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A ética kateana

A ética kateana

Assessment

Presentation

Education

3rd Grade

Practice Problem

Hard

Created by

Susana Dias

FREE Resource

11 Slides • 4 Questions

1

media

A ética deontológica: Kant

COMO DEVO

AGIR?

Onde reside o valor

moral da acção?

Autores: Profs: Susana Dias e

Elsa Cerqueira

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Immanuel Kant

Nasceu a 22 de Abril de 1724, na cidade alemã de Konigsberg

• Aos 13 anos perdeu a mãe de quem conservou a mais terna recordação.

• Entra na universidade em 1747, ano em que morre o pai e se vê obrigado a

tornar-se preceptor, como forma de ganhar a vida.

• Em 1770 é nomeado para a cadeira de matemáticas, mas troca-a por lógica

e metafísica.

• Em 1781 publica a sua grande obra, Crítica da Razão Pura.

• A sua existência circunscreve-se à sua carreira de professor e à publicação

das suas obras.

• Morre em 12 de Fevereiro de 1804

3

Lê e analisa a seguinte informação

4

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HOMEM

PERSONALIDADE

HUMANIDADE

ANIMALIDADE

DESEJOS/

INCLINAÇÕES/

APETITES

EXTERIORIDADE

CORPO/ MATÉRIA

INFERIORIDADE

HETERONOMIA

SOCIEDADE

COMUNIDADE

DE INTERESSES

INTERIORIDADE

RACIONALIDADE

ESPÍRITO/ ALMA

SUPERIORIDADE

AUTONOMIA

Ser Vivo

Ser Racional

Aqui reside a moralidade

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Resposta: A vontade é boa quando age por
dever.

O dever será uma necessidade de agir por respeito à lei que a
razão dá a si mesma.

Problema: Como

reconhecer uma
vontade boa?

Nota: agir por dever não é o mesmo que
agir em conformidade com o dever.

6

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Acções por dever*

o Domínio da

moralidade.

oNecessidade de
realizar uma acção por
respeito pela lei moral.

o É o sentimento do

dever que deve
determinar a acção.

oA lei moral impõe-se
de forma absoluta e
tem um fundamento
racional.

Acções em
conformidade com
o dever

o Ações exteriormente de

acordo com o que
devemos fazer (cumprem
as regras ou normais
morais), mas
interiormente
influenciada
por outros motivos
(interesse, vantagem
pessoal, sentimentos).
Não têm valor moral, mas
apenas legal. O ser
humano age apenas com
segundas intenções e a
sua ação é apenas um
meio para chegar a um
fim particular.

. Acção legal (ex. não
roubar no supermercado).

Acções contrárias
ao dever

o Não têm valor moral

pois a intenção e a
própria ação são más

o Acções imorais e

ilegais

(roubar, matar, mentir).

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media

Agir por dever exige o conhecimento das regras, das

normas, a que se tem de obedecer. Kant procura o
fundamento de todas as regras, ou seja, não se trata,
por exemplo, de saber se devo mentir ou não, mas de
encontrar o que está na base da minha opção pela
mentira ou pela honestidade.

Problema: O que é a lei moral?

8

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media

Qualquer ser racional é um ser moral, desde que oriente bem a
sua

vontade

no

sentido

de

respeitar

os

princípios

morais.

Para

Kant,

épreciso

que

ohomem

decida

livremente,

a

partir

da

sua

razão

aquilo

que

julga

dever

fazer.

E,

todos

os

homens,

são

capazes

de

realizar

atos

morais

porque

são

seres

racionais.

No mundo em que vivemos e conhecemos, o Homem é o único
ser capaz de, se quiser, agir unicamente pela sua razão e não
apenas

por

instintos

ou

interesses

particulares.

Por

isso,

é

somente na dimensão da personalidade (dimensão racional) que
se devem centrar os seus critérios morais. É nesta dimensão
onde reside a moral, onde o homem é plenamente livre e onde
se

encontra

com

todos

os

seres

racionais

(Reino

dos

Fins)

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Imperativo
hipotético

o O imperativo

hipotético prescreve
que uma ação é boa
porque é um meio
necessário para
conseguir algum
propósito ou fim.

Obrigação condicional:
“Se…então faz…”

Exemplo: Se queres
obter boas notas, então
estuda.

Imperativo categórico
. Indica que a acção é boa em si
mesma, independentemente dos
fins que se possam alcançar com
ela. É incondicionada, um fim em
si mesma.
Obrigação inconcional: “Faz…”

. Trata-se de uma obrigação
absoluta interior que se impõe ao
ser racional sob a forma de Dever,
e que ele respeita
autonomamente sem nenhuma
coação externa sobre a sua
vontade.

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media

Agir sempre segundo uma máxima tal que possas querer ao
mesmo tempo que ela se transforme em lei universal

Age de tal forma que uses a humanidade tanto na tua pessoa
como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente
como fim e nunca como meio

“Age sempre de forma autónoma”. (A autonomia como princípio supremo
da moralidade).

Formulação
personalista

O imperativo categórico é só um, mas apresenta três
formulações

Formulação

universal

Formulação

da

autonomial

11

Agora
resolve as seguintes questões:

12

Multiple Choice

  1. 1. Kant considera que o principal fundamento da moralidade encontra-se:

1

Na lei moral

2

Na vontade

3

Na felicidade

4

No resultado da ação

13

Multiple Choice

  1. O imperativo categórico, na teoria moral de Kant, assegura simultaneamente uma obrigação e a liberdade do indivíduo. Esta afirmação é:

1

Falsa; a obrigação e a liberdade são dois conceitos incompatíveis – o ser humano ou age livremente ou por obrigação.

2

Verdadeira; o imperativo categórico permite ao individuo aceder livremente às imposições morais externas.

3

Falsa; Kant considera que na base do imperativo categórico está a obrigação.

4

Verdadeira; o imperativo categórico impõe uma ordem, mas cabe ao individuo aceitá-la ou não.

14

Multiple Choice

Para Kant, a ação moral deve ser determinada:

1

Pela razão e pelo dever

2

Pelos prazeres superiores e pelo imperativo categórico

3

Pela razão e pela inclinação

4

Pelos imperativos categórico e hipotético

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COMO DEVO

AGIR?

Onde reside o valor

moral da acção?

Autores: Profs: Susana Dias e

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