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Educação em Espaços Não Formais - SNF001

Educação em Espaços Não Formais - SNF001

Assessment

Presentation

Social Studies

University

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Anderson Nascimento

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FREE Resource

28 Slides • 8 Questions

1

Educação em Espaços Não Formais

Anderson Maia do Nascimento 

Facilitador UNIVESP

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2

Culturas Urbanas e Resistência da Juventude Negra: 

Ressonâncias do Tambor nas Escolas de Periferia de São Paulo 

Mônica Guimarães Teixeira do AMARAL- Cristiane Correia DIAS -Maria Teresa LODUCA (2019)

3

Agentes:

  • Pesquisadora da área de música - Maria Teresa Loduca -

  • Pesquisadora da área de dança breaking - Cristiane Correia Dias

  • Professora Municipal de Língua Portuguesa

  • Alunos do 8º ano

4

Introdução 

  • Trata-se de um relato de experiência de um projeto de políticas públicas, denominado - O ancestral e o contemporâneo nas escolas: reconhecimento e afirmação de histórias e culturas afro-brasileiras

  • objetivo foi colaborar para a implementação da Lei 10.639/03, que torna obrigatória a inclusão da história da África e das culturas afro-brasileiras no currículo das escolas públicas e privadas de educação básica

5

Leva em consideração:

  • Diversidade étnica e cultural presentes nas escolas brasileiras

  • Tem como base a colaboração interdisciplinar

  • Elementos do hip-hop e culturas ancestrais.

  • Docência compartilhada (Hiphopnagô )
      -> Artistas populares, pesquisadoras da universidade e professoras da rede municipal de EF

6

Citando:

“Uma memória que foi reativada entre os alunos afrodescendentes ao toque do tambor e da dança no ritmo do break beat. Essenciais para provocar rupturas de campo - do inconsciente individual e coletivo - no ambiente escolar, que tendia a negar tais experiências.”

7

CITANDO:

“...a ideia era superar hierarquias de saberes e conhecimentos, pela via do reconhecimento das contribuições das culturas que foram renegadas ou distorcidas pelo saber acadêmico, marcadamente monocultural e eurocêntrico. 

8

Mais do mesmo?

  • Provocar tensões na transmissão do saber.

  • Criação de novas estratégias didáticas para o ensino.

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9

Open Ended

O que você faz hoje para ser um profissional diferente amanhã?

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O tambor – o cronótopo moderno

  • Tambor- memória - resgate– ancestralidade – negação – identidade

  • Afromemória rítmica 

  • Culturas e religiosidade afro-brasileiras

  • Resistência negra no Brasil Colônia

  • Forma de comunicação e de resistência cultural e política entre os escravizados.

  • Demonização de suas culturas.

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As batidas do tambor- dos levantes do passado à resistência da juventude negra do presente

  • manifestações culturais e diversidade cultural

  • identificação étnica

  • conservar os costumes

  • origem do preconceito em relação a estes instrumentos  -(medo de levantes e rebeliões)

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As origens do preconceito aos ritmos e instrumentos africanos – uma demonização historicamente construída.

  • Som do tambor associado à macumba de forma pejorativa

  • Religiões pentecostais

  • Nova roupagem frente ao mundo branco e cristão

13

CITANDO

 "Afrodescendentes eram e continuam sendo de algum modo obrigados a omitir sua religião e a disfarçar sua fé para não serem mais perseguidos."

14

Em direção a uma epistemologia do sul afro-brasileira

  • Promover a descolonização das mentes e corpos negros, subalternizados pela herança do escravismo e da colonização euro-americana da África e das Américas 

  • Herança que produziu a “reativação da lógica das raças”, convertendo o “paradigma negro” no “paradigma de uma humanidade subalterna”, cuja consequência foi o “racismo institucional”  

15

  • Descolonização do modo de pensar europeu - racismo à brasileira 
    -> não é uma discriminação legal oficializada pelo Estado.
    -> suposta inferioridade do negro
    -> “práticas de hierarquização racial naturalizadas"
    -> “produção e reprodução das discriminações e desigualdade” étnico raciais

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Considerações finais:

  • Emancipação da consciência de nossos jovens afrodescendentes

  • Saber afrocentrado

  • Ressignificação da ancestralidade

  • Repensarmos o ensino e a educação de um modo geral, como um processo de descolonização de mentes e corpos

  • Dar ênfase às culturas jovens urbanas

  • Dialogar mais diretamente com as necessidades subjetivas e de formação intelectual da juventude periférica.

17

Multiple Choice

O projeto trabalhado no artigo ocorreu em um espaço de educação?

1

Formal

2

Informal

3

Não-formal

18

Multiple Choice

É possível haver educação não-formal em espaços formais/institucionalizados?

1

Sim

2

Não

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Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas 

Maria da Glória Gohn - 2006

20

Dimensões educação não-formal:

  • Aprendizagem política dos direitos

  • Capacitação dos indivíduos para o trabalho

  • Aprendizagem e exercício de práticas que capacitam os indivíduos a se organizarem com objetivos comunitários

  • Possibilita aos indivíduos fazerem uma leitura do mundo

  • Educação desenvolvida na mídia e pela mídia

21

Multiple Choice

Educação formal é:

1

Aquela carregada de valores e culturas próprias, de pertencimento e sentimentos herdados da família, convívio com amigos, etc.

2

Aquela desenvolvida nas escolas, com conteúdos previamente demarcados

3

Aquela que se aprende "no mundo da vida", via os processos de compartilhamento de experiências, principalmente em espaços e ações coletivos cotidianas.

22

Multiple Choice

Educação não-formal é:

1

Aquela carregada de valores e culturas próprias, de pertencimento e sentimentos herdados da família, convívio com amigos, etc.

2

Aquela desenvolvida nas escolas, com conteúdos previamente demarcados

3

Aquela que se aprende "no mundo da vida", via os processos de compartilhamento de experiências, principalmente em espaços e ações coletivos cotidianas.

23

Quem é o educador em cada campo de educação que estamos tratando?

  • professores

  • o "outro"

  • pais, a família em geral, os amigos, os vizinhos

24

Qual é o espaço físico territorial onde transcorrem os atos e os processos educativos?"

  • Na educação formal estes espaços são os do território das escolas, são instituições regulamentadas por lei, certificadoras

  • Na educação não-formal, os espaços educativos localizam-se em territórios que acompanham as trajetórias de vida dos grupos e indivíduos, fora das escolas, em locais informais, locais onde há processos interativos intencionais.

  • a educação informal tem seus espaços educativos demarcados por referências de nacionalidade, localidade, idade, sexo, religião, etnia etc. A casa onde se mora, a rua, o bairro, o condomínio, etc.

25

Como se educa?

  • formal: normatizados, com regras e padrões comportamentais definidos

  • não-formal: situações interativos construídos coletivamente, participação dos indivíduos é optativa, há intencionalidade na ação,

  • informal opera em ambientes espontâneos, onde as relações sociais se desenvolvem segundo gostos, referências, ou pertencimentos herdados.

26

Quais são os resultados esperados em cada campo assinalado?

  • formal: aprendizagem efetiva, certificação e titulação.

  • informal: resultados não são esperados, simplesmente acontecem a partir do desenvolvimento do senso comum nos indivíduos.

  • não formal: ?

27

Método:

  • problematização da vida cotidiana

  • temas que se colocam como necessidades

  • conteúdos não são dados a priori, são construídos no processo

  • O método passa pela sistematização dos modos de agir e de pensar o mundo

  • campo do simbólico

  • Supõe a existência da motivação

  • não se subordina às estruturas burocráticas
    É dinâmica
    Visa à formação integral dos indivíduos - caráter humanista

28

Citando:

“Há metodologias, em suma, que precisam ser desenvolvidas, codificadas, ainda que com alto grau de provisoriedade pois o dinamismo, a mudança, o movimento da realidade segundo o desenrolar dos acontecimentos, são as marcas que singularizam a educação não-formal.”

29

Citando:

“Nos conselhos se entrecruzam necessidades advindas da prática da educação formal/escolar, com a educação não-formal, principalmente no que se refere a participação dos pais e outros membros da comunidade educativa nas suas reuniões.”

30

Citando:

“As novas práticas de interação escola/representantes da sociedade civil organizada devem ser examinadas à luz dos processos da educação não-formal (...)”

31

Citando:

“as escolas passaram a ser, além de espaços de formação e aprendizagem da educação formal, centros de desenvolvimento da educação não-formal, agentes de construção de territórios civilizatórios, articuladoras de ações que retomem o sentido da civilidade humana.”

32

Citando:

“são inúmeras as novas práticas sociais expressas em novos formatos institucionais da participação, tais como os conselhos, os fóruns, as assembleias populares e as parcerias. Em todas elas a educação não-formal está presente, como processo de aprendizagem de saberes aos e entre seus participantes.”

33

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34

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Se quiser receber o próximo convite de live no seu e-mail, informe-o aqui:

36

Muito obrigado 

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Educação em Espaços Não Formais

Anderson Maia do Nascimento 

Facilitador UNIVESP

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