
Commonwealth;
Ato de Navegação;
Declaração de Direitos;
Petição de Direitos;
Acordo de Comércio entre as Nações Amigas.
O crescimento industrial na cidade de São Paulo foi especialmente favorecido por duas medidas de grande repercussão econômica: a tarifa Alves Branco (1844) e a lei Eusébio de Queirós (1850). Elas estabeleceram, respectivamente,
a) a fixação do preço mínimo da saca de café e a autorização para o funcionamento de manufaturas em São Paulo.
b) a redução das taxas alfandegárias para os produtos importados da Inglaterra e a abertura dos portos.
c) o subsídio governamental à produção de café no Vale do Paraíba e a instituição do sistema de parceria.
d) o aumento dos impostos sobre os produtos estrangeiros importados e a extinção do tráfico negreiro.
e) a isenção de tributos sobre artigos manufaturados e a concessão de terras para imigrantes europeus.
A Guerra do Paraguai, considerada o maior conflito armado da história da América do Sul, além de provocar a morte de inúmeros paraguaios, brasileiros, argentinos e uruguaios, foi a causa do desequilíbrio econômico e do aumento substancial das dívidas externas dos países envolvidos no conflito.
Apesar disso, a guerra foi um "bom negócio" para
os paraguaios, que conquistaram territórios estratégicos para seu desenvolvimento na Bacia do Prata.
os argentinos, que conquistaram vastas porções do território paraguaio e anexaram áreas do Rio Grande do Sul.
os norte-americanos, que aumentaram a sua exportação de açúcar e trigo para o Uruguai e para o Brasil.
os brasileiros, que não tiveram grandes prejuízos com a guerra e conquistaram parte do território argentino e paraguaio.
os ingleses, que emprestaram milhões de libras para os países da Tríplice Aliança, com juros altos, através de seus bancos.
As discussões em torno da aprovação da Lei do Ventre Livre reacenderam os debates sobre questões cruciais a respeito das mudanças possíveis no regime de trabalho. O projeto aprovado estabelecia que os filhos dos escravos, nascidos a partir de 1872, seriam considerados livres. Estabelecia ainda que eles seriam dispensados da fazenda aos oito anos, recebendo o senhor um título de renda do Estado, ou prestariam serviços até a idade de 21 anos, pelo ônus de sua criação. Podemos afirmar que essa lei tinha por objetivo
estabelecer obstáculos ao tráfico inter-provincial, dificultando a venda de
estabelecer novas formas de relações trabalhistas, a vigorar entre os escravos, como a parceria e o colonato.
garantir condições mais humanitárias de vida aos escravos, propiciando novas formas de relações familiares.
estabelecer prazos para a emancipação dos escravos, que seria gradativa, garantindo a continuidade da oferta de mão-de-obra nas propriedades agrícolas, protegendo o proprietário da descapitalização.
estabelecer mudanças nas condições dos escravos, tirando totalmente das mãos do fazendeiro o controle sobre os nascidos a partir da lei, o que representava uma descapitalização das propriedades cafeeiras.
Durante o 2º Reinado, as relações entre o Brasil e a Inglaterra ficaram tensas. Nesse clima, a Questão Christie (1863) foi deflagrada pela:
resistência das elites escravistas brasileiras em extinguir o tráfico de africanos, gerando descontentamento entre os diplomatas ingleses.
decisão do governo brasileiro de não renovar o tratado de comércio com a Inglaterra, favorecendo a situação financeira do governo imperial.
aprovação da lei Bill Aberdeen pelo Parlamento inglês, proibindo o tráfico de escravos no Atlântico, sob pena da apreensão de navios negreiros.
pilhagem da carga de um navio inglês naufragado no Brasil e pelo aprisionamento, pela Inglaterra, de navios brasileiros no Rio de Janeiro.
instabilidade nas relações comerciais do Brasil com a Inglaterra, decorrente da entrada de produtos industrializados, principalmente dos Estados Unidos.
No processo de colonização da América, os reis da Espanha concediam, aos espanhóis estabelecidos na colônia, o direito de explorar o trabalho indígena, sendo que, em troca, os exploradores deveriam oferecer-lhes uma educação cristã. Tal prática ficou conhecida por:
“ayuntamiento”
“caudilhismo”
“cabildo”
“encomienda”
plantation
Organizada com base na exploração estabelecida pelo mercantilismo metropolitano espanhol, a sociedade colonial apresentava, no topo da escala hierárquica,
os criollos, grandes proprietários e comerciantes que, por constituírem a elite colonial, participavam das câmaras municipais.
os chapetones, que ocupavam altos postos militares e civis.
os calpulletes, que ocupavam altos cargos administrativos dos chamados ayuntamientos.
os mestiços, que, por serem filhos de espanhóis, podiam estar à frente dos cargos político-administrativos.
os curacas, donos de grande quantidade de terra, que administravam os cabildos.
"... estabeleceram-se ali pequenos proprietários que produziam, a princípio, para a sua subsistência e depois, pouco a pouco, para as plantações escravistas do sul do país e para a área das Antilhas. A produção não foi a típica da plantation mas bastante diversificada - madeiras, cereais, manufaturados - e, o que é mais importante, os lucros tenderam a se concentrar na colônia..." O texto identifica a colonização:
holandesa, na América Latina.
inglesa, na América do Norte.
espanhola, na América Central.
portuguesa, na América do Sul.
francesa, na América Anglo-Saxônica.
A conquista colonial inglesa resultou no estabelecimento de três áreas com características diversas na América do Norte. Com relação às chamadas "colônias do sul" é correto afirmar que:
baseava-se, sobretudo, na economia familiar e desenvolveu uma ampla rede de relações comerciais com as novas colônias do Norte e com o Caribe.
baseava-se numa forma de servidão temporária que submetia os colonos pobres a um conjunto de obrigações em relação aos grandes proprietários de terras.
baseava-se numa economia escravista voltada principalmente para o mercado externo de produtos, como o tabaco e o algodão.
consolidou-se como o primeiro grande polo industrial da América com a transferência de diversos produtores de tecidos vindos da região de Manchester.
caracterizou-se pelo emprego de mão de obra assalariada e pela presença da grande propriedade agrícola monocultora.
Oh! Aquela alegria me deu náuseas. Sentia- me ao mesmo tempo satisfeito e descontente. E eu disse: tanto melhor e tanto pior. Eu entendia que o povo comum estava tomando a justiça em suas mãos. Aprovo essa justiça, mas poderia não ser cruel? Castigos de todos os tipos, arrastamentos e esquartejamentos, tortura, a roda, o cavalete, a fogueira, verdugos proliferando por toda parte trouxeram tanto prejuízo aos nossos costumes! Nossos senhores colherão o que semearam. Graco Babeuf, citado por R. Darnton. O beijo de Lamourette. Mídia, cultura e revolução. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 31. Adaptado.
O texto é parte de uma carta enviada por Graco Babeuf à sua mulher, no início da Revolução Francesa de 1789. O autor
discorda dos propósitos revolucionários e defende a continuidade do Antigo Regime, seus métodos e costumes políticos.
apoia incondicionalmente as ações dos revolucionários por acreditar que não havia outra maneira de transformar o país.
defende a criação de um poder judiciário, que atue junto ao rei.
caracteriza a violência revolucionária como uma reação aos castigos e à repressão antes existentes na França.
aceita os meios de tortura empregados pelos revolucionários e os considera uma novidade na história francesa.
“Chegou a hora da igualdade passar a foice por todas as cabeças. Portanto, legisladores, vamos colocar o terror na ordem do dia.”
(Discurso de Robespierre na Convenção)
A fala de Robespierre ocorreu num dos períodos mais intensos da Revolução Francesa. Esse período caracterizou-se:
pela fundação da monarquia constitucional, marcada pelo funcionamento da Assembleia Nacional.
pela organização do Diretório, marcado pela adoção do voto censitário.
pela reação termidoriana, marcada pelo fortalecimento dos setores conservadores.
pela convocação dos Estados Gerais, que pôs fim ao absolutismo francês.
pela criação do Comitê de Salvação Pública e a radicalização da revolução.
“ Santa Guilhotina, protetora dos patriotas, rogai por nós;
Santa Guilhotina, terror dos aristocratas, protegei-nos;
Máquina adorável, tende piedade de nós;
Máquina adorável, tende piedade de nós;
Santa Guilhotina, livrai-nos de nossos inimigos.”
(In ARASSE, Daniel. A Guilhotina e o Imaginário do Terror. SP: Atica, 1989. p 106-107)
A leitura do texto remete ao período da Revolução Francesa conhecido como Terror, que pode ser identificado como o momento
de diversas revoltas lideradas por trabalhadores rurais que pleiteavam o direito à terra, e contra os quais o governo girondino utilizou a guilhotina indiscriminadamente.
de medidas populares, tais como o controle de preços e a reforma agrária, sob a liderança jacobina, durante o qual a guilhotina representava para muitos a justiça revolucionária.
do apogeu do domínio burguês, caracterizado pela criação do Banco de França e pelo aumento do comércio francês com as nações europeias, durante o qual a guilhotina simbolizava a eliminação dos resquícios feudais.
do retorno da nobreza em uma ação contrarrevolucionária, que eliminou as lideranças burguesas e populares que haviam iniciado o processo revolucionário e utilizou a guilhotina como protetora da pátria ameaçada.
resultante da Lei de Cercamentos, que provocou a expulsão dos camponeses.
Um carro esportivo é financiado pelo Japão, projetado na Itália e montado em Indiana, México e França, usando os mais avançados componentes eletrônicos, que foram inventados em Nova Jérsei e fabricados na Coreia. A campanha publicitária é desenvolvida na Inglaterra, filmada no Canadá, a edição e as cópias, feitas em Nova York para serem veiculadas no mundo todo. Teias globais disfarçam-se com o uniforme nacional que lhes for mais conveniente.
REICH, R. O trabalho das nações: preparando-nos para o capitalismo no século XXI. São Paulo: Educator, 1994 (adaptado).
A viabilidade do processo de produção ilustrado pelo texto pressupõe o uso de:
linhas de montagem e formação de estoques.
empresas burocráticas e mão de obra barata.
controle estatal e infraestrutura consolidada.
organização em rede e tecnologia de informação.
gestão centralizada e protecionismo econômico.
A globalização é marcada pela expansão e intensificação das relações econômicas, culturais e políticas entre diferentes partes do mundo. As redes de comunicação e transporte, especialmente a partir da segunda metade do século XX, tornaram os mercados internacionais mais interligados e as economias de diversos países, interdependentes. No entanto, essa interdependência econômica tem impactos variados em diferentes países e populações. Diante desse contexto, pode-se afirmar que a globalização:
diminui completamente as desigualdades econômicas entre os países subdesenvolvidos e desenvolvidos, devido à circulação de capitais.
promove uma redistribuição igualitária de riquezas entre as nações, eliminando barreiras econômicas para todos.
aumenta a possibilidade de acesso a novas tecnologias para países em desenvolvimento, mas reforça desigualdades econômicas.
restringe a circulação de mão-de-obra, limitando a migração e a troca cultural entre diferentes regiões.
impede completamente que as economias nacionais tenham qualquer tipo de autonomia, devido ao controle das grandes corporações.
Em 1948, o Estado de Israel foi proclamado na região da Palestina, desencadeando uma série de conflitos com os países árabes vizinhos. Esse evento foi resultado de fatores históricos, como o movimento sionista, o Holocausto e a Declaração Balfour. No entanto, a criação de Israel intensificou as tensões no Oriente Médio. Considerando o contexto da formação do Estado de Israel, assinale a alternativa correta:
A criação de Israel ocorreu sem qualquer tipo de apoio internacional, sendo unicamente resultado de movimentos locais.
A Declaração Balfour, de 1917, foi um fator de apoio ao movimento sionista, promovendo a ideia de um lar nacional para o povo judeu na Palestina.
O Holocausto não teve impacto na formação de Israel, pois a população judaica já estava plenamente estabelecida na Palestina.
A ONU não teve papel na divisão da Palestina e na criação de Israel, pois se manteve neutra durante o processo.
A criação do Estado de Israel foi pacífica e plenamente aceita pelos países árabes vizinhos, sem resistência.
"Naqueles tempos havia equilíbrio e medo de destruição mútua. Naqueles tempos, uma parte tinha medo de dar um passo extra sem consultar as outras. Era com certeza uma paz frágil e assustadora, mas vista de hoje ela nos parece suficientemente confiável. Hoje parece que a paz não é tão confiável." A declaração do presidente russo Vladimir Putin, dada em fevereiro de 2007, evoca:
O período anterior à Segunda Guerra Mundial.
A "belle époque", que julgava impossível uma nova guerra geral.
A situação vigente após a Primeira Guerra Mundial.
A era stalinista, auge da URSS como potência.
O mundo bipolarizado da Guerra Fria.
Os 45 anos que vão do lançamento das bombas atômicas até o fim da União Soviética não foram um período homogêneo único na história do mundo. [...] Dividem-se em duas metades, tendo como divisor de águas o início da década de 70. Apesar disso, a história deste período foi reunida sob um padrão único pela situação internacional peculiar que o dominou até a queda da União Soviética. O período citado no texto é conhecido por Guerra Fria. Pode ser definido como aquele momento histórico em que houve:
corrida armamentista entre as potências imperialistas europeias ocasionando a Primeira Guerra Mundial.
domínio dos países socialistas do Sul do globo pelos países capitalistas do Norte.
choque ideológico entre a Alemanha Nazista/União Soviética Stalinista, durante os anos 1930.
disputa pela supremacia da economia mundial entre o Ocidente e as potências orientais, como a China e o Japão.
constante confronto político, econômico, ideológico, etc. entre as duas superpotências que emergiram da Segunda Guerra Mundial.
A respeito do Plano Marshall e da reconstrução da Europa após o final da Segunda Guerra Mundial, assinale a correta.
A recuperação da Europa após o final da Segunda Guerra Mundial enfrentou muitas dificuldades devido à relutância dos Estados Unidos em ajudar na reconstrução dos países ocidentais envolvidos no conflito.
A Alemanha Ocidental não recebeu recursos do Plano Marshall.
A rápida reconstrução da União Soviética foi possível graças aos recursos financeiros dos Estados Unidos viabilizados pelo Plano Marshall.
A Inglaterra, como não havia sofrido invasão estrangeira, achou melhor não se sujeitar a diretriz americana alguma, preferindo não aderir ao Plano Marshall.
Os EUA criaram o Plano Marshall com o objetivo de ajudar a Europa a se recuperar da destruição produzida pela guerra.
Leia o texto a seguir. Tornava-se claro que toda a tecnologia em desenvolvimento na corrida pela conquista do espaço não seria só utilizada para viagens espaciais, ou em proveito da humanidade. Atrás do cenário da "odisséia do espaço", ocultavam-se fins bélicos. [...] os foguetes desenvolvidos poderiam servir tanto para transportar cargas pacíficas (satélites) como armas atômicas. O progresso da humanidade trazia consigo o princípio do fim. Um incidente internacional, ocorrido em 1962, é exemplar para demonstrar a permanente tensão vivida pelo mundo.
Assinale a alternativa que apresenta o incidente a que o texto se refere.
Invasão da Baía dos Porcos por castristas.
Argumento do Muro de Berlim.
A invasão da Hungria pela URSS.
O não-alinhamento da Iugoslávia.
A crise dos mísseis soviéticos em Cuba.
(...) a Era de Ouro do capitalismo, e a centralidade do dólar nele, chegava ao fim. A posição dos EUA como superpotência estava inevitavelmente enfraquecida pela universalmente prevista derrota [no/na] (...), [do/da] qual a maior potência militar da terra foi obrigada finalmente a retirar-se em 1975.
(Eric Hobsbawm, Era dos Extremos. Adaptado)
O historiador faz referência à derrota dos EUA:
no Vietnã.
na Coréia.
no Iraque.
na Argélia.
no Panamá.
Leia o trecho abaixo:
“[...] telefonou-me um comissário da polícia federal; segundo ordem que recebera, avisava-me que eu devia aguardar convocação para comparecer, em Washington, perante a Comissão de Atividades Antiamericanas. Éramos dezenove notificados. […] passei telegrama aos convocadores, acentuando que tinha em suspenso uma vasta empresa, com prejuízos sensíveis […]. Contudo – concluí –, como declaração prévia, posso desde logo adiantar que não sou comunista, nem jamais me inscrevi em qualquer partido ou organização política, sendo apenas o que se chama 'um pacifista'. Espero que isso não chocará (sic) a Comissão.
Atenciosamente, Charles Chaplin.”
CHAPLIN, Charles. Minha Vida. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.
A investigação de pessoas envolvidas com “atividades antiamericanas” atingiu diversos setores da sociedade estadunidense durante a década de 1950, inclusive os grupos artísticos de Hollywood. No contexto da Guerra Fria, essas investigações e perseguições deflagradas pelo macartismo associavam o antiamericanismo ao:
fascismo.
nazismo.
nacionalismo.
comunismo.
liberalismo.
Em linhas gerais, pode-se dizer que a Grande Depressão (1929) resultou principalmente:
Da queda da exportação, desemprego e aumento do consumo interno.
Da desvalorização da moeda, com o objetivo de elevar os preços dos gêneros agrícolas.
Do fechamento temporário dos bancos e a requisição dos estoques de ouro para sanear as finanças.
Da superprodução industrial e agrícola, que foi se evidenciando quando o mercado não conseguiu mais absorver a produção que se desenvolverá rapidamente.
Da emissão de papel-moeda e o abandono do padrão-ouro que permitiram ao Banco Central financiar o seguro-desemprego.
Em março de 1933, Roosevelt assume a presidência dos EUA, no apogeu da crise econômico-social, o desemprego atingia mais de um quarto da população ativa... O novo presidente, discursando em sua posse, disse: 'O país pede ação, e ação imediata (...). Precisamos agir, e agir com rapidez'. A solução encontrada denominou-se:
New Deal, nova política governamental destinada a revitalizar e preservar o sistema capitalista.
Fair Deal, política de estabilização dos preços agrícolas com subsídios aos produtos rurais.
Big Stick, desenvolvido pelo presidente, com o direito de intervenção na América Latina.
Política de Portas Abertas, na qual reivindicava a liberdade de comércio para todas as nações.
NEP, um misto de princípios socialistas e capitalistas, que dava ao Estado o direito de propriedade sobre os meios de produção.
Em relação à crise de 1929, iniciada nos EUA, a alternativa incorreta é:
O "New Deal" foi uma política econômica adotada pelo presidente norte–americano Franklin Delano Roosevelt, para tirar seu país da crise.
A superprodução industrial foi um dos fatores dessa crise capitalista.
A queda no preço das ações das grandes empresas, na bolsa de valores de Nova York, levou inúmeras fábricas e bancos à falência.
Essa crise não atingiu o Brasil, visto que nossas exportações de café estavam vinculadas ao mercado europeu.
No auge dessa crise, os índices de desemprego cresceram assustadoramente nos Estados Unidos, país ícone do capitalismo.
Em linhas gerais, pode-se dizer que a Grande Depressão (1929) resultou principalmente:
Da queda da exportação, desemprego e aumento do consumo interno.
Da desvalorização da moeda, com o objetivo de elevar os preços dos gêneros agrícolas.
Do fechamento temporário dos bancos e a requisição dos estoques de ouro para sanear as finanças.
Da superprodução industrial e agrícola, que foi se evidenciando quando o mercado não conseguiu mais absorver a produção que se desenvolverá rapidamente.
Da emissão de papel-moeda e o abandono do padrão-ouro que permitiram ao Banco Central financiar o seguro-desemprego.
Em março de 1933, Roosevelt assume a presidência dos EUA, no apogeu da crise econômico-social, o desemprego atingia mais de um quarto da população ativa... O novo presidente, discursando em sua posse, disse: "O país pede ação, e ação imediata (...). Precisamos agir, e agir com rapidez". A solução encontrada denominou-se:
New Deal, nova política governamental destinada a revitalizar e preservar o sistema capitalista.
Fair Deal, política de estabilização dos preços agrícolas com subsídios aos produtos rurais.
Big Stick, desenvolvido pelo presidente, com o direito de intervenção na América Latina.
Política de Portas Abertas, na qual reivindicava a liberdade de comércio para todas as nações.
NEP, um misto de princípios socialistas e capitalistas, que dava ao Estado o direito de propriedade sobre os meios de produção.
Em relação à crise de 1929, iniciada nos EUA, a alternativa incorreta é:
O "New Deal" foi uma política econômica adotada pelo presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt, para tirar seu país da crise.
A superprodução industrial foi um dos fatores dessa crise capitalista.
A queda no preço das ações das grandes empresas, na bolsa de valores de Nova York, levou inúmeras fábricas e bancos à falência.
Essa crise não atingiu o Brasil, visto que nossas exportações de café estavam vinculadas ao mercado europeu.
No auge dessa crise, os índices de desemprego cresceram assustadoramente nos Estados Unidos, país ícone do capitalismo.
A chamada Revolução Gloriosa estabeleceu uma nova realidade política na Inglaterra. Em 1689, Guilherme de Orange foi declarado rei pelo Parlamento. É correto afirmar que esse movimento:
consolidou a identidade nacional inglesa e marcou o apogeu do absolutismo.
destituiu Oliver Cromwell, colocando fim à Revolução Puritana e ao período de tolerância religiosa.
estabeleceu os Atos de Navegação, que decretavam que as mercadorias só poderiam entrar em portos nacionais em navios ingleses ou de seus países de origem.
instituiu a Monarquia Parlamentar, consolidando os direitos do Parlamento inglês por meio da Carta de Direitos (Bill of Rights).
limitou a atuação do rei por meio da Magna Carta, que determinava que nenhum tributo poderia ser imposto sem o consentimento do Parlamento.
“A Revolução Francesa constitui um dos capítulos mais importantes da longa e descontínua passagem histórica do feudalismo ao capitalismo. Com a Revolução (científica) do século XVII e a Revolução Industrial do século XVIII na Inglaterra, e ainda com a Revolução Americana de 1776, a Grande Révolution lança os fundamentos da História contemporânea”. [Mota, C. G. A Revolução Francesa].
Entre as transformações promovidas pela Revolução na França, iniciada em 1789, é CORRETO afirmar que:
os privilégios feudais e o regime de servidão foram abolidos destruindo a base social que sustentava o Antigo Regime absolutista francês.
a Revolução aboliu o trabalho servil e fortaleceu o clero católico instituindo uma série de medidas de caráter humanista.
os revolucionários derrubaram o rei e proclamaram uma República fundamentada no igualitarismo radical na qual a propriedade privada foi abolida.
a Revolução rompeu os laços com a Igreja católica iniciando uma reforma de cunho protestante que se aproximava dos ideais da ética do capitalismo moderno.
a Revolução, mesmo em seu momento mais radical, não foi capaz de romper com as formas de propriedade e trabalho vigentes no antigo regime.
