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Vamos testar nossos conhecimentos sobre os estudos deste 2º semestre!?

Authored by Giselle Smaniotto

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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

A respeito da compreensão sobre a relação entre a fala e a escrita e o processo de alfabetização, marque a afirmativa FALSA:

Os conhecimentos fonético-fonológicos, como compreender o modo de produção dos sons da língua, conhecer os fonemas da língua portuguesa, saber quais são os sons foneticamente semelhantes, são dispensáveis na formação do professor alfabetizador.
Entender que a fala e a escrita são modalidades diferentes de uma mesma língua e que o sistema de escrita do português é alfabético-ortográfico capacita o professor alfabetizador a compreender o processo de aquisição da língua escrita e as dificuldades (normais) apresentadas pelo aprendiz nesse processo.
Segundo a professora Miriam Lemle, a primeira dificuldade do aprendiz no processo de aquisição da escrita está em compreender que a escrita representa os sons da fala.
Para desenvolver a compreensão de que a escrita representa os sons da fala são necessárias atividades de consciência fonológica.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

2 mins • 1 pt

Sobre o desenvolvimento da consciência fonológica e o processo de alfabetização, marque a afirmativa INCORRETA:

A “consciência fonológica e fonêmica é a identificação das relações letras-fonemas, habilidades de decodificação e soletração da língua escrita, conhecimento e reconhecimento dos processos de tradução de forma sonora da fala para a forma gráfica escrita” (SOARES, 2008, p.15).
São estágios/níveis da consciência fonológica: consciência das palavras, consciência das sílabas, rimas, aliterações, consciência fonêmica.
Não é possível iniciar com atividades lúdicas que desenvolverão as habilidades referentes à consciência fonológica antes dos 6 anos, quando o processo de alfabetização é iniciado.
O trabalho com textos da tradição oral, como parlendas, acalantos, quadrinhas, trava-línguas, favorece a reflexão sobre a pauta sonora das palavras.

3.

MULTIPLE SELECT QUESTION

2 mins • 5 pts

Marque as opções que exemplifiquem atividades que podem ser realizadas para o desenvolvimento da consciência fonológica e que auxiliam na alfabetização.

O trabalho com textos da tradição oral: parlendas, acalantos, quadrinhas, trava-línguas; de maneira que se possa refletir sobre a pauta sonora das palavras.

Brincar com instrumentos musicais.

Jogos de consciência fonológica que mobilizem: a identificação de rimas; a contagem e reconhecimento de sílabas, a formação de palavras por meio de sílabas; a identificação dos sons iniciais de palavras; a transformação de palavras pela inserção ou supressão de fonemas/letras.
Jogos como: trilha das rimas, batalha das palavras, bingo do som inicial, entre outros.
Pedir às crianças que digam os sons que as letras têm.

4.

MULTIPLE SELECT QUESTION

3 mins • 5 pts

Media Image

Entender as hipóteses de escrita elaboradas pela criança no processo de aquisição do código escrito é fundamental para que o professor compreenda em que fase do percurso a criança se encontra a fim de intervir, fazendo-o avançar. Veja os exemplos e marque as análises corretas sobre cada escrita.

O exemplo 1 representa o nível silábico. A criança entende que escrever é desenhar.
Ao escrever uma lista de palavras, no exemplo 2, a criança demonstra já saber que se escreve com letras, que elas devem ser diversificadas e respeita a linearidade da escrita. Entretanto, ainda encontra-se na hipótese pré-silábica, pois não relaciona a escrita com os sons da fala.
O exemplo 3 mostra uma escrita já bem próxima da hipótese alfabética. Porém, a penúltima palavra (SLS - salada) é um exemplo da hipótese silábica porque a criança escreve uma letra para cada sílaba da palavra.
O texto do exemplo 4 revela que a criança já compreendeu que a escrita grafa a fala. Esta criança chegou ao nível alfabético de escrita e precisa, gradativamente, se apropriar da ortografia do português.
No exemplo 5 temos uma escrita que se aproxima do nível alfabético, sendo chamada de hipótese pré-silábica-alfabética.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 4 pts

Faz parte do processo de aprender a ler e escrever o conhecimento da ortografia da língua. Dessa forma o professor deve estar consciente de alguns princípios que orientam o ensino da ortografia. Assinale as afirmativas verdadeiras sobre este assunto:

O professor precisa compreender o que é regular e o que é irregular em nossa ortografia, pois os erros ortográficos têm causas distintas, que requerem estratégias de ensino-aprendizagem diferentes.

No percurso de aprendizagem da ortografia, o aluno necessita compreender que a escrita do português apresenta situações em que se exige a memorização da palavra, pois não há nada que explique sua escrita. Essas são as regularidades ortográficas. Por outro lado, pode-se solucionar dúvidas ortográficas, até mesmo de palavras desconhecidas, se compreendermos as regras que determinam aquela escrita. Essas são as irregularidades ortográficas e exigem a reflexão linguística e a internalização de regras.

Contribuem para o aprendizado da ortografia: o contato/leitura de bons textos, a explicitação dos conhecimentos infantis sobre ortografia e a definição de metas ou expectativas para o rendimento ortográfico dos alunos ao longo da escolaridade.

Cabe ao professor, como mediador do processo de alfabetização e letramento do aluno, em relação ao aprendizado da ortografia da língua: propiciar a reflexão em todos os momentos de escrita; não controlar a escrita espontânea; não fazer da nomenclatura gramatical um requisito para a aprendizagem de regras; promover a discussão coletiva de conhecimentos; registrar as descobertas; promover atividades coletivas, em grupo e individualmente e, principalmente, considerar a heterogeneidade da turma.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

Assinale a afirmativa falsa sobre o ensino da ortografia:

Para compreender as regularidades morfológico-gramaticais é necessário ter conhecimentos metalinguísticos, isto é, dominar a nomenclatura gramatical e reconhecer as classes de palavras (como substantivos, adjetivos, verbos). Sem o ensino dessas classificações não há como entender essas regularidades.

As dificuldades ortográficas reveladas em exemplos como caroça, ceijo e ponba podem ser superadas compreendendo que há regras que estabelecem as relações entre sons e letras em cada contexto. Em caroça, o som de R forte, entre vogais, será grafado por RR; em ceijo, o som /k/ diante de E escreve-se com QU e em ponba, usa-se M antes de B.

Em palavras como xácara/chácara, jente/gente e umano/humano não há regras que justifiquem tais escritas. Portanto, a grafia deverá ser memorizada e o dicionário consultado sempre que necessário.

Os erros ortográficos decorrentes do não domínio das regularidades diretas leva o aprendiz a trocar letras como t/d, f/v, p/b.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

3 mins • 1 pt

O texto a seguir apresenta erros ortográficos que revelam as dificuldades enfrentadas pelo aprendiz ao estabelecer as relações entre sons e letras. Assinale a alternativa INCORRETA sobre a análise e classificação dos “erros” do texto: MINHAS FERIAS EU VIAGEU PARA CIANORTE NA GASA DA MINHA VÓ ELA MORA NO SITIO ELA TEM BALANGO, RIO, PÉ- DE LARANGA LIMÃO E MAI UM MONTE DE FRUTA E NADAVA TODO DIA NO RIU MEU PRIMOS TANBEN IA DURMI FIGAVA MUITO FRIO.

As palavras GASA/FIGAVA representam a dificuldade em diferenciar o som surdo/desvozeado ("K") do som sonoro/vozeado ("G"). Isso acontece porque os dois sons são pronunciados da mesma forma. Nestes casos e contextos cada som é grafado por uma única letra o que significa que o som /k/ de casa não pode ser representado por G, assim como em ficava, pois nesse contexto cada som corresponde a uma letra.
Na palavra RIU, o som /u/ em posição átona final é grafado com O. Na palavra TANBEN, os contextos determinam o uso de M antes de B e no final da palavra. Nesses exemplos temos casos de regularidades contextuais.
A palavra VIAGEU ("viajei") apresenta uma relação de concorrência, pois há mais de uma letra, na mesma posição, para representar um único som. Em VIAGEU, diante de E, a letra J e a letra G assumem o mesmo som. É uma irregularidade.
Em BALANGO (balanço), o som /s/, é grafado com Ç e não com G, pois /s/+/o/ (“so”)= ÇO e /g/+/o/ (“go”)= GO. Essa escrita também pode ser reflexo da variedade linguística utilizada pelo autor do texto. Em LARANGA (laranja), para o som /ʒa/ (“ja”) usa-se a letra J, porque GA tem som /ga/. Os exemplos representam uma relação de concorrência entre as letras para representar um mesmo som num mesmo contexto.

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