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Capacitação Krav Maga

Capacitação Krav Maga

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Ana Marçal

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58 Slides • 5 Questions

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Capacitação de Instrutores Krav Maga



FBKMK

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Currículo

Faixa Preta 1º DAN – JUDÔ

•Formações: Teologia (FABRA), Recursos Humanos (UVV) , Biblioteconomia (UFES)  e  Educação Física (UNICESUMAR)

•Especialização em Educação Inclusiva e Especial

•Pós-graduada em Psicomotricidade e Movimento

•Especialização em Transtornos do Neurodesenvolvimento e as Dificuldades Motoras

•Coordenadora de Judô Inclusivo FEJ

•Professora do curso de formação de faixas pretas da Federação Espíritossantense de Judô

•Professora do curso de formação de Judô Inclusivo para escolas particulares do Espírito Santo

•MBA em Judô – Aspectos Metodológicos no Brasil e Japão

•Técnica da Associação Brasileira do Judô Inclusivo ABJI

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Quais palavras você diria que vão nortear a palestra de hoje?

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“A aula inclusiva é definida como:

Normal sempre que possível,

   Adaptado quando necessário”.

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Você já deu aula para PCD?

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ACESSIBILIDADE

Sarraf (2007) define como acessibilidade o processo de eliminação de barreiras, não só físicas, mas do campo das informações, das atitudes.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (2004) define acessibilidade, por meio da norma NRB 9050, como a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaços, mobiliários, equipamentos urbanos e elementos.

A mesma norma define o termo acessível como espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. O termo acessível implica tanto acessibilidade física como de comunicação.

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COMUNICAÇÃO

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Silva et al. (2000) diz que a comunicação é um processo de interação no qual compartilhamos mensagens e ideias, podendo influenciar no comportamento dos indivíduos, que por sua vez, reagirão a partir de suas crenças, valores, cultura e história de vida.

  • COMUNICAÇÃO VERBAL: Quando essa comunicação é feita utilizando a fala ou escrita.


  • COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL: Quando utilizado demais formas de expressão como gestos, mímicas, expressões corporais e faciais, desenhos, códigos, entre outros.

Através da comunicação as pessoas compartilham ideias, experiências, interagem, desenvolvem-se.

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INCLUSÃO

Inclusão é o ato de incluir e acrescentar, ou seja, adicionar coisas ou pessoas em grupos e núcleos que antes não faziam parte. Socialmente, a inclusão representa um ato de igualdade entre os diferentes indivíduos que habitam determinada sociedade.

A inclusão no esporte significa garantir o acesso e a participação de todos os membros da sociedade nas atividades esportivas, independentemente de sua origem social, gênero, idade ou deficiência.

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SÍMBOLO DA INCLUSÃO ADOTADO PELA ONU

01/02/2018 “logotipo acessibilidade” - uma figura simétrica conectada por quatro pontos a um círculo, representando a harmonia entre o ser humano e a sociedade, e com os braços abertos, simbolizando a inclusão de pessoas com todas as habilidades, em todos os lugares.

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INFORMAÇÃO, comunicação e ao conhecimento é um direito humano fundamental, reconhecido internacionalmente e no plano do ordenamento jurídico brasileiro, e, ainda, reafirmado pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/15).

TECNOLOGIA DE COMUNICAÇÃO: Tecnologia assistiva (dispositivos, softwares e recursos como: teclados especiais, leitores de tela até aplicativos de comunicação). A inclusão digital implica em interfaces digitais projetadas para serem acessíveis a todos os usuários, incluindo aqueles com diferentes tipos de deficiência.

SERVIÇOS: A disponibilidade, acomodação e a adequação

ACESSO FÍSICO: Adaptações físicas para garantir que o espaço seja otimizado e que todas as pessoas possam ter acesso a todas as áreas e locais. Para isso, é necessário fazer a instalação de rampas, elevadores, banheiros adaptados, etc. (ABNT 9050)

O logotipo simboliza a esperança e a igualdade de acesso para todos.

Direitos das Pessoas com Deficiência lei 7750/17

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A pessoa é direta ou indiretamente privada de qualquer forma de relação, é como se ela não existisse.

​​Exclusão

A pessoa tem oportunidade de participar em locais e atividades exclusivos para a pessoa com deficiência, sem outras pessoas sem deficiência.

​​Segregação

A pessoa consegue estar em locais e serviços onde há pessoas sem eficiência, porém ela é tratada separadamente, sem ter relacionamento com as pessoas sem deficiência.

​​Integração

Os locais tem acessibilidade e os serviços são inclusivos, onde a pessoa com deficiência está nos mesmos lugares e participa das mesmas atividades que pessoas sem deficiência, todos juntos na verdadeira inclusão.

​​Inclusão

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  • Aprender a conhecer: É aprender a compreender o mundo que o rodeia, é o prazer de compreender, de conhecer, de descobrir;

  • Aprender a fazer: É ir além do conhecimento teórico e entrar no setor prático;

  • Aprender a viver com os outros: Aprender a compreender o próximo, é de que o outro é diferente e saber encarar essas diversidades;

  • Aprender a ser: Incitar a criatividade e elevar o crescimento de conhecimentos, além de ter em mente um sentido ético e estético perante a sociedade;

PILARES DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA:

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Lei 14.624 de 2016, que formaliza o uso nacional como símbolo de identificação das pessoas com deficiências ocultas.
Não possuem sinais físicos óbvios, mas podem afetar significativamente a vida cotidiana das pessoas.

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Doenças Ocultas

FITAS DE IDENTIFICAÇÃO

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A Lei não concede prioridade ou benefícios a quem usa o Cordão de Girassol, nem espera que alguém comprove sua deficiência oculta para usar o cordão Girassol.

Surdez

Autismo

Deficiências cognitivas

Fibromialgia

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Ansiedade

Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Transtornos de humor                                                          

Doenças crônicas

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Doenças Ocultas

QUEM PODE USAR O CORDÃO DE GIRASSÓIS

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Pra uma academia ser inclusiva, digite a palavra que você acha que se enquadra

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COMO DEVE SER UMA ACADEMIA INCLUSIVA?

  • Eliminar barreiras físicas, adaptando os espaços.

  • Eliminar barreiras pedagógicas, criando conteúdos
    diversificados, flexíveis e abertos.

  • Adaptações de técnicas de acordo com a necessidade do aluno.

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O QUÊ É NECESSÁRIO PARA A PRÁTICA SEGURA?

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PRÁTICA SEGURA ENVOLVE:

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  • Ficha de Anamnese






  • Laudo Médico






  • Atestado Médico

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FICHA DE ANAMNESE - ANA

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ABORDAGEM

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​· Contato visual (abaixar se na altura do aluno);

· Chame pelo nome;

· Agir com naturalidade;

· Procurar estar informado sobre o aluno que está recebendo, sua necessidade de adequação, sua deficiência;

· Não falar de forma infantilizada.

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“a criança com deficiência, não é uma criança menos desenvolvida que seus pares normais, mas se desenvolve de outro modo. Isso está relacionado a ideia de que cada criança tem suas individualidades e se desenvolvem em tempos diferentes, de maneiras distintas”.

(Vigotski ,1983)

“Se por um lado a deficiência enfraquece o organismo e impede suas atividades, por outro ela age como um incentivo para aumentar o desenvolvimento de outras funções no organismo: ela ativa e desperta o organismo para redobrar atividades que compensarão o defeito e superarão a dificuldade.

(Vigotski ,1997)

DEFICIÊNCIA:

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TIPOS DE DEFICIÊNCIA

​· FÍSICA: pode variar quanto ao seu desenvolvimento: ausência de membros, amputações, paralisia cerebral, lesão medular;

· AUDITIVA: surdo x deficiente auditivo

· VISUAL: cego ou baixa visão

· INTELECTUAL: redução da capacidade cognitiva, redução do coeficiente de inteligência

· MÚLTIPLA: deficiências combinadas

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DEFICIÊNCIA NÃO É SINÔNIMO DE INCAPACIDADE

DEFICIÊNCIA NÃO É A MESMA COISA QUE INEFICIÊNCIA

NUNCA SUBSTIME UMA PESSOA DEVIDO A SUA DEFICIÊNCIA!

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TODA PESSOA APRENDE !

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COMO NÃO ME REPORTAR

 

“PORTADOR DE NECESSIDADE ESPECIAL”

O termo que está na Constituição de 1988, está desatualizado e em desuso.

       Ninguém porta uma deficiência

      “Necessidades especiais”

       Termos pejorativos

       Tentar amenizar ou minimizar a deficiência

       Tentar supervalorizar (pessoa especial)

 

 

TERMO CORRETO DE ACORDO COM A ONU:

PcD – PESSOA COM DEFICIÊNCIA, OU,
PESSOA SEM DEFICIÊNCIA

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DEFICIÊNCIA NÃO É SINÔNIMO DE INCAPACIDADE

DEFICIÊNCIA NÃO É A MESMA COISA QUE INEFICIÊNCIA

NUNCA SUBSTIME UMA PESSOA DEVIDO A SUA DEFICIÊNCIA!

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​A surdez é a deficiência auditiva que pode ser caracterizada por uma redução da capacidade normal de perceber um determinado som e este se caracteriza surdo quando a audição passa então a não ser funcional em seu dia a dia. (Poker 2002).

SURDO: pessoa que nasceu sem a audição. (indiferente da causa da perca auditiva)

DEFICIENTE AUDITIVO (DA): pessoa que nasceu ouvinte, mas perdeu ou tem perca auditiva. (indiferente da causa da perca). Conforme a OMS, a deficiência auditiva equivale à redução na capacidade de ouvir sons em um ou em ambos os ouvidos. Esta redução varia de leve à severa. Tanto a DA como a surdez podem ser congênitas ou adquiridas.

Prejuízos: desenvolvimento da fala, oralidade, socialização dentre outros.

Clinicamente, a perda profunda da audição é conhecida como surdez.

​DEFICIÊNCIA AUDITIVA (DA)

ATLETA: ALANA MALDONADO

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1. Atraso de fala (em crianças), isolamento social, sensibilidade  ao som ou zumbido nos ouvidos, tendência a aumentar o som dos  aparelhos.

2. O exame que detecta a perda auditiva é a Audiometria.

3. Para comprovar a surdez, o atleta deverá se  submeter a uma audiometria que acuse uma perda de audição acima  de 55dB nos dois ouvidos. (Perda auditiva moderadamente severa).

4. Para participar nos eventos internacionais, há um formulário  no padrão internacional, fornecido pelo Comitê Internacional de  Esportes para Surdos (ICSD – International Committee of Sports for the  Deaf).

​DEFICIÊNCIA AUDITIVA (DA)

CARACTERÍSTICAS OBSERVADAS NAS PESSOAS COM DA

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DEFICIÊNCIA FÍSICA

São alterações completas ou parciais de um ou mais segmentos do corpo humano,  acarretando no comprometimento da  mobilidade ou da função motora, podem ser  classificadas em:

• Adquirida ou congênita;

• Aguda ou crônica;

• Permanente ou temporária;

• Progressiva ou não progressiva.


DIFERENÇA ENTRE OS SUFIXOS ‘’ PLEGIA’’ E ‘’PARESIA’’

1. PLEGIA - É QUANDO O MEMBRO NÃO FUNCIONA.

2. PARESIA - É QUANDO O MEMBRO PODE  REALIZAR ALGUNS MOVIMENTOS FUNCIONAIS,  OU SEJA, O MOVIMENTO ESTÁ MAIS LIMITADO  OU FRACO.

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DEFICIÊNCIA FÍSICA

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DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (DI)
ATLETA: ORLANDO CHEREN

A deficiência intelectual (transtorno do desenvolvimento intelectual) caracteriza-se:
Por déficits em capacidades mentais genéticas (cognitivo), como raciocínio, solução de problemas, planejamento, pensamento abstrato, juízo, aprendizagem acadêmica e aprendizagem pela experiência.

Os déficits resultam em prejuízo no funcionamento adaptativo, de modo que o indivíduo não consegue atingir padrões de independência pessoal e responsabilidade social em um ou mais aspecto da vida diária, incluindo comunicação, participação social, funcionamento acadêmico ou profissional e independência pessoal em casa ou na comunidade (APA, 2014, p. 31).

Caracteriza-se por importantes limitações, funcionamento 
intelectual quanto no comportamento adaptativo, expresso nas habilidades conceituais, sociais e práticas. Apresentam funcionamento intelectual significativamente inferior à média. O principal sintoma é a dificuldade de raciocínio e compreensão.

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• Quadro de inteligência e conjunto de habilidades gerais da vida abaixo da média, manifestado antes dos 18 anos.

A função intelectual pode ser avaliada por um teste.

Leve (QI entre 50 a 69)
Moderada (
QI entre 35 e 49)
Grave (
QI entre 20 e 34)
Profunda / SEVERA (
QI inferior a 20)


Escala Binet-Simon de inteligência
Escala Wechsler para Adultos (WAIS)
Matrizes Progressivas de Raven
Escala de Inteligência Wechsler para Crianças (WISC)
Teste de aptidões Específicas (DAT)
Teste de labirintos de Porteus

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (DI)

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A prática inclusiva para aluno com deficiência intelectual tem demonstrado:

1. Estimula o desenvolvimento de habilidades na convivência com as diferenças;
2. Oportuniza interação entre os atletas – aprendizagem colaborativa;

3. Favorece aspectos do desenvolvimento geral e aprimoramento da linguagem;

4. Deve ser pautada no atendimento às necessidades educacionais específicas, sem abandonar os princípios básicos da educação propostos aos demais atletas;

5. Prevê um trabalho voltado às potencialidades;

6. Requer, em algumas situações, um processo de adaptação curricular (PIMENTEL, 2012, p. 39).

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (DI)

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​DEFICIÊNCIA VISUAL (DV)
ATLETA: ANTÔNIO TENÓRIO

Conde (2004): o termo cegueira não é absoluto, pois reúne indivíduos com vários graus de visão residual. Ela não significa, necessariamente, total incapacidade para ver, mas, isso sim, prejuízo dessa aptidão a níveis incapacitantes para o exercício de tarefas rotineiras.

CEGO: É considerado cego ou de visão subnormal aquele que apresenta desde ausência total de visão até alguma percepção luminosa que possa determinar formas à curtíssima distância. A cegueira engloba prejuízos da aptidão para o exercício de tarefas rotineiras exercidas de forma convencional, através do olhar, só permitindo sua realização de formas alternativas.

DEFICIENTE VISUAL: É considerada portadora de deficiência visual quando apresenta acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen), ou ocorrência simultânea de ambas as situações (art. 3º, I e II, combinado com art.).


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AUDIODESCRIÇÃO

Lima et al. (2022, p. 11), considera que o recurso da audiodescrição deve ser “a ponte entre a imagem não vista e a imagem construída na mente de quem ouve a audiodescrição”. Assim sendo a audiodescrição passa a ser considerada uma tradução intersemiótica (tradução do visual para o oral).

 

·Descrever o espaço (tudo, incluindo materiais, objetos, e todo o espaço: trajeto para banheiro, água, etc.)

·Descrever os professores, estagiários e demais pessoas que atuam no espaço.

·Descrever os movimentos de cada atividade ou exercício, e após executar com o próprio aluno deficiente.

·Descrever os objetos como cones, minipratos (chapéu chinês), bolas, bancos e demais materiais utilizados na aula, caso o aluno não identifique o objeto pelo nome.

 

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  • DISTÚRBIOS DO NEURODESENVOLVIMENTO

  • TRANSTORNOS

  • SÍNDROMES

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DISTÚRBIOS DO NEURODESENVOLVIMENTO

São problemas neurológicos que afetam a aquisição, retenção e aplicação de habilidades e informações. Eles podem afetar a memória, a linguagem, a percepção, a atenção, a solução de problemas e a interação social.  Os distúrbios do neurodesenvolvimento podem ser leves ou graves, e podem comprometer o desenvolvimento cognitivo e social. Alguns exemplos de distúrbios do neurodesenvolvimento são:

•(DDA)– Distúrbio do déficit de aprendizagem

•(TDAH) Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
•(TEA) Transtorno do Espectro do Autismo
•(STIMS) – Transtorno do movimento estereotipado
•(DI) Deficiência Intelectual
•(DC) Distúrbios de Conduta
•(PC) Paralisia Cerebral
•Transtornos de Aprendizagem

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DDA – DISTÚRBIO DO DÉFICIT DE APRENDIZAGEM

Distúrbio que tem como principais características a falta de concentração em atividades rotineiras.

CAUSAS: mau funcionamento do córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pelo controle de impulsos, atenção, organização e capacidade de expressar sentimentos. Essa disfunção no cérebro acontece por causa de uma deficiência do neurotransmissor Dopamina.

Os principais sintomas são a falta de concentração e distração, dificuldade de organização, seja do tempo ou do espaço, bem como dificuldade de tirar ensinamento dos erros cometidos, também são sintomas comuns.

DDA pode ser evidenciado por comportamentos como: dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas, falta de motivação, dificuldade de ficar parado ou de ficar sentado por longos períodos, incapacidade de terminar tarefas e concluir projetos, dificuldade para o estabelecimento de objetivos definidos e de planos para o futuro, dificuldade em expressar sentimentos, sentimento de tédio e apatia, falta de motivação, impaciência e letargia

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STIMS – Transtorno do movimento estereotipado


O Transtorno do Movimento Estereotipado (TMS) é uma condição que se caracteriza por movimentos repetitivos que podem ser rítmicos e não terem um objetivo específico. Esses movimentos são também conhecidos como "stims" ou estereotipias. Os stims são comuns em pessoas com autismo, mas também podem ocorrer em pessoas neurotípicas. 

Sintomas

•Bater a cabeça

•Bater as mãos ou acenar

•Balançar o corpo

•Morder a si mesmo

•Roer as unhas

•Estalar os dedos

•Cruzar os braços

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TRANSTORNO DE CONDUTA (DC) 

O transtorno de conduta (DC) é um padrão de comportamento antissocial que viola os direitos das outras pessoas. Ele pode se manifestar em crianças e adolescentes. Alguns dos comportamentos típicos de pessoas com DC são: 

Agressão a pessoas ou animais

Destruição de propriedade

Roubar ou mentir

Desobediência persistente

Ataques de birra excessivos

Falta de empatia

Comportamento rancoroso e vingativo

Tendência a andar em gangues

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TRANSTORNO ESPECÍFICO DA APRENDIZAGEM


DISCALCULIA: prejuízo na matemática, também denominado discalculia,  refere-se a um distúrbio de aprendizagem que compromete competências relacionadas a cálculos matemáticos, enquanto demais áreas encontram-se como o esperado. Dessa forma, trata-se de uma desordem neurológica que afeta as habilidades de compreender e manipular números.


DISLEXIA: afeta habilidades básicas de leitura e linguagem. Seus sintomas geralmente afetam o desempenho acadêmico de estudantes, sem que haja outra alteração (neurológica, sensorial ou motora) que justifique as dificuldades observadas.


DISPRAXIA: é um transtorno neurológico que dificulta a coordenação motora e o planejamento de movimentos. A dispraxia é mais comum em meninos do que em meninas.  Dificuldade para manter o equilíbrio, a postura, segurar uma caneta, amarrar os sapatos ou praticar esportes, pronunciar as palavras de forma correta;

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TRANSTORNO ESPECÍFICO DA APRENDIZAGEM

DISFASIA: descoordenação da fala e incapacidade de dispor as palavras de modo compreensível, relacionada com lesão cortical;


DISGRAFIA E DISORTOGRAFIA : são transtornos de aprendizagem que afetam a escrita.

Disgrafia Transtorno que afeta a coordenação motora e a qualidade da escrita, dificuldade para segurar o lápis, escrever letras e números. Uso inadequado de letras maiúsculas e minúsculas, caligrafia ilegível;


Disortografia Transtorno que afeta a estruturação e organização de textos. Dificuldade para construir frases, usar pontuação e acentuação, erros ortográficos, como trocas de letras, omissões e confusão de gênero e números, vocabulário pobre e curto.

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TRANSTORNOS

Os transtornos se caracterizam por uma desordem ou alteração na saúde de um indivíduo, podendo causar desequilíbrios mentais ou psicológicos. Porém, nem sempre estão relacionados a doenças.

 

As síndromes, e os transtornos não têm uma única causa. Podem ser resultado de déficits biológicos ou psicológicos, bem como ambos. Outra característica é que essas alterações apresentam sintomas, que ajudam a identificar e diferenciá-las.

TRANSTORNO MENTAL / DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

TRANSTORNO MENTAL (ordem psiquiátrica – comportamento e realidade)

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (redução do coeficiente de inteligência – atrasos no desenvolvimento)

NÃO SÃO SINÔNIMOS

 
PRINCIPAIS TRANSTORNOS OBSERVADOS NAS ACADEMIAS:

TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)

TRANSTORNO DESAFIADOR DE OPOSIÇÃO (TOD)

TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BORDERLINE (TPB)

TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH)

TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO (TGD)

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TRANSTORNO DESAFIADOR DE OPOSIÇÃO (TOD)

Transtorno infantil caracterizado por comportamento desafiador e desobediente a figuras de autoridade.

Combinação de fatores genéticos e ambientais

Comportamento argumentativo, desafiador e agressivo

É rancoroso e vingativo quando desafiado ou contrariado.

Índole vingativa que duram mais de seis meses,

Causam problemas significativos em casa ou na escola.

Irritabilidade e acessos de raiva constantes;

Discute com adultos ou figuras de autoridade, desafia regras;

Faz coisas deliberadamente para aborrecer a terceiros;

Culpa os outros pelos seus próprios erros;

Se sente ofendido com facilidade;

Tem respostas coléricas quando contrariado;

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TRANSTORNO DOS JOGOS ELETRÔNICOS (TJE)

CID-11 inclui transtornos relacionados ao uso excessivo de    jogos eletrônicos, também conhecidos como gaming disorder, que em português significa distúrbio em jogos eletrônicos.

•A OMS definiu essa patologia como “Padrão de comportamento persistente ou recorrente”. Também considera uma doença grave, que pode comprometer o indivíduo em vários níveis. 

·Transtornos mentais como depressão, ansiedade, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno de ansiedade social, baixa autoestima, isolamento social

·Transtornos físicos como síndrome do olho seco, problemas de audição, má postura, obesidade, problemas de sono. 

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O TJE é um quadro psiquiátrico. Ele se caracteriza por um padrão de comportamento de jogo persistente e problemático, que pode se manifestar online ou offline. 

Os sintomas do TJE incluem: 

•Falta de controle sobre o jogo (seja frequência, seja intensidade, seja duração);

•Priorizar o jogo em detrimento de outras atividades

•Continuar jogando mesmo com consequências negativas

•O padrão de comportamento é de gravidade suficiente para resultar em prejuízo significativo em áreas pessoais, familiares, sociais, educacionais, ocupacionais ou outras áreas importantes de funcionamento.

•Ter sintomas de abstinência quando os jogos são retirados

TRANSTORNO DOS JOGOS ELETRÔNICOS (TJE)

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TRANSTORNO DE PERSONALIDADE BORDERLINE (TPB)

●Instabilidade persistente nos relacionamentos, na autoimagem e nas emoções (desequilíbrio emocional), bem como acentuada impulsividade.

●Esforços desesperados para evitar o abandono (real ou imaginado)

●Relacionamentos intensos e instáveis que se alternam entre idealização e desvalorização da outra pessoa

●Autoimagem ou senso do eu instável

●Impulsividade em ≥ 2 áreas que podem prejudicá-los (p. Ex., sexo inseguro, compulsão alimentar, dirigir de forma imprudente). Impulsividade que leva à automutilação é comum

●Comportamentos, gestos ou ameaças repetidas de suicídio ou automutilação

●Mudanças rápidas no humor, normalmente durando apenas algumas horas e raramente mais do que alguns dias

●Sentimentos persistentes de vazio

●Raiva inadequadamente intensa ou problemas para controlar a raiva

●Pensamentos paranoicos temporários ou sintomas dissociativos graves desencadeados por estresse

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PRINCIPAIS MUDANÇAS COM O CID-11*

Na CID-11, todos os transtornos que fazem parte do espectro autista estão reunidos: autismo infantil, Síndrome de Rett, Síndrome de Asperger, transtorno desintegrativo da infância e transtorno com hipercinesia. Agora todos esses transtornos estão agrupados em um único diagnóstico: o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

A CID-11 leva em consideração o nível intelectual e a linguagem da criança, se ela tem algum déficit intelectual ou não, se tem algum comprometimento grave ou leve. Objetivo diferenciar entre TEA com ou sem deficiência intelectual e/ou comprometimento de linguagem funcional.

7 NÍVEIS DE SUPORTE (CID-11 OMS), e não mais 3 níveis do (DSM-5 – Americano)

•1- TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA SEM COMPROMETIMENTO INTELECTUAL E PREJUÍZO LEVE A MODERADO DA LINGUAGEM;

•7- TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA COM COMPROMETIMENTO INTELECTUAL PROFUNDO E COMPROMETIMENTO TOTAL DA LINGUAGEM (VERBAL E NÃO VERBAL);

AVALIAÇÃO TERÁ QUE SER FEITA POR UMA NEUROPSICÓLOGA E UMA FONOAUDIÓLOGA.


*prorrogada para 01/jan/2027

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TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)

ATLETA: JOÃO FERREIRA

 

O autismo é considerado o protótipo desses déficits, sendo conceituado como uma síndrome comportamental que compromete o processo do desenvolvimento infantil e que tem múltiplas etiologias (Gillberg, 1990; Rutter, 1996).

 

Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) pode ser classificado. Existem muitos subtipos do transtorno de desenvolvimento neurológico, que é uma condição de saúde caracterizada por:

  Déficit de na comunicação social (socialização e comunicação verbal e não verbal)

 Déficit de comportamento (interesse restritivo e movimentos repetitivos)

   Causas maioritariamente genéticas;

 

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  • ECOLALIA: é um distúrbio do desenvolvimento da fala bastante comum em pessoas com autismo. Sua característica principal é a repetição de palavras ou frases ditas na TV, ou por outras pessoas, mesmo que isso não faça sentido para o que se deseja comunicar. Transtorno de Comunicação, Síndrome de Tourette, Psicose, Esquizofrenia e Síndrome do X Frágil.

  • ESTEROTIPIA: Trata-se de comportamentos motores ou verbais repetitivos, não direcionados a um objetivo, que se repetem continuamente da mesma maneira durante um período de tempo e em várias ocasiões. Inicialmente, as estereotipias eram tidas como involuntárias.

  • COPROLALIA: tendência incontrolável a usar palavras obscenas.

  • ECOPRAXIA: é um sintoma que consiste na imitação involuntária de gestos, expressões faciais e, por vezes, palavras ou frases de outra pessoa. 

  • PALIALIA: é um distúrbio da fala que consiste na repetição involuntária de palavras, frases ou sons. É um tique complexo que pode ser um sintoma de condições neurológicas ou psiquiátricas. 

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TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH)

Alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro (memória, atenção, autocontrole, organização e planejamento).

Transtorno neurobiológico

Causas genética: Substância ingerida na gravidez, sofrimento fetal, exposição ao chumbo.

Aparece na infância e acompanha o indivíduo por toda a sua vida

Problemas familiares

Desatenção: dificuldade de concentração, organização, seguir instruções e regras, saltar uma tarefa para outra, sem nunca terminar o que começou;

Inquietude desassossego

Impulsividade/ Hiperatividade:

Predominância em meninos

Afeta entre 3 e 5% das crianças em idade escolar

Tendência a desenvolver distúrbios psiquiátricos (ansiedade e depressão)

Adolescência: risco drogas, uso abusivo de álcool

Reflexos negativos no convívio social, familiar e desempenho escolar;

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TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH)

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TRANSTORNO GLOBAL
DO DESENVOLVIMENTO (TGD)

​São distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.

 

Os TGD se caracterizam pelo comprometimento grave e global em algumas áreas do desenvolvimento, como por exemplo, habilidades de interação social recíproca, habilidades de comunicação, pela presença de comportamentos, interesses e atividades estereotipadas. O comprometimento qualitativo que define tais condições representa um desvio acentuado em relação ao nível de desenvolvimento do indivíduo, conforme o Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais (DSM-IV, 1994).

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O TGD é identificado geralmente antes dos três anos de idade, mas pode persistir até a idade adulta, incluem: Síndrome de Rett, Síndrome de Asperger, Síndrome de Kanner, Transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação. 

Algumas características das crianças com TGD: 

•Dificuldade em iniciar e manter uma conversa

•Evitar o contato visual

•Aversão ao toque

•Comportamentos não-verbais

•Preferência por objetos ao brincar

•Ações repetitivas

•Variações na atenção e concentração

•Mudanças de humor sem causa aparente

•Acessos de agressividade

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SÍNDROMES

Síndrome é o nome que se dá a uma série de sinais e sintomas que, juntos, evidenciam uma condição particular.


A Síndrome é o conjunto de sintomas que definem um determinado estado clínico associado a problemas de saúde, que nem sempre tem as causas descobertas.
(Dr. Cauê George Agardi - Médico Neurologista)



As síndromes apresentam déficit qualitativo na tríade de comprometimentos

•Linguagem/Comunicação

•Social

•Imaginação

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SÍNDROME DE DOWN
Cromossomo extra (21)

ATLETA: BRENO VIOLA (Primeira pessoa com Síndrome de Down do mundo a alcançar a faixa preta).
ATLETA: MATEUS DOMINGUES

Cromossomo extra (21)

As pessoas que nascem com o cromossomo extra 21 não são doentes, nem vítimas e nem "sofrem" desta condição.

    Existem 3 tipos de síndrome de Down

1ª - TRISSOMIA 21 (T21): Têm 3 cópias do cromossomo 21

2ª - SÍNDROME DE DOWN POR TRANSLOCAÇÃO: Parte extra adicionada um cromossomo diferente

3ª - SÍNDROME DE DOWN MOSAICO: Condição genética raro resultado da mutação na célula do embrião, desenvolvendo materiais genéticos distintos

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A síndrome de Down está relacionada a uma cromossomopatia, ou seja, a uma anormalidade na constituição cromossômica que ocorre no momento ou após a concepção. Esse erro genético não tem relação com etnia ou classe social e se apresenta mais comumente sob a forma de um cromossomo extra no par 21, por isso é também chamada de trissomia 21 ou trissomia simples (PIMENTEL, 2012, p. 29).

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Fenótipo:

•Frouxidão ligamentar

•Excesso de pele no pescoço; pescoço largo e grosso;

•Hipotonia muscular: diminuição do tônus muscular

INSTABILIDADE NA ATLANTOAXIAL (falta de instabilidade entre C1(atlas) e C2(axial) - sustentação e movimentação da cabeça); significa um movimento maior do que o usual entre a 1ª e a 2ª vértebra do pescoço. A articulação do pescoço pode apresentar certa instabilidade e provocar problemas nos nervos por compressão da medula espinhal, levando a uma lesão neurológico

•Sopro cardíaco / Cardiopatias / Incompetência Cronotrópica: redução da frequência cardíaca - frequência máxima entre 25 e 30 batimentos por minuto.

•Atraso global no desenvolvimento, gerando comprometimento intelectual e, consequentemente, aprendizagem mais lenta.

•Sexualidade aguçada

A síndrome de Down está associada a outras condições que podem prejudicar o equilíbrio, como a hipoplasia cerebelar, dificuldades na integração percepção-ação e a necessidade de movimentos mais lentos para se adaptar a tarefas específicas (Rigoldi et al., 2011).

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SÍNDROME DE SMITH-MAGENIS

Atleta: Nicolas Sasso - medalha de bronze na Holanda
• A síndrome de Smith-Magenis é uma doença genética complexa caracterizada por um déficit cognitivo de grau moderado, com média de inteligência entre 40 a 50 pontos.  distúrbios do sono, alterações psiquiátricas e atraso no desenvolvimento motor e da fala, alterações visuais, perda da audição, anomalias cardíacas, renais e esqueléticas.

• Múltiplas anomalias congênitas: fronte alargada, hipoplasia da linha média da face, lábio superior proeminente com aspecto de arco, fenda palpebral desviada para cima, distância dos olhos diminuída, face alargada e quadrada, prognatismo, sobrancelhas espessas e sinofre.

• Alterações comportamentais: hiperatividade, impulsividade, dificuldades em comportamentos adaptativos, déficit de atenção, autoestimulação, autoagressão, com acessos de raiva, mau humor e dificuldade com asseio corporal, comportamentos de "auto abraço" e lamber as mãos, enquanto folheia páginas. Apresentam interesses restritos, tendência a isolamento, e comportamentos artísticos com dificuldades quanto a mudanças de rotina.

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SÍNDROME DO X FRÁGIL

Atleta: Antônio Lima

• Condição genética e hereditária

• Deficiência mental

• Os meninos desenvolvem quadros mais graves do que as meninas

• Distúrbios de comportamento e comprometimento intelectual, apresentados em diferentes graus, desde leve dificuldade de aprendizagem ou de fala até retardo mental grave.

• Macrocefalia, face alongada, orelhas grandes e em abano, mandíbula proeminente, estrabismo e miopia, hiperextensão articular, peito escavado, prolapso da válvula mitral, convulsões.

• Hiperatividade, déficit de atenção, ansiedade, irritabilidade, explosões emocionais, timidez excessiva. Quando nervosos ou emocionalmente instáveis, agitam ou mordem as próprias mãos.

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SÍNDROME DE TOURRETE

• A Síndrome de Gilles de la Tourette, chamada de Síndrome de Tourette para facilitar, é uma doença que causa tiques tanto motores quanto fônicos, com duração de mais de 1 ano, e que começa antes de 18 anos de idade, geralmente na infância.

• É um distúrbio do sistema nervoso que envolve movimentos repetitivos incontroláveis ou sons indesejados (tiques), como piscar repetidamente os olhos, encolher os ombros ou deixar escapar palavras ofensivas.

• É uma doença que acomete mais meninos do que meninas e, em grande parte dos casos, tende a melhorar sozinha conforme o paciente vai entrando na idade adulta.
• Todavia, além dos tiques, pessoas com Síndrome de Tourette também sofrem frequentemente de outros problemas psicológicos como:
1. Transtorno Obsessiva-compulsivo

2. Ansiedade

3. Depressão

4. Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

5. Transtorno do Espectro Autista (TEA)

6. Alterações de comportamento

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