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WorksheetsConfissão: Revisão
Total questions: 45
Worksheet time: 23mins
Chamar a confissão de “sacramento de cura” significa principalmente que ela:
Serve apenas para aliviar a culpa.
Substitui terapia psicológica.
Trata as feridas espirituais causadas pelo pecado.
Cura doenças físicas.
Quando se diz que os sacramentos “tocam o nosso agora”, isso indica que:
Só têm valor histórico.
Deus age concretamente em nossa vida presente.
São apenas símbolos.
Funcionam só para pessoas muito santas.
Na absolvição, o padre age principalmente como:
Um amigo.
Um psicólogo.
Um juiz civil.
Representante de Cristo e da Igreja.
Segundo o Pe. Felipe, a confissão NÃO é:
Momento de acolhida.
Sacramento.
Encontro com a misericórdia.
Direção espiritual.
Pecado venial é aquele que:
Rompe totalmente com Deus.
Não tem importância moral.
Enfraquece a vida espiritual sem romper a amizade com Deus.
Nunca precisa ser confessado.
A penitência dada pelo padre tem como finalidade principal:
Punir o penitente.
Ajudar na conversão e reparação do mal.
Testar a obediência.
Encerrar rapidamente a confissão.
A paz recebida após a confissão é fruto de:
Esquecer o passado.
Ser elogiado pelo padre.
Ser reconciliado com Deus.
Fazer boas obras.
A Igreja usa gestos e palavras na confissão porque:
São tradições vazias.
Cristo salvou com gestos e palavras que a Igreja atualiza.
Apenas por estética.
Para confundir os fiéis.
Evitar justificar o pecado na confissão é importante porque:
Deus não escuta justificativas.
A confissão exige verdade e responsabilidade pessoal.
O padre não gosta de ouvir.
Não faz diferença.
O contexto do pecado só deve ser narrado quando:
Sempre e com detalhes.
Apenas em pecados leves.
O padre pede esclarecimento.
Nunca.
Dizer quantas vezes um pecado mortal foi cometido ajuda o padre a:
Julgar a pessoa.
Humilhar o penitente.
Registrar no sistema.
Dar conselho e penitência adequados.
A contrição é essencial porque:
Só há perdão verdadeiro quando reconhecemos o mal feito.
Deus perdoa sem arrependimento.
É só emoção.
Serve para agradar ao padre.
13. A presença do sacerdote é necessária porque:
Ele perdoa por conta própria.
Sem ele não há oração.
Atua “in persona Christi” (na pessoa de Cristo).
Só ele conhece os pecados.
15. A paz recebida após a confissão é fruto de:
Ser elogiado pelo padre.
Fazer boas obras.
Esquecer o passado.
Ser reconciliado com Deus.
16. A Igreja usa gestos e palavras na confissão porque:
Cristo salvou com gestos e palavras que a Igreja atualiza.
São tradições vazias.
Apenas por estética.
Para confundir os fiéis.
18. O contexto do pecado só deve ser narrado quando:
O padre pede esclarecimento.
Apenas em pecados leves.
Sempre e com detalhes.
Nunca.
19. Dizer quantas vezes um pecado mortal foi cometido ajuda o padre a:
Julgar a pessoa.
Humilhar o penitente.
Dar conselho e penitência adequados.
Registrar no sistema.
20. Evitar detalhes em pecados contra a castidade serve para:
Proteger a memória e evitar novas tentações.
Esconder a verdade.
Confundir o padre.
Minimizar o pecado.
21. A contrição é essencial porque:
É só emoção.
Só há perdão verdadeiro quando reconhecemos o mal feito.
Serve para agradar o padre.
Deus perdoa sem arrependimento.
22. “Firme propósito de emenda” significa:
Apenas dizer que vai tentar.
Nunca mais errar.
Ter intenção real de lutar contra o pecado.
Ser perfeito imediatamente.
23. A pessoa pode não receber absolvição quando:
Confessa muitos pecados.
Não quer abandonar o pecado.
Está arrependida.
Fala pouco.
24. A fórmula de absolvição revela que o perdão vem:
Do padre.
Do próprio penitente.
De Deus agindo pela Igreja.
Das boas obras.
25. Se alguém esquece um pecado venial na confissão:
Deve repetir tudo.
A confissão é inválida.
Está em pecado mortal.
Continua perdoado e pode confessá-lo depois.
26. O exame de consciência diário ajuda principalmente a:
Substituir a confissão.
Formar a consciência e crescer na santidade.
Aumentar escrúpulos.
Evitar o padre.
27. A Igreja recomenda a confissão frequente porque:
É obrigação burocrática.
Ela fortalece a vida espiritual.
Serve para controlar fiéis.
Deus exige perfeição.
28. A confissão pública dos pecados NÃO é regra porque:
A Igreja esconde erros.
O sacramento protege a dignidade do penitente.
Não existe pecado.
Deus não se importa.
29. O silêncio do padre após ouvir os pecados indica que ele:
Está julgando.
Está rezando e discernindo conselho e penitência.
Não entendeu nada.
Está cansado.
30. A reconciliação restaura principalmente:
Apenas sentimentos.
Só a reputação social.
A amizade com Deus e com a Igreja.
Apenas a autoestima.
31. A frase “Deus usa o nosso pior para refazer todas as coisas” significa que:
Deus transforma quedas em ocasião de graça.
Deus precisa do pecado.
O pecado não importa.
Podemos pecar à vontade.
“Firme propósito de emenda” significa:
Ser perfeito imediatamente.
Ter intenção real de lutar contra o pecado.
Apenas dizer que vai tentar.
Nunca mais errar.
A pessoa pode não receber absolvição quando:
Confessa muitos pecados.
Está arrependida.
Não quer abandonar o pecado.
Fala pouco.
A fórmula de absolvição revela que o perdão vem:
Do padre.
De Deus agindo pela Igreja.
Do próprio penitente.
Das boas obras.
Se alguém esquece um pecado venial na confissão:
A confissão é inválida.
Continua perdoado e pode confessá-lo depois.
Está em pecado mortal.
Deve repetir tudo.
O exame de consciência diário ajuda principalmente a:
Substituir a confissão.
Evitar o padre.
Formar a consciência e crescer na santidade.
Aumentar escrúpulos.
A Igreja recomenda a confissão frequente porque:
Deus exige perfeição.
Serve para controlar fiéis.
Ela fortalece a vida espiritual.
É obrigação burocrática.
A confissão pública dos pecados NÃO é regra porque:
O sacramento protege a dignidade do penitente.
Não existe pecado.
A Igreja esconde erros.
Deus não se importa.
O silêncio do padre após ouvir os pecados indica que ele:
Está julgando.
Está rezando e discernindo conselho e penitência.
Não entendeu nada.
Está cansado.
A diferença entre esquecer e omitir um pecado é que:
São iguais.
Esquecer é involuntário; omitir é deliberado.
Ambos invalidam a confissão.
Só esquecer é pecado.
Se alguém lembra depois de um pecado mortal, deve:
Buscar nova confissão o quanto antes.
Resolver só em oração.
Ignorar.
Esperar um ano.
Ver “a imagem dos meus pecados” leva principalmente à:
Desespero.
Humildade e conversão.
Orgulho espiritual.
Indiferença.
O maior fruto da Reconciliação é:
Ser elogiado.
Paz com Deus e vida nova na graça.
Evitar punições.
Alívio psicológico.
Teologicamente, a confissão é melhor entendida como:
Obrigação burocrática.
Encontro de cura, verdade e misericórdia.
Conversa informal.
Ritual sem efeito.
A relação entre confissão e Eucaristia é que:
São independentes.
A reconciliação prepara para comungar dignamente.
Só a Eucaristia importa.
Só a confissão importa.
A confiança na misericórdia de Deus impede:
O desespero e o escrúpulo exagerado.
A responsabilidade moral.
O arrependimento.
O exame de consciência.
Em última síntese, o sacramento da Reconciliação é:
Um encontro transformador com o amor de Deus.
Um tribunal de condenação.
Uma simples conversa.
Um ritual social.
