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Confissão: Revisão

Total questions: 45

Worksheet time: 23mins

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1.

Chamar a confissão de “sacramento de cura” significa principalmente que ela:

a)

Serve apenas para aliviar a culpa.

b)

Substitui terapia psicológica.

c)

Trata as feridas espirituais causadas pelo pecado.

d)

Cura doenças físicas.

2.

Quando se diz que os sacramentos “tocam o nosso agora”, isso indica que:

a)

Só têm valor histórico.

b)

Deus age concretamente em nossa vida presente.

c)

São apenas símbolos.

d)

Funcionam só para pessoas muito santas.

3.

Na absolvição, o padre age principalmente como:

a)

Um amigo.

b)

Um psicólogo.

c)

Um juiz civil.

d)

Representante de Cristo e da Igreja.

4.

Segundo o Pe. Felipe, a confissão NÃO é:

a)

Momento de acolhida.

b)

Sacramento.

c)

Encontro com a misericórdia.

d)

Direção espiritual.

5.

Pecado venial é aquele que:

a)

Rompe totalmente com Deus.

b)

Não tem importância moral.

c)

Enfraquece a vida espiritual sem romper a amizade com Deus.

d)

Nunca precisa ser confessado.

6.

A penitência dada pelo padre tem como finalidade principal:

a)

Punir o penitente.

b)

Ajudar na conversão e reparação do mal.

c)

Testar a obediência.

d)

Encerrar rapidamente a confissão.

7.

A paz recebida após a confissão é fruto de:

a)

Esquecer o passado.

b)

Ser elogiado pelo padre.

c)

Ser reconciliado com Deus.

d)

Fazer boas obras.

8.

A Igreja usa gestos e palavras na confissão porque:

a)

São tradições vazias.

b)

Cristo salvou com gestos e palavras que a Igreja atualiza.

c)

Apenas por estética.

d)

Para confundir os fiéis.

9.

Evitar justificar o pecado na confissão é importante porque:

a)

Deus não escuta justificativas.

b)

A confissão exige verdade e responsabilidade pessoal.

c)

O padre não gosta de ouvir.

d)

Não faz diferença.

10.

O contexto do pecado só deve ser narrado quando:

a)

Sempre e com detalhes.

b)

Apenas em pecados leves.

c)

O padre pede esclarecimento.

d)

Nunca.

11.

Dizer quantas vezes um pecado mortal foi cometido ajuda o padre a:

a)

Julgar a pessoa.

b)

Humilhar o penitente.

c)

Registrar no sistema.

d)

Dar conselho e penitência adequados.

12.

A contrição é essencial porque:

a)

Só há perdão verdadeiro quando reconhecemos o mal feito.

b)

Deus perdoa sem arrependimento.

c)

É só emoção.

d)

Serve para agradar ao padre.

13.

13. A presença do sacerdote é necessária porque:

a)

Ele perdoa por conta própria.

b)

Sem ele não há oração.

c)

Atua “in persona Christi” (na pessoa de Cristo).

d)

Só ele conhece os pecados.

14.

15. A paz recebida após a confissão é fruto de:

a)

Ser elogiado pelo padre.

b)

Fazer boas obras.

c)

Esquecer o passado.

d)

Ser reconciliado com Deus.

15.

16. A Igreja usa gestos e palavras na confissão porque:

a)

Cristo salvou com gestos e palavras que a Igreja atualiza.

b)

São tradições vazias.

c)

Apenas por estética.

d)

Para confundir os fiéis.

16.

18. O contexto do pecado só deve ser narrado quando:

a)

O padre pede esclarecimento.

b)

Apenas em pecados leves.

c)

Sempre e com detalhes.

d)

Nunca.

17.

19. Dizer quantas vezes um pecado mortal foi cometido ajuda o padre a:

a)

Julgar a pessoa.

b)

Humilhar o penitente.

c)

Dar conselho e penitência adequados.

d)

Registrar no sistema.

18.

20. Evitar detalhes em pecados contra a castidade serve para:

a)

Proteger a memória e evitar novas tentações.

b)

Esconder a verdade.

c)

Confundir o padre.

d)

Minimizar o pecado.

19.

21. A contrição é essencial porque:

a)

É só emoção.

b)

Só há perdão verdadeiro quando reconhecemos o mal feito.

c)

Serve para agradar o padre.

d)

Deus perdoa sem arrependimento.

20.

22. “Firme propósito de emenda” significa:

a)

Apenas dizer que vai tentar.

b)

Nunca mais errar.

c)

Ter intenção real de lutar contra o pecado.

d)

Ser perfeito imediatamente.

21.

23. A pessoa pode não receber absolvição quando:

a)

Confessa muitos pecados.

b)

Não quer abandonar o pecado.

c)

Está arrependida.

d)

Fala pouco.

22.

24. A fórmula de absolvição revela que o perdão vem:

a)

Do padre.

b)

Do próprio penitente.

c)

De Deus agindo pela Igreja.

d)

Das boas obras.

23.

25. Se alguém esquece um pecado venial na confissão:

a)

Deve repetir tudo.

b)

A confissão é inválida.

c)

Está em pecado mortal.

d)

Continua perdoado e pode confessá-lo depois.

24.

26. O exame de consciência diário ajuda principalmente a:

a)

Substituir a confissão.

b)

Formar a consciência e crescer na santidade.

c)

Aumentar escrúpulos.

d)

Evitar o padre.

25.

27. A Igreja recomenda a confissão frequente porque:

a)

É obrigação burocrática.

b)

Ela fortalece a vida espiritual.

c)

Serve para controlar fiéis.

d)

Deus exige perfeição.

26.

28. A confissão pública dos pecados NÃO é regra porque:

a)

A Igreja esconde erros.

b)

O sacramento protege a dignidade do penitente.

c)

Não existe pecado.

d)

Deus não se importa.

27.

29. O silêncio do padre após ouvir os pecados indica que ele:

a)

Está julgando.

b)

Está rezando e discernindo conselho e penitência.

c)

Não entendeu nada.

d)

Está cansado.

28.

30. A reconciliação restaura principalmente:

a)

Apenas sentimentos.

b)

Só a reputação social.

c)

A amizade com Deus e com a Igreja.

d)

Apenas a autoestima.

29.

31. A frase “Deus usa o nosso pior para refazer todas as coisas” significa que:

a)

Deus transforma quedas em ocasião de graça.

b)

Deus precisa do pecado.

c)

O pecado não importa.

d)

Podemos pecar à vontade.

30.

“Firme propósito de emenda” significa:

a)

Ser perfeito imediatamente.

b)

Ter intenção real de lutar contra o pecado.

c)

Apenas dizer que vai tentar.

d)

Nunca mais errar.

31.

A pessoa pode não receber absolvição quando:

a)

Confessa muitos pecados.

b)

Está arrependida.

c)

Não quer abandonar o pecado.

d)

Fala pouco.

32.

A fórmula de absolvição revela que o perdão vem:

a)

Do padre.

b)

De Deus agindo pela Igreja.

c)

Do próprio penitente.

d)

Das boas obras.

33.

Se alguém esquece um pecado venial na confissão:

a)

A confissão é inválida.

b)

Continua perdoado e pode confessá-lo depois.

c)

Está em pecado mortal.

d)

Deve repetir tudo.

34.

O exame de consciência diário ajuda principalmente a:

a)

Substituir a confissão.

b)

Evitar o padre.

c)

Formar a consciência e crescer na santidade.

d)

Aumentar escrúpulos.

35.

A Igreja recomenda a confissão frequente porque:

a)

Deus exige perfeição.

b)

Serve para controlar fiéis.

c)

Ela fortalece a vida espiritual.

d)

É obrigação burocrática.

36.

A confissão pública dos pecados NÃO é regra porque:

a)

O sacramento protege a dignidade do penitente.

b)

Não existe pecado.

c)

A Igreja esconde erros.

d)

Deus não se importa.

37.

O silêncio do padre após ouvir os pecados indica que ele:

a)

Está julgando.

b)

Está rezando e discernindo conselho e penitência.

c)

Não entendeu nada.

d)

Está cansado.

38.

A diferença entre esquecer e omitir um pecado é que:

a)

São iguais.

b)

Esquecer é involuntário; omitir é deliberado.

c)

Ambos invalidam a confissão.

d)

Só esquecer é pecado.

39.

Se alguém lembra depois de um pecado mortal, deve:

a)

Buscar nova confissão o quanto antes.

b)

Resolver só em oração.

c)

Ignorar.

d)

Esperar um ano.

40.

Ver “a imagem dos meus pecados” leva principalmente à:

a)

Desespero.

b)

Humildade e conversão.

c)

Orgulho espiritual.

d)

Indiferença.

41.

O maior fruto da Reconciliação é:

a)

Ser elogiado.

b)

Paz com Deus e vida nova na graça.

c)

Evitar punições.

d)

Alívio psicológico.

42.

Teologicamente, a confissão é melhor entendida como:

a)

Obrigação burocrática.

b)

Encontro de cura, verdade e misericórdia.

c)

Conversa informal.

d)

Ritual sem efeito.

43.

A relação entre confissão e Eucaristia é que:

a)

São independentes.

b)

A reconciliação prepara para comungar dignamente.

c)

Só a Eucaristia importa.

d)

Só a confissão importa.

44.

A confiança na misericórdia de Deus impede:

a)

O desespero e o escrúpulo exagerado.

b)

A responsabilidade moral.

c)

O arrependimento.

d)

O exame de consciência.

45.

Em última síntese, o sacramento da Reconciliação é:

a)

Um encontro transformador com o amor de Deus.

b)

Um tribunal de condenação.

c)

Uma simples conversa.

d)

Um ritual social.