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Fenomenologia e existencialismo

Fenomenologia e existencialismo

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6th - 8th Grade

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Hard

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hgjaques jaques

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9 Slides • 5 Questions

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Multiple Choice

• (Fuvest-SP) No texto do filósofo francês

Maurice Merleau-Ponty é estabelecida uma

conexão entre as relações sociais e a racio-

nalidade dos indivíduos:

A sociedade humana não é uma comu-

nidade de espíritos racionais, só se pode

compreendê-la assim nos países favoreci-

dos, em que o equilíbrio vital e econômico

foi obtido localmente e por certo tempo.

Maurice Merleau-Ponty, Fenomenologia da percepção, p.89

Qual sentença, se tomada como verdadeira,

reforça a posição exprimida pelo filósofo no

trecho?

1

) A racionalidade é uma potência espiritual

que se impõe sobre as circunstâncias

históricas

2

O equilíbrio vital e econômico é uma

força irracional que se contrapõe aos

espíritos racionais.

3

Nos países favorecidos, as pessoas são

naturalmente mais racionais.

4

A racionalidade das relações sociais

depende da estabilidade de circunstân-

cias históricas.

5

Os espíritos racionais são responsáveis

pelo equilíbrio vital e econômico dos

países favorecidos.

11

Multiple Choice

. (Unimontes-MG) A fenomenologia surgiu

no final do século XIX, com Franz Brentano,

cujas principais ideias foram desenvolvidas

por Edmund Husserl (1859-1958). No que se

refere à fenomenologia, marque a alternativa

incorreta.

1

a) Na fenomenologia, o postulado básico é a

noção de intencionalidade.

2

) A fenomenologia pretende superar a dico-

tomia razão-experiência.

3

Para a fenomenologia, toda consciência é

intencional.

4

) Na fenomenologia, o conceito de fenômeno

refere-se ao que se esconde.

12

Multiple Choice

(Enem/MEC)

Em A morte de Ivan Ilitch, Tolstoi descre-

ve com detalhes repulsivos o terror de enca-

rar a morte iminente. Ilitch adoece depois de

um pequeno acidente e logo compreende que

se encaminha para o fim de modo impossível

de parar. “Nas profundezas de seu coração,

ele sabia estar morrendo, mas em vez de se

acostumar com a ideia, simplesmente não o

fazia e não conseguia compreendê-la”.

KAZEZ, J. O peso das coisas: filosofia para o bem-viver. Rio de

Janeiro: Tinta Negra, 2004.

O texto descreve a experiência do personagem

de Tolstoi diante de um aspecto incontornável

de nossas vidas. Esse aspecto foi um tema cen-

tral na tradição filosófica

1

) marxista, no contexto do materialismo

histórico.

2

logicista, no propósito de entendimento dos

fatos

3

utilitarista, no sentido da racionalidade das

ações.

4

) pós-modernista, na discussão da fluidez das

relações.

5

existencialista, na questão do reconheci-

mento de si.

13

Multiple Choice

(UFU-MG) Considere o seguinte trecho, ex-

traído da obra A náusea, do escritor e filósofo

francês Jean Paul Sartre (1889-1980).

“O essencial é a contingência. O que

quero dizer é que, por definição, a existência

não é a necessidade. Existir é simplesmente

estar presente; os entes aparecem, deixam

que os encontremos, mas nunca podemos de-

duzi-los. Creio que há pessoas que compre-

enderam isso. Só que tentaram superar essa

contingência inventando um ser necessário e

causa de si próprio. Ora, nenhum ser necessá-

rio pode explicar a existência: a contingência

não é uma ilusão, uma aparência que se pode

dissipar; é o absoluto, por conseguinte, a gra-

tuidade perfeita.”

SARTRE, Jean Paul. A Náusea. Rio de Janeiro, Nova Fronteira,

1986. Tradução de Rita Braga, citado por: MARCONDES, Danilo

Marcondes. Textos Básicos de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge

Zahar Editora, 2000.

Nesse trecho, vemos uma exemplificação ou

uma referência ao existencialismo sartriano

que se apresenta como

1

recusa da noção de que tudo é contingente.

2

fundamentado no conceito de angústia,

que deriva da consciência de que tudo é

contingente.

3

denúncia da noção de má fé, que nos leva

a admitir a existência de um ser necessário

para aplacar o sentimento de angústia.

4

crítica à metafísica essencialista.

14

Multiple Choice

Em O Segundo Sexo (1949), Simone de Beauvoir elabora uma crítica radical ao essencialismo ontológico que, ao longo da tradição filosófica e cultural, naturalizou a condição feminina como decorrência de um destino biológico inescapável. Amparada no existencialismo, Beauvoir sustenta que a subjetividade feminina não é dada de antemão, mas constituída histórica e socialmente mediante dispositivos normativos que limitam e conformam suas possibilidades de existência. A máxima “não se nasce mulher, torna-se mulher” exprime, pois, a compreensão de que a liberdade humana é sempre situada e atravessada por condicionantes materiais, simbólicos e políticos que estruturam as relações de gênero. Assim, a emancipação exige a desconstrução dessas instâncias de opressão.

Pergunta:
Para Beauvoir, essa concepção implica reconhecer que:

1

A essência feminina é imanente à corporeidade, sendo apenas obscurecida por construções culturais.

2

A condição da mulher é produzida por sedimentações históricas e sociais que não anulam, mas tensionam sua liberdade existencial.

3

A emancipação feminina depende unicamente da afirmação de uma natureza universal do feminino.

4

O gênero é expressão direta e imediata da biologia, constituindo-se como fundamento inelutável da identidade feminina.

5

A liberdade da mulher realiza-se apenas pela negação absoluta de sua facticidade histórica.

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