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MARISTA - PRÉ - FILOSOFIA POLÍTICA II

Authored by José Vasconcelos

Philosophy

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MARISTA - PRÉ - FILOSOFIA POLÍTICA II
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

1. (Ufpa 2013) “Desta guerra de todos os homens contra todos os homens também isto é consequência: que nada pode ser injusto. As noções de bem e de mal, de justiça e injustiça, não podem aí ter lugar. Onde não há poder comum não há lei, e onde não há lei não há injustiça. Na guerra, a força e a fraude são as duas virtudes cardeais. A justiça e a injustiça não fazem parte das faculdades do corpo ou do espírito. Se assim fosse, poderiam existir num homem que estivesse sozinho no mundo, do mesmo modo que seus sentidos e paixões.”

HOBBES, Leviatã, São Paulo: Abril cultural, 1979, p. 77.

Quanto às justificativas de Hobbes sobre a justiça e a injustiça como não pertencentes às faculdades do corpo e do espírito, considere as afirmativas:

I. Justiça e injustiça são qualidades que pertencem aos homens em sociedade, e não na solidão.

II. No estado de natureza, o homem é como um animal: age por instinto, muito embora tenha a noção do que é justo e injusto.

III. Só podemos falar em justiça e injustiça quando é instituído o poder do Estado.

IV. O juiz responsável por aplicar a lei não decide em conformidade com o poder soberano; ele favorece os mais fortes.

Estão corretas as afirmativas:

a) I e II

b) I e III

II e IV

I, III e IV

II, III e IV

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(Enem 2012) Não ignoro a opinião antiga e muito difundida de que o que acontece no mundo é decidido

por Deus e pelo acaso. Essa opinião é muito aceita em nossos dias, devido às grandes transformações ocorridas, e que ocorrem diariamente, as quais

escapam à conjectura humana. Não obstante, para não ignorar inteiramente o nosso livre-arbítrio, creio que se pode aceitar que a sorte decida metade dos nossos atos, mas [o livre-arbítrio] nos permite o controle sobre a

outra metade. MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Brasília: EdUnB, 1979 (adaptado).

Em O Príncipe, Maquiavel refletiu sobre o exercício do poder em seu tempo. No trecho citado, o autor demonstra o vínculo entre o seu pensamento político e o humanismo renascentista ao

a) valorizar a interferência divina nos acontecimentos definidores do seu tempo.

b) rejeitar a intervenção do acaso nos processos políticos.

c) afirmar a confiança na razão autônoma como fundamento da ação humana.

d) romper com a tradição que valorizava o passado como fonte de aprendizagem.

e) redefinir a ação política com base na unidade entre fé e razão.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(Ufu 2011) Com base em seus conhecimentos e no texto

abaixo, assinale a alternativa correta, segundo Hobbes.

[...] a condição dos homens fora da sociedade civil (condição esta que podemos adequadamente chamar de estado de natureza) nada mais é do que uma simples guerra de todos contra todos na qual todos os homens têm igual direito a todas as coisas; [...] e que todos os homens, tão cedo chegam a compreender essa odiosa condição, desejam [...] libertar-se de tal miséria. HOBBES, Thomas, Do Cidadão, Ed. Martins Fontes, 1992.

a) A condição de miséria a que se refere o texto é o estado de natureza ou, tal como se pode compreender, o estado de guerra.

b) O estado de natureza não se confunde com o estado de guerra, pois este é apenas circunstancial ao passo que o estado de natureza é uma condição da existência humana.

c) O direito dos homens a todas as coisas não tem como consequência necessária a guerra de todos contra todos.

d) A origem do poder nada tem a ver com as noções de estado de guerra e estado de natureza.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(Ufu

2011 - Adaptada) [...] O estado de guerra é um estado de inimizade e destruição [...] nisto temos a clara diferença entre o estado de natureza e o estado de guerra, muito embora certas pessoas os tenham confundido, eles estão tão distantes um do outro [...]. LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo. São

Paulo: Ed. Abril Cultural, 1978.

Leia o texto acima e de acordo com os seus conhecimentos sobre o tema, assinale a alternativa correta:

a) Para Locke, o estado de natureza é um estado de destruição, inimizade, enfim uma guerra aonde jamais à humanidade terá paz.

b) Segundo Locke, o estado de natureza se confunde com o estado de guerra, mas o homem pode se socializar e defender seus bens privados.

c) Segundo Locke, para compreendermos o poder político, é necessário distinguir o estado de guerra do estado religioso.

d) Para Locke o pensamento está no fato de que o conceito de ser humano é religioso e que a sociedade o corrompe como pensava Rousseau.

e) O verdadeiro estado de guerra só pode ser superado através dos documentos papais, dadas pela Igreja Católica aos fiéis do mundo inteiro.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

(Ufma 2008 - Adaptada) Leia

com atenção a seguinte afirmação de Rousseau.

“Enfim, cada um dando ninguém e, não existindo um associado sobre o qual não se adquira o mesmo direito que se lhe cede sobre si mesmo, ganha-se o equivalente de tudo que se perde, e maior força para conservar o que se tem. Se separar-se, pois, do pacto social aquilo que não pertence à sua essência, ver seguintes termos: ‘Cada um de nós põe em comum sua pessoa e todo o seu poder sob a direção suprema da vontade geral, e recebemos, enquanto corpo, cada membro como parte indivisível do todo.

Imediatamente, esse ato de associação produz, em lugar da pessoa particular de cada contratante, um corpo moral e coletivo, composto de tantos membros quantos são os votos da assembleia, e que, por esse mesmo ato, ganha sua unidade, seu eu comum, sua vida e sua vontade”. ROUSSEAU, J. – J. Do Contrato Social. Coleção Os Pensadores.

O Pacto Social somente é possível a partir da vontade geral, descrita acima. Segundo Rousseau, tal conceito significa:

a) vontade religiosa.

b) vontade da maioria.

c) vontade individual.

d) vontade da minoria.

e) vontade comum coletiva.

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