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Variação Linguística

Variação Linguística

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Aurora Helena

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Variação Linguística

By Aurora Helena

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O que é variação linguística?

As variações linguísticas são as diferenças que uma língua apresenta mediante fatores como a região e as condições culturais ou sociais onde ela é usada.
Os tipos de variações linguísticas são:

  1. geográficas, como os regionalismos

  2. históricas, como o português medieval e o atual

  3. sociais, como os termos técnicos usados por profissionais

  4. situacionais, como as gírias

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São chamadas de variações linguísticas as diferentes formas de falar o idioma de uma nação, visto que a língua padrão de um país não é homogênea. No Brasil, por exemplo, essas variantes são percebidas nos diversos dialetos existentes como o mineiro, carioca, gaúcho, baiano, pernambucano, sulista, paulistano, etc

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  • O dialeto carioca é uma variação linguística do português brasileiro, típica da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e de outras cidades do Interior Fluminense. O sotaque carioca apresenta muitas semelhanças com o português lusitano. O som chiado e as vogais abertas têm origem no português lusitano. : Frases e palavras que servem de exemplos:

    • “Exqueci o ixqueiro na exquina da excola” – Chiado.

    • “Bunito” em vez de “bonito” – Vogal utilizada de forma diferente.

    • “Mermão”, o carioca pronuncia “mehmão” – Pronunciam um “R” forte e seco.

    • “Tiatro” em vez de “teatro” – Vogal utilizada de forma diferente.

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Os mineiros cortam a última sílaba das palavras (ca em vez de casa) e apagam os plurais (vamo, em vez de vamos, fizero, em vez de fizeram etc.), os gerúndios (andano, no lugar de andando) e o “r” no fim dos verbos (fazê, em vez de fazer). Além disso, transformam o sufixo “inho” em “im”, fazendo, por exemplo, “pertinho” virar “pertim”.
o sulista é uma das classificações dialetais no Brasil. Em uma definição mais específica, designa um dialeto próprio usado nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
ex: - Pronúncia das consoantes nasais que estão no final de uma sílaba (com exceção da terminação -am átona, que às vezes é pronunciada como -ão);

- Pronúncia da vogal "e" ao final de palavras como /e/, diferentemente da maior parte do Brasil, que a pronuncia é como /i/.[5] Exemplo: quente é pronunciado /ʹkente/ (em vez de /ʹkẽti/, /ʹkẽʧ/ ou /ʹkẽjʧ/).

Os Nortistas na região Norte do Brasil, as pessoas costumam falar muitas gírias regionais no dia a dia, gírias essas que muitos brasileiros de outros locais não compreendem.
ex: 1- Moleque doido – Entre as expressões populares mais faladas está a gíria moleque doido, que significa pessoa maluca.
2- Moscô – ou moscar, quer dizer que a pessoa foi pega em flagrante.

3- Ixi – muito usado como exclamação.

4- Égua – é usada para indicar espanto ou admiração.
6- Borogodó – é uma pessoa que entende ou é especialista sobre determinado assunto.

7- Pai d´égua – é o mesmo que bom sujeito, pessoa boa.

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Preconceito linguístico

O preconceito linguístico é a atitude que um indivíduo ou um grupo social assume diante de algum modo de falar que é diferente do seu. Pode ser uma variedade linguística social (usada por determinada classe social) ou regional, mas também pode ser uma outra língua, no caso de sociedades plurilíngues.
"O preconceito linguístico é um tipo de discriminação direcionada à fala e/ou escrita das pessoas.

-As pessoas confundem norma-padrão com falar “correto” e por isso diminuem as variações linguísticas informais.

-O preconceito linguístico também é motivado ou ampliado por outros preconceitos, como contra classe social, nível de escolaridade, raça/etnia e naturalidade, por exemplo.

-Todo tipo de diminuição e chacota com a fala das pessoas é um tipo de preconceito linguístico.

Existem diversas causas para a persistência do preconceito linguístico, como ensino tradicional da língua portuguesa e a desigualdade social do país.

-A variação linguística reconhece a diversidade de formas das línguas e combate a ideia do preconceito linguístico."

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2. (Enem/2014)

Óia eu aqui de novo xaxando A letra da canção de Antônio Barros manifesta aspectos do repertório linguístico e cultural do Brasil. O verso que singulariza uma forma do falar popular regional é:

a) “Isso é um desaforo”
b) “Diz que eu tou aqui com alegria”
c) “Vou mostrar pr’esses cabras”
d) “Vai, chama Maria, chama Luzia”
e) “Vem cá, morena linda, vestida de chita”
Óia eu aqui de novo pra xaxar
Vou mostrar pr’esses cabras
Que eu ainda dou no couro
Isso é um desaforo
Que eu não posso levar
Que eu aqui de novo cantando
Que eu aqui de novo xaxando
Óia eu aqui de novo mostrando
Como se deve xaxar.
Vem cá morena linda
Vestida de chita
Você é a mais bonita
Desse meu lugar
Vai, chama Maria, chama Luzia
Vai, chama Zabé, chama Raque
Diz que tou aqui com alegria.

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2. (Enem/2014)

Óia eu aqui de novo xaxando
Óia eu aqui de novo pra xaxar
Vou mostrar pr’esses cabras
Que eu ainda dou no couro
Que eu aqui de novo cantando
Que eu aqui de novo xaxando
Óia eu aqui de novo mostrando
Como se deve xaxar.
Vem cá morena linda
Vestida de chita
Isso é um desaforo
Que eu não posso levar
Você é a mais bonita
Desse meu lugar
Vai, chama Maria, chama Luzia
Vai, chama Zabé, chama Raque
Diz que tou aqui com alegria.

A letra da canção de Antônio Barros manifesta aspectos do repertório linguístico e cultural do Brasil. O verso que singulariza uma forma do falar popular regional é:

a) “Isso é um desaforo”
b) “Diz que eu tou aqui com alegria”
c) “Vou mostrar pr’esses cabras”
d) “Vai, chama Maria, chama Luzia”
e) “Vem cá, morena linda, vestida de chita”

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