
LP 11º Aparição, Vergílio Ferreira , cap
Authored by Colégio Didálvi
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
"Senti-me embrutecido, atordoado em todo o corpo. Era espanto e fúria e terror": o capítulo que esta frase inicia é o
IV
V
III
VI
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
"Senti-me embrutecido, atordoado em todo o corpo. Era espanto e fúria e terror" aparece na sequência
da conversa com Chico a propósito das conferências.
da morte de Bailote.
depois da sua própria descoberta de que Deus não existe.
do primeiro contacto físico com Sofia.
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
O narrador entrevê o mundo "sob a forma de uma absurda estupidez"
porque considera todos ignorantes.
porque é absurda a realidade
pelo facto de o homem ter dificuldade em aceitar a evidência da morte como uma característica inerente à condição humana.
pelo de facto de o homem ter facilidade em aceitar a evidência da morte como uma característica inerente à condição humana.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 1 pt
"Pensar? Refletir? Como?Que fazemos nós da vida? Que incrível pertinácia nos resolve numa ilusão toda a imensidade do milagre de estar vivo? Não vale então, nada, meu velho desconhecido, esse prodígio de seres, em face de uma mão que não é já a de um semeador?" O significado das interrogações, neste contexto,
põem em evidência a surpresa e o assombro do narrador face à sua descoberta, conforme o próprio reconhecera antes: “Era espanto e fúria e terror.” (l. 1). A sua sucessão intensifica a sensação de descontrolo e desorientação que a “absurda evidência” (l. 2) da morte provoca em Alberto, que tenta encontrar uma justificação para ela e para a existência humana.
Não têm efeito expressivo, marcam apenas questões simples cuja resposta é facilmente apreendida.
põem em evidência a surpresa e o assombro do narrador face à sua descoberta, conforme o próprio reconhecera antes: “Era espanto e fúria e terror.” (l. 1). A sua sucessão não intensifica a sensação de descontrolo e desorientação que a “absurda evidência” (l. 2) da morte provoca em Alberto, mas tenta encontrar uma justificação para ela e para a existência humana.
põem em evidência a surpresa e o assombro do narrador face à sua descoberta, conforme o próprio reconhecera antes: “Era espanto e fúria e terror.”
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 1 pt
Na expressão "Era necessário que todos os homens vivessem em estado de lucidez, se libertassem das pedras, chegassem ao milagre de ver",
As pedras representam metaforicamente as palavras, os “cinturões de ferro” de que o narrador falara no prólogo da obra e que limitam, com a sua natureza convencional, a expressão original das experiências individuais com a realidade. Libertando-se da rigidez das palavras, “os homens” poderiam usufruir em pleno da ligação sensorial ao real e, desse modo, chegar ao “milagre de ver”.
As pedras representam metaforicamente as palavras, os “cinturões de ferro” de que o narrador falara no prólogo da obra e que limitam, com a sua natureza convencional, a expressão original das experiências coletivas com o metafísico. Libertando-se da rigidez das palavras, “os homens” poderiam usufruir em pleno da ligação sensorial ao real e, desse modo, chegar ao “milagre de ver”.
As pedras representam metaforicamente o milagre, os “cinturões de ferro” de que o narrador falara no prólogo da obra e que limitam, com a sua natureza convencional, a expressão original das experiências individuais com a realidade. Libertando-se da rigidez das palavras, “os homens” poderiam usufruir em pleno da ligação sensorial ao real e, desse modo, chegar ao “milagre de ver”.
As pedras representam metaforicamente as palavras, os “cinturões de ferro” de que o narrador falara no prólogo da obra e que limitam, com a sua natureza .
6.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
2 mins • 1 pt
"Apenas vejo, apenas vejo, fascinado, imóvel " [l.5] e "Era necessário que todos os homens [...] chegassem a milagre de ver." e "Era absolutamente necessário que a vida iluminasse na evidência da morte. [...]" [l. 13]
a repetida ocorrência de formas do verbo "ver" grafadas em itálico estabelecem uma ligação com a última expressão acima transcrita, relaciona-se com a visualização do corpo morto de Bailote.
O uso do verbo “ver” evidencia para além da observação empírica, para o processo de conhecimento interior que o “eu” desenvolve e deseja dar a conhecer.
O uso do verbo "ver" alerta para que a Humanidade "veja".
Os vocábulos assinalados a itálico destacam a importância da visão na descoberta do narrador, na “aparição” com que se confronta – a evidência da Morte – que lhe foi apresentada de forma natural e espontânea. O uso do verbo “ver” remete também, para além da observação empírica, para o processo de conhecimento interior que o “eu” desenvolve e deseja dar a conhecer.
7.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
1 min • 1 pt
No capítulo VI,
O narrador pretende encontrar-se com Chico para lhe dar conta do tema da conferência que entretanto decidiu. Contudo, a sua “missão” e a “extraordinária notícia” de que se sente portador não são bem acolhidas.
O narrador não tem certezas de que pretende encontrar-se com Chico para lhe dar conta do tema da conferência que entretanto decidiu. Contudo, a sua “missão” e a “extraordinária notícia” de que se sente portador não são bem acolhidas.
O narrador pretende encontrar-se com Chico para lhe dar conta do tema da conferência que entretanto decidiu. A sua “missão” e a “extraordinária notícia” de que se sente portador são bem acolhidas.
Chico sugestiona que Alberto Soares entre para a Academia das Ciências.
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