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3ª Série - 25 de out - Filosofia - Revisão Geral - Atividade 3

Authored by VERA LUCIA FERREIRA MAIA

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3ª Série - 25 de out - Filosofia - Revisão Geral - Atividade 3
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Segundo Aristóteles, "na cidade com o melhor conjunto de normas e naquela dotada de homens absolutamente justos, os cidadãos não devem viver uma vida de trabalho trivial ou de negócios, pois esses tipos de vida são desprezíveis e incompatíveis com as qualidades morais, tampouco devem ser agricultores os aspirantes à cidadania, pois o lazer é indispensável ao desenvolvimento das qualidades morais e à prática das atividades políticas". VAN ACKER, T. Grécia. A vida cotidiana na cidade-Estado. Política. São Paulo: Atual, 1994.

O trecho, retirado da obra Política, de Aristóteles, permite compreender que a cidadania:

a) Vivida pelos atenienses era, de fato, restrita àqueles que se dedicavam à política e que tinham tempo para resolver os problemas da cidade.

b) Era entendida como uma dignidade própria dos grupos sociais superiores, fruto de uma concepção política pro­fundamente hierarquizada da sociedade.

c) Tinha profundas conexões com a justiça, razão pela qual o tempo livre dos cidadãos deveria ser dedicado às ati­vidades vinculadas aos tribunais.

d) Estava vinculada, na Grécia Antiga, a uma percepção político-democrática, que levava todos os habitantes da polis a participarem da vida cívica.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Media Image

Texto 2

Com um pouquinho de atenção, é fácil perceber as diferenças entre o violino e a viola clássica. Para começar, a viola d'arco, como também é conhecida, é um pouco maior e mais pesada. O tamanho pode variar entre 2,5 cm e 5 cm a mais que o violino. Por esse motivo, as cordas são ligeiramente mais longas. Disponível em: <https://estudiomarapassos.com.br>. Acesso em: 11 jul. 2018. (adaptado).

De acordo com a teoria aristotélica das causas fundamentais dos seres, pode-se afirmar que os textos explicitam diferenças relacionadas à causa:

a) Final

b) Formal

c) Material

d) Eficiente

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Se, pois, para as coisas que fazemos existe um fim que desejamos por ele mesmo e tudo o mais é desejado no interesse desse fim; evidentemente tal fim será o bem, ou antes, o sumo bem. Mas não terá o conhecimento, porventura, grande influência sobre essa vida? Se assim é, esforcemo-nos por determinar, ainda que em linhas gerais apenas, o que seja ele e de qual das ciências ou faculdades constitui o objeto. Ninguém duvidará de que o seu estudo pertença à arte mais prestigiosa e que mais verdadeiramente se pode chamar a arte mestra. Ora, a política mostra ser dessa natureza, pois é ela que determina quais as ciências que devem ser estudadas num Estado, quais são as que cada cidadão deve aprender, e até que ponto; e vemos que até as faculdades tidas em maior apreço, como a estratégia, a economia e a retórica, estão sujeitas a ela. Ora, como a política utiliza as demais ciências e, por outro lado, legisla sobre o que devemos e o que não devemos fazer, a finalidade dessa ciência deve abranger as das outras, de modo que essa finalidade será o bem humano. ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. In: Pensadores. São Paulo: Nova Gunman 1991 (adaptado).

Para Aristóteles, a relação entre o sumo bem e a organização da pólis pressupõe que:

a) O bem dos indivíduos consiste em cada um perseguir seus interesses.

b) O sumo bem é dado pela fé de que os deuses são os portadores da verdade.

c) A política é a ciência que precede todas as demais na organização da cidade.

d) A educação visa formar a consciência de cada pessoa para agir corretamente.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

A filosofia grega parece começar com uma ideia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matriz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos nela e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição enuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e enfim, em terceiro lugar, porque nela embora apenas em estado de crisálida, está contido o pensamento: Tudo é um. NIETZSCHE. F. Crítica moderna. In: Os pré-socráticos. São Paulo: Nova Cultural. 1999.

O que, de acordo com Nietzsche, caracteriza o surgimento da filosofia entre os gregos?

a) O impulso para transformar, mediante justificativas, os elementos sensíveis em verdades racionais.

b) O desejo de explicar, usando metáforas, a origem dos seres e das coisas.

c) A necessidade de buscar, de forma racional, a causa primeira das coisas existentes.

d) A ambição de expor, de maneira metódica, as diferenças entre as coisas.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Media Image

No centro da imagem, o filósofo Platão é retratado apontando para o alto. Esse gesto significa que o conhecimento se encontra em uma instância na qual o homem descobre a:

a) Suspensão do juízo como reveladora da verdade.

b) Realidade inteligível por meio do método dialético.

c) Salvação da condição mortal pelo poder de Deus.


d) Essência das coisas sensíveis no intelecto divino.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Pode-se viver sem ciência, pode-se adotar crenças sem querer justificá-las racionalmente, pode-se desprezar as evidências empíricas. No entanto, depois de Platão e Aristóteles, nenhum homem honesto pode ignorar que uma outra atitude intelectual foi experimentada, a de adotar crenças com base em razões e evidências e questionar tudo o mais a fim de descobrir seu sentido último. ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2002.

Platão e Aristóteles marcaram profundamente a formação do pensamento Ocidental. No texto, é ressaltado importante aspecto filosófico de ambos os autores que, em linhas gerais, refere-se à:

a) Compreensão de que a verdade deve ser justificada racionalmente.

b) Incapacidade de a razão confirmar o conhecimento resultante de evidências empíricas.

c) Pretensão de a experiência legitimar por si mesma a verdade.

d) Defesa de que a honestidade condiciona a possibilidade de se pensar a verdade.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Para Platão, o que havia de verdadeiro em Parmênides era que o objeto de conhecimento é um objeto de razão e não de sensação, e era preciso estabelecer uma relação entre objeto racional e objeto sensível ou material que privilegiasse o primeiro em detrimento do segundo. Lenta, mas irresistivelmente, a Doutrina das Ideias formava-se em sua mente. ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2012 (adaptado).

O texto faz referência à relação entre razão e sensação, um aspecto essencial da Doutrina das Ideias de Platão (427–346 a.C.). De acordo com o texto, como Platão se situa diante dessa relação?

a) Estabelecendo um abismo intransponível entre as duas.

b) Privilegiando os sentidos e subordinando o conhecimento a eles.

c) Atendo-se à posição de Parmênides de que razão e sensação são inseparáveis.

d) Afirmando que a razão é capaz de gerar conhecimento, mas a sensação não.

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