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Atividade - Simulado SAEB

Total questions: 40

Worksheet time: 20mins

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1.

Qual é a tese central, ou a crítica principal, que o cronista desenvolve sobre o comportamento da sociedade atual?

a)

A) A má conservação dos relógios antigos nas praças, que não funcionam mais e causam confusão nos cidadãos.

b)

B) O excesso de urgência e a pressa motivados pelo medo de perder oportunidades digitais, resultando na perda da percepção do presente.

c)

C) A falta de educação de Dona Elza, que tropeça devido ao uso inadequado do smartphone em via pública.

d)

D) A necessidade de mais bancos na praça para que as pessoas possam descansar e aproveitar a beleza natural do local.

2.

No TEXTO I, ao afirmar que “O relógio da praça, parado na hora do almoço há anos, parecia ser o único a saber o verdadeiro segredo: o tempo não corre, ele apenas é.”, o cronista emprega a figura de linguagem da personificação para:

a)

Criticar a ineficácia dos serviços públicos de manutenção da cidade.

b)

Dar ao objeto inanimado (o relógio) a capacidade de raciocínio, ou seja, de 'saber um segredo', reforçando a ideia de que a pressa é uma ilusão.

c)

Concluir que o relógio quebrou exatamente na hora em que as pessoas deveriam estar mais ocupadas.

d)

Explicar o funcionamento interno do mecanismo do relógio para os leitores.

3.

No trecho do TEXTO I, “A pressa é uma prisão sem grades, onde o carcereiro é a própria agenda.”, a relação estabelecida é de: (D08)

a)

Oposição: a agenda é o oposto da prisão, pois organiza o tempo.

b)

Consequência: a agenda é a consequência de a pressa ser uma prisão.ma ilusão.

c)

Causa e Efeito: a pressa (causa) leva à criação de uma agenda (efeito).

d)

Metáfora Comparativa: a pressa é comparada a uma prisão (ideia), e a agenda é comparada ao elemento que impõe a restrição (carcereiro).

4.

Qual é o principal argumento utilizado pelo autor para refutar a ideia de uma meritocracia digital já estabelecida?

a)

O acesso a smartphones é universal, mas o talento e o sobrenome continuam determinando o sucesso.

b)

A falta de dispositivos atualizados e o alto custo da internet impedem a democratização do conhecimento para a maioria.

c)

A assimetria de acesso e a ausência de letramento digital impedem que a maioria filtre informações e transforme dados em conhecimento útil.

d)

O abismo social não foi erradicado, e as pessoas só usam a internet de forma passiva para entretenimento.

5.

No TEXTO II, a expressão "letramento digital" refere-se ao conhecimento de:

a)

A) Apenas a capacidade de usar redes sociais e aplicativos de entretenimento no smartphone.

b)

B) As habilidades críticas para navegar ativamente, filtrar o excesso de informação e transformar dados em conhecimento estratégico.

c)

C) A infraestrutura de internet de alta velocidade e a posse de dispositivos atualizados.

d)

D) Conhecer a origem de todos os memes e posts virais da internet.

6.

A frase 'Essa visão, embora otimista, ignora a assimetria de acesso.' (em itálico) no TEXTO II apresenta:

a)

Um fato objetivo, baseado em dados estatísticos sobre a desigualdade digital.

b)

A tese de um opositor ao autor, que ele pretende desqualificar na sequência do texto.

c)

A opinião do autor, expressa como uma refutação direta à crença no mito da meritocracia digital.

d)

Um argumento de autoridade, citando a opinião de um especialista em desigualdade digital.

7.

Qual é a principal justificativa, de ordem socioeconômica, para a mudança no fornecimento de alimentos para as escolas?

a)

A) A melhoria da logística de distribuição e o treinamento das merendeiras para novas receitas.

b)

B) A redução imediata da obesidade e a melhoria da concentração dos estudantes em sala de aula.

c)

C) O apoio à agricultura familiar local, garantindo que o dinheiro circule na comunidade, além da oferta de alimentos mais saudáveis.

d)

D) A necessidade de substituir gradualmente alimentos ultraprocessados por produtos orgânicos.

8.

No trecho do TEXTO III: "...garantimos alimentos mais frescos e livres de agrotóxicos para as crianças...", o termo "agrotóxicos" refere-se a:

a)

Substâncias químicas utilizadas para combater pragas e doenças em lavouras, que podem ser prejudiciais à saúde.

b)

Aditivos utilizados para prolongar a validade dos alimentos ultraprocessados nas embalagens.

c)

Nutrientes essenciais, como vitaminas e minerais, que são adicionados aos alimentos para enriquecê-los.

d)

O conjunto de equipamentos e máquinas utilizados na agricultura familiar.

9.

A fala da coordenadora Patrícia Lima no TEXTO III é apresentada entre aspas: "Ao comprarmos do agricultor local, o dinheiro circula na comunidade e garantimos alimentos mais frescos e livres de agrotóxicos para as crianças". O uso das aspas tem a função de:

a)

Indicar uma metáfora que não deve ser entendida no sentido literal.

b)

Apresentar uma opinião pessoal e desprovida de base técnica da coordenadora do PNAE.

c)

Delimitar a citação direta e fiel da fala de uma fonte oficial, reforçando a credibilidade da informação da reportagem.

d)

Destacar um neologismo (palavra inventada) utilizado pela coordenadora.

10.

O título do TEXTO III, "A Virada na Alimentação Escolar: Mais Local, Menos Processado", está em negrito. Esse recurso gráfico, no contexto de uma reportagem, tem a finalidade de:

a)

Sinalizar que o título é, na verdade, uma citação de outro texto.

b)

Enfatizar a informação principal e atrair a atenção do leitor para o tema abordado.

c)

Indicar que a reportagem possui informações secretas ou exclusivas sobre a alimentação escolar.

d)

Mudar o sentido do título, transformando-o em uma pergunta retórica.

11.

Qual é o paradoxo fundamental abordado pelo cronista sobre o uso da tecnologia em espaços sociais?

a)

Apesar de a cafeteria estar lotada, o custo dos produtos é muito alto, o que afasta os clientes.

b)

O alto volume da música na cafeteria impede que as pessoas ouçam os sons do ambiente externo, como o cheiro da chuva.

c)

A tecnologia, que promete conectar as pessoas globalmente, acaba isolando-as e impedindo a interação com o ambiente físico e social imediato.

d)

As pessoas preferem digitar e-mails urgentes a conversar, demonstrando falta de interesse profissional.

12.

No trecho do TEXTO I, ao dizer que “O telefone, que deveria ser uma ponte, virou uma fortaleza”, o cronista emprega a figura de linguagem da metáfora para:

a)

Fazer uma crítica à fragilidade física do smartphone, que se quebra facilmente.

b)

Comparar o telefone a um objeto que deveria facilitar a comunicação (ponte), mas que, na prática, causa isolamento e barreira (fortaleza).

c)

Descrever o formato e a aparência externa dos smartphones modernos, que são quadrados e resistentes.

d)

Explicar que o aparelho é usado para proteger informações confidenciais, como uma fortaleza.

13.

Qual é a relação de causa e consequência estabelecida no TEXTO I entre os 'e-mails urgentes' e o ambiente ao redor de Pedro?

a)

Causa: Os e-mails urgentes. Consequência: Pedro consegue ouvir o riso espontâneo da menina.

b)

Causa: A cafeteria estava lotada. Consequência: Pedro consegue digitar freneticamente seus e-mails.

c)

Causa: A concentração nos e-mails urgentes. Consequência: O isolamento de Pedro, que não interage com o ambiente real (cachorrinho, riso da menina).

d)

Causa: A música baixa do rádio. Consequência: O barulho inaudível dos pensamentos em transe.

14.

Qual é a principal ameaça à democracia identificada pelo autor do artigo?

a)

O excesso de fatos objetivos na internet, que confunde o eleitor e o impede de tomar decisões racionais.

b)

O uso de redes sociais por políticos para promover suas campanhas eleitorais de forma inovadora.

c)

A pós-verdade e as bolhas de confirmação algorítmicas, que desinformam o cidadão e dificultam o voto consciente.

d)

A falta de censura nas redes sociais, que permite a circulação irrestrita de opiniões de todos os tipos.

15.

No TEXTO II, a expressão "bolhas de confirmação" refere-se à tendência de:

a)

Pessoas utilizarem as redes sociais para confirmar a localização de seus amigos e familiares.

b)

Algoritmos filtrarem as notícias, fazendo com que o eleitor receba apenas informações que validam suas crenças anteriores.

c)

O eleitor confrontar ativamente suas crenças ao ler notícias em fontes variadas e contraditórias.

d)

Grupos de interesse financiarem campanhas para acelerar a circulação de fatos objetivos nas redes.

16.

A afirmação 'É uma armadilha democrática sutil.' (em itálico) no TEXTO II cumpre a função de:

a)

Apresentar um fato estatístico sobre o risco da desinformação nas democracias.

b)

Introduzir um dado irrefutável sobre a eficácia da censura na internet.

c)

Expressar a opinião categórica do autor sobre o grave perigo (armadilha) que a desinformação representa para o processo democrático.

d)

Citar a definição de pós-verdade dada por um teórico político internacional.

17.

De acordo com o Dr. Ricardo Gomes, qual é a consequência negativa da implementação de Cidades Inteligentes sem políticas de inclusão?

a)

O aumento da eficiência do transporte público e do monitoramento de energia nos bairros centrais.

b)

A coleta excessiva de dados, que viola a privacidade dos cidadãos mais vulneráveis.

c)

O surgimento de 'ilhas de eficiência', onde a tecnologia beneficia apenas a população de alta renda e os bairros centrais, aumentando a desigualdade.

d)

O foco em aplicativos de luxo, deixando de lado o treinamento para letramento tecnológico da população mais carente.

18.

A expressão "ilhas de eficiência" (destacada em negrito) no TEXTO III pode ser interpretada, metaforicamente, como:

a)

Setores geográficos da cidade totalmente isolados, sem qualquer acesso à internet.

b)

Regiões da cidade onde a tecnologia opera de forma muito eficiente, mas de maneira segregada, sem beneficiar o restante da população.

c)

Bairros planejados para serem completamente autossuficientes e sustentáveis, sem depender do resto da cidade.

d)

Um novo tipo de aplicativo móvel criado para otimizar os serviços urbanos e públicos.

19.

O trecho no TEXTO III: "A cidade do futuro deve ser inteligente não só pela tecnologia que usa, mas pela equidade que promove." O uso do itálico na palavra "inteligente" tem o objetivo de:

a)

Indicar que a palavra 'inteligente' é de origem estrangeira e não deve ser usada em reportagens.

b)

Sinalizar que a palavra está sendo usada em sentido irônico, pois as cidades não são realmente inteligentes.

c)

Destacar que o conceito de cidade inteligente vai além do uso de tecnologia, enfatizando a importância da equidade.

d)

Ressaltar que a palavra é um termo técnico utilizado apenas por especialistas.

20.

No TEXTO III, a citação do urbanista Dr. Ricardo Gomes, com sua crítica e proposta de equidade, tem a função de:

a)

Apresentar um fato científico incontestável sobre o futuro das cidades.

b)

Reforçar o argumento central da reportagem com a opinião e a autoridade de um especialista no tema.

c)

Desmentir a tese principal da reportagem, que é a de que as Cidades Inteligentes são o futuro.

d)

Oferecer uma opinião leiga, sem base em dados ou estudos de urbanismo.

21.

Qual é a principal mudança de comportamento social que o cronista critica?

a)

O uso excessivo de Uber e serviços de delivery, que está prejudicando o comércio local.

b)

A perda da capacidade de apreciar a chuva como um evento sensorial e a substituição dessa experiência pela visão da chuva como mero inconveniente logístico.

c)

O aumento da poluição na cidade, que alterou a composição química do cheiro da chuva no asfalto.

d)

O fato de as pessoas se apressarem para fechar as janelas e ligar o ar-condicionado em vez de aproveitarem o vento.

22.

No TEXTO I, ao se referir ao cheiro da chuva como "uma crônica sensorial da cidade", o cronista atribui à experiência olfativa o sentido de:

a)

Um mero odor desagradável resultante da mistura de água com asfalto e pó.

b)

Uma narrativa ou registro histórico da cidade, percebido através dos sentidos, que marca a passagem do tempo e as mudanças sociais.

c)

A descrição científica da reação química da água com o solo seco (petrichor).

d)

Um aviso de que a chuva está prestes a causar alagamentos na região central.

23.

No TEXTO I, a relação de causa e consequência é estabelecida entre a anestesia dos sentidos e a visão da cidade:

a)

Causa: A chuva é um prenúncio de vida. Consequência: A cidade se transforma em uma paisagem filtrada pelo vidro.

b)

Causa: A aceleração da jornada. Consequência: O cheiro da chuva se torna um protesto silencioso.

c)

Causa: A perda da capacidade de experimentar sensorialmente (anestesia). Consequência: A cidade é vista apenas de 'dentro de casa, filtrada pelo vidro', com o real sufocado pelo ruído do trânsito.

d)

Causa: O ruído do trânsito. Consequência: As pessoas se apressam e fecham as janelas.

24.

Qual é o argumento de autoridade utilizado pelo autor para refutar a ideia de que o ser humano é eficiente no multitarefas?

a)

A) A multitarefa é a antítese da eficiência e deve ser evitada em ambientes de trabalho.

b)

B) O aumento dos índices de erro e a diminuição da retenção de informação, que comprovam a ineficácia do multitarefas.

c)

C) O uso de neurociência para demonstrar que o cérebro apenas alterna o foco entre tarefas, sem processar duas complexas simultaneamente.

d)

D) A necessidade de planejar o almoço durante reuniões, o que demonstra a complexidade da vida moderna.

25.

No TEXTO II, a expressão "multidistração" (destacada em negrito) é utilizada para:

a)

Descrever a habilidade de uma pessoa em se concentrar em muitas tarefas ao mesmo tempo com alta qualidade.

b)

Classificar o multitarefas como uma prática que, em vez de gerar produtividade, leva ao aumento das distrações e à perda de foco.

c)

Explicar que a neurociência não consegue estudar o cérebro quando ele está alternando o foco rapidamente.

d)

Referir-se à quantidade excessiva de e-mails e reuniões no ambiente de trabalho.

26.

A frase 'Isso é um mito perigoso.' (em itálico) no TEXTO II cumpre a função de:

a)

Apresentar a tese de um especialista que o autor do artigo está citando.

b)

Estabelecer uma afirmação de senso comum para ser desenvolvida e confirmada no restante do texto.

c)

Expressar a opinião categórica do autor, rotulando a crença no multitarefas como falsa ('mito') e prejudicial ('perigoso').

d)

Descrever o estado mental de estresse que a multitarefa gera nos indivíduos.

27.

Qual é a principal causa dessa mudança no modelo de consumo, de acordo com o texto?

a)

A) A obsolescência programada e o alto custo de manutenção dos bens.

b)

B) A pressão regulatória imposta pelo governo para limitar a posse de bens.

c)

C) A conveniência tecnológica, aliada à nova consciência ambiental e à busca por maior sustentabilidade.

d)

D) A necessidade de a economia maximizar o uso de todos os produtos disponíveis no mercado.

28.

A afirmação da economista Dra. Clara Santos no TEXTO III: "A posse traz consigo o peso da manutenção e a obsolescência. O compartilhamento maximiza o uso, reduz a demanda por novos produtos e alinha-se à sustentabilidade" é um exemplo de:

a)

Um fato histórico sobre o surgimento da economia compartilhada.

b)

Uma constatação objetiva, que compara o peso (custo/desvantagem) da posse com os benefícios (maximização/redução de demanda) do compartilhamento.

c)

Uma opinião leiga e desprovida de base econômica sobre o futuro do consumo.

d)

Uma metáfora que descreve a relação da posse com a manutenção de carros e roupas.

29.

O trecho no TEXTO III: "O futuro do consumo pode estar menos no ter e mais no usar." O uso do itálico nas palavras "ter" e "usar" tem a função de:

a)

Marcar a ironia do autor em relação à preferência pelo aluguel de carros e roupas.

b)

Indicar que as palavras 'ter' e 'usar' são citações de uma frase famosa de outro autor.

c)

Enfatizar a oposição de conceitos entre a posse ('ter') e o compartilhamento/acesso ('usar'), que é o cerne da economia compartilhada.

d)

Sinalizar a tradução de palavras estrangeiras que são usadas em contextos de sharing economy.

30.

A expressão "obsolescência" no TEXTO III, no contexto do consumo de produtos, significa:

a)

A) A capacidade de um produto se manter útil e durável por um longo período de tempo.

b)

B) O processo de tornar um produto ultrapassado ou fora de uso devido a inovações ou mudanças tecnológicas.

c)

C) A necessidade de manutenção constante para prolongar a vida útil de um produto.

d)

D) O aumento do valor de um produto ao longo do tempo.

31.

Qual é a crítica principal do cronista sobre a busca pelo "botão Mute" na vida real?

a)

A) A dificuldade técnica de criar um botão Mute que funcione efetivamente no mundo físico.

b)

B) A recusa em aceitar e conviver com os ruídos e as imperfeições da vida, o que leva ao isolamento e à perda da humanidade.

32.

No TEXTO I, ao afirmar que “o ruído, muitas vezes, é a realidade batendo à porta”, o cronista emprega a figura de linguagem da metáfora para sugerir que:

a)

A) A realidade é um som alto e ensurdecedor que agride os ouvidos e deve ser silenciado.

b)

B) O ruído indesejado é, na verdade, uma manifestação da vida e da realidade que deve ser reconhecida, e não ignorada.

c)

C) A porta da vida real está sempre fechada e só se abre com sons muito altos e repetitivos.

d)

D) O controle digital permite que se edite a vida real, silenciando o que for necessário para a paz.

33.

No TEXTO I, qual é a relação de causa e consequência estabelecida pela busca incessante pelo Mute?

a)

Causa: O ruído da discordância. Consequência: A vida pulsa com mais força.

b)

Causa: O choro do bebê no avião. Consequência: A discussão política na mesa ao lado.

c)

Causa: A busca incessante pelo silenciamento do ruído não escolhido (Mute). Consequência: O isolamento insuportável e a perda da humanidade.

d)

Causa: O controle digital. Consequência: O ruído da imperfeição na vida real.

34.

Qual é o principal perigo da nostalgia seletiva, de acordo com o autor do artigo?

a)

O aumento da produção de filmes e séries baseados em épocas passadas, saturando o

b)

A idealização de um passado higienizado que ignora as mazelas, impedindo o reconhecimento do progresso e a luta por um futuro melhor.

c)

O incentivo ao estudo honesto da História, que reconhece conquistas e sofrimentos.

d)

A falta de diversidade nas redes sociais, que deveriam focar mais na complexidade do presente.

35.

A afirmação 'Essa idealização é um desserviço à História.' (em itálico) no TEXTO II tem a função de: (D11)

a)

Apresentar um fato irrefutável sobre a dificuldade de se registrar o passado com precisão

b)

Expressar a opinião categórica do autor, classificando a idealização do passado como prejudicial ao estudo e à compreensão da História.

c)

Resumir a tese de historiadores renomados que criticam a idealização do passado

d)

Argumentar que a complexidade do presente é o verdadeiro desserviço à memória histórica.

36.

No trecho do TEXTO II, "A nostalgia, quando é seletiva, é um ópio social que nos paralisa e nos impede de avançar.", a relação estabelecida é de: (D08)

a)

Causa e Efeito: A idealização do passado (causa) promove o progresso social (efeito).

b)

Causa e Consequência: A nostalgia seletiva (causa) leva à paralisia e ao impedimento do avanço social (consequência).

c)

Oposição: O passado idealizado é o oposto da luta por um futuro melhor.

d)

Comparação: O ópio social é comparado à produção de filmes e séries sobre o passado.

37.

Qual é a principal causa da crise hídrica subterrânea, de acordo com o texto? (D08)

a)

O rebaixamento do nível da água, que aumenta o custo de bombeamento.

b)

A falta de incentivo ao uso de tecnologias de reuso e a carência de políticas de gestão hídrica.

c)

A superexploração dos lençóis freáticos, causada pela agricultura irrigada e pelo crescimento urbano desordenado.

d)

O foco excessivo nos reservatórios superficiais, ignorando o problema do subsolo.

38.

No trecho do TEXTO III: "A recarga natural dos aquíferos não consegue acompanhar a extração", a palavra "aquíferos" refere-se a: (D15)

a)

Tecnologias de irrigação utilizadas pela agricultura para economizar água.

b)

Grandes reservatórios superficiais de água, como barragens e açudes, que abastecem as cidades.

c)

Formações geológicas subterrâneas que armazenam água (lençóis freáticos) e são a fonte do problema de superexploração.

d)

Os canais fluviais que são usados para transportar a água das cidades para as áreas rurais.

39.

A frase final do TEXTO III: 'A água é finita e deve ser tratada como tal.' (em itálico) é um recurso gráfico que tem a função de: (D14)

a)

Concluir a reportagem com um fato científico, ressaltando que a finitude da água é incontestável.

b)

Destacar a citação de um especialista em economia hídrica que não foi mencionado anteriormente.

c)

Enfatizar a premissa fundamental e a conclusão ética e estratégica da reportagem, exigindo uma mudança de atitude por parte do leitor e do poder público.

d)

Indicar uma ironia sobre a crença popular de que a água doce nunca vai acabar no planeta.

40.

No trecho do TEXTO III: "A crise do subsolo é silenciosa, mas sua solução exige uma mudança de atitude imediata e estratégica", a palavra "estratégica" sugere que a solução deve ser: (D15)

a)

Imediatamente implementada, sem a necessidade de um planejamento a longo prazo.

b)

Adotada em segredo pelo governo para evitar o pânico da população.

c)

Planejada, organizada e com visão de longo prazo, envolvendo ações bem definidas e direcionadas para o objetivo de sustentabilidade hídrica.

d)

Baseada unicamente na redução do consumo de água pela população, sem envolver a agricultura.