Worksheetssimuladão 01 caaq-cts turma Echo 2025
Total questions: 203
Worksheet time: 2hrs 44mins
A IMO tem como missão principal:
Regular preços do transporte marítimo
Garantir segurança da navegação e prevenção à poluição
Administrar portos internacionais
Controlar comércio marítimo
Regular contratos de armadores
A Autoridade Marítima no Brasil é exercida por:
ANTAQ
Marinha do Brasil
Tribunal Marítimo
Receita Federal
Organização Portuária Nacional
A DPC atua como:
Autoridade sanitária
Representante da Autoridade Marítima
Fiscal de cargas perigosas apenas
Reguladora de rebocadores
Controladora de empresas offshore
A RPB-IMO tem como uma das atribuições:
Emitir certificados SOLAS
Representar o Brasil na IMO
Fiscalizar navios estrangeiros nos portos
Administrar embarcações
Elaborar o RELESTA
O Tribunal Marítimo é responsável por:
Julgar acidentes e fatos da navegação
Fiscalizar embarcações
Controlar certificações
Emitir NORMAM
Emitir habilitações de mareantes
A ANTAQ regula principalmente:
Segurança da navegação
Transporte aquaviário e portos
Embarcações militares
Certificação SOLAS
Embarcações pesqueiras
A plataforma continental é:
Parte rasa adjacente ao litoral
Área acima do talude
Limite externo da ZEE
Área exclusivamente militar
Região abissal
O mar territorial brasileiro possui:
6 milhas
12 milhas
24 milhas
200 milhas
100 milhas
As águas jurisdicionais brasileiras compreendem:
Apenas o mar territorial
Mar territorial + ZEE + águas interiores
Apenas a ZEE
Apenas rios navegáveis
Apenas portos
A Convenção STCW trata de:
Prevenção de poluição por óleos
Certificação e competência de marítimos
Regras de tráfego marítimo
Responsabilidade civil
Controle de emissões atmosféricas
A Convenção SOLAS tem foco em:
Regras para lixo
Vida humana no mar
Tráfego interior
Descarga de esgoto
Água de lastro
A Convenção RIPEAM regula:
Poluição química
Abalroamentos
Emissões atmosféricas
Água de lastro
Transporte de passageiros
A Convenção MARPOL trata de:
Regras de navegação interior
Prevenção da poluição por navios
Certificação dos marítimos
Regras de salvamento
Certificação de máquinas
BWM refere-se a:
Controle de óleos
Gestão de água de lastro
Sistema de navegação
Certificação de rebocadores
Controle de cargas perigosas
A LESTA trata de:
Certificação de máquinas
Segurança do tráfego aquaviário
Regras de rebocadores
Arranjos de embarcações
Licenças de pesca
O RELESTA:
Regula emissões atmosféricas
Regulamenta a LESTA
Regulamenta a SOLAS
Regula o transporte de contêineres
Regula a ZEE
NORMAM-01 é destinada a:
Regras de embarcações militares
Regular o Ensino Profissional Marítimo
Regras para poluição
Sistema de rebocadores
Práticas de passadiço
NORMAM-02 trata de:
Cerificação dos aquaviários
Embarcações e procedimentos de inscrição e registro
Inspeção naval
Regras de incêndio
Controlar emissões
NORMAM-07 trata de:
Tripulação de segurança
Inspeção naval
Prevenção de poluição
Certificação de marítimos
Cargas perigosas
A Política Nacional do Meio Ambiente é definida pela:
Lei 9.537
Lei 6.938
Lei 9.966
Decreto 2.596
MARPOL VI
O Registro Especial Brasileiro regulamenta:
Rebocadores
Embarcações estrangeiras sob bandeira brasileira
Navios militares
Embarcações de lazer
Plataformas apenas
A Política Nacional do Meio Ambiente é definida pela:
Lei 9.537
Lei 6.938
Lei 9.966
Decreto 2.596
MARPOL VI
Lei 9.966 trata de:
Educação ambiental
Controle da poluição por óleo e substâncias nocivas
Regras de segurança do trabalho
Prevenção de incêndio
Cargas perigosas
O Livro de Registro de Óleo é exigido pelo:
Anexo II
Anexo I
Anexo V
STCW
RIPEAM
O SOPEP refere-se a:
Plano de emergência para lixo
Poluição por óleo
Poluição atmosférica
Poluição química
Água de lastro
O SMPEP aplica-se a:
Navios tanque somente
Todos navios MARPOL II
Navios acima de 400 AB
Plataformas apenas
Embarcações de pesca
O Livro de Registro de Lastro é associado a:
SOLAS
BWM
MARPOL IV
MARPOL VI
NORMAM-07
MARPOL III trata de:
Esgoto
Lixo
Substâncias perigosas embaladas
Óleo
Emissões atmosféricas
MARPOL IV trata de:
Poluição do ar
Esgoto sanitário
Água de lastro
Lixo
Cargas perigosas
MARPOL V trata de:
Lixo
Emissões
Óleo
Substâncias líquidas nocivas
Água de lastro
MARPOL VI trata de:
Lixo
Emissões atmosféricas
Esgoto
Produtos químicos
Cargas perigosas embaladas
Navios graneleiros são projetados principalmente para transportar:
Carga geral paletizada
Grãos e minérios
Contêineres
Carga líquida
Passageiros
Um navio roll-on/roll-off tem como característica principal:
Rampas para embarque e desembarque de veículos
Cockpit elevado
Turbinas a gás
Porões pressurizados
Operação exclusiva fluvial
Um FPSO é definido como:
Rebocador de apoio
Unidade flutuante de produção e armazenamento de petróleo
Draga autotransportadora
Navio gaseiro
Navio de pesca costeira
Embarcações de pesca de cerco realizam a captura:
De peixes de fundo
Com redes circulares que envolvem cardumes
Apenas com linhas individuais
Com armadilhas metálicas
Com redes de arrasto de fundo
O convés principal é:
O convés contínuo mais alto
O porão superior
A coberta inferior
A parte mais baixa do casco
O teto da superestrutura
Obras-vivas correspondem à parte:
Acima da linha d'água
Abaixo da linha d'água
Da superestrutura
Somente tanques de lastro
Apenas a quilha
Obras-mortas são:
Parte submersa
Parte acima da linha d'água
Rivetes estruturais
Anteparas transversais
Regiões de fundo duplo
A roda de proa é definida como:
Estrutura da extremidade frontal do navio
A antepara de colisão
A quila auxiliar
O reforço de popa
Parte do leme
A quilha é considerada:
O convés primário
A peça estrutural principal do casco, conhecida como espinha dorsal da embarcação
Um reforço não estrutural
Parte do passadiço
Um tanque estrutural
O cavername inclui:
Cavernas, hastilhas, vaus
Convés principal, tombadilho
Guindastes e mastros
Castelos e superestrutura
Escotilhas e braçolas
Costado trincado em embarcações miúdas significa:
Tábuas sobrepostas
Tábuas lisas na vertical
Tábuas alternadas em ângulo
Tábuas diagonais contínuas
Costado laminado
O cabeço é utilizado para:
Fixar o leme
Amarrar cabos de atracação
Suspender cargas
Dirigir o ferro
Abrir escotilhas
O escovém é:
Orifício por onde passa o ferro
Um tipo de moitão
Um suporte do radar
A entrada de ar dos porões
Um reforço transversal
O escovém é:
Orifício por onde passa o ferro
Um tipo de moitão
Um suporte do radar
A entrada de ar dos porões
Um reforço transversal
A buzina, encontrada no convés, é:
Uma peça metálica fixada ao convés para passagem de cabos ou canos
O apito de nevoeiro
Um gancho de amarração
Uma peça de ventilação
Um reforço estrutural interno
A superestrutura é:
Estrutura acima do convés principal
A proa do navio
O fundo duplo
A região das cavernas
A antepara de colisão
O arranjo geral apresenta:
A planta estrutural completa do casco
Todos os compartimentos e setores internos do navio
O plano de lastro
O plano de máquinas
A lista de tripulantes
Um cabo solteiro é formado por:
Chicote e seio
Vivo, seio e chicote
Vivo e alma
Seio e alça
Chicote e espias
Cabos com nós apresentam:
Resistência maior
Resistência reduzida
Resistência igual à original
Resistência variável sem regra
Resistência duplicada
O lais de guia é usado para:
Fazer emendas em cabos de aço
Formar uma laçada fixa
Segurar escotas
Abrir moitões
Fazer volta de atracação
Um moitão é:
Uma alavanca manual
Um conjunto de roldanas
Um tipo de ferro de popa
Uma estrutura de passadiço
Um anel de segurança
Poleame surdo significa:
Sem giro
Com trava
Roldana fixa, sem movimento livre
Plataforma elevada
Roldana hidráulica
A patesca serve para:
Medir profundidade
Alterar a direção de cabos
Controlar o giro da âncora
Ventilar compartimentos
Ajustar o leme
A cábrea é:
Um sistema de guindar cargas pesadas, geralmente fixo
Uma escotilha lateral
Um tipo de ferro de embarcação
Uma antepara de colisão
Um sistema de lastro
Um guindaste portuário tipo portêiner é utilizado para:
Operar cargas líquidas
Movimentar contêineres no cais
Suspender âncoras
Atuar como patesca
Medir calado
O transtêiner (RTG) opera:
Somente embarcações miúdas
Movimentação de contêineres em pátios
Áreas de fundeio
Plataformas offshore
Paióis de popa
Um pau-de-carga possui:
Apenas moitão
Cabos de amante, guardins e estai
Guincho elétrico integrado
Roldanas múltiplas com tripé
Apenas cabos sintéticos
A boia de arinque serve para:
Lubrificação do molinete
Sinalizar o ponto onde a amarra tocou o fundo
Medir a velocidade do navio
Fazer emenda de cabos
Fixar a popa em reboque
O cabrestante é utilizado para:
Operações de suspender e adriçar cabos/âncoras
Ventilação dos porões
Ajuste de leme
Reduzir vibrações
Operar bombas de achamento
O AIS fornece:
Pressão interna dos tanques
Identificação, posição e rumo de navios próximos
Ruído estrutural
Temperatura da casa de máquinas
Capacidade de lastro
Em operações de fundeio, o termo filame refere-se a:
O comprimento total da amarra lançada
A parte da amarra que permanece dentro do porta-amarra
O trecho da amarra entre o escovém e o ponto onde ela toca o fundo
A marcação da quartelada corrente
O ponto de conexão entre a amarra e o poço das correntes
The term "heaving line" refers to:
Cabo de rebocar
Linha de lançamento leve
Cabo de amarração principal
Cabo de fundear
Linha de pescar
"Bow" significa:
Popa
Proa
Boreste
Bombordo
Tombadilho
"Stern line" é:
Cabo de popa
Cabo de proa
Cabo de spring
Cabo de reboque
Cabo de carga
Popa
Proa
Boreste
Bombordo
Tombadilho
"Stern line" é:
Cabo de popa
Cabo de proa
Cabo de spring
Cabo de reboque
Cabo de carga
"Let go the anchor" significa:
Suspender a âncora
Lançar a âncora
Testar o molinete
Preparar o ferro
Morder o cabo
O termo "mooring" refere-se a:
Operações de carga
Manobras de amarração
Testes de máquinas
Rotas de navegação
Sistemas elétricos
"Heave in the line" indica:
Largar o cabo
Suspender/recolher cabo
Cortar cabo
Transferir peso
Passar o cabo pela buzina
"Slack the rope" significa:
Tesar
Folgar cabo
Cortar cabo
Passar no cabeço
Dar volta redonda
"Starboard" significa:
Proa
Popa
Boreste
Bombordo
Tombadilho
"Port side" significa:
Boreste
Popa
Bombordo
Proa
Chapeleta
"Engine telegraph" refere-se ao:
Radar
Sistema de comunicação leme-máquina
Telégrafo de ordens da máquina
Indicador da caixa de âncora
Controle do leme
"Stand by the engine" significa:
Máquina parada
Máquina em operação normal
Preparar a máquina para manobras
Força máxima
Parar imediatamente
"Dead slow ahead" significa:
Parar máquina
Avante devagar quase parado
Ré total
Avante toda
Leme a meio
"Abandon ship" é a ordem para:
Fundear o navio
Abandonar o navio
Iniciar combate a incêndio
Inverter hélice
Recolher embarcação miúda
"Life raft" significa:
Baleeira aberta
Balsa inflável
Coletor de óleo
Escovém
Cabrestante
"Free-fall lifeboat" é:
Balsa inflável
Baleeira de lançamento em queda livre
Baleeira aberta
Baleeira rígida suspensa
Barco miúdo
"Pilot ladder" é:
Escada de jacaré
Escada de portaló para prático
Degrau interno do porão
Escada de convés
Escada de máquina
"Bosun" significa:
Comissário
Mestre de cabotagem
Contramestre
Prático
Taifeiro
"Forecastle deck" é o mesmo que:
Popa
Castelo de proa
Tombadilho
Convés principal
Porão nº 1
"Aft spring line" é:
Spring de proa
Spring de popa
Cabo de reboque
Cabo de fundeio
Cabo de içar carga
"Make fast the line" significa:
Cortar
Alemar
Dar firme no cabo
Morder o cabo
Tesar com força
"Single up the lines" significa:
Reduzir número de espias
Aumentar número de espias
Tesar todas as espias
Transferir cargas
Passar cabos pelo escovém
"Pay out the line" significa:
Dar volta
Folgar gradualmente
Dar firme
Passar cabo no cunho
Amarrar em buchas
"Tug assistance" refere-se a:
Assistência de rebocadores
Assistência médica
Plano de carga
Plano de lastro
Inspeção naval
"Bow thruster" é:
Hélice de proa
Leme auxiliar
Molinete
Telégrafo
Guincho de carga
"Engine room" significa:
Paiól
Casa de máquinas
Convés inferior
Porão seco
Passadiço
"Bridge" é o termo para:
Passadiço
Castelo de proa
Popa
Convés inferior
Câmara de navegação
"Immersion suit" é:
Colete salva-vidas
Roupa de imersão
Macacão de trabalho
EPIRB
PLB
"Man overboard" significa:
Incêndio na casa de máquinas
Homem ao mar
Vazamento de óleo
Falha de leme
Abalroamento
"Fender" é utilizado para:
Suspender ferro
Amortecer contato com o cais ou embarcação
Segurar escotas
Remover água do porão
Fechar escotilha
"Keep clear of the line" significa:
Segurar firme
Manter distância do cabo
Cortar o cabo
Pegar o cabo pelo chicote
Passar volta no cabeço
água do porão
Keep clear of the line significa:
Segurar firme
Manter distância do cabo
Cortar o cabo
Pegar o cabo pelo chicote
Passar volta no cabeço
Primeiros socorros podem ser definidos como:
Tratamento médico avançado
Atendimento inicial prestado antes de ajuda especializada
Apenas transporte da vítima
Atendimento exclusivo por profissionais
Uso de medicamentos controlados
A omissão de socorro ocorre quando:
O socorrista presta atendimento incorreto
A vítima recusa ajuda
Deixa de prestar auxílio podendo fazê-lo sem risco próprio
Médico não comparece ao local
Há atraso na ambulância
Iatrogenia significa:
Lesão causada pelo socorrista
Lesão causada pela vítima
Ferimento infeccioso
Trauma craniano
Falta de sinais vitais
A primeira atitude ao chegar em um acidente deve ser:
Verificar pulso
Tocar a vítima
Avaliar riscos e garantir a própria segurança
Aplicar compressão direta
Iniciar transporte
Os sinais vitais incluem:
Marcha, respiração e audição
Pulso, respiração, temperatura e pressão
Pupilas e coordenação
Reflexos motores
Hidratação e coloração da pele
O corpo humano divide-se em:
Cabeça, dorso e pernas
Cabeça, tronco e membros
Tronco e abdômen apenas
Pélvis e escápula
Tórax e cervical
A posição anatômica é:
Deitada de lado
Sentado
Em pé, braços ao lado e palmas voltadas para frente
De joelhos
Em decúbito ventral
A posição lateral de segurança é indicada para:
Vítima consciente
Suspeita de fratura cervical
Vítima inconsciente respirando
PCR
Hemorragia severa
O ABCDE da vida inclui:
Abertura ocular
Via aérea, respiração, circulação, déficit neurológico e exposição
Sinais vitais completos
Checar temperatura
Aplicação de medicação
Parada cardiorrespiratória é caracterizada por:
Vômito e febre
Ausência de respiração e pulso
Dor lombar
Pupilas dilatadas apenas
Respiração rápida
Sinal típico de PCR:
Respiração normal
Pulso forte
Ausência total de respiração ou gasping
Tremores
Dor abdominal
A RCP básica consiste em:
Apenas massagem cardíaca
30 compressões + 2 ventilações
10 compressões contínuas
Ventilação permanente
Apenas checar pulso
Manobra para desobstrução em adulto consciente é:
Massagem torácica
Respiração artificial
Manobra de Heimlich
Elevação dos braços
Compressão abdominal sentado
Hemorragia arterial apresenta:
Sangue escuro e fluxo lento
Sangue vivo e jato pulsátil
Sangue escuro e constante
Sangue marrom
Sangue espesso e denso
Primeira medida para hemorragia externa:
Compressão direta
Uso de garrote sempre
Elevar membros
Aplicar gelo
Dar água
Feridas cortantes são classificadas como:
Aberturas por tração
Lesões amassadas
Corte linear por objeto afiado
Ferimento infeccioso
Trauma fechado
Hemostasia é o processo de:
Aumentar temperatura corporal
Parar sangramento
Melhorar respiração
Regular pulso
Aumentar oxigênio no sangue
Um sintoma típico de choque é:
Pele quente
Pulso forte
Pulso fraco e rápido
Respiração normal
Pupilas contraídas
Queimaduras de 1º grau afetam:
Derme e hipoderme
Epiderme apenas
Músculo
Ossos
Nervos profundos
Queimaduras elétricas têm como característica:
Sempre superficiais
Entradas e saídas
Ausência de dor
Baixo risco
Sangramento intenso
Queimaduras elétricas têm como característica:
Sempre superficiais
Entradas e saídas
Ausência de dor
Baixo risco
Sangramento intenso
Em queimaduras químicas, deve-se:
Neutralizar com ácido
Neutralizar com base
Lavar com água corrente por 20 minutos
Passar creme
Cobrir com algodão
A vítima em choque deve ser:
Mantida em pé
Deitada com pernas elevadas
Forçada a caminhar
Deixada no sol
Hidratação imediata por via oral
No transporte em maca, deve-se:
Mexer a coluna
Manter alinhamento cabeça-tronco-pelve
Elevar cabeça sempre
Transportar sentado
Dobrar tronco
Luxação é definida como:
Lesão superficial
Sangramento interno
Deslocamento completo da articulação
Fratura parcial
Entorse leve
Entorse é:
Ruptura total da articulação
Lesão dos ligamentos
Fratura exposta
Deslocamento ósseo
Lesão muscular grave
Fraturas expostas são caracterizadas por:
Lesão muscular
Ruptura da pele com osso visível
Dor leve
Movimento normal
Ausência de deformidade
Para imobilizar fratura, deve-se:
Reposicionar o osso
Colocar gelo diretamente
Imobilizar acima e abaixo da fratura
Forçar movimento
Retirar roupas apertadas
O KED é utilizado para:
Imobilizar pelve
Imobilizar vítima sentada com suspeita de trauma
Transporte rápido em prancha
Hemorragias
Queimaduras graves
Sinais de inconsciência incluem:
Resposta imediata
Olhos fixos sem resposta
Conversa coerente
Dor leve
Respiração ofegante
Em caso de contusão, a conduta é:
Calor imediato
Gelo nas primeiras horas
Compressão forte
Friccionar área
Expor ao sol
As regras de segurança para treinamento de sobrevivência na água incluem:
Entrar na água sem colete
Utilizar sempre colete e seguir instruções do instrutor
Nadar contra corrente forte
Submergir repetidamente
Flutuar sem supervisão
Princípio fundamental de sobrevivência no mar:
Nadar continuamente para não esfriar
Conservar energia e calor
Mergulhar profundamente
Retirar o colete salva-vidas
Beber água do mar em pequenas quantidades
Embarcação de sobrevivência é definida como:
Qualquer embarcação de trabalho
Embarcação destinada a salvar vidas em caso de abandono
Bote de serviço apenas
Barco de apoio da plataforma
Escaler comum
Lançamento free-fall caracteriza:
Balsa inflável
Baleeira rígida que desliza em queda livre
Escalera de portaló
Equipamento de rebocador
Navio-sonda
Equipamento de proteção térmica serve para:
Atividades normais de bordo
Manutenção quente
Reduzir perda de calor do corpo
Substituir colete
Usar durante mergulho
Os símbolos de segurança IMO têm como objetivo:
Enfeitar o navio
Auxiliar na comunicação universal de segurança
Indicar temperatura ambiente
Substituir sinais sonoros
Ativar alarmes
Situação típica que pode causar abandono:
Parada de máquina
Incêndio descontrolado
Falta de água potável
Troca de tripulação
Avaria leve de rádio
Prevenção de emergências inclui:
Não participar de treinamentos
Conhecer tabela-mestra e equipamentos
Evitar revisar EPIRB
Desconsiderar rotas de fuga
Não usar EPI
Ao embarcar, o tripulante deve saber:
Apenas onde fica o refeitório
Tabela-mestra, rotas de fuga e equipamentos de emergência
Horário da folga
Nome do contramestre apenas
Onde fica o convés super
O tripulante deve saber:
Apenas onde fica o refeitório
Tabela-mestra, rotas de fuga e equipamentos de emergência
Horário da folga
Nome do contramestre apenas
Onde fica o convés superior
Equipamentos extras que podem ser levados para a embarcação de sobrevivência incluem:
Rádios combinados e documentos pessoais
Água, alimentos, medicamentos essenciais e meios de comunicação
Roupas de cama
Ferramentas de pintura
Equipamentos de pesca
Dificuldades no abandono incluem:
Navio muito novo
Falta de energia e impossibilidade de lançar embarcações
Excesso de comida
Muito colete disponível
Baleeiras leves demais
Ordem de abandono é dada por:
Oficiais de quarto
Comandante
Condutor de máquina
Marinheiro de convés
Bombeador naval
O navio oferece maior chance de sobrevivência porque:
É mais visível e flutua mais tempo
Contém água salgada
Tem ar mais quente
Possui escaler interno
Mantém temperatura constante
Antes de abandonar, o tripulante deve:
Pular logo na água
Vestir roupas adequadas, colete e pegar equipamentos essenciais
Jogar fora EPIs
Fechar todas as saídas
Correr para o costado
Em situação de pânico a bordo:
Ignora-se o perigo
Tenta-se manter calma e seguir procedimentos
Corre-se sem direção
Força-se entrada em áreas fechadas
Busca-se isolamento total
Dever da tripulação com passageiros:
Desorientá-los para evitar pânico
Ajudá-los com EPIs, orientar e conduzir às estações
Deixá-los sozinhos
Priorizar carga
Reduzir número de botes
Lançamento de embarcação de sobrevivência deve ser feito:
Sem verificar vento e mar
De acordo com instruções do fabricante e treinamento SOLAS
A qualquer ângulo
Sem tripulação
Com máquina ligada
Após abandono, o tripulante deve:
Nadar longe da baleeira
Entrar totalmente na balsa ou baleeira
Ficar sem proteção
Jogar equipamentos fora
Mergulhar repetidamente
A postura HELP serve para:
Reduzir fadiga muscular
Reduzir perda de calor mantendo corpo fechado
Aumentar velocidade de natação
Facilitar resgate aéreo
Melhorar respiração
Em grupo, a postura Huddle serve para:
Dividir trabalho
Agrupar pessoas reduzindo perda de calor
Nadar em formação
Facilitar pesca
Elevar temperatura da água
Água potável deve ser consumida:
Em grandes quantidades logo após abandono
Em pequenas quantidades, de forma controlada
Apenas após 48 horas
Misturada com água do mar
Apenas para ferimentos
Água do mar:
Pode ser bebida em pequena quantidade
Nunca deve ser ingerida
Cura desidratação
Deve ser misturada a alimentos
É usada para reidratação
Sinais visuais incluem:
Rádio portátil
Fumaça laranja, espelho e sinalizadores
Binóculos
Lanterna sem espelho
Coletes apenas
EPIRB serve para:
Iluminar o passadiço
Emitir sinal de emergência via satélite
Aumentar velocidade
Medir vento
Operar guincho
SART é usado para:
Auxiliar radar de busca e salvamento
Emitir luz contínua
Transferir carga
Aquecer água
Ventilar baleeira
Principais riscos ao entrar na água:
Aquecimento
Choque térmico e perda de calor
Aumento de oxigênio
Elevação da pressão
Ausência de corrente
Situação que exige abandono imediato:
Falha do GPS
Incêndio fora de controle
Falta de luz no camarote
Falha no radar
Retirada do comandante
Antes de descer pela escada de quebra-peito:
Pular da proa
Verificar vento e onda
Antes de descer pela escada de quebra-peito:
Pular da proa
Verificar vento e ondas
Jogar colete fora
Descer correndo
Tirar botas
A balsa inflável é equipada com:
EPIRB, comida, água, kit de sobrevivência
Fogão, aquecedor
Bússola e sonar
Cadeiras e coberturas
Material de pintura
Em caso de fogo próximo à balsa inflada na água:
Permanecer parado
Remar afastando-se do navio
Perfurar a balsa para esvaziar
Usar água quente
Cortar linhas de vida
A segurança do trabalho a bordo visa principalmente:
Aumentar produtividade
Prevenir acidentes e preservar vidas
Reduzir custo de tripulação
Aumentar velocidade da embarcação
Facilitar operações de carga
EPI significa:
Equipamento Portuário Individual
Equipamento de proteção individual
Elemento de proteção interna
Equipamento provisório industrial
Item de proteção isolada
É obrigatória a utilização de EPI quando:
O trabalho é de baixa importância
Há risco identificado na atividade
O funcionário desejar
O navio estiver ancorado
Apenas em porto
As ordens de segurança devem ser:
Ignoradas quando há pressa
Sempre seguidas
Cumpridas só em manutenções
Cumpridas apenas por oficiais
Aplicadas apenas na casa de máquinas
A bordo, o maior número de acidentes ocorre devido a:
Falhas de equipamento modernas
Falta de atenção e procedimentos incorretos
Falhas estruturais do casco
Erros climáticos
Baixa visibilidade
Trabalho em altura exige:
Qualquer cabo disponível
Cinto de segurança adequado e linha de vida
Água e comida
Apenas bota resistente
Avaliação médica prévia
Em espaços confinados, é obrigatório:
Entrar rapidamente
Inspeção, teste de gases e permissão de entrada
Entrar sozinho para agilizar
Não usar EPI
Manter todas escotilhas fechadas
Atmosfera perigosa inclui:
Apenas cheiro forte
Falta de oxigênio ou presença de gases tóxicos
Presença de poeira comum
Ar quente
Ventilação excessiva
Um risco típico da casa de máquinas:
Baixo ruído
Altas temperaturas e risco de queimaduras
Frio extremo
Operações sem engrenagens
Falta de peças móveis
A bordo, o risco elétrico está associado a:
Umidade, cabos descascados e equipamentos defeituosos
Navios de alumínio
Luz natural
Escadas
Água potável
Extintores devem ser:
Utilizados sem treinamento
Verificados periodicamente
Guardados em paióis fechados
Manuseados apenas por oficiais
Mantidos descarregados
Em caso de derramamento de óleo no convés:
Jogar água
Sinalizar área, conter e absorver
Continuar trabalho normalmente
Usar pano seco apenas
Varrer sem EPI
O mapa de riscos identifica:
Somente riscos ergonômicos
Riscos ambientais e operacionais
Apenas ruído
Apenas esforço físico
Apenas agentes químicos
Ergonomia busca:
Melhorar alimentação
Ajustar o trabalho ao homem
Aumentar número de tripulantes
Reduzir folgas
Criar manuais de máquinas
Uma escada mal fixada representa risco:
Biológico
Mecânico
Ergonômico
Psicológico
Radiológico
EPIs mais comuns em embarcações incluem:
Capacete, bota, luvas e protetor auricular
Palamenta, boia, escovém
GPS, rádio e SART
Leme, cabrestante
Extintor tipo CO₂ apenas
Incluem:
Capacete, bota, luvas e protetor auricular
Palamenta, boia, escovém
GPS, rádio e SART
Leme, cabrestante
Extintor tipo CO₂ apenas
O risco de queda ao mesmo nível é associado a:
Ruído
Superfícies molhadas ou com óleo
Altas temperaturas
Falta de iluminação solar
Carga elétrica
Sempre que houver risco químico, deve-se usar:
Touca
Luvas e proteção respiratória adequadas
Chinelo
Boné
Nenhum EPI
A permissão de trabalho (PT) serve para:
Controlar estoque
Autorizar atividades perigosas com segurança
Liberar pagamento
Controlar carga
Liberar refeições
Trabalho quente (solda/corte) exige:
Luz natural
PT, isolamento e vigia de incêndio
Apenas bota
Apenas luva
Extintor vazio
Trabalhos em espaços confinados exigem:
Entrada imediata
Teste de oxigênio e gases, EPI e vigia
Pular dentro
Retirar ventilação
Manter portas fechadas
Vibração excessiva pode causar:
Perda auditiva
Lesões musculares e vasculares
Conjuntivite
Sudorese
Desidratação
O risco biológico a bordo inclui:
Ruído alto
Animais peçonhentos e material contaminado
Pressão atmosférica
Moitões
Calor radiante
O risco ergonômico é exemplificado por:
Levantamento incorreto de peso
Pressão hidráulica
Vibração
Choque elétrico
Umidade
Em caso de escorregão com queda:
Retomar trabalho
Comunicar imediatamente
Lavar somente
Esconder o incidente
Seguir sem registrar
O equipamento de proteção respiratória mais comum é:
Máscara semifacial com filtro
Capacete
Bota
Protetor auricular
Luva nitrílica
A função do vigia em trabalho perigoso é:
Substituir operador
Monitorar segurança e intervir em emergência
Fiscalizar horários
Operar máquinas
Fechar paióis
Choque térmico ocorre quando:
A pessoa sente calor
Há queda brusca de temperatura do corpo
Está muito iluminado
A pessoa respira ar frio
Fica sem água
O risco de incêndio aumenta com:
Má ventilação e materiais inflamáveis
Área molhada
Sinais sonoros
Baixa tensão elétrica
Falta de sol
A CIPA a bordo tem função de:
Inspecionar porões
Prevenir acidentes e promover segurança
Operar máquinas
Dirigir bote salva-vidas
Emitir certificados
A principal finalidade do controle de poluição por óleo a bordo é:
Reduzir custos operacionais
Melhorar a vida útil das máquinas
Evitar danos à pintura do casco
Prevenir impactos ao meio ambiente marinho
Aumentar a velocidade da embarcação
O Livro de Registro de Óleo deve ser preenchido:
Apenas quando solicitado pela autoridade portuária
Somente após inspeções
Somente no fim da viagem
Sempre que houver operação envolvendo óleo
Apenas no porto
O SOPEP tem como finalidade:
Mapear rotas de navegação
Ensinar primeiros socorros
Padronizar sinais de emergência
Estabelecer procedimentos em caso de derramamento de óleo
Determinar as luzes de navegação
Substâncias listadas no Anexo II da MARPOL são classificadas como:
Sólidos perigosos
Gases inflamáveis
Substâncias radioativas
Substâncias líquidas nocivas
Resíduos sanitários
O Livro de Registro de Gerenciamento de Lastro tem como objetivo:
Controlar estoque de carga
Monitorar as operações de fundeio
Registrar o uso dos EPIs
Registrar operações com água de lastro
Acompanhar turnos de serviço
6. O despejo de esgoto sanitário no mar é regulado pelo:
Código IBC
Anexo V da MARPOL
Anexo I da MARPOL
RIPEAM
Anexo IV da MARPOL
A descarga de lixo no mar é permitida somente quando:
A tripulação autorizar
Houver mau tempo
O comandante estiver no passadiço
Atender às restrições do Anexo V da MARPOL
Estiver próximo ao porto
O principal risco associado ao descarte irregular de água de lastro é:
Perda de velocidade
Avaria no molinete
Introdução de espécies invasoras
Corrosão do costado
Aumento da fumaça da chaminé
O SMPEP é aplicável principalmente a:
Máquinas elétricas
Sistemas hidráulicos
Incêndios estruturais
Poluição marinha por substâncias perigosas
Controle de ruído
O Anexo I da MARPOL trata de:
Emissões atmosféricas
Lixo sólido
Controle de esgoto
Substâncias químicas embaladas
Poluição por óleo
O Anexo III da MARPOL regula:
Descarga de águas oleosas
Emissões de motores
Substâncias perigosas transportadas embaladas
Lixo plástico
Água de lastro
12. A operação de lavar tanques contendo óleo deve ser registrada no:
Livro de Convés
Livro de Carga
Diário Náutico
Livro de Registro de Óleo
Livro de Máquinas
O Anexo VI da MARPOL trata de:
Poluição do ar pelos navios
Derramamento de óleo
Controle de lixo
Água de lastro
Poluição por esgoto
