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WorksheetsSaúde Mental e do Trabalhador
Total questions: 18
Worksheet time: 18mins
Segundo a NR-1 atualizada, os fatores de risco psicossociais foram incluídos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Isso significa que:
Apenas empresas com SESMT devem avaliá-los.
Todas as organizações devem identificá-los e controlá-los.
Apenas serviços de saúde pública são obrigados a incluí-los.
São opcionais, dependendo da avaliação médica.
O assédio moral é considerado um fator de risco psicossocial porque:
É um problema apenas interpessoal, sem impacto organizacional.
É um problema apenas interpessoal, sem impacto organizacional.
Gera efeitos à saúde psicológica, física e social do trabalhador.
Está ligado apenas a hierarquias rígidas.
Durante o estágio em um hospital, uma enfermeira-chefe isola uma técnica de enfermagem, impede sua comunicação e a expõe a constrangimentos públicos. Isso configura:
Feedback profissional.
Falta de ergonomia física.
Conflito interpessoal sem gravidade.
Assédio moral.
De acordo com o guia, a baixa justiça organizacional pode gerar:
Maior produtividade.
Melhoria nas relações hierárquicas.
Transtornos mentais e desmotivação.
Nenhum efeito mensurável.
A avaliação ergonômica preliminar (AEP) deve incluir:
Apenas riscos físicos e químicos.
Somente fatores observáveis.
Fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.
Dados clínicos dos trabalhadores.
Uma enfermeira relata sobrecarga de trabalho, falta de pausas e metas inatingíveis. Esses elementos são:
Fatores de risco psicossociais.
Riscos biológicos.
Problemas administrativos sem relação com SST.
Situações inevitáveis do trabalho.
Segundo o guia, o processo de identificação dos fatores psicossociais deve priorizar:
Avaliação clínica individual dos trabalhadores.
Análise das condições de trabalho e da organização.
Diagnóstico psiquiátrico coletivo.
Aplicação obrigatória de questionários.
Em um hospital, a supervisora exige que a equipe de enfermagem faça horas extras sem aviso, desconsiderando os intervalos de descanso. Essa situação exemplifica:
Gestão eficiente.
Sobrecarga organizacional – fator de risco psicossocial.
Estratégia de produtividade.
Reorganização laboral positiva.
O guia recomenda que o processo de avaliação de riscos psicossociais seja conduzido:
Somente pelo médico do trabalho.
Por equipe multiprofissional com participação dos trabalhadores.
Por consultoria externa sem envolvimento interno.
Apenas pela direção da empresa.
O MTE indica alguma ferramenta específica para avaliar fatores de risco psicossociais?
Sim, o questionário MTE-24.
Sim, a ISO 45001 é obrigatória.
Não, a escolha da metodologia cabe à organização.
Sim, apenas para grandes empresas.
Em um cenário hospitalar, uma enfermeira recém-contratada é constantemente ignorada nas discussões de equipe e recebe tarefas desproporcionais. O principal risco é:
DORT.
Transtorno mental relacionado ao trabalho.
Acidente biológico.
Falha de comunicação temporária.
O processo de gestão dos fatores de risco psicossociais deve seguir o ciclo PDCA. Isso implica:
Planejar, executar, verificar e agir continuamente.
Identificar, punir, relatar e arquivar.
Diagnosticar, curar, documentar e avaliar.
Planejar, discutir, cancelar e auditar.
Em caso de denúncia de assédio moral em um hospital, a primeira medida da gestão deve ser:
Ignorar até haver prova médica.
Implementar investigação interna e medidas de prevenção.
Exigir laudo psicológico do trabalhador.
Aplicar punição imediata sem apuração.
Quando há baixas recompensas e reconhecimento, o trabalhador pode apresentar:
Aumento de engajamento.
Melhoria no desempenho.
Transtornos mentais e desmotivação.
Maior estabilidade emocional.
O guia reforça que a avaliação psicossocial no GRO não é exame médico, pois:
É voltada à verificação das condições de trabalho, não à saúde individual.
Serve para diagnosticar ansiedade e depressão.
Deve medir sinais biológicos.
É um procedimento do PCMSO.
Em uma unidade de pronto atendimento, um técnico sofre gritos e humilhações diárias de um superior. Qual medida preventiva deve constar no plano de ação?
Implementar pausas obrigatórias.
Adoção de política de prevenção ao assédio e capacitação das lideranças.
Avaliação médica de todos os envolvidos.
Aumento da carga de trabalho.
O guia recomenda que questionários usados para identificar riscos psicossociais devem garantir:
Identificação nominal dos trabalhadores.
Divulgação pública dos resultados.
Aplicação sem treinamento técnico.
Anonimato e ambiente de confiança.
De acordo com a NR-17, os fatores psicossociais se relacionam principalmente com:
O mobiliário e o conforto térmico.
A organização do trabalho.
As condições químicas do ambiente.
O uso de EPIs.
