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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

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Hobbes and Locke advocated for which of the theories of government origin?

Evolutionary

Force

Divine Right

Social Contract

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 2 pts

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Who believed in a social contract between the people and the government in which people gave up some freedom in order to have their rights protected?

Voltaire
Montesquieu
Rousseau
Hobbes

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 2 pts

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Who believed the government should protect a person's three natural rights: life, liberty, and property?

Rousseau
Beccaria
Wollstonecraft
Locke

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 2 pts

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Which enlightenment thinker believed that a government is needed to keep order?

Voltaire
Hobbes
Rousseau
Beccaria

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 2 pts

(ENEM 2018) - TEXTO I - Tudo aquilo que é válido para um tempo de guerra, em que todo homem é inimigo de todo homem, é válido também para o tempo durante o qual os homens vivem sem outra segurança senão a que lhes pode ser oferecida por sua própria força e invenção. 

HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Abril Cultural, 1983.

TEXTO II - Não vamos concluir, com Hobbes que, por não ter nenhuma ideia de bondade, o homem seja naturalmente mau. Esse autor deveria dizer que, sendo o estado de natureza aquele em que o cuidado de nossa conservação é menos prejudicial à dos outros, esse estado era, por conseguinte, o mais próprio à paz e o mais conveniente ao gênero humano.

ROUSSEAU, J.-J. Discurso sobre a origem e o fundamento da desigualdade entre os homens.

São Paulo: Martins Fontes, 1993 (adaptado).

Os trechos apresentam divergências conceituais entre autores que sustentam um entendimento

segundo o qual a igualdade entre os homens se dá em razão de uma:

predisposição ao conhecimento.

submissão ao transcendente.

tradição epistemológica.

condição original.

vocação política.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 2 pts

(ENEM, 2000) O texto abaixo, de John Locke (1632-1704), revela algumas características de uma determinada corrente de pensamento:

Se o homem no estado de natureza é tão livre, conforme dissemos, se é senhor absoluto da sua própria pessoa e posses, igual ao maior e a ninguém sujeito, por que abrirá ele mão dessa liberdade, por que abandonará o seu império e sujeitar-se-á ao domínio e controle de qualquer outro poder? Ao que é óbvio responder que, embora no estado de natureza tenha tal direito, a utilização do mesmo é muito incerta e está constantemente exposto à invasão de terceiros porque, sendo todos senhores tanto quanto ele, todo o homem igual a ele e, na maior parte, pouco observadores da equidade e da justiça, o proveito da propriedade que possui nesse estado é muito inseguro e muito arriscado. Estas circunstâncias obrigam-no a abandonar uma condição que, embora livre, está cheia de temores e perigos constantes; e não é sem razão que procura de boa vontade juntar-se em sociedade com outros que estão já unidos, ou pretendem unir-se para a mútua conservação da vida, da liberdade e dos bens a que chamo de propriedade. 

(Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1991.)

Do ponto de vista político, podemos considerar o texto como uma tentativa de justificar:

A existência do governo como um poder oriundo da natureza.

A origem do governo como uma propriedade do rei.

O absolutismo monárquico como uma imposição da natureza humana.

A origem do governo como uma proteção à vida, aos bens e aos direitos.

O poder dos governantes, colocando a liberdade individual acima da propriedade.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

1 min • 2 pts

ENEM 2020 

O fim último, causa final e desígnio dos homens, ao introduzir uma restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita; quer dizer, o desejo de sair da mísera condição de guerra que é a consequência necessária das paixões naturais dos homens, como o orgulho, a vingança e coisas semelhantes. É necessário um poder visível capaz de mantê-los em respeito, forçando os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito às leis, que são contrárias a nossas paixões naturais. HOBBES, T. M. Leviatã. São Paulo: Nova Cultural, 1999 (adaptado).

Para o autor, o surgimento do estado civil estabelece as condições para o ser humano 

internalizar os princípios morais, objetivando a satisfação da vontade individual.

aderir à organização política, almejando o estabelecimento do despotismo.

aprofundar sua religiosidade, contribuindo para o fortalecimento da Igreja.

assegurar o exercício do poder, com o resgate da sua autonomia.

obter a situação de paz, com a garantia legal do seu bem-estar

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